Treinamento cipa

1.051 visualizações

Publicada em

Treinamento CIPA

Publicada em: Design
1 comentário
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.051
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
75
Comentários
1
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Treinamento cipa

  1. 1. capa TREINAMENTO CIPA AGRICER GESTÃO 2015/2016
  2. 2. 1 – FUNDAMENTAÇÃO DA CIPA 1.1 – DEFINIÇÃO: CIPA é uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, obrigatória em algumas empresas conforme determinação constante na atual NR-5 (norma regulamentadora aprovada pela portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho).
  3. 3. ENTENDA O SIGNIFICADO DE CADA UMA DAS PALAVRAS, DENTRO DA C.I.P.A: • COMISSÃO: grupo de pessoas (funcionários efetivos da Empresa) que se reúnem para tratar de assuntos de interesse coletivo; • INTERNA: campo de atuação restrito à própria empresa, sem a participação e/ou interferência de terceiros que não fazem parte das rotinas de trabalho;
  4. 4. ● PREVENÇÃO: este é o principal objetivo da CIPA: prevenir e antever, antecipar riscos e tomar as medidas cabíveis antes que um acidente venha a acontecer; ● ACIDENTE: evento indesejado capaz de causar danos materiais, lesões corporais, incapacidade ou ate mesmo morte de um trabalhador dentro das empresa. ENTENDA O SIGNIFICADO DE CADA UMA DAS PALAVRAS DENTRO DA CIPA
  5. 5. 1.2 – DIMENSIONAMENTO Chapa do empregador ( membros indicados): Presidente + titulares + suplentes; Chapa dos empregados (membros eleitos): vice-presidente + titulares + suplentes. Obs. o mandato da CIPA tem duração de 01 (um) ano e é permitido uma reeleição. A CIPA é dimensionada em função do ramo de atividade da empresa e seu n° de colaboradores. Dentro da CIPA temos sempre 02 representações:
  6. 6. 1.3 – ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DOS REPRESENTANTES DA CIPA: • Identificar Condições Inseguras que possam causar Acidentes de Trabalho; • Auxiliar e acompanhar o Técnico de Segurança; • Ajudar na divulgação e na implantação efetiva da Normas de Segurança da Empresa; • Cobrar dos colegas a utilização dos EPI's obrigatórios, conforme os riscos da atividade;
  7. 7. 1.3 – ATRIBUÍÇÕES BÁSICAS DOS REPRESENTANTES DA CIPA: • Coibir a pratica de ato Inseguro por parte dos demais colegas, prevenindo acidentes, • Atuar na prevenção de acidentes, procurando antecipar, visualizar e apontar os riscos, • Interagir com os demais colegas, identificando suas dificuldade e/ou reivindicações • Comunicar ao Encarregado e demais responsáveis eventuais carências/ necessidades;
  8. 8. 1.3 – ATRIBUÍÇÕES BÁSICAS DOS REPRESENTANTES DA CIPA: • Propor a realização de Treinamento e Reuniões, conforme a necessidade verificada; • Dar ideias em que possam ser colocadas em pratica para tornar o trabalho mais seguro; • Inspecionar os extintores de Incêndio, verificando a sua validade, pressão, lacre, etc. • Inspecionar a loja e as áreas externas, evitando acumulo de água parada (Dengue);
  9. 9. 1.3 – ATRIBUÍÇÕES BÁSICAS DOS REPRESENTANTES DA CIPA: • Colaborar e participar ativamente da organização, montagem e divulgação da SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho) • Participar da investigação de ACIDENTES DE TRABALHO ocorridos dentro da Empresa; • Acompanhar Fiscais, Clientes, Terceiros ou Prestadores de Serviços dentro da Empresa; • Participar ativamente das Reuniões da CIPA ( as Reuniões são realizadas mensalmente).
  10. 10. REUNIÃO ORDINARIA DA C.I.P.A:
  11. 11. • Conforme determinação legal da atual NR-05, a CIPA deve reunir-se 01 (uma) vez por mês, obedecendo as datas e o horário estabelecido no seu calendário anual . • As reuniões devem ocorrer nas instalações da empresa, durante o horário normal de trabalho. A duração da reunião é variável, dependendo da necessidade... REUNIÃO ORDINARIA DA C.I.P.A:
  12. 12. • Na reunião da CIPA devem ser discutidos os problemas detectados (riscos e /ou não conformidades existentes na Empresa),apresentadas as eventuais reivindicações dos colegas bem como traçadas metas de ação visando solução das mesmas. • Feito isso, os assuntos deverão ser redigidos em forma de ata pelo secretario. REUNIÃO ORDINARIA DA C.I.P.A:
  13. 13. Reunião Extraordinária
  14. 14. Reunião Extraordinária • Dentro da CIPA pode haver uma REUNIÃO EXTRAORDINARIA sempre que houver algum evento grave e/ou inesperado ( Ex: um acidente, um risco grave e emitente, etc.). • Todos os Membros devem ser convocados com antecedência e a presença é obrigatória Segundo a LEI, a tolerância é de apenas 04 (quatro) faltas sem justificativa, sendo então o cipeiro substituído pelo seu Suplente imediato.
  15. 15. Reunião Extraordinária • Obs. sempre que necessário, também podem participar das Reuniões alguns convidados (Ex: Encarregados, Diretoria, Departamento Pessoal, etc.). • PS: uma cópia da ata deverá ser fixada em Edital para conhecimento dos demais colegas.
  16. 16. Qual a Estrutura da Reunião da CIPA??? • Leitura da ata da reunião anterior; • Analise dos acidentes ocorridos no período; • Ouvir as propostas dos demais cipeiros; • Cobrar o cumprimento das reivindicações; • Encaminhar as reivindicações à Diretoria e demais envolvidos.
  17. 17. 2 – ACIDENTE DO TRABALHO
  18. 18. • De um modo geral, é definido como sendo um fato instantâneo e/ou inesperado que gera lesões físicas e visíveis no trabalhador, originado por Ato ou Condição Insegura. • Legalmente é definido como “sinistro que ocorre a serviço da empresa, causando lesão corporal ou perturbação que cause a morte, perda, ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho''. 2.1 – SIGNIFICADO DE ACIDENTE
  19. 19. ATO INSEGURO: IMPRUDÊNCIA OU NEGLIGÊNCIA PROVOCADA PELA AÇÃO DO TRABALHADOR Exemplos: não utilizar os EPI's, trabalhar com pressa ou sem atenção, excesso de confiança, provocar os colegas, promover algazarra, operar equipamentos sem autorização executar manutenção com as Máquinas em operação, executar varias tarefas ao mesmo tempo, trabalhar embriagado, fumar em áreas não autorizadas, etc. 2.2 – QUAIS SÃO AS ORIGENS OU CAUSA DOS ACIDENTES DE TRABALHO
  20. 20. Condições inseguras: irregularidade no ambiente, maquinário ou ferramenta. 2.3 – QUAIS SÃO AS ORIGENS OU CAUSA DOS ACIDENTES DE TRABALHO Exemplos: iluminação deficiente; piso escorregadio; escadas sem corrimão correias de maquinas e equipamentos sem proteção; ambiente desorganizado; maquinas defeituosas ou improprias; ausência ou obstrução de extintores de incêndio; armazenamento inadequado; gambiaras; falta de treinamento do pessoal; etc.
  21. 21. 2.4 – OBSERVAÇÕES DE INTERESSE: PS-01: quando o funcionário estiver em trânsito no percurso rotineiro casa – empresa - casa, o ACIDENTE DE TRABALHO também pode ser caracterizado. Tal ocorrência denomina-se ACIDENTE DE TRAJETO (ou de percurso).
  22. 22. • Todo Acidente de trabalho deve obrigatoriamente ser comunicado ao INSS e Ministério do Trabalho no prazo de 24 horas após o ocorrido mediante preenchimento da CAT – COMUNICADO DE ACIDENTE DO TRABALHO. 2.5 – OBSERVAÇÕES DE INTERESSE:
  23. 23. O QUE FAZER PERANTE UM ACIDENTE DE TRABALHO? 1. Prestar Primeiros Socorros à vitima (em caso de acidente de menor gravidade); 2. Se necessário, Transportar a vítima para HOSPITAL mais próximo da empresa; 3. Preenchimento e envio de CAT ( Comunicado de Acidente de Trabalho) ao INSS; 4. Acionar a CIPA para investigar e conduzir a REUNIÃO EXTRAORDINÀRIA. 5. Unidade de Atendimento na cidade de Curitiba-PR.
  24. 24. 192 SAMU Atende ocorrências decorrentes de CASOS CLÍNICOS (desmaios, convulsões, infarto, etc.) 193 SIATE Atende a acidentes com presenças de TRAUMAS (fraturas, hemorragias, queimaduras, etc.) O QUE FAZER PERANTE UM ACIDENTE DE TRABALHO? • HOSPITAL DO TRABALHADOR preferencial • End: Av. República Argentina n 4406, Novo Mundo, Curitiba - PR • Fone: (41) 3212-5700 • HOSPITAL DO CAJURU • End: Avenida São José n 300, Cristo Rei, Curitiba - PR • HOSPITAL EVANGÉLICO (referência no tratamento de queimaduras) • End: Rua Augusto Stellfeld n 300, Bigorrilho, Curitiba – PR • Fone: (41) 3240-5000
  25. 25. 3 – DOENÇA DO TRABALHO: • Doença Ocupacional é designação de varias Doenças que causam alterações na saúde dos trabalhadores, provocadas por fatores relacionados com a Função Exercida e/ou o Ambiente de Trabalho. As mais comuns são doenças do sistema respiratório, da pele (ex: dermatite) e perda auditiva induzida por ruído (PAIRO).
  26. 26. 3 – DOENÇA DO TRABALHO: • Via de regra as DOENÇAS DO TRABALHO são irreversíveis e detectadas a longo prazo, geralmente após o funcionário apresentar algum tipo de sintoma ou então na ocasião de algum Exame Médico de Rotina (ex: Exame Periódico Anual). • Os cuidados para se evitar uma DOENÇA DO TRABALHO são essencialmente preventivos, pois a maioria das Doenças Ocupacionais é de difícil tratamento.
  27. 27. 3 – DOENÇA DO TRABALHO: • Uma Doença Ocupacional normalmente é adquirida quando um trabalhador é exposto a AGENTES AGRESSIVOS (ex: ruído, poeiras, gases, vapores orgânicos, radiações, óleos e graxas, ácidos, etc.) sem uma proteção eficaz e compatível
  28. 28. 3 – DOENÇA DO TRABALHO: • As principais vias de absorção dos AGENTES NOCÍVOS são a pele e os pulmões... • No Brasil, a Doença Ocupacional é equiparada ao Acidente de Trabalho, gerando os mesmos direitos e benefícios como tal, assim que for constatada a Empresa deverá providenciar a abertura da CAT ( comunicação de Acidente de Trabalho).
  29. 29. 3.1 – DANOS PELA EXPOSIÇÃO AO RUÍDO SEM A DEVIDA PROTEÇÃO: • Efeitos no trabalho • Problemas na comunicação ( é o primeiro sintoma visível) • Baixa concentração • Desconforto e cansaço • Nervosismo • Baixo rendimento • Acidentes
  30. 30. 3.2 – DANOS PELA EXPOSIÇÃO AO RUIDO SEM A DEVIDA PROTEÇÃO: • Efeitos ao organismo • Impotência sexual • Insônia • Zumbidos no ouvido • Contração dos músculos • Ansiedade e tensão • Estreitamentos dos vasos sanguíneos e aumento da pressão sanguínea
  31. 31. 4. RISCOS OCUPACIONAIS: 4.1 Definição: são os Riscos inerentes à Ocupação Profissional exercida pelo colaborador, podendo gerar Acidentes de Trabalho e/ ou Doenças indesejadas!!!
  32. 32. RISCOS OCUPACIONAIS: A NOCIVIDADE de um determinado Risco dependerá de vários fatores, a saber: a sua concentração no Ambiente de Trabalho, o tempo médio de exposição do colaborador, as proteções disponibilizadas pela Empresa ( EPI's / EPC's), a susceptibilidade individual, etc.
  33. 33. 4.2 GRUPO DE RISCO: SERÃO CONSIDERADOS 05 (CINCO) GRANDES GRUPOS, A SABER: RISCOS AMBIENTAIS
  34. 34. 4.3 – LIMITE DE TOLERÂNCIA • Diversos Riscos Físicos e Químicos possuem LIMITES DE TOLERÂNCIA definidos em Norma (Anexo da NR-15). Tais valores representações permitidas e que teoricamente não seriam nocivas ao trabalhador exposto a tais condições!!!
  35. 35. 4.4 – MAPAS DE RISCO • Mapa de risco é a representação gráfica ( com círculos e cores) dos principais fatores presentes no ambiente de trabalho, capazes de causar acidentes ou doenças de trabalho. • O MAPA é um levantamento dos pontos de risco nos diferentes setores da empresa.
  36. 36. 4.4 – MAPAS DE RISCO • Trata- se de identificar situações e locais potencialmente perigosos. • A partir de uma planta baixa de cada seção são levantados todos os tipos de riscos existentes, classificando-os por grau de perigo: pequeno, médio e grande.
  37. 37. 4.5 – MAPEAMENTO DE RISCO
  38. 38. • Revise a carga, evitando bordadas cortantes e outras características que possam machuca-lo. • Sempre que necessário, utilize luvas de proteção para evitar cortes ou escoriações nas mãos. • Aproxime- se da carga, agache-se dobrando os joelhos e mantenha a coluna sempre reta. 5 – RISCO ERGONÔMICO: ESFORÇO FÍSICO E POSTURA INADEQUADA
  39. 39. OUTRAS CONSIDERAÇÕES DE INTERESE: • Levantando Objetos a altura do ombro, mantenha a parte dianteira mais elevada, facilitando a visão. • Quando a carga for muito grande e/ou pesada, utilize equipamento que auxiliem no seu transporte. • O levantamento de cargas de “difícil pega” ou de maior peso, deve ser realizado sempre em Equipe. LEMBRE-SE QUE É SEMPRE MAIS FACIL EMPURRAR UMA CARGA DO QUE PUXA-LA !!! ARISCO ERGONÔMICO: ESFORÇO FISICO E POSTURA INADEQUADA
  40. 40. 5.1 – EPC – Equipamentos de Proteção Coletiva: O que significa E.P.C ??? Equipamento de Proteção Coletiva. São adaptações/ benfeitorias feitas no Ambiente de Trabalho ou Maquinas Visando a proteção dos trabalhadores. Com efeito, os EPC's agem em regime permanente, independente da ação ou vontade do pessoal, sendo uma medida mais segura e confiável Via de regra podemos afirmar que as Proteções Coletivas resolvem o problema, agindo diretamente na fonte origem do mesmo. Quanto maior o investimento maior o beneficio !!! 5 – MEDIDAS BÁSICAS DE PROTEÇÃO
  41. 41. MEDIDAS BÁSICAS DE PROTEÇÃO Exemplos de EPC's: ventilador, exaustores, guarda corpo, corrimão, Extintores de incêndio, fita antiderrapante, sensores de presença, proteção em partes moveis, etc.
  42. 42. 5.2 EPI's – Equipamentos de Proteção Individual: • Tem por objetivo minimizar e/ou neutralizar por completo a ação nociva dos riscos existentes nos ambientes de trabalho. No entanto, destacamos que a eficácia dos EPI’s dependem diretamente de fatores pessoais tais como: Correta e constante utilização, substituição periódica dos mesmos etc. • Ele serve para proteger a integridade física do trabalhador durante o exercício das atividades de risco;
  43. 43. 5.2 EPI's – Equipamentos de Proteção Individual: • Entretanto, muitas vezes o excesso de proteção Individual incomoda o trabalhador, interferindo em sua movimentação, conforto e/ou sensibilidade; • Antes de adquirir um EPI certifique-se que o mesmo foi registrado com um n° de ''CA''(certificado de aprovação), atestando sua eficácia e devida adequação.
  44. 44. OBRIGAÇÕES BÁSICAS DA EMPRESA QUANTO AOS EPI’s a. Fornecer o tipo de EPI adequado à atividade realizada; b. Treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado; c. Tornar obrigatório e fiscalizar a sua utilização. • Prezando pela segurança do ambiente e dos colaboradores o EPI deverá ser a nossa última alternativa. Para eliminar ou controlar um Risco devemos priorizar as proteções coletivas!!!
  45. 45. OBRIGAÇÕES BÁSICAS DO COLABORADOR QUANTO AOS EPI’s a. Utilizar os EPI's durante todo o expediente de trabalho; b. Responsabilizar-se pela guarda e conservação dos EPI's; c. comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne improprio para uso.
  46. 46. PS: Os Riscos Ocupacionais podem ser neutralizados mediante adequação de EPC's e EPI's após avaliação criteriosa conduzida por um Eng. de Segurança. Exemplos de EPI's ( Equipamentos de proteção Individual): capacete de segurança, botina com biqueira de aço, luvas de pvc, napas, luvas malha de aço, óculos, etc.
  47. 47. 6 – INSALUBRIDADE X PERICULOSIDADE
  48. 48. 6 – INSALUBRIDADE X PERICULOSIDADE 6.1 Insalubridade: atividade de risco potencial, podendo afetar a SAÚDE do trabalhador ( exposição crônica a longo prazo). Quando as proteções existentes no ambiente (EPI + EPC) não são capazes de controlar os riscos temos a caracterização de uma atividade insalubre. • A insalubridade é definida no laudo Técnico Ambiental elaborado por Eng. de Segurança habilitado. Subdivide-se em:
  49. 49. 6.1 – INSALUBRIDADE X PERICULOSIDADE • Grau Mínimo: adicional fixo equivalente a 10 % do Salário Mínimo = R$ 78,80 • Grau Médio:.................................20 % ...........................................=R$ 157,60 • Grau Máximo:..............................40 % ….......................................=R$ 315,20 Lembrando que: Uma atividade só é considerada insalubre quando temos exposição habitual e permanente. Perante exposição reduzida e eventual o direito não é devido...
  50. 50. 6.1- INSALUBRIDADE X PERICULOSIDADE • Basicamente, para eliminar um agente insalubre a empresa deverá adotar medidas de Proteção Coletiva, conservando o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância permitidos pela legislação (NR-15 do Ministério do Trabalho). • Não é por outra razão que a Norma Regulamentadora NR - 06 da Portaria Federal Nº 3.214/78 do Ministério do Trabalho recomenda o fornecimento do E.P.I em 03 (três) situações:
  51. 51. 6.1- INSALUBRIDADE X PERICULOSIDADE • Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis; • Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; • Para atender situações de emergência em caso de risco grave e eminente. • Segundo a atual legislação previdenciária, o segurado que exerce Atividade Insalubre tem direito a requerer Aposentadoria Especial (AE) junto ao INSS.
  52. 52. • AE é direto do trabalhador que exerce atividade profissional com exposição a riscos físicos, químicos, biológicos ou associação de agentes nocivos durante 15, 20 ou 25 anos. • O trabalhador deverá comprovar o exercício da função através de registro em carteira de trabalho e Laudo Técnico expedido por Eng.º de Segurança contratada pela empresa. • Por fim, vale destacar que é proibido o retorno do aposentado ás atividades e/ou setores insalubres!!! APOSENTADORIA ESPECIAL
  53. 53. 6.2 – Periculosidade: • RISCO DE ACIDENTE imediato que pode comprometer a ''vida” do trabalhador.... • Caracteriza-se apenas nas seguintes situações; EXPLOSIVOS Ex. desmonte de rochas com dinamite em pedreiras; INFLAMAVEIS Ex. Posto de combustível e Refinarias ( ex: PETROBRAS); ELETRICIDADE Ex. geração, transmissão e distribuição de energia elétrica
  54. 54. PS: Quem estiver dentro da chamada “ÁREA DE RISCO” também recebe o Adicional. Ademais, por se tratar de risco de acidente, o tempo efetivo de exposição não é considerado. Neste caso o trabalhador será bonificado com adicional equivalente a 30% de seu “salario Base” mensal, descontando os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios e/ou participação nos Lucros da Empresa.
  55. 55. 7 - Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho: NR – 1 Disposições gerais NR – 2 Inspeção prévia NR – 3 Embargo ou Interdição NR – 4 SESMT NR – 5 CIPA NR – 6 Equipamentos de Proteção Individual – EPI's NR – 7 Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional – PCMCO NR – 8 Edificações NR – 9 Programa de Prevenções de riscos Ambientais – PPRA
  56. 56. 7 - Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho: NR – 10 Instalações e Serviços de Eletricidade NR – 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais NR – 12 Maquinas e Equipamentos NR – 13 Caldeiras e Vasos de Pressão NR – 14 Fornos NR – 15 Atividade e Operações Insalubres NR – 16 Atividade e Operações Perigosas NR – 17 Ergonomia NR – 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT
  57. 57. NR – 19 Explosão NR – 20 Líquidos e combustíveis inflamáveis NR – 21 Trabalho a céu aberto NR – 22 Trabalhos subterrâneos NR – 23 Proteção contra incêndio NR – 24 Condições sanitárias e de conforto nos locais do Trabalho NR – 25 Sinalização de segurança NR – 26 Sinalização de segurança NR – 27 Revogada NR – 28 Fiscalização 7 - Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho:
  58. 58. NR – 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário NR – 30 Segurança e Saúde no trabalho Aquaviário NR – 31 Segurança na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura NR – 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimento de Saúde NR – 33 Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados NR – 34 Condições e Meio Ambiente na Ind. da Construção e Reparação Naval NR – 35 Trabalho em Altura NR – 36 Segurança e Saúde no Trabalho em Empresa de Abate e Processamento de Carnes e Derivados 7 - Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho:
  59. 59. 8 – AIDS-NOÇÕES BÁSICAS
  60. 60. INTRODUÇÃO: SABENDO MAIS DOBRE AIDS/HIV • A sigla Aids significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. O VIRUS da Aids é conhecido como HIV e encontra-se no sangue, no esperma, na secreção vaginal e no leite materno das pessoas infectadas. Após o contágio, em alguns casos a doença demora até 10 anos para se manifestar. • O vírus HIV ataca os glóbulos brancos ( sistema imunológico), deixando a pessoa vulnerável á manifestação de doenças (ex; pneumonia) que podem complicar a saúde
  61. 61. PRINCIPAIS FORMAS DE CONTÁGIO • Transfusão de sangue; • Relações sexuais sem preservativo • Compartilhamento de seringas ou objetos cortantes com resíduos de sangue; • De mãe para filho durante o parto/ gestação ou amamentação.
  62. 62. FORMAS BÁSICAS DE PREVENÇÃO • Com relação a transmissão via sexual, a maneira mais indicada é a utilização da camisinha nas relações sexuais. • Outra maneira é a utilização de agulhas e seringas descartáveis nos procedimentos médicos. Instrumentos cortantes, que entram em contato com o sangue, devem ser esterilizados
  63. 63. FORMAS BÁSICAS DE PREVENÇÃO • Nas transfusões de sangue deve sempre haver um rigoroso controle p/ detectar a presença do HIV, para que este não passe de uma pessoa para outra.
  64. 64. TRATAMENTO • Infelizmente a Medicina ainda não encontrou uma cura para a AIDS. Ou seja, a AIDS MATA. • O que temos hoje é medicamentos que fazem o controle do vírus na pessoa infectada, melhorando a sua qualidade de vida e garantindo alguma sobrevida.
  65. 65. TRATAMENTO • O medicamento mais utilizado atualmente é o AZT, cuja principal função é impedir a reprodução do vírus ainda na sua fase inicial. • Embora eficientes no controle do vírus, estes medicamentos provocam muitos efeitos colaterais, principalmente nos rins e no fígado do paciente.
  66. 66. OBRIGADO!!! SEGURANÇA NO TRABALHO SUA VIDA AGRADECE Sesmt@agricer.com.br

×