Meningite Tuberculosa 
Jefferson Lennard de Araújo Santos
Sobre a doença 
• Meningite tuberculosa é uma infecção grave que ocorre 
no sistema nervoso central e tem como causador o ...
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Sua relação com o Meio 
• A Meningite Tuberculosa não sofre variações 
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• Os indivíduos HIV (+) também têm um maior risco de 
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• Mas por que mesmo a incidência é menor quando está na fase de 
infância? 
Pelo fato de a meningite bacteriana em criança...
Com isso, a meningite agora é mais comumente 
causada por S. pneumoniae e N. meningitidis. 
• Isso pode mostrar um balanço...
Medicamentos 
• O esquema preconizado para casos da forma 
meningoencefálica em adultos e adolescentes consiste em 
doses ...
• O esquema preconizado para casos da forma 
meningoencefálica em crianças (menores de 10 anos de 
idade) consiste em dose...
Referências Bibliográficas 
• Disponível em: < http://www.medicinapratica.com.br/tag/meningite-tuberculosa/> 
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  1. 1. Meningite Tuberculosa Jefferson Lennard de Araújo Santos
  2. 2. Sobre a doença • Meningite tuberculosa é uma infecção grave que ocorre no sistema nervoso central e tem como causador o Mycobacterium tuberculosis, um bacilo que tem como meio de dispersão o ar. • É uma das complicações mais graves da Tuberculose. O seu quadro clínico costuma ser de inicio lenta e seus sintomas se apresentam paulatinamente, porém podem vim de modo abrupto, marcado pelo surgimento de convulsões. A fala, o espirro e, principalmente, a tosse de um doente de Tuberculose pulmonar bacilífera lança no ar gotículas, de tamanhos variados, contendo no seu interior o bacilo.
  3. 3. . Além do homem, há outros animais que servem também de reservatório, com destaque ao boi. Já começa daqui um dos cuidados a serem tomados em relação ao meio ambiente. Com a finalidade de ingerir carnes não contaminada e que também não haja a transmissão de pessoa à pessoa.
  4. 4. • Portanto, deve-se procurar transmitir à população as causas e consequências da doença e procurar sempre analisar com o fator moradia da pessoa, para agregar informações referentes de como se dá o comportamento da família do infectado ou de simplesmente evitar que haja um.
  5. 5. Divisões Sintomatológicas Na Meningite Tuberculosa não tratada, classicamente o curso da doença e dividido em três estágios: Estágio I - Em geral, tem duração de 1 a 2 semanas, caracterizando-se pela inespecificidade dos sintomas, podendo ocorrer febre, mialgias, sonolência, apatia, irritabilidade, cefaleia, anorexia, vômitos, dor abdominal e mudanças súbitas do humor, sintomas comuns a qualquer processo inespecífico. Nessa fase, o paciente pode encontrar-se lúcido e o diagnóstico geralmente é estabelecido pelos achados ligúricos.
  6. 6. Estágio II - Caracteriza-se pela persistência dos sintomas sistêmicos e pelo surgimento de evidências de dano cerebral (sinais de lesão de nervos cranianos, exteriorizando-se por paresias, plegias, estrabismo, ptose palpebral, irritação meníngea e hipertensão endocraniana). Nessa fase, alguns pacientes apresentam manifestações de encefalite, com tremores periféricos, distúrbios da fala, trejeitos e movimentos atetoides. Estágio III ou período terminal - Ocorre quando surge o déficit neurológico focal, opistótono, rigidez de nuca, alterações do ritmo cardíaco e da respiração e graus variados de perturbação da consciência, incluindo o coma. Em qualquer estagio clínico da doença, pode-se observar convulsões focais ou generalizadas.
  7. 7. Mycobacterium tuberculosis é um aeróbio obrigatório. Por esta razão, no caso clássico de tuberculose, complexos MTB são sempre encontrados nos lobos superiores bem arejados dos pulmões. A bactéria é um parasita intracelular facultativo , geralmente de macrófagos , e tem um tempo de geração lenta , 15-20 horas . Esse ataque ao macrófagos é uma característica fisiológica que contribui para a sua virulência .
  8. 8. A sua evolução demorada é um dos fatores que a diferencia de outros tipos de meningite. Além desse fato e da mortalidade bem elevada, a doença apresenta alterações do LCR (líquido cefalorraquidiano) e o tratamento menos eficaz, com um maior número de sequelas A figura histológica mostra os bacilos álcool-ácido resistentes da tuberculose em coloração avermelhada.
  9. 9. Técnicas de Identificação • Pode-se utilizar a Tomografia Computadorizada (TC) ou mesmo a Ressonância Magnética (RM). A TC é um método que se tornou bastante acessível na atualidade, apresentando algumas facilidades que ajudaram na sua ampla difusão. Trata-se de um exame de execução rápida, o que facilita a avaliação de pacientes com quadros confusionais e de agitação psicomotora. Permite uma adequada análise das cavidades paranasais e mastóides facilitando a detecção de lesões inflamatórias que por extensão direta possam acometer o encéfalo.
  10. 10. A RM sem dúvida representa um grande avanço na neurorradiologia. A resolução de imagem associada à sua capacidade multiplanar implementaram bastante o diagnóstico das afecções neurológicas, incluindo as lesões inflamatórias/infecciosas do sistema nervoso. É um método altamente sensível às alterações do conteúdo hídrico do tecido encefálico, condição quase que invariavelmente presente nessas afecções. A RM é o melhor método para a demonstração de cistos intraventriculares e neste caso evidencia um volumoso cisto no IV ventrículo que obstrui a circulação liquórica.
  11. 11. • Toda essa análise tem que está em perfeita harmonia com as análise do líquido cefalorraquidiano (LCR), já que alterações na sua constituição e nos elementos que o compõem dão indicador se está havendo meningite tuberculosa ou não, ou mesmo se é outro tipo de doença; como por exemplo nos testes envolvendo a quantidade de cloro no líquido, no qual há diminuição da sua quantidade. O mesmo vale para a glicose presente no LCR
  12. 12. Sua relação com o Meio • A Meningite Tuberculosa não sofre variações sazonais e sua distribuição não é igual em todos os continentes. A doença guarda íntima relação com as características socioeconômicas, principalmente naqueles países onde a população está sujeita à desnutrição e às condições precárias de habitação. Com relação à faixa etária, o risco de adoecimento é elevado nos primeiros anos de vida, muito baixo na idade escolar, voltando a se elevar na adolescência e no início da idade adulta.
  13. 13. • Os indivíduos HIV (+) também têm um maior risco de adoecimento. A incidência de Meningite Tuberculosa é indicador epidemiológico importante de uma região, pois guarda estreita correlação com a incidência de casos bacilíferos na população adulta, além de indicar baixas coberturas vacinais com BCG.
  14. 14. • Mas por que mesmo a incidência é menor quando está na fase de infância? Pelo fato de a meningite bacteriana em crianças com 2 meses a 12 anos de idade ser geralmente causada por Streptococus pneumoniae, Neisseria meningitidis ou Haemophilus influenzae tipo b. Portanto, quando houve a implementação de imunização universal contra esta última bactéria, começando com cerca de 2 meses de idade, a incidência de meningite por H. influenzae tipo b caiu rapidamente. A idade mediana de meningite bacteriana nos Estados Unidos aumentou de 15 meses em 1986 para 25 anos em 1995.
  15. 15. Com isso, a meningite agora é mais comumente causada por S. pneumoniae e N. meningitidis. • Isso pode mostrar um balanço em relação ao número de casos da doença com a faixa etária da pessoa para ter um ideia de como foi medicada sua prevenção contra o agente bactericida e dá um norte em relação às medidas a serem tomadas para a prevenção e vacinação da comunidade
  16. 16. Medicamentos • O esquema preconizado para casos da forma meningoencefálica em adultos e adolescentes consiste em doses fixas combinadas por nove meses, sendo dois meses de RHZE ( Rifampicina -R, Isoniazida -H e Pirazinamida –Z e Etambutol –E ) seguidos de sete meses de RH em doses que variam conforme o peso.
  17. 17. • O esquema preconizado para casos da forma meningoencefálica em crianças (menores de 10 anos de idade) consiste em doses fixas combinadas por nove meses, sendo dois meses de RHZ seguidos de sete meses de RH em doses que variam conforme o peso
  18. 18. Referências Bibliográficas • Disponível em: < http://www.medicinapratica.com.br/tag/meningite-tuberculosa/> Acesso em: 31 mar. 2014 • Disponível em: < http://textbookofbacteriology.net/tuberculosis.html> Acesso em: 31 mar. 2014 • Disponível em: http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1809/meningite_tub erculosa.htm?_mobile=off > Acesso em: 01 abr. 2014 • Disponível em: http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo= 521 > Acesso em: 31 mar. 2014 • Disponível em: <http://www.fcsaude.ubi.pt/thesis/upload/118/757/silvestrecruz_mening. pdf> Acesso em: 31 mar. 2014 • Disponível em: <http://meningitesaude.blogspot.com.br/2011/12/meningite-tuberculosa. html> Acesso em: 31 mar. 2014 • Disponível em: <http://www.misodor.com/MENINGITES%20PEDIATRIA.php> Acesso em: 01 abr. 2014

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