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Proyecto de grado.
 

Proyecto de grado.

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    Proyecto de grado. Proyecto de grado. Document Transcript

    • 1 DELINCUENCIA EN ADOLESCENTES Natalia Lancheros Ayala Paola Andrea Matabanchoy Talero Jenny Juliet Ospitia Joya IED COLEGIO CARLO FEDERICI UNDECIMO GRADO BOGOTA D.C 2012
    • 2 DELINCUENCIA EN ADOLESCENTES Natalia Lancheros Ayala Paola Andrea Matabanchoy Talero Jenny Juliet Ospitia Joya Trabajo realizado para optar al título de bachiller académico. Tutora: CARMEN BEATRIZ TORRES IED COLEGIO CARLO FEDERICI UNDECIMO GRADO BOGOTA D.C 2012
    • 3 Nota de aceptación __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ ______________________________________ Firma del presidente del jurado ______________________________________ Firma del jurado _____________________________________ Firma del jurado
    • 4 DEDICATORIA Dedicado a nuestros padres de familia, Tutora Carmen Beatriz Torres Docentes que con su apoyo y enseñanza Nos han ayudado en nuestro proceso de formación.
    • 5 AGRADECIMIENTOS. Agradecemos principalmente a nuestra tutora Carmen Beatriz Torres por su apoyo incondicional, a los estudiantes de los grados 802 y 901 de la Institución Educativa Distrital de la jornada de la mañana, por su ayuda a la realización de nuestro proyecto, a nuestros padres de familia y docentes por su acompañamiento y recomendaciones para este trabajo.
    • 6 CONTENIDO. Tabla de contenido DEDICATORIA............................................................................................................4 AGRADECIMIENTOS. ................................................................................................5 GLOSARIO................................................................................................................10 RESUMEN ................................................................................................................11 INTRODUCCIÓN. .....................................................................................................12 DESCRIPCION DEL PROBLEMA.............................................................................13 HIPOTESIS............................................................................................................15 FORMULACION DEL PROBLEMA...........................................................................15 OBJETIVOS: .............................................................................................................16 OBJETIVO GENERAL: .............................................................................................16 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:.................................................................................16 JUSTIFICACION DEL PROBLEMA. .........................................................................17 CONTEXTO DEL TRABAJO.....................................................................................18 Lugar: ........................................................................................................................18 Tiempo posible de realización y etapas:................................................................18 MARCO TEORICO:...................................................................................................20 Antecedentes de la delincuencia:..............................................................................20 Teorías que sustenta el desarrollo.........................................................................22 Términos claves: ................................................................................................24 MARCO METODOLÓGICO: .....................................................................................27 Tipo de investigación:................................................................................................27 TIPOS DE INSTRUMENTOS. ...............................................................................29 ANALISIS DE RESULTATOS ............................................................................31 Resultados de encuesta realizada al grado 901 del plantel educativo: .................32 Resultados de encuesta realizada al grado 802 de la institución educativa distrital:...............................................................................................................43 PROPUESTA. ...........................................................................................................59 CONCLUSIONES......................................................................................................60
    • 7 ANEXOS. ..................................................................................................................61 WEBGRAFIA.............................................................................................................79 BIBLIOGRAFIA. ........................................................................................................80
    • 8 LISTA DE GRAFICAS. grafico 1 ...................................................................................................................32 grafico 2 ...................................................................................................................33 grafico 3 ...................................................................................................................34 grafico 4 ...................................................................................................................35 grafico 5 ...................................................................................................................36 grafico 6 ...................................................................................................................37 grafico 7 ...................................................................................................................38 grafico 8 ...................................................................................................................39 grafico 9 ...................................................................................................................40 grafico 10 .................................................................................................................41 grafico 11 .................................................................................................................42 grafico 12 .................................................................................................................43 grafico 13 .................................................................................................................44 grafico 14 .................................................................................................................45 grafico 15 .................................................................................................................46 grafico 16 .................................................................................................................47 grafico 17 .................................................................................................................48 grafico 18 .................................................................................................................49 grafico 19 .................................................................................................................50 grafico 20 .................................................................................................................51 grafico 21 .................................................................................................................52 grafico 22 .................................................................................................................53
    • 9 LISTA DE ANEXOS. Anexo #1: encuesta……………………………………………………………... 61 Anexo #2: entrevista…………………………………………………………….. 63 Anexo #3: foro……………………………………………………………………. 64 Anexo #4: fotografías del foro………………………………………………… 65 Anexo #5: citas textuales ……………………………………………………… 66
    • 10 GLOSARIO. Adolescencia: La adolescencia es un periodo en el desarrollo biológico, psicológico, sexual y social inmediatamente posterior a la niñez y que comienza con la pubertad. Su rango de duración varía según las diferentes fuentes y opiniones médicas, científicas y psicológicas, pero generalmente se enmarca su inicio entre los 10 a 12 años, y su finalización a los 19 o 20. Comunicación: Es el proceso mediante el cual se puede transmitir información de una entidad a otra. Los procesos de comunicación son interacciones mediadas por signos entre al menos dos agentes que comparten un mismo repertorio de signos y tienen unas reglas semióticas comunes. Delincuencia: La delincuencia se refiere a un conjunto de actos en contra de la ley, tipificados por la ley y merecedores de castigo por la sociedad, en diferentes grados. Se podría definir también como una conducta por parte de una o varias personas que no coinciden con las requeridas en una sociedad determinada, que atentas contra las leyes de dicha sociedad. Familia: Es el elemento natural y fundamental de la sociedad, y tiene derecho a la protección de la sociedad y del Estado. Personalidad: Es un constructo psicológico, con el que nos referimos a un conjunto dinámico de características de una persona. Pero nunca al conjunto de características físicas o genéticas que determinan a un individuo, es su organización interior la que nos hace actuar de manera diferente ante una o varias circunstancias. Psicología: Es la ciencia que estudia la conducta o los comportamientos de los individuos.
    • 11 RESUMEN Este proyecto se elaboro en el transcurso de un año, en este periodo se analizo la presencia o ausencia de delincuencia adolescente en los grados 802 y 901 de la Institución Educativa; se buscaron los primeros autores que hablaron de delincuencia; las teorías que llevan al adolescente a cometer actos delictivos, comparándolas y poniéndolas en práctica en el proyecto; se utilizaron diferentes métodos de recolección de datos, entre los que están la entrevista, la encuesta y el foro, utilizando estos métodos se pretendía conocer el punto de vista que tenían las diferentes personas sobre este tema; se pudo obtener resultados positivos y negativos para esta investigación. Este proceso de recolección de datos mediante los instrumentos ya mencionados, ofrecieron una satisfactoria ayuda para esta investigación. Los resultados y conclusiones que se mostraran son un arduo trabajo que se realizo y que se espera sea de gran ayuda.
    • 12 INTRODUCCIÓN. Los adolescentes toman decisiones que en la mayoría de los casos afecta gravemente su formación como personas, las cuales pueden ser la elección de malos amigos, la influencia de la sociedad, la publicidad subliminal, el rechazo por parte de su entorno, entre otros aspectos. Todos estos factores deben ser manejados y orientados, ya que con la medida del tiempo pueden ser factores que llevan a la delincuencia. La delincuencia adolescente es un tema que hoy en día afecta a sus familias y también a la sociedad; por esta razón se decide indagar si en la Institución Educativa hay presencia o ausencia de delincuencia. En el transcurrir de este proyecto, nacen nuevas inquietudes: ¿los adolescentes ven la delincuencia como un escape a sus problemas?, ¿la delincuencia es un pasatiempo, o es algo perdurable?, entre otras preguntas que serán respondidas a lo largo de este documento. La delincuencia en adolescentes; comienza generalmente por delitos de menor gravedad, como el robo, hasta terminar involucrados en actos delictivos de mayor alcance relacionados con los asesinatos, el narcotráfico, entre otros; por ende, si la delincuencia adolescente está presente en la Institución Educativa, se pretende hacer una acercamiento a dicha problemática tratando de dar alternativas de intervención y prevención. A largo de este documento se encontraran los diferentes estudios con respecto al tema de delincuencia adolescente, se definirán algunos términos de gran relevancia que ayudaran a comprender mas este tema y finalmente se hallaran los resultados obtenidos de este análisis. Para las autoras hacer el estudio significa elaborar un trabajo de investigación, en el cual se tendrán resultados negativos y positivos, significa tener una mirada crítica frente al tema de delincuencia, se debe tener un punto neutro en el cual no se juzguen ni se justifiquen los actos delictivos.
    • 13 DESCRIPCION DEL PROBLEMA. La delincuencia empieza principalmente en la adolescencia lo que significa la etapa del descubrimiento, la aventura, riesgo, experiencias nuevas, entre otras, que lo llevan a romper las normas establecidas en su vida familiar, escolar, social, en el cual se desarrolla. Según Luis Fernando Hoyos: “Todo comienza en su personalidad y en su familia, sus deseos inmensos de obtener cosas o poder, venganza emocional, satisfacer ciertas necesidades inmediatas e importantes para ellos.”1 Con base en esto la adolescencia es la etapa de descubrimientos y de experiencias nuevas, esta lleva consigo el deseo, ese sentimiento que abarca una necesidad de hacer cumplir sus metas o sus anhelos. Teniendo en cuenta esto y el ánimo de romper reglas, descubrir nuevos horizontes, seguir modas , experimentar y demás factores presentes en esta etapa de la vida que coincide con la etapa académica, se convierte en factor fundamental para el entrecruzamiento de características ideales para el estudio, identificación y tratamiento de la problemática de delincuencia en la adolescencia, sus factores de riesgo, sus características intrínsecas, sus poblaciones mayormente afectadas y su afectación en la sociedad en general. Por lo anterior se hallo la necesidad de realizar un análisis en la Institución Educativa Distrital, para lograr establecer si se presenta o no la delincuencia en adolescentes en los grados 802 y 901 jornada mañana. Dependiendo el resultado se realizaran las medidas respectivas; si este es afirmativo, se deberá llevar a cabo un análisis de las causas y consecuencias de este comportamiento; y presentar alternativas de solución. Por el contrario si el resultado es negativo, se deberán presentar medidas de prevención. Según el autor Gómez Aristizabal en su libro derrumbe moral e injusticia social en Colombia“El maestro valencia dijo: “el niño es como un huevo, que en nido de amor será paloma y en nido de oro será buitre””2 . Lo anterior dice que la familia es la base del hombre del mañana, es el lugar en donde se forjan los valores, el afecto y el comportamiento del adolescente, de acuerdo a el núcleo familiar y a el trato que reciba, este puede llegar a formarse con unos excelentes valores éticos y morales o por el contrario puede llegar a convertirse en un problema para la sociedad. Se pudo evidenciar lo anterior en el análisis que se le realizo al plantel educativo, en los grados 802 y 901 al obtener como resultado problemas de delincuencia por causas de problemas familiares, se debe tener en cuenta que la familia y el hogar es el sitio en donde el niño se cría, y comienza a dar sus primeros pasos y a decir sus 1 No encuentro esta cita 2 GOMEZ ARISTIZABAL, HORACIO. Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Bogotá-Colombia: Milla Batres, Agosto de 1990
    • 14 primeras palabras; de esta base depende el comportamiento, la forma de pensar, las ideologías, y los criterios del adolescente. Pero también existen las intimidaciones que se le dan al anterior, como son los crímenes organizados, el narcotráfico, la guerrilla, el terrorismo o el delincuente profesional en el atraco, en donde los valores y los principios que se les han dado son puestos a prueba con ofertas que lo hacen ceder con tal de realizar sus sueños y satisfacer sus necesidades de forma inmediata. “no puede negarse que la pobreza origina situaciones que son a su vez causa directa de inmoralidad y delito… …gran delincuencia Colombiana es cometida por gentes en la indigencia. De 32.000 presos el 60% son adolescentes. ... otro factor de considerable influjo sobre la inmoralidad y la delincuencia de los niños lo constituye la calle… …otro factor criminalidad: las malas compañías.”3 Esto lleva a cuestionamientos relacionados con los síntomas de la delincuencia en adolescentes; ya que las malas influencias pueden arrastrar a estos, a la delincuencia y más si se encuentran es situaciones económicas negativas. En la Institución Educativa Distrital se tuvo la oportunidad de cuestionar a los adolescentes sobre los actos delictivos que ellos observaban con más frecuencia en su entorno, la respuesta más general de estos, fue el atraco, algunos estudiantes cometían actos delictivos por una necesidad económica. “todo individuo, por normal que parezca, tiene en su vida o en sus sueños, fantasías delincuenciales. ¿Quién no se ha sentido impulsado a no devolver el libro que un amigo le presta, o incluso a sustraerlo de una biblioteca? Hay en todos nosotros – dice Peter Bloss – áreas aisladas de delincuencia, entre las personas civilizadas‟‟4 .Según el anterior documento, indica que todos tenemos o llegamos a tener un impulso a la delincuencia, que en algunos puede llegar a hacerlos cometer actos delincuenciales de la magnitud que sea, ya sea desde un robo o no devolver algún objeto o pertenencia ajena, mientras que otros logran abstenerse de cometer estos actos delictivos, algunos no lo pueden evitar ya sea porque les da placer o por necesidad. Se logro observar que en el plantel educativo son muy pocos los estudiantes que cometen actos delictivos por un impulso, en cambio estos si son afectados y conducidos a la delincuencia por influencia de las amistades, y por necesidad económica. “La primera, referida como la trayectoria manifiesta, representa la vía que comienza con agresiones menores –molestar a alguien, intimidar-, que se van escalando hasta llegar a las peleas físicas mas graves y en ultimas al delito violento. Otra trayectoria es la denominada secreta, que se caracteriza por transgresiones encubiertas- mentiras, robos pequeños- que luego evolucionan hacia el vandalismo y, finalmente, 3 GOMEZ ARISTIZABAL, HORACIO. Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Bogotá-Colombia: Milla Batres, Agosto de 1990 4 DOCUMENTO SOCIAL REVISTA DE ESTUDIOS SOCIALES Y DE SOCIOLOGÍA APLICADA, Inadaptación y delincuencia juvenil, No. 33-34 diciembre 1978.-marzo 1979
    • 15 a crímenes contra la propiedad. ‟‟5 Afirma la revista colombiana de educación; lo cual explica que todo tiene un proceso, el adolescente delincuente empieza con cosas consideradas de menor gravedad, pero lo que él no considera es la consecuencia de que todos esos actos lo pueden llevar a convertirse en un delincuente peligroso no solo para la sociedad sino también para el mismo, inclusive para su familia. Todo acto de violencia que el joven considera “menor” lo lleva a tener una actitud de desobediencia, y más ganas de volver a cometer un acto violento. En los grados 802 y 901 se observo un índice pequeño de matoneo, todo comienza como un juego, una forma de bromear, burlándose de otros y haciéndolos ver mal ante los demás para causar algo de gracia; pero esto va creciendo y se va desarrollando como una forma de intimidación más grave, de tal manera que disimuladamente los adolescentes se van convirtiendo en víctimas y victimarios. HIPOTESIS. La delincuencia en adolescentes se presenta por la falta de comunicación y aprecio de sus familias, lo que lleva a que ellos cometan actos delictivos los cuales son perjudiciales no solo para él, si no para la sociedad a su alrededor. Los adolescentes hacen las cosas por satisfacción o sencillamente porque si. este pensamiento es que hace que cometer cualquier acto delictivo para ellos no implica ningún problema. FORMULACION DEL PROBLEMA. ¿Es posible detectar analizar e interpretar en el ámbito escolar la presencia o ausencia de delincuencia en adolecentes? 5 UNIVERSIDAD PEDAGOGICA DE COLOMBIA,revista colombiana de educación, violencia escolar, segundo semestre de 2008
    • 16 OBJETIVOS: OBJETIVO GENERAL: Establecer la presencia o ausencia de la delincuencia en adolecentes de los grados 802 y 901 de una institución educativa distrital. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Analizar mediante diferentes métodos de recolección de información si existe o no la delincuencia en la Institución Educativa Distrital Interpretar las causas por las cuales se podrían presentar sugerir métodos de prevención Sugerir métodos de prevención
    • 17 JUSTIFICACION DEL PROBLEMA. Si en el ambiente escolar se permite la delincuencia juvenil, a mediano plazo se podría tener graves situaciones en aumento como, matoneo, acoso, y delitos del orden jurídico en nuestro ambiente, que nos suma falencias como deserción escolar, perdida la apropiación escolar, bajos rendimientos académicos y aspectos de trascendencia externa, como imagen desdibujada del colegio, trastornos en núcleos familiares y ruptura de comunicación entre padres y/o usuarios con el colegio, esto hace que sea imperativo el empoderamiento por parte de nosotros mismos como alumnos de este tema para que como actor activo de la situación en el día a día se pueda identificar motivos, analizar razones y generar un mejor entendimiento de este problema de delincuencia juvenil para poder diseñar herramientas básicas de intervención y reducción del mismo con la finalidad de tener un mejor ambiente escolar y la subsecuente generación de estudiantes seguros, cómodos, comprometidos y desarrollados dentro de un plantel de apoyo cooperación y formación de ciudadanos futuros de bien.
    • 18 CONTEXTO DEL TRABAJO. Lugar: Institución Educativa Distrital de la localidad 9°- Fontibon; con niveles de educación: - Preescolar - Básica primaria - Básica secundaria - Educación media Modalidad: bachiller académico; este plantel tiene énfasis en ciencia, tecnología y comunicación; posee dos jornadas, las cuales son mañana y tarde; además sigue el tipo de calendario A; y es mixto. Este colegio acoge a estudiantes de 5 a 19 años, que se caracterizan por pertenecer comúnmente a los estratos 1, 2, 3, habitantes en su gran mayoría de la localidad De Fontibon, pertenecientes a la Jornada de la mañana. La población objeto para el desarrollo del presente trabajo está caracterizada por pertenecer al grupo etario de 13 a los 17 años de edad y que están agrupados principalmente en los grados 802 y 901, ya que sus características por edad, comportamiento y posible problemática se adapta idealmente a objetivo del presente estudio, la participación de ellos se ha hecho de manera voluntaria y proactiva para la recolección de datos, de manera anónima y sin ningún tipo incidencia en respuestas por ellos aportadas. Tiempo posible de realización y etapas: Este trabajo fue realizado en un tiempo de 2 años, entre los cuales se elaboraran 7 etapas: 1) La primera etapa consistió en crear un anteproyecto en el cual, se daba una idea clara y concisa del trabajo; esta etapa inicio en febrero año 2012 y finalizo en abril de ese mismo año. 2) La segunda etapa fue elaborar el proyecto, en abril del 2012, dentro del cual se indago del porque elegir el tema de la delincuencia y no cualquier tema que afecta a la sociedad. Se busca dar inicio a la pregunta que guiara este proyecto. 3) La tercera etapa consta de la elaboración del marco teórico, en esta se dan a conocer los primeros autores que hablan de delincuencia adolescente, algunas teorías que ayudaran a comprender y entender con mayor claridad el
    • 19 porqué de estos actos delictivos, y los términos con más relevancia para este tema; esta etapa tuvo inicio en Junio del 2012 y finalizo en octubre del mismo año. 4) La cuarta etapa radica en la elaboración metodológico, se inició con esta en septiembre y se finalizó en octubre del 2012; esta se basa en la recolección de datos por medio de diferentes instrumentos, en este caso se utilizó la entrevista, la encuesta y el foro. 5) Análisis de resultados del marco metodológico. Este fue elaborada en el mes de octubre del presente año; en este etapa se analizaron todos los resultados que obtuvimos de la elaboración del marco metodológico, se hicieron gráficas para comparar repuestas de encuestas, se analizó el foro, y se tuvo en cuenta la opinión que tenían las perdonas a las cuales se les aplico la entrevista. 6) Promover alternativas de solución o proponer medidas de prevención. En este periodo se dieron alternativas de solución o de prevención dependiendo los resultados que se obtuvo del análisis que se le realizo a la Institución Educativa en los grados 802 y 901. Esta etapa fue realizada a finales del mes de octubre del 2012. 7) Resumen del proyecto. Este se desarrolló finalizando el mes de octubre del 2012, en esta etapa se quiere resumir el proyecto de tal manera que el lector tenga mayor comodidad y entendimiento con respecto a este documento.
    • 20 MARCO TEORICO: Antecedentes de la delincuencia: 1930-1940 Entre los años treinta y cuarenta aparecieron es Estados Unidos y en México La Pachucos. Este movimiento se origino principalmente en México como consecuencia de los procesos migratorios de dicha población hacia los Estados Unidos, esto conllevo a una serie de discriminaciones raciales hacia los nuevos pobladores. La reacción de los adolescentes fue una especie de rebeldía, con una conducta defensiva, que los llevo a agruparse en pandillas de barrio cuyos integrantes eran adolescentes mexicanos, nacidos en Estados Unidos. (Autor, año) 1950-1970 A mediados de los años setenta aparecieron también en Estados Unidos pandillas de adolescentes llamadas CHOLOS, las cuales se extendieron por algunas ciudades, especialmente en el estado de California y también por algunas ciudades mexicanas aparecieron grupos de adolescentes inmigrantes mexicanos, que su familia en gran mayoría estaba desempleada. Estos adolescentes se organizaron en pandillas para poder sobrevivir a la pobreza. (autor, año) El 'hippismo' es una evolución del movimiento beatnik de 1950. Pero entre ellos hay diferencias. Una de las principales diferencias entre ellos, es la PSICODELIA. En 1966, Timothy Leary propagaba la droga LSD al fundar la llamada "Liga del Descubrimiento Espiritual". Este psicólogo de Harvard creía que el uso de sustancias psicodélicas tenía utilidad terapéutica. Su mensaje tuvo eco, y el uso de drogas se hiso común en el hipismo; El hipismo nació en Estados Unidos como oposición de a la guerra de Vietnam. En estos años se instalaron el narcotráfico, y toda la criminalidad asociada con él, las economías campesinas y el desarrollo rural quedaron sujetos a las leyes del mercado y la institucionalidad estatal para el sector rural se redujo a su mínima expresión. PSICODELIA: movimiento cultural, cuyas características principales es tratar de expresar musicalmente los efectos producidos por las drogas alucinógenas.( http://www.wordreference.com/definicion/psicodelia)
    • 21 En esta década también emergieron las guerrillas. Las facciones se dividieron internamente sobre cuestiones doctrinarias y modelos de lucha armada a adoptar. (http://historiapolitica.com/datos/biblioteca/2j_lair.pdf) 1980- 2000 En El Salvador, a finales de la década de los ochenta, se forman pandillas de adolescentes de bajos ingresos denominadas MARAS, que vivían en constante rivalidad con la MARA SALVATRUCHA. Ambos grupos son caracterizados por vivir en una zona de alta densidad poblacional, la mala dotación de servicios públicos y bajos niveles de ingreso a vivienda. El m-196 o como se diría sin abreviación, el movimiento del 19 de abril; se dio origen por un supuesto fraude electoral en las elecciones presidenciales del 19 de abril de 1970 que dieron como ganador a Misael Pastrana Borrero, nace como rebeldía y movimiento político y luego se vuelve un movimiento armado. Nació con la concepción de combinar armas con política, de darle al pueblo “…la estructura militar que le permita defender su desarrollo político.” Esta guerrilla tuvo la capacidad de conmocionar al país. Este movimiento se desmovilizo y se convirtió en un movimiento político de izquierda conocido como AD-M19 (Alianza Democrática M-19) que ganó importante respaldo popular y fue uno de los constituyentes de 1991; desapareció a mediados de la década de 1990 y algunos de sus miembros se unieron a otras agrupaciones políticas. Las Bacrim7 es un nombre que la policía asigno a bandas criminales que venían manejándose en Colombia. Las Bacrim tienen dos teorías, una de ellas es que nació en con el problema que se dio con Pablo Escobar en dicho años, por problemas del narcotráfico; la segunda es que nacieron bajo el Gobierno de Uribe Velez, en el cual hubo problemas por la desmovilización. En este tiempo también se utilizo por primera vez el término TRAFICO DE DROGAS COLOMBIANAS para nombrar la acusación de los estados unidos de Norte América contra Pablo Escobar Gaviria y sus aliados. 6 M-19 (http://www3.eltiempo.com/100/dk100/cronologia_centenario/ARTICULO-WEB- PLANT_NOTA_INTERIOR_100-7934180.html) 7 BACRIM (http://www.slideshare.net/guest5672989/normas-icontec)
    • 22 Los grupos delincuenciales mas conocidos en Estados Unidos y América Latina son: Los Gangster en Estados Unidos y Belice; las MARAS en El Salvador, Guatemala y Nicaragua; las barras o chapulines, en Costa Rica; los Gamines en Colombia; las colleras en Perú; las Ganzas en Brasil y las Patotas en Argentina. Teorías que sustenta el desarrollo. Según el profesor Edwin H. Sutherland, concibe su teoría conocida con el nombre de “asociación diferencial” el cual trata “un individuo se transforma en delincuente o criminal en razón de un exceso de asociación de modos de conducta delincuente, respecto de modos no delincuentes” la delincuencia es un camino que se toma en común, no comienza a ser delincuente un individuo solo, se comienza con un grupo determinado de seres que comparten la idea de llevar a cabo actos delictivos. (Kaye y Weltzin 1991). Como afirman estos dos investigadores, en los experimentos con animales y los estudios clínicos de grupos psiquiátricos se ve que la concentración de serotonina influye en el apetito y en el estado de animo, en las variables de la personalidad y en la función neuroendocrina… …el aumento de los niveles de serotonina ha sido asociado a trastornos del estado de animo (rigidez, ansiedad, inhibición y conductas obsesivo- compulsivas) Se puede entender que la concentración de la serotonina puede ser uno de los factores que llevan a la delincuencia ya que ocasiona cambios en el estado de ánimo, en las variables de la personalidad y en la función neuroendocrina, lo cual puede ocasionar que la persona cometa actos delictivos. Pende, como otros autores, distingue dos tipos de personalidad, o biotipos psicológicos: el taquipsiquico y el bradipsiquico con sus correspondientes expresiones en la introversión y la extroversión, tonalidad de las emociones, humor, sociabilidad, actitud frente a la vida y al medio. Inteligencia, etc. Los biotipos psicológicos pueden explicarnos los comportamientos y la personalidad para poder analizar de acuerdo a los comportamientos si puede legar a ser un delincuente La separación de los hogares según Kate Friedlander en su libro psicoanálisis de la delincuencia juvenil es un gran factor que afecta a el adolescente ya que puede verse involucrado en cosas como el alcohol, el maltrato por su padrastro o madrastra o falta de buenas razones de la separación.
    • 23 Si un adolescente en la etapa de la pubertad no encuentra en su familia la estabilidad necesaria para formarse como persona, sus probabilidades de pertenecer a un grupo delincuencia o convertirse en delincuente son mayores que las de cualquier otro Psiquiátricamente cuando el adolescente es mas joven es mas difícil que exprese verbalmente sus emociones, ya sea por miedo a los que puedan pensar de él, por evitar burlas que lo agreden no solo físicamente si no también personalmente. En la mayoría de los casos los adolescentes son tímidos, el miedo de expresarse ante los demás es muy común en la sociedad, pero cuando el caso es que el adolescente al expresar sus ideas o pensamientos es sometido a burlas o malos tratos, su autoestima se ve afectado y esto hace que cometa actos que llamen la atención de los demás o solo para poseer cosas nuevas que llenen el vacío del respeto por los demás. A menudo el acto delictuoso es cometido por pandillas de adolescentes, la mayoría de ellos están allí solo por per tener a un grupo social y no sentirse rechazamos, todo lo contrario sentirse parte de algo sin importar si es malo o bueno para la sociedad. El pensamiento, los comportamientos, la moda entre otros aspectos, hoy en día se han convertido en un tema de igualdad, las personas que piensen diferente a lo "establecido" son rechazadas y excluidas por estos grupos. Esto hace que los adolescentes busquen alternativas para sentirse acompañados sin importar lo que tengan que hacer para pertenecer al grupo. La “oveja negra” es el rechazo que le hace creer su familia con palabras que lo afecta gravemente y lo llevan a cometer actos delictivos. Hay un grupo de adolescentes que creen que todo le sale mal, que son el patito feo del mundo, los problemas de la familia creen que son creados por ellos mismos e incluso las discusiones entre los padres por el comportamiento de él, factores tan comunes como estos hacen que un adolescente entre a la delincuencia.
    • 24 Términos claves: Para el desarrollo del marco teórico debemos definir los 3 principales términos que nos encarrilan más hacia una definición concreta sobre lo que es la delincuencia, la adolescencia y los actos delictivos. Delincuencia: Según Yulimer Contreras en su trabajo realizado en la universidad nacional experimental Simón Rodríguez en la ciudad de Venezuela, nos dice que la delincuencia es : “Esta palabra está vinculada a las personas que violan las leyes y el conjunto de los delitos, la delincuencia es la cualidad del delincuente o la acción de delinquir.” Se muestras que la delincuencia es el rompimiento de leyes o normas establecidas por autoridades, son acciones contrarias al derecho, “A la delincuencia le corresponde un castigo según lo estipulado por la ley”, lo que nos lleva a que, todo acto de delincuencia tiene una consecuencia que en la mayoría de los casos es penal dependiendo del delito cometido. “El concepto de delincuencia está asociado a un grupo de gente que está afuera del sistema y que debe ser reinsertado a la sociedad” La delincuencia no solo se refiere a una sola persona, también puede hablarse de grupos de personas que se dedican a la delincuencia, las cuales con ayuda deben ser reinsertadas a la sociedad para ser mejores personas. Según Jasone Mondragón Lasagabaster en su libro Psicólogo de la Xunta de Galicia define la palabra delincuencia como “Conjunto de infracciones de fuerte incidencia social cometidas contra el orden público”. Esta definición es un poco más al nivel social, desde ese punto de vista se puede decir entonces que el delincuente es quien comete “actos delictivos” o “actos dañosos” no solo en su entorno , si no, también a sí mismo. Lo cual afecta gravemente la sociedad en donde él se comporte, teniendo en cuenta también que cualquier acto tiene su “castigo penal” , lo que lleva a las autores actuar frente a la situación aplicando leyes o normas establecidas las cuales el delincuente no puede quebrantar. Según Roberto E. Morán, la delincuencia es “Persona que comete actos conducentes a arresto o detención de la policía” Esta definición tiene un sentido más legalizado, con más sentido hacia el acto penal correctivo frente a la persona o grupo de personas delincuentes. Según el autor no se consideran actos delictivos “Gritar fuerte y pelear mucho en la escuela son conductas antisociales ya que violan las normas de la escuela, pero no es delincuencia ya que no conduce al arresto o detención de la policía”. Lo que esto dice es, que se considerara solamente delincuente a la persona que cometa un acto que para las autoridades sea contundente para el arresto o detención por parte de la misma autoridad.
    • 25 Según estos términos se muestra que la delincuencia tiene no solo problemas sociales, si no también consigo mismo, los actos delictivos son legalmente penalizados, dependiendo la gravedad del acto, así mismo será escogido la manera más conveniente para reivindicar a la sociedad a la persona o el grupo de personas delincuentes. Adolescencia: Según Daniel Ferreyra en su escrito sobre la adolescencia, dice que “La adolescencia es un momento en nuestras vidas que como la palabra lo describe, adolecemos de algo, y ese algo es lo que nos hace tomar en muchas ocasiones actitudes, o normas de vida equivocadas, o no según , el apoyo y la estima de nuestros seres más allegados, comprendo que en este periodo de vida parecemos un barco a la deriva que podemos encallar en cualquier puerto que puede ser bueno o malo según el apoyo y confidencialidad que tenemos con quienes nos escuchan y nos comprenden…” Para Daniel Ferreyra la adolescencia es la etapa en donde se encamina la vida, ya sea para el lado bueno como para el lado malo, según esto no solo depende de lo que piense el adolescente si no, también de la formación y el apoyo de su seres más allegados (padres), en este momento es donde el niño/niña deja esa etapa de infancia para encaminarse hacia la vida adultez, por lo tanto no es ni niño/niño pero tampoco aun es adulto/adulta… Siempre hay personas con buenas y malas intenciones, tendremos que tener la claridad suficiente para saber cuál de esos caminos tomar, pero para que ello sea un éxito total debemos tener siempre una familia que sepa escucharnos, que sepa darse cuenta de nuestros estados de ánimo de nuestras frustraciones para que sin pedirlos, acudan a nosotros y podamos sortear el conflicto. según Luis Fernando Hoyos en su libro Quien hay detrás del delito, le llama a este fenómeno de dependencia del pensamiento de la familia, sobre su forma de verse, actuar y ser es, “Oveja negra” o “Patito feo” en donde la discriminación de su propia familia llevan al adolescente a convertirse en un delincuente. Según Anameli Monroy en su libro Salud Y Sexualidad En La Adolescencia Y Juventud muestra que la adolescencia es “Una etapa del desarrollo humano, que tiene un comienzo y una duración variables, la cual marca el final de la niñez y crea los cimientos para la edad adulta”. Lo cual quiere decir que durante la adolescencia se ira formando las bases poco a poco para ser el adulto, que va dejando de lado la niñez. Para llegar a ser un adulto responsable y un buen ciudadano tiene que tener buenas bases de respeto con los demás en su adolescencia. Según Krauskopf en 1995 el nos dice que la adolescencia es “Una etapa de desarrollo humano: una persona atraviesa por varias etapas de desarrollo en su vida, y la adolescencia es considerada una etapa más, ya que diversos aspectos de esta se desarrollaran, es decir, se incrementaran en complejidad funcional,
    • 26 aumentando su calidad en correlación con el aumento de la edad.” La vida es un suceso de etapas en donde la adolescencia es una de ellas y es la más importante ya que en ella se basa su camino a la adultez, y su capacidad de relacionarse con los demás al aumentar de edad. Actos delictivos: Según José J. Nodarse en su libro Elemento de la sociología “Los actos que infringen, quebrantan o vulneran lo establecido por las leyes son, por definición, de carácter delictivo. Por qué el delito está determinado por la ley y existe con el carácter que ella le confiere al definirlo. La conducta repudiada por los criterios o prejuicios arraigados por la costumbre, y aun las acciones que se juzgan inmorales, no siempre constituyen delito; aunque más de las veces los actos delictivos son también inmorales y van contra lo establecido por las costumbres.” Todo acto que quebrante las leyes o normas establecidas es considerado un acto delictivo, porque este acto es castigado por la ley, dependiendo de la gravedad del delito también depende la proporcionalidad del castigo. Según Parmelee los actos delictivos son “Un acto expresamente prohibido y castigado por la ley, casi siempre inmoral con arreglo a la norma ética predominante; usualmente dañoso para la comunidad y cuya represión se supone necesaria para la preservación del orden social existente.” Todo acto delictivo tiene su consecuencia, no solo en la persona misma, sino también en la sociedad, si las personas que cometen el delito no son “corregidas” a tiempo pueden causar miedo en la sociedad. Según Dáldora Guzmán y Maíllo Serrano en su documento En derecho penal y criminología como fundamento de la política el delito es “Infracción de normas morales definidas en la ley” Todo aquello que este en la ley y sea quebrantado es considerado un acto delictivo que como se ha mencionado anteriormente tiene una consecuencia penal.
    • 27 MARCO METODOLÓGICO: Tipo de investigación: Cualitativa. En este tipo de proceso metodológico se utilizan palabras, textos, discursos, gráficos e imágenes para comprender la vida social por medio de significados, se trata de entender las cualidades relacionadas que determinan un fenómeno. Utiliza descripciones detalladas de hechos, palabras, entre otros. Este tipo de investigación procura lograr una descripción holística, esto es, descripción de las cualidades del sujeto. Según Julio Mejía Navarrete en du documento Sobre la investigación cualitativa. Nuevos conceptos y campos de desarrollo, muestra la investigación cualitativa como “El método cualitativo ha revalorizado al ser humano concreto como objeto central de análisis, en contraste con las excesivas abstracciones y la deshumanización del cientificismo positivista de períodos anteriores. Lo que interesa es el mundo social en el que participa el sujeto, el mundo de significaciones en donde el mismo interviene, llenando los significados con su experiencia personal.” El objeto central de análisis es el ser humano, sus comportamientos, características, cualidades entre otras cosas que en la mayoría de los casos son intangibles, según sus actitudes se llegan a diferentes resultados e hipótesis. También muestra con una gran claridad lo que es dicha investigación “La investigación cualitativa tiene como punto central comprender la intención del acto social, esto es la estructura de motivaciones que tienen los sujetos, la meta que persiguen, el propósito que orienta su conducta, los valores, sentimientos, creencias que lo dirigen hacia un fin determinado”. En este tipo de investigación encontramos dos grande grupos, uno de ellos es el de observación participativa y observación no participativa, según el Dr. Lamberto Vera Vélez en su documento la investigación cualitativa, la observación participativa es “Donde el investigador participa dentro de la situación o problema que se vaya a investigar.” El investigador puede intervenir e incluso participar en la situación que se desea investigar. La investigación no participativa es donde el investigador solo observa y toma datos de la situación de investigación. Otro de los tipos que se encuentran en la investigación cualitativa es, la investigación etnográfica, la cual tiene los dos tipos anteriormente mencionados para lograr una interpretación y descripción del asunto a tratar. El énfasis es documentar la información que se presenta a diario en una determinada situación, observar la situación y por medio de las entrevistas continuas obtener el mínimo detalle de lo que se esta investigando.
    • 28 Para probar su confiabilidad y validez es importante: Que los hallazgos se comprueben por diversos medios e instrumentos de investigación. Por ello es muy importante utilizar una gran variedad de instrumentos que sirvan para corroborar los resultados. Repetir las entrevistas e instrumentos para procurar por consistencia en las respuestas de los sujetos. Según Rosario Quecedo y Carlos Castaño en su artículo sobre la metodología de la investigación cualitativa “Puede definirse la metodología como la investigación que produce datos descriptivos; las propias palabras de las personas, habladas o escritas, y la conducta observable”. Esto quiere decir más que todo que este método de investigación se basa más en el pensamiento de las personas y en la opinión de estas sobre los temas que se están tratando. La investigación es basada más en lo que piensa la gente al respecto de la problemática y las alternativas de solución que se plantean. En este tipo de investigaciones es fundamental que las personas que están a cargo estén dispuestas a todo aquello que se podrán encontrar cada vez que avance más el proceso de investigación, cada cosa planteada por las población escogida es fundamental para la investigación, cada cosa hay que tenerla en cuenta y enfocarla cada vez más a un análisis de la problemática.
    • 29 TIPOS DE INSTRUMENTOS. Para este proceso de investigación se utilizaron 3 tipos de instrumentos los cuales le dan al trabajo una claridad de lo que se ha desarrollado. Encuesta: Según Stanton, Etzel y Walker, una encuesta “consiste en reunir datos entrevistando a la gente” Esto nos dice que las encuestas son cuantificables, ya que al recolectar datos podemos hacer varios cálculos y de ello sacar y afirmar conclusiones basadas en la pregunta o preguntas formuladas. Es uno de los métodos más utilizados para la recolección de datos por su fácil manejo y diseño. Según Naresh K. Malhotra, las encuestas son “entrevistas con un gran número de personas utilizando un cuestionario prediseñado. Según el mencionado autor, el método de encuesta incluye un cuestionario estructurado que se da a los encuestados y que está diseñado para obtener información específica” Enfocando un poco mas se ve que la encuesta tiene una relación directa con la entrevista. En el análisis que se le realiza a los grados 802 y 901 del plantel educativo, se debe conocer las opiniones de dichos adolescentes con respecto al tema de la delincuencia. Para recolectar la información anterior se debió aplicar una encuesta. Entrevista. Son muchos los autores que se han preocupado por definir la entrevista, los primeros y a su vez los más citados fueron Bingham y Moore (1973, 13), quienes la definen como "conversación que se sostiene con un propósito definido y no por la mera satisfacción de conversar". Silva y Pelachano (1979, 13) la definen de la manera siguiente: "Es una relación directa entre personas por la vía oral, que se plantea unos objetivos claros y prefijados, al menos por parte del entrevistador, con una asignación de papeles diferenciales, entre el entrevistador y el entrevistado, lo que supone una relación asimétrica". Román y Pastor (1984, 279) la consideran según los objetivos que persigue y en función de los sujetos a quien/es vaya destinada, por lo que la definen como: "Una conversación organizada con objetivos flexibles usada como medio de orientación personal, escolar y profesional del alumno, así como una orientación a padres, resto de profesores y PND". Cabrera y Espín (1986, 229) hacen un intento por agrupar todos los factores que recoge la entrevista y la definen como: "Comunicación <cara a cara> entre dos o más personas, que se lleva a cabo en un espacio temporal concreto y entre las que
    • 30 se da una determinada intervención verbal y no verbal con unos objetivos previamente establecidos". Otros autores como Lázaro y Asensi (1987, 287) definen la entrevista como "Una comunicación interpersonal a través de una conversación estructurada que configura una relación dinámica y comprensiva desarrollada en un clima de confianza y aceptación, con la finalidad de informar y orientar". Foro. En la antigua Roma, se conocía como foro a la plaza donde se desarrollaban los negocios públicos y se celebraban los juicios. El foro solía estar ubicado fuera de las murallas de la ciudad (forum significa “afuera”) y suponía un punto de enlace entre ésta y el exterior. En la actualidad, el concepto mantiene su esencia aunque con las adaptaciones y cambios lógicos por el paso del tiempo. Un foro es el sitio donde los tribunales oyen y determinan las causas. También se conoce como foro a la reunión que se celebra para discutir asuntos de interés para un auditorio que puede intervenir en la discusión. En este sentido, un foro es una técnica de comunicación a través de la cual distintas personas conversan sobre un tema de interés común. El foro es grupal y suele estar dirigido por un moderador.
    • 31 ANALISIS DE RESULTATOS Encuesta: La encuesta consta de 16 pregunta las cuales se dividen en 2 partes: La primera parte es una escala de sí o no; y la segunda son preguntas de selección múltiple y la tercera son preguntas abiertas. (ver anexo , 1) ANEXO No 1 ENCUESTA. Ficha técnica Instrumento: Encuesta Escala de análisis: Tanto por ciento Número de encuestados: 70 Tipo de personas: Estudiantes entre las edades de los 13 a los 16 años.
    • 32 Resultados de encuesta realizada al grado 901 del plantel educativo: En el curso 901 hay 42 estudiantes de los cuales 34 respondieron la encuesta; este curso está entre las edades de 14-17 años. GRAFICO 1 Esta pregunta fue contesta por treinta y tres alumnos de este curso, entre las cuales veintiocho personas que equivalen al 77% si saben que es la delincuencia, y cinco personas que equivalen al 13.8% no tienen conocimiento de esta. Según esto se podría afirmar que hay buena información y conocimiento sobre el tema de la delincuencia,….. 1# PREGUNTA: ¿Sabe usted que es delincuencia? SI NO
    • 33 GRAFICO 2 Esta pregunta fue contestada por treinta y cuatro alumnos entre los cuales veintinueve estudiantes que equivalen al 85.2% creen que en el plantel educativo hay delincuencia, y cinco estudiantes que equivalen al 14.7% no creen que en la institución educativa se presente la delincuencia. Esto nos llevaría a una necesidad de análisis ya que debemos mirar más a fondo el porqué la mayoría de los estudiantes creen que en la institución se presenta la delincuencia. 2# PREGUNTA: ¿Cree usted que en el colegio está presente la delincuencia? SI NO
    • 34 GRAFICO 3 La anterior pregunta fue respondida por treinta y cuatro alumnos entre los cuales once estudiantes que equivalen al 32.3% han presenciado actos delincuenciales y veintitrés estudiantes que equivalen al 97% no. Con respecto a lo anterior entre los once alumnos que han presenciado actos delincuenciales los actos que han presenciado son: Robo Matoneo Drogadicción Daños a los bienes públicos Riñas 3# PREGUNTA: ¿Ha presenciado actos delincuenciales? ¿Cuáles? SI NO
    • 35 GRAFICO 4 Esta pregunta fue contestada por treinta y cuatro estudiantes del grado 901. En los cuales ocho alumnos que equivalen al 23.5% han visto la delincuencia como una salida a sus problemas, y veintiséis alumnos que equivalen al 76.4% no la han visto así. De esto se podría decir que una minoría pero poderosa parte del salón han llegado a ver la delincuencia como una forma de escape en sus problemas cotidianos, por tanto deberíamos poner más atención a esta minoría ya que podrían transcurrir algunos años y aumentar el número de alumnos que vean la delincuencia como una salida a los problemas. 4# PREGUNTA: ¿Usted ha llegado a ver la delincuencia como una salida a sus problemas? SI NO
    • 36 GRAFICO 5 La anterior pregunta fue contestada por treinta y cuatro alumnos del grado 901. De los cuales cuatro estudiantes que equivalen al 11.7% han cometido actos delictivos, y treinta alumnos que equivalen al 88.2% no. De los actos delictivos que estos cuatro alumnos han cometido, están: Robo Riña Matoneo 5# PREGUNTA: ¿Ha llegado usted a cometer algun acto delincuencial? ¿Cuál? SI NO
    • 37 GRAFICO 6 Esta pregunta fue resuelta por treinta y cuatro estudiantes del curso 901. Entre estos veinticinco alumnos que equivalen al 73.5% tienen conocimiento sobre las consecuencias que con lleva el hecho de delinquir; y 9 alumnos que equivalen al 26.4% no conocen las consecuencias. Esto es favorable para la institución ya que la mayoría de estudiantes de este grado tiene conocimiento sobre las consecuencias de la delincuencia. 6# PREGUNTA: ¿Conoce usted las consecuencias que trae el hecho de delinquir? SI NO
    • 38 GRAFICO 7 Esta pregunta fue contestada por treinta alumnos del curso 901, de los cuales veintinueve alumnos que equivalen al 96.6% creen que la sociedad influye a que un joven siga los caminos de la delincuencia, un estudiante que equivale al 3.3% dijo que no. Según esto podríamos afirmar que los adolescentes de este curso han observado que la sociedad influye en algunas actuaciones de ellos. 7# PREGUNTA: ¿Cree usted que la sociedad influye a que un adolescente siga los caminos de la delincuencia? SI NO
    • 39 GRAFICO 8 Esta pregunta fue respondida por veintinueve alumnos del grado 901; entre los cuales veintidós estudiantes que equivalen al 75% creen que la falta de recursos influye en el adolescente para que cometa actos delictivos, y siete estudiantes que equivalen al 24.1% no. De esto se puede afirmar que para los adolescentes, es importante el hecho de cubrir sus necesidades económicas, a cuesta de todo; ellos serian capaces de cometer actos delictivos con tal de adquirir estabilidad económica. 8# PREGUNTA: ¿Considera usted que la falta de recursos para saciar necesidades influye en actos delictivos? SI NO
    • 40 GRAFICO 9 La pregunta anterior fue contestada por treinta estudiantes del grado 901, entre los cuales nueve alumnos que equivalen al 30% han sido inducidos a la delincuencia; y veintiuno estudiantes que equivalen al 70% no. De lo anterior se puede deducir que hay un índice minoritario, que ha sido inducido a la delincuencia; esto es preocupante para la institución ya que se podría mirar si los que inducen a esta delincuencia no son los mismos estudiantes de la institución. 9# PREGUNTA: ¿Alguna persona lo ha inducido a la delincuencia? SI NO
    • 41 GRAFICO 10 Esta pregunta la contestaron treinta estudiantes del grado 901 entre los cuales once estudiantes que equivalen al 36.6% denunciarían, dos alumnos que equivalen al 6.6% apoyarían, cinco estudiantes que equivalen al 16.% ignorarían, y once estudiantes que equivalen al 36.6% dialogarían. Entre las razones de porque los estudiantes de este curso harían esto, están: Denuncia: por ser justo, porque no se quiere ser cómplice; porque se cree que las autoridades puedes hacer algo mejor. Ignora: porque “no les incumbe” Dialoga: porque es mejor arreglar las cosas hablando; porque se podría llegar a un acuerdo. 10# PREGUNTA: ¿Cuál seria su reacción frente a un acto delictivo en el que alguien cercano a usted está involucrado? ¿Por qué? Denuncia Apoya Ignora Dialoga
    • 42 GRAFICO 11 La pregunta anterior fue contestada por treinta alumnos del grado 901 de los cuales 8 estudiantes que equivalen al 26.6% creen que el robo es lo más frecuente en la delincuencia en adolescentes; once que equivalen al 36.6% creen que es el expendio y consumo de alucinógenos; otros once que equivalen al 36.6% creen que es el asesinato; nueve estudiantes que equivalen al 30% creen que es el robo y el expendio; dos alumnos que equivalen al 0.2% creen que es el robo, expendio y asesinato. 11# PREGUNTA: ¿Cuáles de los siguientes actos, cree usted que son más frecuentes en la delincuencia en adolescentes? Robo Expendio y consumo de alucinógenos Asesinatos Robo y expendio de alucinógenos Robo, expendio y asesinato
    • 43 Resultados de encuesta realizada al grado 802 de la institución educativa distrital: Este curso tiene un total de 42 estudiantes de los cuales 36 contestaron la encuesta, estos adolescentes están entre las edades de 13-16 años de edad: GRAFICO 12 Esta pregunta fue respondida por treinta y seis estudiantes del grado 802, en el cual, los treinta y seis alumnos que equivalen al 100% de este grado saben que es delincuencia. Esto es algo positivo para el plantel educativo, ya que los estudiantes tienen conocimiento de este tema, y es menos probable que estos caigan en este error. 1# PREGUNTA: ¿Sabe usted que es delincuencia? SI NO
    • 44 GRAFICO 13 Esta pregunta fue contestada por treinta y seis alumnos del grado 802 del plantel educativo, de los cuales veintiún alumnos que equivalen al 58.3% contestaron que creen que está presente la delincuencia en el colegio; y quince estudiantes que equivalen al 41.6% no creen que hay delincuencia en el colegio. Con lo anterior la mayoría de los alumnos encuestados de este curso, creen que si hay delincuencia; de lo cual debería surgir la pregunta: ¿Por qué creen estos chicos que la delincuencia en adolescentes está presente en la institución educativa? 2# PREGUNTA: ¿Cree usted que en el colegio está presente la delincuencia? SI NO
    • 45 GRAFICO 14 La anterior pregunta fue contestada por treinta y seis alumnos del curso 802 de la institución educativa, de los cuales siete que equivalen al 16.6% estudiantes han presenciado actos delincuenciales; y veintinueve estudiantes que equivalen al 55.5% no. De los siete alumnos que han presenciado actos delictivos, se encuentra: Robos Riñas 3# PREGUNTA: ¿Ha presenciado actos delincuenciales? ¿Cuáles? SI NO
    • 46 GRAFICO 15 La anterior pregunta fue resuelta por treinta y seis alumnos del curso 802; de los cuales un alumno que equivale al 2.7% ha llegado a ver la delincuencia como una salida a sus problemas, y treinta y cinco alumnos que equivalen al 97% no. De lo anterior se puede deducir que en general, este curso no tiene un pensamiento delincuente; habría que mirar el caso del adolescente que ve la delincuencia como un salida a sus problemas, ya que este con la medida del tiempo puede contagiar a los demás compañeros; y asi tendremos más adelante, delincuencia en mas adolescentes por culpa de los problemas. 4# PREGUNTA: ¿Usted ha llegado a ver la delincuencia como una salida a sus problemas? SI NO
    • 47 GRAFICO 16 Esta pregunta fue contestada por treinta y seis alumnos del grado 802, en la cual dos alumnos que equivalen al 5.5% han cometido actos delincuenciales, y treinta y cuatro alumnos que equivalen al 94.4% no. Los dos alumnos que han cometido actos delictivos han hecho: Matoneo Con respecto a lo anterior, aunque la cifra es minoritaria de adolescentes de este curso que cometen actos delictivos, es preocupante observar que estos alumnos practican el matoneo; un problema que afecta gravemente a estos estudiantes y sus compañeros. 5 # PREGUNTA: ¿Ha llegado usted a cometer algún acto delincuencial? ¿cuál? Si No
    • 48 GRAFICO 17 La anterior pregunta fue respondida por treinta y seis alumnos del grado 802; entre los cuales treinta y dos estudiantes que equivalen al 88.8% conocen las consecuencias que trae el hecho de delinquir, y cuatro alumnos que equivalen al 11.1 % no. Con base en lo anterior se puede deducir que los estudiantes del grado 802 están muy informados con respecto al tema de delincuencia. 6 # PREGUNTA: ¿Conoce usted las consecuencias que trae el hecho de delinquir? Si No
    • 49 GRAFICO 18 La pregunta anterior fue resuelta por treinta y seis estudiantes, de los cuales treinta estudiantes que equivalen al 83.3% creen que la sociedad influye a que un joven siga los caminos de la delincuencia; y seis estudiantes que equivalen al 16.6% creen que no. Por lo anterior se ve como los mismos adolescentes admiten el hecho de que la sociedad forma parte de ellos, y que dependiendo de la sociedad también se desarrolla un parte de este. 7 # PREGUNTA: ¿Cree usted que la sociedad influye a que un joven siga los caminos de la delincuencia? Si No
    • 50 GRAFICO 19 La pregunta anterior fue contestada por treinta y cinco alumnos del grado 802, entre los cuales veintisiete estudiantes que equivalen al 75% consideran que la falta de recursos si influyen en los actos delictivos; y ocho estudiantes que equivalen al 25% consideran que no. Con respecto a lo anterior se puede deducir que lo adolescentes necesitan saciar sus caprichos, y en esta etapa que es de aventura y experiencias nuevas, no les importa pasar o hacer lo que sea con tal de conseguir lo que desean. 8 # PREGUNTA: ¿Considera usted que la falta de recursos para saciar necesidades influye en actos delictivos? Si No
    • 51 GRAFICO 20 Esta pregunta fue resuelta por treinta y cinco estudiantes del curso 802; de los cuales a veintisiete alumnos que equivalen al 77.1% los han inducido a la delincuencia, y ha ocho alumnos que equivalen al 22.8% no. Con base en lo anterior es preocupante ver como hay veintisiete alumnos, de los cuales han sido inducidos a la delincuencia, habría que mirar más a fondo si las personas que hacen esto, pertenecen a la institución. 9 # PREGUNTA: ¿ Alguna persona lo ha inducido a la delincuencia? Si No
    • 52 GRAFICO 21 La anterior pregunta es contestada por treinta y seis alumnos del grado 802, entre los cuales catorce estudiantes que equivalen al 38.8% denunciarían; cinco estudiantes que equivalen al 13.8% apoyarían; tres estudiantes que equivalen al 8.3% ignorarían; y catorce estudiantes que equivalen al 38.8% dialogarían. Las razones por las cuales los estudiantes harían esto son: Denuncia: porque no se quiere ser cómplice. Ignora: porque no incumbe. Dialoga: porque se puede buscar una mejor solución. 10 # PREGUNTA: ¿ Cuál sería su acción, frente a un acto delictivo en el que alguien cercano a usted está involucrado? ¿Por qué? Denuncia Apoya Ignora Dialoga
    • 53 GRAFICO 22 La anterior pregunta fue resuelta por treinta y seis alumnos del grado 802 entre los cuales, hay veintiséis alumnos que equivalen al 72.2% creen que el robo es lo más frecuente en la delincuencia en adolescentes; cinco alumnos que equivalen al 13.8% creen que es el expendio y consumo de alucinógenos; un alumno que equivale al 2.7% cree que es asesinato; un alumno que equivale al 2.7 considera que es el alcoholismo; dos estudiantes que equivalen al 5.5% piensan que es el robo y expendio de alucinógenos; y un estudiante que equivale a un 2.7% considera que son el robo, expendio de alucinógenos; y asesinatos. 11 # PREGUNTA: ¿ Cuáles de los siguientes actos, cree usted que son más frecuentes en la delicuencia en adolescentes? Robo Expendio y consumo de alucinógenos Asesinatos Otros Robo y expendio de alucinógenos Robo, expendio y asesinatos
    • 54 - Comparación de resultados de encuestas: 1) Si comparamos los grados 802 y 901 nos daremos cuenta que en la primera pregunta hay bastante conocimiento por parte de los dos cursos sobre el tema delincuencia, no obstante hay cinco estudiantes del grado 802 que no tienen conocimiento sobre este. 2) Al comparar los dos curso en esta pregunta; es preocupante la cifra de los estudiantes que creen que en el plantel educativo hay presencia de delincuencia; ya que completaríamos entre los dos curso 50 alumnos que consideran que si hay delincuencia. 3) En esta pregunta al mirar las respuestas de los dos cursos nos daremos cuenta que es minoritaria la cifra, y que los actos delictivos que han visto con más frecuencia son los robos y las riñas. 4) Si comparamos los cursos 802 y 901 en esta pregunta podremos deducir que entre mayor es el curso los problemas van incrementando; la cifra de adolescentes que ven la delincuencia como una salida a sus problemas, aunque es minoritaria, va incrementando con cada año que pasa. 5) Como en la pregunta anterior esta también incrementa con el pasar de los años, en el curso 901 hay cuatro estudiantes que han cometido actos delictivos, mientras que en el curso 802 hay dos alumnos que han hecho actos delincuenciales. De los actos delictivos que han cometido estos adolescentes el más comunes el matoneo. 6) Al ver los resultados de esta pregunta, nos damos cuenta que la cifra de adolescentes que conocen las consecuencias de la delincuencia es alta, y esto es positivo ya que los alumnos tienen la posibilidad de pensar muy bien la situación antes de cometer un acto delictivo. 7) Al comparar estos cursos nos damos cuenta que para el adolescente es fundamental la sociedad en la que crece. 8) Al analizar los resultados en general de esta pregunta, observaremos que la situación económica es crucial para el adolescente, si este se encuentra en una situación económicamente negativa y se le da una oferta de pago si comete un acto delincuencial, el adolescente va a pensar en la forma cómo va a saciar su necesidad económica, que terminaría aceptado esta oferta.
    • 55 9) Al comparar los grados 802 y 901 en esta pregunta nos damos cuenta que el adolescente es más vulnerable e influyente cuando esta empezando su adolescencia ejemplo en el grado 802 han inducido a veintisiete estudiantes a la delincuencia mientras que en el curso 901 han inducido a nueve personas a esta. 10) Al ver los resultados de esta destacaremos que la mayoría de adolescentes de estos grados tomarían las sabias decisiones de denunciar y de tomar el dialogo. 11) Si comparamos estos dos grados observaremos que para el grado 802 los actos delictivos más frecuentes es el robo, mientras que en el curso 901 es el expendio y consumo de alucinógenos.
    • 56 Entrevista. La encuesta fue realiza a el coordinador de convivencia José Manuel Tovar Rojas de la Institución Educativa. ANEXO No 2 ENTREVISTA Ficha técnica Instrumento: Entrevista Número de entrevistados: 1 Tipo de personas: Coordinadores académicos de la Institución Educativa jornada mañana ANALISIS DE ENTREVISTA. Esta entrevista nos mostro que uno de los factores principales por los cuales se presenta la delincuencia juvenil es el factor familiar, la falta de los padres en la formación del adolescente, la ausencia del compromiso en el hogar, y la libertad a muchas cosas hacen que un adolescente sienta y crea que los actos delincuencias que comete nunca tendrán una consecuencia. Es importante que en las instituciones educativas se implemente un programa de prevención no solo a la delincuencia, si no también a factores que como adolescentes nos afecta. La delincuencia en adolescentes no se puede acabar, pero si se puede prevenir, con ayuda de la familia, los docentes y las comunidad de su alrededor.
    • 57 Foro. ANEXO No 3 FORO Ficha técnica Instrumento: Foro Número de participantes: 4 Tipo de personas: Estudiantes de la Institución Educativa del grado 802 de la jornada de la mañana. Para este trabajo realizamos un foro con 4 estudiantes del grado 802, este se basaba en preguntas sobre la delincuencia, comportamiento dentro del curso, conocimiento sobre el tema entre otros factores. Los estudiantes participaron activamente y nos brindaron información valiosa para la realización de este trabajo, es gratificante saber que la gran mayoría de ellos tienen conocimiento sobre el tema y que conoce las consecuencias de pertenecer al mundo de la delincuencia.
    • 58 ANALISIS DEL FORO. Los estudiantes no creen que se presente la delincuencia en su curso, pero si creen pertinente que se implemente prevención sobre este tema. Principalmente para ellos el acto delincuencial que mas se presenta en la institución es el matoneo, que para ellos no es mas que un juego. Teniendo muy en cuenta la información brindada por estos estudiantes, es muy importante que en nuestra institución se maneja mas a fondo el tema del matoneo ya que esto puede ser un factor, que lleve a muchos jóvenes a convertirse en delincuentes, ya que esto ven una salida a este problema.
    • 59 PROPUESTA. Nuestra propuesta ante este problema en la sociedad, es charlas preventivas a los adolescentes tanto de entidades que manejan este tipo de problemas, como de los docentes. Es muy importante que los adolescentes estemos informados de los problemas que nos afectan como comunidad, las consecuencias que nos traería más delincuencia en nuestro entorno y mas que todo la gravedad de pertenecer al mundo de la delincuencia. Ya que el entorno familiar, es uno de los principales motivos por los cuales un adolescente puede llegar a la delincuencia; se propone talleres familiares para fortalecer dicho ambiente. Entregar folletos informativos en los cuales demos conocimiento sobre el tema de delincuencia en adolescentes donde todos los estudiantes tengan la oportunidad de saber más sobre este tema. Elaborar charlas en las cuales participen personas con experiencias en la delincuencia; que nos cuenten sus anécdotas de vida etc.…
    • 60 CONCLUSIONES. Durante el proceso de análisis en la institución educativa distrital, se estableció la presencia de delincuencia en adolescentes de dicho plantel educativo; esto se analizo mediante diferentes métodos de recolección de información. Se interpreto las causas por las cuales se presenta la delincuencia en adolescentes de dicha institución, y se sugirió métodos de prevención. Para área de coordinación de la jornada de la mañana el factor que más influye a que los adolescentes cometan actos delictivos es el entorno familiar. El principal acto delictivo que ven los estudiantes en la institución es el matoneo. Hay un númerominoritario de estudiantes de los 802 y 901 que ven la delincuencia como una salida a sus problemas, lo que nos lleva a proponer alternativas de prevención. Tanto el área de coordinación, como los estudiantes creen pertinente que si se presenta un acto de delincuencia en la institución se debe llamar a la entidad correspondiente.
    • 61 ANEXOS. ANEXO No 1 ENCUESTA El objetivo de esta encuesta es saber si en el colegio Carlo Federici jornada mañana grados 802 y 901hay delincuencia, y analizar que tanto conocimiento tienes los estudiantes frente esta problemática. Agradecemos su amable colaboración. Edad: Curso: 1) ¿sabe usted que es delincuencia? * Si * No 2) ¿cree usted que en el colegio está presente la delincuencia? * Si * No 3) ¿ha presenciado actos delincuenciales? * Si * No ¿Cuáles? 4) ¿usted ha llegado a ver la delincuencia como una salida a sus problemas? * Si * No 5) ¿ha llegado usted a cometer algún acto delincuencial? * Si * No
    • 62 ¿Cuál? 6) ¿conoce usted las consecuencias que trae el hecho de delinquir? * Si * No 7) ¿cree usted que la sociedad influye a que un joven siga los caminos de la delincuencia? * Si * No 8) ¿considera usted que la falta de recursos para saciar necesidades influye en actos delictivos? * Si * No 9) ¿alguna persona lo ha inducido a la delincuencia? * Si * No 10) ¿Cuál sería su reacción, frente a un acto delictivo en el que alguien cercano a usted está involucrado? * Denuncia * Apoya * Ignora * Dialoga ¿Por qué? 11) ¿Cuáles de los siguientes actos, cree usted que son más frecuentes en la delincuencia en adolescentes? * Robo
    • 63 * Expendio y consumo de alucinógenos * Asesinatos * Otros. ¿Cuáles? 12) ¿En qué edad cree usted que se frecuenta la delincuencia? 13) ¿Por qué cree usted que se cometen actos delictivos? 14) ¿conoce algún acto de delincuencia que nos quiera compartir? ¿cuál? 15) ¿Qué medidas cree usted que se deben tomar para disminuir la delincuencia en adolescentes? 16) ¿Cuál es su concepción frente a la delincuencia? La encuesta se llevo a cabo en los dos cursos 802 y 901 en los cuales obtuvimos diferentes respuestas. ANEXO No 2 ENTREVISTA. Entrevista: Buenos días. Esta entrevista se realizara con el fin de observar la opinión y analizar los conocimientos que usted tiene frente a la delincuencia. ¿Que opina usted sobre la delincuencia en adolescentes? RTA: Es un problema muy serio, que esta siendo tratado como si fuera un juego de niños, pero hay personas adolescentes muy peligrosas que deben ser tratadas de forma diferente. ¿Cuáles son las medidas que usted tomaría si se enfrenta en un caso de delincuencia en la institución educativa distrital colegio Carlo Federici jornada de la mañana? RTA: Enviarlo a las autoridades correspondientes para que sea tratado con las personas expertas en el tema. ¿Para usted cuales son las causas mas comunes por las cuales un adolescente comete actos delictivos?
    • 64 RTA: La mas comunes son porque en la casa no les han enseñado desde pequeños no les han ayudado para que sus vidas sean mas productivas, la culpa para mi es de nivel familias. ¿Cree usted que es necesario realizar campañas preventivas sobre la delincuencia en adolescentes en nuestra institución? RTA: Si, siempre porque pues las familias que tenemos en nuestro colegio la mayoría son muy buenas familias, hay otras que los niños permanecen solos y que pues si les abren la puerta a las cosas malas van a ser delincuentes. ¿Cree usted que se puede acabar con la delincuencia en adolescentes en nuestra institución? RTA: La hay muy poca, de hecho casi no hay pero acabar con la delincuencia es imposible lo que hay que hacer es manejar las actitudes en la casa para que no sean delincuentes. ANEXO No 3 FORO. Foro de discusión. Este foro se lleva a cabo con la intencionalidad de conocer las actitudes y las concepciones que tienen algunos adolescentes frente al tema de discusión. Tema: Delincuencia en la adolescencia. Este foro se realiza con el fin de conocer diferentes puntos de vista sobre el tema, conocer anécdotas sobre este y discutir las posiciones de diferentes personas frente a este •¿Qué es la delincuencia? Problemas: familiares drogas, robar, orgullo, factor familiar •¿Qué opinan de ver la delincuencia como una salida de una crisis económica y/o problemas familiares? •¿Conocen delincuentes? •¿Han llegado a delinquir? •¿Tienen alguna anécdota sobre delincuencia que nos quisiera compartir? Casos familiares robos escolares
    • 65 Anexo #4 Fotografías del foro.
    • 66 Anexo #5 Citas textuales AYUDA MARCO TEORICO. CITAS TEXTUALES. Libro: Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Autor: Horacio Gómez Aristizabal Editorial: Milla Batres Fecha de publicación: Agosto de 1990, Bogotá-Colombia. CITA TEXTUAL: “el maestro valencia dijo: “el niño es como un huevo, que en nido de amor será paloma y en nido de oro será buitre”” ARGUMENTACION: La familia es la base del hombre del mañana, es el lugar en donde se forjan los valores, el afecto y el comportamiento del joven. Es el lugar en donde el niño se cría, y comienza a dar sus primeros pasos y hablar sus primeras palabras; de esta base depende el comportamiento, la forma de pensar, las ideologías, y los criterios del adolescente. Libro: Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Autor: Horacio Gomez Aristizabal Editorial: Milla Batres Fecha de publicación: Agosto de 1990, Bogotá-Colombia. CITA TEXTUAL: “A veces los mismos padres son los maestros y educadores de sus hijos en la profesión criminal o inmoral. Hay madres que obligan a sus hijos, desde sus primeros años, a ejercer la mendicidad y más tarde el atraco; algunos hasta impulsan a sus hijos a la prostitución complicada con el robo, y a los niños al carterismo. Hay niños que son amaestrados para sustraer relojes, carteras, aretes y otros objetos.” ARGUMENTACION: Los padres son los grandes influyentes en la vida del niño o del joven, son los ejemplos para cada ser. Si un padre le pide al niño un favor, o le da una orden, este por el simple orden de la naturaleza debe cumplir dicha orden o elaborar el favor; por ello los padres deben tener mucho cuidado en la forma que actúan, se expresan ante sus hijos, deben convertirse en un buen modelo a seguir.
    • 67 Libro: Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Autor: Horacio Gomez Aristizabal Editorial: Milla Batres Fecha de publicación: Agosto de 1990, Bogotá-Colombia. CITA TEXTUAL: “no puede negarse que la pobreza origina situaciones que son a su vez causa directa de inmoralidad y delito… …gran delincuencia Colombiana es cometida por gentes en la indigencia. De 32.000 presos ¿el 60% son adolescentes. ... otro factor de considerable influjo sobre la inmoralidad y la delincuencia de los niños lo constituye la calle… …otro factor de criminalidad: las malas compañías.” ARGUMENTACION: Hay diferentes factores que conllevan al pensamiento delincuencial, por un lado está la falta de oportunidades que ofrece el país; otro factor es la calle, ya que esta ofrece oportunidades de alegría para un joven; las malas amistades es un factor que es inevitable para un joven que está en malos pasos, una mala amistad llena ese vacío que se forma en su hogar. Libro: Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Autor: Horacio Gomez Aristizabal Editorial: Milla Batres Fecha de publicación: Agosto de 1990, Bogotá-Colombia. CITA TEXTUAL: “la mayor parte de la población carcelaria en Colombia está por debajo del nivel primario de escolaridad. En algunos casos, el índice de analfabetismo es bastante alto, como en el caso de la cárcel de bellavista, donde alcanza el 30%.” ARGUMENTACION: La educación al igual que la familia cumple una gran función e influyen bastante en la vida del joven; si un adolescente no posee educación, es imposible pedirle que sea educado o que tenga valores etc… Libro: Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Autor: Horacio Gomez Aristizabal Editorial: Milla Batres Fecha de publicación: Agosto de 1990, Bogotá-Colombia. CITA TEXTUAL: “el centro de reunión es importante, no solo por ser un factor de reagrupamiento sino por determinar en muchos caos el tipo de banda y de delito. Veamos cuales son los
    • 68 más comunes centros de reunión: cafés, restaurantes y parques, cuya influencia puede ser determinante si son lugar habitual de reunión de otros delincuentes, o si se venden bebidas alcohólicas.” ARGUMENTACION: Depende del lugar en donde se reúnan los grupos se podrá determinar que venden, que hacen y que se dedican las diferentes bandas, ejemplo si una banda se reagrupa en el parque es posible que consuman estupefacientes, claro también hay que tener en cuenta la hora de la reunión ya que es más posible cometer delitos en las horas de la noche. Libro: Sociología criminal juvenil Autor: Pedro R. David Editorial: Lexis Nexis Fecha de publicación: Depalma 2003 CITA TEXTUAL: “la delincuencia es un modo de conducta comunitaria, como el gusto por determinados alimentos, creencias religiosas o dialectos.” ARGUMENTACION: Cuando un grupo de personas coinciden en la forma de pensar, o tienen gustos en común se vuelven cómplices de sus actos. Libro: Sociología criminal juvenil Autor: Pedro R. David Editorial: Lexis Nexis Fecha de publicación: Depalma 2003 CITA TEXTUAL: “teoría provisional general de las sub culturas fue la proposición de que toda acción es el resultado de continuados esfuerzos para solucionar problemas de adaptación” ARGUMENTACION: Es tener en el pensamiento que ejerciendo fuerza y poder, podemos imponer nuestras reglas y así dar una solución a un conflicto social. Libro: Sociología criminal juvenil Autor: Pedro R. David Editorial: Lexis Nexis Fecha de publicación: Depalma 2003 CITA TEXTUAL: “Lo que el delincuente hace no es totalmente correcto según sus normas; es correcto porque está mal según la normas convencionales.”
    • 69 ARGUMENTACION: A los delincuentes jóvenes les gusta llevar la contraria en todo y para ellos hacer sus propias leyes es lo mejor. Libro: Sociología criminal juvenil Autor: Pedro R. David Editorial: Lexis Nexis Fecha de publicación: Depalma 2003 CITA TEXTUAL: “la juventud de clase media se orienta hedónicamente hacia la “cultura de la juventud”” ARGUMENTACION: Los jóvenes de esta clase no son delincuentes por necesidades, si no por buscar un placer, por demostrar que la autoridad de los mayores no los controla. Libro: Sociología criminal juvenil Autor: Pedro R. David Editorial: Lexis Nexis Fecha de publicación: Depalma 2003 CITA TEXTUAL: “incapacidad de los jóvenes de asumir los roles y responsabilidades de la vida adulta, esto es, de la falta de “internalización” de las normas que caracterizan la conducta madura” ARGUMENTACION: Cuando os jóvenes traen a sus vidas responsabilidades que todavía no deberían tener, hacen que tomen decisiones equivocadas. Documento social revista de estudios sociales y de sociología aplicada Inadaptación y delincuencia juvenil No. 33-34 diciembre 1978.-marzo 1979. Pagina 29 CITA TEXTUAL: “todo individuo, por normal que parezca, tiene en su vida o en sus sueños, fantasías delincuentes. ¿Quién no se ha sentido impulsado a no devolver el libro que un amigo le presta, o incluso a sustraerlo de una biblioteca? Hay en todos nosotros – dice Peter Bloss – áreas aisladas de delincuencia, áreas aisladas de delincuencia, entre las personas civilizadas. “ ARGUMENTACION: Todos tenemos o llegamos a tener un impulso a la delincuencia, que en algunos puede llegar a hacerlos cometer actos que delincuenciales mientras que otros logran abstenerse de cometer estos actos.
    • 70 Documento social revista de estudios sociales y de sociología aplicada Inadaptación y delincuencia juvenil No. 33-34 diciembre 1978.-marzo 1979. Pagina 30 CITA TEXTUAL: “dice, por ejemplo, Peter Blos en su capitulo delinquency, del libro adolescents (1962): <<el dominio del mundo circundante depende de las experiencias mas cercanas del niño y tiene sus raíces en lo que Benedek denomina „seguridad‟ y Erikson „confianza básica‟. Esta confianza o seguridad básica confirman al niño en la esperanza de que las tensiones emocionales sean aliviadas, de que va a encontrar en el mundo exterior „objetos buenos‟, „objetos benignos‟, y que Aun en los momentos de mayor desesperación se puede contar con ellos>>” ARGUMENTACION: Desde que el niño esta en contacto con el mundo exterior, empieza a tener unas emociones con respecto a lo que percibe de este las cuales debemos estar atentos ya que pueden llegar a ser las culpables de malas conductas de este en un futuro, si no las observamos con cautela y ayudamos a que las supere de forma grata. Los caminos a la delincuencia Posibilidades para su prevención Joanne Klevens Barreto, Ofelia Restrepo Vele y Juania Roca Taw-se Smith Editorial pontificia universidad javeriana 2005 Los caminos a la delincuencia Posibilidades para su prevención Joanne Klevens Barreto, Ofelia Restrepo Vele y Juania Roca Taw-se Smith Editorial pontificia universidad javeriana 2005 Pagina 18 CITA TEXTUAL: “Los registros muestran que la delincuencia común en Colombia se encuentra hasta en los lugares mas apartados del territorio, pero con unas grandes variaciones. Mientras que Bogotá reporta una tasa de delitos de 129 por cada 100.000 habitantes. El municipio de Uribía, Guajira, reporta 3 por cada 100.000 en eses mismo año. La delincuencia tiende mas que todo a ser mas que todo un fenómeno urbano (94% de los delitos reportados ocurren allí), pero no parece haber una relación entre el tamaño de la ciudad y la taza de delincuencia.” ARGUMENTACION:
    • 71 Existe mayor concentración de delincuencia en las grandes ciudades que en las zonas mas apartadas, lo cual puede ser causa del estrés que se vive día a día en el agitado y duro ambiente de las grandes ciudades Los caminos a la delincuencia Posibilidades para su prevención Joanne Klevens Barreto, Ofelia Restrepo Vele y Juania Roca Taw-se Smith Los caminos a la delincuencia Posibilidades para su prevención Joanne Klevens Barreto, Ofelia Restrepo Vele y Juania Roca Taw-se Smith Editorial pontificia universidad javeriana 2005 Página 13 CITA TEXTUAL: “sin querer despreciar la importancia de los factores sociales y culturales que pueden determinar un mayor nivel de criminalidad y violencia en una sociedad, sino mas bien complementar este análisis, una de las preguntas que respondemos en este libro es ¿Por qué dentro de una misma cultura con probabilidades similares de impunidad y oportunidades semejantes, algunas personas se vuelven delincuentes y otras no?” ARGUMENTACION: Podemos suponer que una de las razones por las cuales nace un delincuente no va ligada tanto a lo social y cultural como lo es con aspectos psicológicos, familiares u otra clase de problemas relacionados más de cerca, y afectándolo directa y personalmente. Delincuencia y desviación juvenil Doris Cooper Mayr LOM Ediciones 2005 Página 484 CITA TEXTUAL: “no se trata de menores que presenten a nivel psicosocial, ni valores ni normas contraculturales complejas de erradicar. Involucradas en un medio de pobreza donde el desempleo es parte de la dura realidad, con una economía ilegal que, desgraciadamente, es parte de la vida diaria, y una expresión de la economía de los pobres.” ARGUMENTACION: La delincuencia está ligada a la pobreza y a la necesidad de conseguir recursos para su supervivencia y sus necesidades los delincuentes encuentran la delincuencia como el mejor y más fácil camino para salir de la crisis económica o para sobrevivir y gastar en sus necesidades básicas.
    • 72 Educandos con desordenes emocionales y conductuales Roberto E. Morán La editorial, universidad de puerto rico 2004 Página 85 CITA TEXTUAL: “según el termino legal, un delincuente juvenil es una persona que no es legalmente un adulto (o sea, joven) y comete actos que no son conducentes a su arresto o detención por la policía.” ARGUMENTACIÓN: Delincuente juvenil es aquel joven que comete actos que no lo llevan a su detención policiaca o a su arresto y que legalmente no es un adulto según el término legal Obras completas de Juan Antonio Monroy tomo III Juan Antonio Monroy Editorial CLIE 1998 Página 123 CITA TEXTUAL: “el tema de la delincuencia juvenil ha sido suficientemente expuesto en los últimos años. Preocupa a los sociólogos, ha sido analizado por psiquiatras famosos, proporcionado tema a novelistas y ensayistas, y trae de cabeza a la policía nacional” ARGUMENTACION: La delincuencia juvenil es un tema de gran magnitud e importancia que se ha extendido a grandes ramas de la investigación y que abarca el interés de diferentes ciencias y personas interesadas en analizar, estudiar y comprender Obras completas de Juan Antonio Monroy tomo III Juan Antonio Monroy Editorial CLIE 1998 Página 128 CITAS TEXTUALES: “la sociedad que surgió tras la catástrofe de la guerra fue, hasta cierto punto, una sociedad inhumana. Los cañones y las bombas se llevaron entre sus llamas muchos
    • 73 valores. El hombre dejo de creer en el hombre. Freud dice que la agresividad es un impulso natural del alma humana. Esta agresividad cobro proporciones gigantescas en la generación de la postguerra. El engaño, la mentira, el crimen, el odio, el afán de enriquecerse pronto a costa de lo que fuera y la violencia en general marcaron con sus señales de sangre a la sociedad que hoy es adulta. Y de este estercolero de miserias no podría salir una juventud sana. El monstruo social ha parido hijos que están formados a su propia imagen y semejanza.” ARGUMENTACION: Con su codicia y sed de poder de la sociedad de la postguerra que no les deja ver mas allá de su beneficio personal y que los lleva a cometer todo tipo de actos por su triunfo ha dejado en los jóvenes la herencia de que no importan los valores ni la moral que tan solo importa el beneficio personal y la satisfacción de sus necesidades y caprichos lo cual nos lleva a la delincuencia juvenil que tenemos hoy en día. Psicología forense Principios fundamentales Ronald Lin Ching Céspedes Editorial Universidad Estatal a distancia San José, costa rica 2002 Página 157 CITA TEXTUAL: “Si bien las características de la personalidad pueden comprometer al joven en hechos delictivos o antisociales propios de la edad, hay factor que inciden y pueden modificar o influenciar la conducta en sentido „desviante‟.” ARGUMENTACION: Las características de la personalidad pueden ser parte de la conducta delictiva de los jóvenes pero un gran factor que influyen y pueden modificar o influenciar su conducta guiándolos por el camino a la delincuencia. Adolescencia y educación Dina Krauskopf Editorial Universidad estatal a distancia San José, costa rica 1982 Página 138 CITA TEXTUAL: “los estudios de la delincuencia juvenil concluyen que los reformatorios pueden servir de refugio distorsionante, para jóvenes carentes de afecto y sin suficiente apoyo en el medios social y natural. Para una gran mayoría de tales adolescentes, son los lugares donde consolidan su aprendizaje social trasgresor, pues absorben una ideología, un lenguaje y unas pautas de conducta que anulan su potencial de injerencia constructiva y critica del sistema social.” ARGUMENTACION:
    • 74 Los reformatorios no son los mejores lugares para servir de refugio a los jóvenes ya que en estos obtienen un aprendizaje social trasgresor, en los cuales su potencial se vuelve más bajo. REVISTA COLOMBIANA DE EDUCACION VIOLENCIA ESCOLAR SEGUNDO SEMESTRE DE 2008 UNIVERSIDAD PEDAGOGICA DE COLOMBIA Pagina 90 CITA TEXTUAL: “ La primera, referida como la trayectoria manifiesta, representa la vía que comienza con agresiones menores –molestar a alguien, intimidar-, que se van escalando hasta llegar a las peleas físicas mas graves y en ultimas al delito violento. Otra trayectoria es la denominada secreta, que se caracteriza por transgresiones encubiertas- mentiras, robos pequeños- que luego evolucionan hacia el vandalismo y, finalmente, a crímenes contra la propiedad. “ ARGUMENTACION: Todo tiene un proceso, el joven delincuente empieza con cosas consideradas de menor gravedad, pero lo que el no considera es la consecuencia de todos esos actos que lo pueden llevar a convertirse en un delincuente peligroso no solo para la sociedad si no también para el mismo inclusive para su familia. Todo acto de violencia que el joven considera “menor” lo lleva a tener una actitud de desobediencia y con mas ganas de volver a cometer un acto violento. POLICIA NACIONAL DE COLOMBIA – DIJIN LA DELINCUENCIA JUVENIL NUEVA PERSPECTIVA CRIMINOLOGICAS ALFREDO RODRIGUEZ MONTAÑA AÑO 2007 PAGINA 355 ENLACE: http://oasportal.policia.gov.co/portal/page/portal/UNIDADES_POLICIALES/Direccion es_tipo_Operativas/Direccion_de_Investigacion_Criminal/Documentacion/REVISTA %202007/La%20Delincuencia%20Juvenil.pdf CITA TEXTUAL: “ Los menores de 14 años no pueden ser vinculados a proceso penal alguno, ni juzgados ni declarados penalmente responsables por las conductas que ellos lleven a cabo y que sean constituidas de delito. “ ARGUMENTACION: Esto hace que las personas que se dedican a actos delictivos sobornen a niños menores de 14 años para que cometan actos violentos, delincuentes e incluso criminales. Los niños crecen en un ambiente de violencia y delincuencia y al
    • 75 momento de llegar a la adolescencia estas mismas personas que en un principio les daban dinero ahora les dan la espalda lo cual lleva al joven a convertirse en un delincuente. POLICIA NACIONAL DE COLOMBIA – DIJIN LA DELINCUENCIA JUVENIL NUEVA PERSPECTIVA CRIMINOLOGICAS ALFREDO RODRIGUEZ MONTAÑA AÑO 2007 PAGINA ENLACE: http://oasportal.policia.gov.co/portal/page/portal/UNIDADES_POLICIALES/Direccion es_tipo_Operativas/Direccion_de_Investigacion_Criminal/Documentacion/REVISTA %202007/La%20Delincuencia%20Juvenil.pdf CITA TEXTUAL: “El menor de 18 años no seria jurídicamente culpable; su hecho constituye un injusto típico pero no delictivo. En tal sentido, la declaración de responsabilidad del juez no tendría un carácter penal, si no que buscaría rehabilitar y reinsertar el menor a la sociedad” ARGUMENTACION: El joven delincuente no seria puesto en algún tipo de privación de la libertad, en cambio lo que buscan es que se vincule a algún tipo de rehabilitación para ser un gran ciudadano que contribuya en la sociedad. Un gran apoyo que el estado debería tener en cuenta es brindarle al joven delincuente la posibilidad de vincularse a un programa de rehabilitación o de integración de nuevo a la sociedad. DELINCUENCIA JUVENIL DELINCUENCIA JUVENIL EN COLOMBIA KELLY MENDEZ PAGINA 1 CITA TEXTUAL: "Cogí el cuchillo, lo empuje y le pegué la primera puñalada en el corazón para asegurarlo, cuando le di la segunda la mano me picaba y quería seguir dándole hasta que me cansara". Estas palabras devastadoras pero realistas reflejan el panorama de una sociedad que diariamente debe lidiar con las consecuencias de una preocupante situación que involucra a toda la comunidad colombiana, siendo en últimas un problema de gran magnitud, denominado la delincuencia juvenil.” ARGUMENTACION: Este fue un pequeño testimonio de un joven que por escapar de sus problemas busco una salida en la delincuencia, como vemos en su testimonio al realizar algún tipo de crimen el joven puede convertirse en un obsesivo por lo que hace, así halla sido un error menor, o puede incluso tener un problema sicológico que lo lleve a
    • 76 acabar con su propia vida. De ambos lados es un problema de alta gravedad ya que joven esta perdiendo su alegría, su tiempo, su libertad e incluso su vida para formar parte de una sociedad delictiva. REPORTAJE DELINCUENCIA JUVENIL EN COLOMBIA ABRIL 22 2011 ANDREA CAROLINA TAPIAS ACEVEDO PAGINA1 CITA TEXTUAL: “El comandante de la policía de Santander, Mario Aurelio Pedroza afirmo que para combatir este tipo de delincuencia no se necesita solamente del llamado de atención por parte de las autoridades, se necesita también del acompañamiento de los padres, de inculcar valores en ellos, de educarlos para el día de mañana” ARGUMENTACION: Probablemente una de las causas por la cuales los jóvenes deciden vincularse a el mundo de la delincuencia es por falta de atención de sus padres , ya que todo joven se siente ahogado en sus problemas pero siempre busca a sus amigos para encontrar alguna solución pero a veces la amistad no es lo mas conveniente en estos casos. Los valores que desde pequeños nos brindan son los que nos forman como adolecentes para una buena sociedad. REPORTAJE RCN CRECE DELINCUENCIA JUVENIL ABRIL 6 2011 RAFAEL TRUJILLO PAGINA 1 CITA TEXTUAL: “Son 18 mil, los niños y adolescentes que en los últimos tres años han sido vinculados con diferentes delitos y sancionados en Colombia, según cifras del Consejo Superior de la Judicatura.” ARGUMENTACION: Cada año las cifras de delincuencia juvenil aumentan alarmantemente, la procuraduría busca solucionar este problema de raíz porque es lamentable saber que la sociedad juvenil no aprovecha las oportunidades que se brindan. La juventud hoy en día busca pertenecer a una cultura sin importar sus ideales y eso hace que muchos se aproveches de esto para vincularlos a la delincuencia para obtener sus objetivos.
    • 77 REFLEXIONES PSICOANALITICAS SOBRE LA DELINCUENCIA JUVENIL EN COLOMBIA. NICOLAS URIBE MARTES 1 DE MARZO DE 2011 PAGINA 3 CITA TEXTUAL: “Desde el psicoanálisis es bien sabido que durante esta etapa de crisis, los sujetos pueden ensayar insistentemente una identidad negativa de este tipo que, sin embargo, luego cede la plaza a una identidad más positiva, que permite el ingreso en lo social y que posteriormente predominara en la vida del sujeto.” ARGUMENTACION: Los seres humanos no nacemos con la capacidad de relacionarnos con lo demás, eso es algo que vamos adquiriendo poco a poco, el joven delincuente en mayoría de sus casos es rechazado por sus pensamientos por la demás sociedad por eso busca vincularse de algún modo para sentirse mas importan que los demás. LAS CAUSA DE LA DELINCUENCIA JUVENIL ARIELA MAYO 8 DE 2009 PAGINA 1 CITA TEXTUAL: “Psicológicamente: los delincuentes presentan conflictos internos, en los cuales incluso se puede llegar a hablar de enfermedad (esquizofrenia por ejemplo)” ARGUMENTACION: La delincuencia principalmente y en gran mayoría de los casos nace por problemas económicos y/o familiares. La necesidad de contar con un dinero para su beneficio o de pertenecer a un grupo para ser aceptado es lo que lleva a los jóvenes al camino de la delincuencia, para ellos la manera más rápida de obtener todo lo que quieren es hacer lo más fácil pero peligroso. DELINCUENCIA JUVENIL PAGINA 5 ENLACE: http://www.monografias.com/trabajos15/delincuencia-juvenil/delincuencia- juvenil.shtml#DELJUVENIL CITA TEXTUAL: “La delincuencia juvenil se ubica, por lo menos en América Latina, dentro de un contexto social caracterizado por grupos de niños y adolescentes ubicados dentro de
    • 78 niveles de miseria o pobreza, desempleo, narcotráfico, concentración urbana, baja escolaridad o analfabetismo, agresiones sexuales y desintegración familiar.” ARGUMENTACION: La delincuencia juvenil en estratos bajos es mas presente que en estratos altos, por la necesidad de obtener todo aquello que ellos creen es necesario o por la situación económica que se vive en estos estratos, por falta de oportunidades y de conocimiento. Esta situación es preocupante y debe solucionarse de manera pronta para que las cosas puedan mejorar en este país JUVENTUD DELINCUENTE PAGINA 2 ENLACE: http://juventuddelincuente.blogspot.com/ MIERCOLES 13 DE ABRIL DE 2011 CITA TEXTUAL: “La delincuencia juvenil es un fenómeno social que pone en riesgo la seguridad pública de la sociedad, así mismo va contra las buenas costumbres ya establecidas por la sociedad.” ARGUMENTACION: La sociedad teme por su bienestar al escuchar diariamente temas relacionados con delincuencia y más por parte de los jóvenes, los cuales deberían estar en una entidad publica estudiando y divirtiéndose como todos lo jóvenes a su edad , pero han escogido caminos que los han llevado a convertirse en personas que ni ellos mismos esperaban.
    • 79 WEBGRAFIA. JUVENTUD DELINCUENTE PAGINA 2 ENLACE: http://juventuddelincuente.blogspot.com/ MIERCOLES 13 DE ABRIL DE 2011 DELINCUENCIA JUVENIL PAGINA 5 ENLACE: http://www.monografias.com/trabajos15/delincuencia- juvenil/delincuencia-juvenil.shtml#DELJUVENIL POLICIA NACIONAL DE COLOMBIA – DIJIN LA DELINCUENCIA JUVENIL NUEVA PERSPECTIVA CRIMINOLOGICAS ALFREDO RODRIGUEZ MONTAÑA AÑO 2007 PAGINA 355 ENLACE:http://oasportal.policia.gov.co/portal/page/portal/UNIDADES_POLICIA LES/Direcciones_tipo_Operativas/Direccion_de_Investigacion_Criminal/Docum entacion/REVISTA%202007/La%20Delincuencia%20Juvenil.pdf JUVENTUD DELINCUENTE PAGINA 2 ENLACE: http://juventuddelincuente.blogspot.com/ MIERCOLES 13 DE ABRIL DE 2011 REPORTAJES RCN
    • 80 BIBLIOGRAFIA. Libro: Derrumbe moral e injusticia social en Colombia. Autor: Horacio Gómez Aristizabal Editorial: Milla Batres Fecha de publicación: Agosto de 1990, Bogotá-Colombia. Libro: Sociología criminal juvenil Autor: Pedro R. David Editorial: Lexis Nexis Fecha de publicación: Depalma 2003 Documento social revista de estudios sociales y de sociología aplicada Inadaptación y delincuencia juvenil No. 33-34 diciembre 1978.-marzo 1979. Paginas: 29-30 Los caminos a la delincuencia Posibilidades para su prevención Joanne Klevens Barreto, Ofelia Restrepo Vele y Juania Roca Taw-se Smith Editorial pontificia universidad javeriana 2005 Paginas: 13-18 Delincuencia y desviación juvenil Doris Cooper Mayr LOM Ediciones 2005 Página 484 Educandos con desordenes emocionales y conductuales Roberto E. Morán La editorial, universidad de puerto rico 2004 Página 85 Obras completas de Juan Antonio Monroy tomo III Juan Antonio Monroy Editorial CLIE 1998 Páginas: 123-128 Psicología forense Principios fundamentales Ronald Lin Ching Céspedes Editorial Universidad Estatal a distancia San José, costa rica
    • 81 2002 Página 157 Adolescencia y educación Dina Krauskopf Editorial Universidad estatal a distancia San José, costa rica 1982 Página 138 REVISTA COLOMBIANA DE EDUCACION VIOLENCIA ESCOLAR SEGUNDO SEMESTRE DE 2008 UNIVERSIDAD PEDAGOGICA DE COLOMBIA Pagina 90 DELINCUENCIA JUVENIL DELINCUENCIA JUVENIL EN COLOMBIA KELLY MENDEZ PAGINA 1 REFLEXIONES PSICOANALITICAS SOBRE LA DELINCUENCIA JUVENIL EN COLOMBIA. NICOLAS URIBE MARTES 1 DE MARZO DE 2011 PAGINA 3 LAS CAUSA DE LA DELINCUENCIA JUVENIL ARIELA MAYO 8 DE 2009 PAGINA 1 QUIEN HAY DETRÁS DEL DELITO LUIS FERNANDO HOYOS HOYOS ARISTIZABAL LUIS FERNANDO 1997 PSICOANALISIS DE LA DELINCUENCIA JUVENIL KATE FRIEDLANDER PAIDOS 1950