Voz da Paróquia - Janeiro 2013

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Voz da Paróquia - Janeiro 2013

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Voz da Paróquia - Janeiro 2013

  1. 1. Mioma 65ª Edição, janeiro de 2013Mioma 65ª Edição, janeiro de 2013Mioma 65ª Edição, janeiro de 2013 01/01/2013 Bem-aventurada Virgem Maria , Mãe de Deus Antigamente, nesta data se celebrava a Circuncisão do Menino Jesus. Atualmen- te, nela se celebra a Santíssima Virgem, que o Concílio de Éfeso (ano 431) pro- clamou “Theotókos” (Mãe de Deus). 06/01/2013 Epifania do Senhor, ou Santos Reis Magos O Evangelho de São Mateus refere que magos vindos do Ori- ente chegaram a Jerusalém e disseram: «Onde está o rei dos Judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Ori- ente e viemos adorá-lo.» Estes magos, a que a tradição deu os nomes de Melchior, Baltazar e Gaspar, trouxeram a Jesus ouro, incenso e mirra. Cada um destes presentes tem o seu simbolismo. O ouro significa que Jesus era rei: a cor dourada é a cor da sabedoria, cujo brilho surge por cima da cabeça dos Iniciados como uma coroa de luz. O incenso significa que ele era sacerdote: o incenso representa o domínio da religião, que é também o domínio do coração, do amor. E a mirra é um sím- bolo da imortalidade: ela era usada para embalsamar os corpos e assim garantir a sua conservação. Portanto, os Reis Magos trouxeram presentes que estão relacionados com estes três domínios: pensamento, sentimento e corpo físico. 20/01/2013 São Sebastião, Mártir Era oficial da guarda pretoriana do imperador Diocleciano. De- nunciado como cristão, foi condenado pelo imperador a ser atravessado por flechas. Milagrosamente curado das flechadas, reapresentou-se com coragem diante do tirano e increpou-o por sua impiedade. Foi então surrado até à morte, no circo de Ro- ma. É padroeiro da cidade do Rio de Janeiro. A intenção geral do apostolado de oração do Papa para o mês de Janeiro de 2013 é: “Para que neste “Ano da Fé” os cristãos possam aprofundar o conhecimento do mistério de Cristo e teste- munhar com alegria o dom da fé Nele”.
  2. 2. 2 INDICE Pág. 3 — O domingo—Ano da Fé Pág. 4, 5 — Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus Pág. 5, 6, 7 — Epifania do Senhor Pág. 7, 8, 9 — Batismo do Senhor Pág. 9, 10, 11 — domingo II do tempo comum Pág. 11, 12, 13, 14 — domingo III do tempo comum Pág. 15 — Credo Pág. 16 — A Voz do Conselho Económico; Pág. 17 — Contas Festa de Santo António; Contas Festa de Santa Bárbara Pág. 18 — Confiar em Deus nos momentos difíceis Pág. 19 — Desenhos para colorir Agradecemos a todos quantos queiram participar com documentos e/ou testemunhos, que os façam chegar ao J.E.S (Grupo de Jovens Do Espírito Santo de Mioma), da seguinte forma e, prazos, para a edição do mês se- guinte: Em mão ou por correio, até dia 15; Para, jesmioma@hotmail.com, até ao dia 20. Se queres receber no teu correio eletrónico um exemplar da “A Voz da Paróquia” envia uma mensagem para o endereço jesmioma@hotmail.com com o assunto “Quero receber a Voz” Versão Digital: http://www.slideshare.net/jesmioma http://issuu.com/jesmioma
  3. 3. 3 A Igreja celebra em cada domingo, e ininterruptamente, des- de o próprio dia da Ressurreição, o Mistério Pascal (cf.SC 106). A máxima expressão desta comemoração é a assem- bleia eucarística dominical, para onde converge e de onde dimana toda a vitalidade eclesial. O domingo não esgota toda a sua riqueza na assembleia eu- carística. Não sendo, nos primórdios do cristianismo, um dia de repouso, os cristãos incutiram um tom festivo ao “primeiro dia da semana”, relativamente aos restantes, porque nele Cristo ressuscitou. Por isso, cada oito dias, a comunidade fa- zia memória jubilosa deste evento central da fé. A preceitualização do domingo – obrigatoriedade do culto e de repouso, processo lento e ainda persistente – conferiu ao domingo um carácter mais legalista que libertador e jubiloso. Apesar das possibilidades que oferece à vi- vência cristã do domingo, o descanso obrigatório relativizou, de certo modo, o que constitui a essência fundante deste: a comemoração da Páscoa. Atualmente, o domingo é um dos temas que mais preocupa a Igreja, absorvido que foi pelo “fim-de-semana”: um tempo vago, dispersivo, que o torna um dia, para muitos, de vazio. Como revalorizar, sem intenções nostálgicas, anacrónicas ou contraposições com o tempo – este que é o nosso – os valores do domingo? É o que pretende a diocese de Viseu neste ano pastoral 2012-2013, em vivência pré- sinodal. Que atitude perante o domingo? Os tempos atuais em muito se assemelham aos da primitiva geração cristã. Nesse sentido, a primeira tarefa pastoral é, sem preconceitos negativistas, ler atenta e objetivamente a situação sociocultural da atualidade. Não obstante os condicionalis- mos, para muitos é possível conjugar, no dia do Senhor, o repouso, a assembleia, a alegria, a solidariedade, a relação fraterna, a família, a cultura, o lazer e a contem- plação. Mais do que lamentar a ausência e diminuição gradual de cristãos na assembleia, a alma do domingo, deve investir-se na sua qualificação: o acolhimento, a participação, a estética, a espiritualidade e a abertura a todos. Esta tarefa prioritária abrange não só a dimensão litúrgica, mas, igualmente, todas as vertentes que tornam o domingo o “dia do Homem”: o descanso, a família, a cultura, o lazer, a contemplação da natureza, o desporto, o turismo e outras realidades, tam- bém positivas e integráveis. Compreende-se, por isso, o otimismo de João Paulo II, quando escrevia: «No século XX, sobretudo depois do concílio, a comunidade cristã cresceu muito no modo de ce- lebrar os sacramentos, sobretudo a Eucaristia. É preciso prosseguir nesta direção, dando particular relevo à Eucaristia dominical e ao próprio domingo» (NMI 35). SDPL – Viseu
  4. 4. 4 Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus (1 de janeiro de 2013) LEITURA I Num 6, 22-27 «Invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel e Eu os abençoarei» Leitura do Livro dos Números O Senhor disse a Moisés: «Fala a Aarão e aos seus filhos e diz-lhes: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo: ‘O Senhor te abençoe e te proteja. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz’. Assim invocarão o meu no- me sobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 66 (67), 2-3.5.6 e 8 (R. 2a) Refrão: Deus Se compadeça de nós e nos dê a sua bênção. Deus Se compadeça de nós e nos dê a sua bênção, resplandeça sobre nós a luz do seu rosto. Na terra se conhecerão os seus caminhos e entre os povos a sua salvação. Alegrem-se e exultem as nações, porque julgais os povos com justiça e governais as nações sobre a terra. Os povos Vos louvem, ó Deus, todos os povos Vos louvem. Deus nos dê a sua bênção e chegue o seu temor aos confins da terra. LEITURA II Gal 4, 4-7 «Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas Irmãos: Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar seus filhos adotivos. E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: «Abá! Pai!». Assim, já não és escravo, mas filho. E, se és filho, também és herdeiro, por graça de Deus. Palavra do Senhor.
  5. 5. 5 ALELUIA Hebr 1, 1-2 Refrão: Aleluia. Repete-se Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais pelos Profetas. Nestes dias, que são os últimos, Deus falou-nos por seu Filho. EVANGELHO Lc 2, 16-21 «Encontraram Maria, José e o Menino. E, depois de oito dias, deram-Lhe o nome de Jesus» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo, os pastores dirigiram-se apressadamente para Belém e encontraram Maria, José e o Menino deitado na manjedoura. Quando O viram, começaram a contar o que lhes tinham anunciado sobre aquele Menino. E todos os que ouviam admiravam-se do que os pastores diziam. Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração. Os pastores regressaram, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ou- vido e visto, como lhes tinha sido anunciado. Quando se completaram os oito dias para o Menino ser circuncidado, deram-Lhe o nome de Jesus, indicado pelo Anjo, antes de ter sido concebido no seio materno. Palavra da salvação. Epifania do Senhor (6 de janeiro de 2013) LEITURA I Is 60, 1-6 «Brilha sobre ti a glória do Senhor» Leitura do Livro de Isaías Levanta-te e resplandece, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a gló- ria do Senhor. Vê como a noite cobre a terra e a escuridão os povos. Mas sobre ti levanta-Se o Senhor, e a sua glória te ilumina. As nações caminharão à tua luz, e os reis ao esplendor da tua aurora. Olha ao redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro; os teus filhos vão che- gar de longe, e as tuas filhas são trazidas nos braços. Quando o vires ficarás radiante, palpitará e dilatar-se-á o teu coração, pois a ti aflui- rão os tesouros do mar, a ti virão ter as riquezas das nações. Invadir-te-á uma multidão de camelos, de dromedários de Madiã e Efá. Virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando as glórias do Se- nhor. Palavra do Senhor.
  6. 6. 6 SALMO RESPONSORIAL Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11) Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar e a vossa justiça ao filho do rei. Ele governará o vosso povo com justiça e os vossos pobres com equidade. Florescerá a justiça nos seus dias e uma grande paz até ao fim dos tempos. Ele dominará de um ao outro mar, do grande rio até aos confins da terra. Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes, os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas. Prostrar-se-ão diante dele todos os reis, todos os povos o hão-de servir. Socorrerá o pobre que pede auxílio e o miserável que não tem amparo. Terá compaixão dos fracos e dos pobres e defenderá a vida dos oprimidos. LEITURA II Ef 3, 2-3a.5-6 Os gentios recebem a mesma herança prometida Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios Irmãos: Certamente já ouvistes falar da graça que Deus me confiou a vosso favor: por uma revelação, foi-me dado a conhecer o mistério de Cristo. Nas gerações passadas, ele não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como agora foi revelado pelo Espírito Santo aos seus santos apóstolos e profetas: os gen- tios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e partici- pam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho. Palavra do Senhor. ALELUIA Mt 2, 2 Refrão: Aleluia. Repete-se Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorar o Senhor.
  7. 7. 7 EVANGELHO Mt 2, 1-12 «Viemos do Oriente adorar o Rei» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente. «Onde está—perguntaram eles—o rei dos Judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O». Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jeru- salém. Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: «Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo Profeta: ‘Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo’». Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avi- sai-me, para que também eu vá adorá-l’O». Ouvido o rei, puseram-se a caminho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino. Ao ver a estrela, sentiram grande alegria. Entraram na casa, viram o Menino com Maria, sua Mãe, e, prostrando-se diante d’Ele, adora- ram-n’O. Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. E, avisados em sonhos para não volta- rem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho. Palavra da salvação. Batismo do Senhor (13 de janeiro de 2013) LEITURA I Is 42, 1-4.6-7 «Eis o meu servo, enlevo da minha alma» Leitura do Livro de Isaías Diz o Senhor: «Eis o meu servo, a quem Eu protejo, o meu eleito, enlevo da minha alma. Sobre ele fiz repousar o meu espírito, para que leve a justiça às nações. Não gritará, nem le- vantará a voz, nem se fará ouvir nas praças; não quebrará a cana fendida, nem apa- gará a torcida que ainda fumega: proclamará fielmente a justiça.
  8. 8. 8 Não desfalecerá nem desistirá, enquanto não estabelecer a justiça na terra, a dou- trina que as ilhas longínquas esperam. Fui Eu, o Senhor, que te chamei segundo a justiça; tomei-te pela mão, formei-te e fiz de ti a aliança do povo e a luz das nações, para abrires os olhos aos cegos, ti- rares do cárcere os prisioneiros e da prisão os que habitam nas trevas». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R. 11b) Refrão: O Senhor abençoará o seu povo na paz. Tributai ao Senhor, filhos de Deus, tributai ao Senhor glória e poder. Tributai ao Senhor a glória do seu nome, adorai o Senhor com ornamentos sagrados. A voz do Senhor ressoa sobre as nuvens, o Senhor está sobre a vastidão das águas. A voz do Senhor é poderosa, a voz do Senhor é majestosa. A majestade de Deus faz ecoar o seu trovão e, no seu templo, todos clamam: Glória! Sobre as águas do dilúvio senta-Se o Senhor, o Senhor senta-Se como rei eterno. LEITURA II Atos 10, 34-38 «Deus ungiu-O com o Espírito Santo» Leitura dos Atos dos Apóstolos Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Na verdade, eu reconheço que Deus não faz acepção de pessoas, mas, em qual- quer nação, aquele que O teme e pratica a justiça é-Lhe agradável. Ele enviou a sua palavra aos filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo, que é o Senhor de todos. Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo que João pregou: Deus ungiu com a força do Espírito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curando todos os que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele». Palavra do Senhor. nem deixareis o vosso fiel sofrer a corrupção.
  9. 9. 9 ALELUIA cf. Mc 9, 6 Refrão: Aleluia. Repete-se Abriram-se os céus e ouviu-se a voz do Pai: «Este é o meu Filho muito amado: escutai-O». EVANGELHO Lc 3, 15-16.21-22 «Jesus foi batizado e, enquanto orava, abriu-se o Céu» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo, o povo estava na expectativa e todos pensavam em seus corações se João não seria o Messias. João tomou a palavra e disse-lhes: «Eu batizo-vos com água, mas vai chegar quem é mais forte do que eu, do qual não sou digno de desatar as correias das sandálias. Ele batizar -vos-á com o Espírito Santo e com o fogo». Quando todo o povo recebeu o batismo, Jesus também foi batizado; e, enquanto orava, o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corporal, como uma pomba. E do céu fez-se ouvir uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado: em Ti pus toda a minha complacência». Palavra da salvação. DOMINGO II do tempo comum (20 de janeiro de 2013) LEITURA I Is 62, 1-5 «A esposa é a alegria do marido» Leitura do Livro de Isaías Por amor de Sião não me calarei, por amor de Jerusalém não terei repouso, enquanto a sua justiça não despontar como a aurora e a sua salvação não resplandecer como facho ardente. Os povos hão-de ver a tua justiça e todos os reis a tua glória. Receberás um nome novo, que a boca do Senhor designará. Serás coroa esplendorosa nas mãos do Senhor, diadema real nas mãos do teu Deus. Não mais te chamarão «Abandonada», nem à tua terra «Deserta», mas hão-de chamar-te «Predileta» e à tua terra «Desposada», porque serás a predileta do Senhor e a tua terra terá um es- poso. Tal como o jovem desposa uma virgem, o teu Construtor te desposará; e como a esposa é a alegria do marido, tu serás a alegria do teu Deus. Palavra do Senhor.
  10. 10. 10 SALMO RESPONSORIAL Salmo 95 (96), 1-3.7-8a.9-10a.c (R. 3) Refrão: Anunciai em todos os povos as maravilhas do Senhor. Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, terra inteira, cantai ao Senhor, bendizei o seu nome. Anunciai dia a dia a sua salvação, publicai entre as nações a sua glória, em todos os povos as suas maravilhas. Dai ao Senhor, ó família dos povos, dai ao Senhor glória e poder, dai ao Senhor a glória do seu nome. Adorai o Senhor com ornamentos sagrados, trema diante d'Ele a terra inteira; dizei entre as nações: «O Senhor é rei», governa os povos com equidade. LEITURA II 1 Cor 12, 4-11 «Um só e o mesmo Espírito , distribuindo a cada um conforme Lhe agrada» Leitura da primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios Irmãos: Há diversidade de dons espirituais, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. Em cada um se manifestam os dons do Espírito para o bem comum. A um o Espírito dá a mensagem da sabedoria, a outro a mensagem da ciência, se- gundo o mesmo Espírito. É um só e o mesmo Espírito que dá a um o dom da fé, a outro o poder de curar; a um dá o poder de fazer milagres, a outro o de falar em nome de Deus; a um dá o discernimento dos espíritos, a outro o de falar diversas línguas, a outro o dom de as interpretar. Mas é um só e o mesmo Espírito que faz tudo isto, distribuindo os dons a cada um conforme Lhe agrada. Palavra do Senhor.
  11. 11. 11 ALELUIA cf. 2 Tes 2, 14 Refrão: Aleluia. Repete-se Deus chamou-nos, por meio do Evangelho, a tomar parte na glória de Nosso Senhor Jesus Cristo. EVANGELHO Jo 2, 1-11 O primeiro milagre de Jesus Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João Naquele tempo, realizou-se um casamento em Caná da Galileia e estava lá a Mãe de Jesus. Jesus e os seus discípulos foram também convidados para o casamento. A certa altura faltou o vinho. Então a Mãe de Jesus disse-Lhe: «Não têm vinho». Jesus respondeu-Lhe: «Mulher, que temos nós com isso? Ainda não chegou a minha hora». Sua Mãe disse aos serventes: «Fazei tudo o que Ele vos disser». Havia ali seis talhas de pedra, destinadas à purificação dos judeus, levando cada uma de duas a três medidas. Disse-lhes Jesus: «Enchei essas talhas de água». Eles encheram-nas até acima. Depois disse-lhes: «Tirai agora e levai ao chefe de mesa». E eles levaram. Quando o chefe de mesa provou a água transformada em vinho, - ele não sabia de onde viera, pois só os serventes, que tinham tirado a água, sabiam - chamou o noi- vo e disse-lhe: «Toda a gente serve primeiro o vinho bom e, depois de os convida- dos terem bebido bem, serve o inferior. Mas tu guardaste o vinho bom até agora». Foi assim que, em Caná da Galileia, Jesus deu início aos seus milagres. Manifestou a sua glória e os discípulos acreditaram n’Ele. Palavra da salvação. DOMINGO III do tempo comum (27 de janeiro de 2013) LEITURA I Ne 8, 2-4a.5-6.8-10 «Liam o Livro da Lei e explicavam o seu sentido» Leitura do Livro de Neemias Naqueles dias, o sacerdote Esdras trouxe o Livro da Lei perante a assembleia de homens e mulheres e todos os que eram capazes de compreender. Era o primeiro dia do sétimo mês. Desde a aurora até ao meio dia, fez a leitura do Livro, no largo situado diante da Porta das Águas, diante dos homens e mulheres e todos os que eram capazes de compreender.
  12. 12. 12 Todo o povo ouvia atentamente a leitura do Livro da Lei. O escriba Esdras estava de pé num estrado de madeira feito de propósito. Estando assim em plano superior a todo o povo, Esdras abriu o Livro à vista de to- dos; e quando o abriu, todos se levantaram. Então Esdras bendisse o Senhor, o grande Deus, e todo o povo respondeu, erguendo as mãos: «Amen! Amen!». E prostrando-se de rosto por terra, adoraram o Senhor. Os levitas liam, clara e distintamente, o Livro da Lei de Deus e explicavam o seu sentido, de maneira que se pudesse compreender a leitura. Então o governador Nee- mias, o sacerdote e escriba Esdras, bem como os levitas, que ensinavam o povo, disseram a todo o povo: «Hoje é um dia consagrado ao Senhor, vosso Deus. Não vos entristeçais nem choreis»Porque todo o povo chorava, ao escutar as palavras da Lei. Depois Neemias acrescentou: «Ide para vossas casas, comei uma boa refeição, to- mai bebidas doces e reparti com aqueles que não têm nada preparado. Hoje é um dia consagrado a nosso Senhor; portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa fortaleza». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 18 B (19), 8.9.10.15 (R. Jo 6, 63c) Refrão: As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida. A lei do Senhor é perfeita, ela reconforta a alma; as ordens do Senhor são firmes, dão sabedoria aos simples. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; os mandamentos do Senhor são claros e iluminam os olhos. O temor do Senhor é puro e permanece eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros, todos eles são retos. Aceitai as palavras da minha boca, e os pensamentos do meu coração estejam na vossa presença: Vós, Senhor, sois o meu amparo e redentor.
  13. 13. 13 LEITURA II Forma longa 1 Cor 12, 12-30 «Vós sois corpo de Cristo e seus membros, cada um na sua parte» Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios Irmãos: Assim como o corpo é um só e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, apesar de numerosos, constituem um só corpo, assim sucede também em Cristo. Na verdade, todos nós - judeus e gregos, escravos e homens livres - fomos batiza- dos num só Espírito, para constituirmos um só corpo, e a todos nos foi dado a beber um só Espírito. De facto, o corpo não é constituído por um só membro, mas por muitos. Se o pé dissesse: «Uma vez que não sou mão, não pertenço ao corpo», nem por isso deixaria de fazer parte do corpo. E se a orelha dissesse: «Uma vez que não sou olho, não pertenço ao corpo», nem por isso deixaria de fazer parte do corpo. Se o corpo inteiro fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo ele fosse ouvido, onde estaria o olfato? Mas Deus dispôs no corpo cada um dos membros, segundo a sua vontade. Se todo ele fosse um só membro, que seria do corpo? Há, portanto, muitos membros, mas um só corpo. O olho não pode dizer à mão: «Não preciso de ti»; nem a cabeça dizer aos pés: «Não preciso de vós». Pelo contrário, os membros do corpo que parecem mais fracos são os mais necessá- rios; os que nos parecem menos honrosos cuidamo-los com maior consideração; e os nossos membros menos decorosos são tratados com maior decência: os que são mais decorosos não precisam de tais cuidados. Deus organizou o corpo, dispensando maior consideração ao que dela precisa, para que não haja divisão no corpo e os membros tenham a mesma solicitude uns com os outros. Deste modo, se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um membro é honrado, todos os membros se alegram com ele. Vós sois corpo de Cristo e seus membros, cada um por sua parte. Assim, Deus estabeleceu na Igreja em primeiro lugar apóstolos, em segundo profe- tas, em terceiro doutores. Vêm a seguir os dons dos milagres, das curas, da assistência, de governar, de falar diversas línguas. Serão todos apóstolos? Todos profetas? Todos doutores? Todos farão milagres? Todos terão o poder de curar? Todos falarão línguas? Terão todos o dom de as interpretar? Palavra do Senhor.
  14. 14. 14 ALELUIA Lc 4, 18 Refrão: Aleluia. Repete-se O Senhor enviou-me a anunciar a boa nova aos pobres, a proclamar aos cati- vos a redenção. EVANGELHO Lc 1, 1-4; 4, 14-21 «Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Já que muitos empreenderam narrar os factos que se realizaram entre nós, como no- los transmitiram os que, desde o início, foram testemunhas oculares e ministros da palavra, também eu resolvi, depois de ter investigado cuidadosamente tudo desde as origens, escrevê-las para ti, ilustre Teófilo, para que tenhas conhecimento seguro do que te foi ensinado. Naquele tempo, Jesus voltou da Galileia, com a força do Espírito, e a sua fama propa- gou-se por toda a região. Ensinava nas sinagogas e era elogiado por todos. Foi então a Nazaré, onde Se tinha criado. Segundo o seu costume, entrou na sinagoga a um sábado e levantou-Se para fazer a leitura. Entregaram-Lhe o livro do profeta Isaías e, ao abrir o livro, encontrou a passagem em que estava escrito: «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres. Ele me enviou a proclamar a redenção aos cativos e a vista aos cegos, a restituir a liberdade aos oprimidos e a proclamar o ano da graça do Senhor». Depois enrolou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-Se. Estavam fixos em Jesus os olhos de toda a sinagoga. Começou então a dizer-lhes: «Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir». Palavra da salvação. Todas as quartas 6as-feiras de cada mês, às 21h, na igreja dos Terceiros, junto ao parque da Cidade de Viseu. (25 de janeiro de 2013)
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  16. 16. 16 A Voz do Conselho Económico Publicamos nesta edição o relatório de contas, referente ao mês de novembro de 2012 Contributos a entregar na diocese Missas plurintencionais 230,00 € Seminários diocesanos 66,80 € RESUMO FINAL Receita Total 1.274,50 € A entregar na diocese 296,80 € Saldo para o fundo paroquial 977,70 € Despesas da paróquia 750,00 € Saldo Final 227,70 € Obras na Igreja Matriz Foi substituído parte do soalho do coro alto da Igreja Matriz, que estava completamen- te podre, em virtude das infiltrações devido à degradação do antigo telhado. Foram feitos também 3 bancos para o fundo da Igreja, para substituir os antigos que também estavam bastante degradados. O custo destes trabalhos, e que foi de setecentos euros, foi oferecido pelo Sr.º António Almeida, nosso conterrâneo a residir em França, para quem aproveitamos para desejar um Santo Natal e um feliz Ano Novo, bem como a sua esposa e restante família. O nosso muito obrigado. O Conselho Económico Paroquial Receita Despesas Dia/Evento Evento Montante Ofertórios dominicais na igreja matriz 444,50 € Venc. Pároco 600,00 € Donativos para igreja, dos famili- ares da sr.ª D.Maria Leonor Rodri- gues(já falecida) 110,00 € Evang. Voz Paróquia 36,00 € Dois funerais 70,00 € Manutenção da igreja (gás) 114,00 € Missas pelos irmãos da Irmanda- de do Santíssimo Sacramento 120,00 € Oferta pela celebração de bodas matrimoniais 50,00 € Oferta anónima 20,00 € Missas plurintencionais 460,00 € TOTAL 1.274,50 € 750,00 €
  17. 17. 17 Os mordomos: Agostinho Machado Rodrigues; André Manuel Silva Lopes; Manuel de Sousa Saraiva As mordomas: - Sandra Isabel Correia Gomes; Tânia Saraiva Almeida CONTAS - FESTAS DE SANTO ANTÓNIO - 2012 RECEITAS DESPESAS Donativos de Emigran- tes 720,00 € Banda Musical de San- tar 1.100,00 € Donativos Povoação Meã 3.655,00 € Grupo Musical Arte e Som 1.750,00 € Donativos Povoação Mioma 773,00 € Grupo Musical Kumitiva 1.500,00 € Donativos Povoação Lages 687,00 € Grupo Musical Marcos Frias 500,00 € Donativos Povoação Afonsim 469,00 € Cartazes 178,35 € Donativos Povoação Fontainhas 389,00 € Licença Direitos de Au- tor 157,44 € Donativos Quintas do Monte 125,00 € Flores (Andores e Ca- pela) 750,00 € Donativos Qta Vale do Gonçalo 95,00 € Bebidas (Bar) 845,65 € Donativos fora da fre- guesia 280,00 € Iluminação JS-Som 750,00 € Donativos capela 85,35 € Padre 60,00 € Jogos, Bar e cravanços 1.691,06 € Prémios Jogos 460,96 € Publicidade 165,00 € Irmandade 100,00 € Lanche e sardinhada 265,19 € Refeições 545,00 € Outras despesas 20,00 € SALDO 151,82 € SOMA 9.134,41 € SOMA 9.134,41 € CONTAS - Festa de Santa Bárbara 2012 Ofertas Peditório 359,76 Ofertas ofertório 189,06 TOTAL Receitas 548,82 Despesa com florista 190,00 TOTAL Despesas 190,00 Saldo a entregar para o Fundo Paroquial 358,82
  18. 18. 18 O Papa pediu aos católicos para confia- rem em Deus nos momentos mais difíceis da vida, naquela que foi a sua primeira audiência geral de 2013. No encontro realizado no Vaticano, Bento XVI apelou aos fiéis para não desanima- rem perante o desajustamento que pode- rão sentir face às exigências do seu teste- munho cristão e lembrou que Deus esco- lheu para mãe do seu filho, Jesus, “uma mulher humilde”, proveniente de uma “vila desconhecida” localizada numa das “províncias mais longínquas” do Império Romano. “Sempre, mesmo no meio das dificul- dades mais árduas a enfrentar, deve- mos ter confiança em Deus, renovan- do a fé na sua presença e ação na nossa história, como na de Maria”, afirmou. Depois de lembrar que “nada é impossí- vel a Deus”, o Papa sublinhou que com ele a existência humana “caminha sempre sobre um terreno seguro e abre-se a um futuro de esperança firme”. “Só se nos abrirmos à ação de Deus, co- mo Maria, só se confiarmos a nossa vida ao Senhor como a um amigo em quem nos fiamos totalmente, é que tudo muda, a nossa vida adquire um novo sentido”, disse. O nascimento de Jesus, que os cristãos assinalam no Natal, é um anúncio espe- rançoso porque confere a “certeza” de que “o poder de Deus age sempre e opera maravilhas mesmo na debilidade”. Com a natividade de Jesus, Deus “dá vida a um novo início da humanidade”, apon- tou o Papa, antes de referir as virtudes do primeiro dos sete sacramentos concedido pela Igreja Católica. “Ao início do ser cris- tão é o Batismo que nos faz renascer co- mo filhos de Deus, nos faz participar na relação filial que Jesus tem com o Pai. E quero destacar que o Batismo recebe-se, nós ‘somos batizados’ – é um passivo – porque ninguém é capaz de tornar-se filho por si: é um dom que é conferido gratuitamente”, vincou. “Nos quatro Evangelhos emerge com cla- reza a resposta à pergunta ‘de onde’ vem Jesus: a sua verdadeira origem é o Pai”, que “nunca” abandona a humanidade. O ‘Credo’, profissão de fé proferida em todas as missas, refere “quatro sujeitos” que agem no nascimento de Jesus: o pró- prio, Deus Pai, o Espírito Santo e a Vir- gem Maria, explicou. Na alocução em língua portuguesa aos peregrinos lusófonos, Bento XVI desejou “um Ano Novo sereno e feliz”. “A minha saudação amiga para todos os peregrinos de língua portuguesa, dese- jando que a luz do Salvador divino res- plandeça intensamente nos vossos cora- ções, para serdes semeadores de espe- rança e construtores de paz nas vossas famílias e comunidades”, afirmou. Após a audiência, o Papa enviou uma mensagem em oito línguas, incluindo o português, aos seus mais de 2,3 milhões de seguidores na rede social Twitter: "Quando nos entregamos totalmente ao Senhor, tudo muda. Nós somos filhos de um Pai que nos ama e nunca nos abando- na". RJM/OC
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  20. 20. 20 Com a colaboração do JES Por favor guarde a nossa voz, pode ser-lhe útil no futuro. 2013 Lua cheia Lua nova Quarto crescente Quarto Minguante Janeiro—Agricultura, jardinagem, animais Lavoura das terras e preparação das culturas de Inverno, como a da batata, iniciando-se, onde for possível, a plantação precoce. A poda na Lua Minguante é recomendável, mas nas figueiras, laranjeiras e macieiras os grandes cortes são prejudiciais. Enxertos no Quarto Cres- cente. Semear fava, ervilha, alface e rabanete. No Norte e no Centro, semear centeio, couve- galega, nabo, nabiça, rabanete, salsa e tomate. No Sul. Cenoura, couves, ervilha, feijão, nabi- ça e tomate. Em estufa ou cama quente, plantar pepino, meloa, pimento. Semear canteiros de cenoura curta, alho, cebola, alface, ervilha, alho-porro e salsa. Na Horta semear (em canteiros ou em alfobres bem abrigados e defendidos das geadas) alface romana, couve repolho e sabóia, rabanete. Colher couves, espinafre, etc. Mergulhar vide, podar e meter bacelo. Em tempo calmo, frio, seco e sem nuvens, deve-se fazer a trasfega do vinho. No Jardim semear begónias, ervilhas-de-cheiro, gipsófilas, girassóis, lírios, paciências, flor-de- lis, sécias, zínias, goivos, miosótis, etc. Colher violetas, amores-perfeitos, camélias, jacintos, tulipas, etc. Animais: vacinar o bovino, cavalar, ovino, caprino e os porcos contra as doenças rubras.

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