PARTICIPAÇÃO E INCLUSÃO

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Segunda sessão da formação guardiões da Acessibilidade em Cascais

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PARTICIPAÇÃO E INCLUSÃO

  1. 1. PARTICIPAÇÃO e INCLUSÃO Projeto de formação: Guardiões da Acessibilidade 18 e 25 de novembro em Cascais joaquim.coloa@gmai l .com Joaquim Colôa
  2. 2. joaquim.coloa@gmai l .com O que mais apreciamos no ato de comunicação? O que menos apreciamos no ato de comunicação?
  3. 3. joaquim.coloa@gmai l .com Para que comunicamos ?
  4. 4. joaquim.coloa@gmai l .com •Fazer pedidos. •Dizer que “quer mais”. •Dizer que “não”. •Chamar a atenção de alguém. •Querer falar sobre o que se faz.
  5. 5. joaquim.coloa@gmai l .com •Comunicar é um direito. •Comunicar é uma necessidade. •Comunicar diminui o isolamento. •Comunicar é uma fatalidade.
  6. 6. joaquim.coloa@gmai l .com A comunicação resulta de aprendizagem ativa.
  7. 7. joaquim.coloa@gmai l .com CONTEXTO Toda a informação que rodeia uma palavra ou frase e que determina exatamente o que esta quer dizer. A repetição de uma afirmação fora de contexto pode mudar-lhe o significado.
  8. 8. joaquim.coloa@gmai l .com A atividade ou inatividade, as palavras ou o silêncio, tem sempre valor de mensagem: influenciam os outros e estes, por sua vez, não podem “não responder” a estas comunicações, estando assim, por sua vez a comunicar.
  9. 9. joaquim.coloa@gmai l .com Por vezes é difícil determinar como é que uma criança com problemas severos recebe a mensagem.
  10. 10. QUESTÕES Que postura, movimentos e que esquemas de locomoção Devem ser favorecidos para melhorar a situação motora do indivíduo? joaquim.coloa@gmai l .com
  11. 11. QUESTÕES Que comportamento motor indesejável é preciso inibir com o objetivo de prevenir deformidades que poderão obstaculizar o desenvolvimento posterior? joaquim.coloa@gmai l .com
  12. 12. QUESTÕES Que posições facilitam ao indivíduo movimentar-se e comunicar? joaquim.coloa@gmai l .com
  13. 13. QUESTÕES Como é necessário e possível comunicarmos com o indivíduo? joaquim.coloa@gmai l .com
  14. 14. QUESTÕES Como desenvolver a linguagem oral e estimular a literacia? joaquim.coloa@gmai l .com
  15. 15. QUESTÕES Que experiências sensitivas e percetivas favorecer? joaquim.coloa@gmai l .com
  16. 16. QUESTÕES Que materiais usar para facilitar a função, que auxílios e que equipamentos são indicados para favorecer a autonomia nas atividades da vida diária? joaquim.coloa@gmai l .com
  17. 17. QUESTÕES Que suportes de apoio/materiais didáticos e que atividades devem ser utilizadas para suscitar a motivação do indivíduo em todas as atividades que compõem a intervenção? joaquim.coloa@gmai l .com
  18. 18. COMUNICAÇÃO SIMBÓLCA Símbolos manuais, símbolos vocais, sistemas eletrónicos e fala. joaquim.coloa@gmai l .com
  19. 19. COMUNICAÇÃO SIMBÓLICA EMERGENTE Gestos complexos, objetos em miniatura, imagens/desenhos e outros símbolos tácteis. joaquim.coloa@gmai l .com
  20. 20. A comunicação é possível na ausência de meios simbólicos. joaquim.coloa@gmai l .com
  21. 21. joaquim.coloa@gmai l .com Expressões faciais. COMUNICAÇÃO POR RECONHECIMENTO
  22. 22. COMUNICAÇÃO CONTINGENTE vocalizações, movimentos corporais e interruptor de chamadas. joaquim.coloa@gmai l .com
  23. 23. COMUNICAÇÃO CONVENCIONAL Estender um objeto, gestos simples, apontar e comunicação com dois ou mais interruptores. joaquim.coloa@gmai l .com
  24. 24. COMUNICAÇÃO INTRUMENTAL Tocar a pessoa, manipular a pessoa e tocar um objeto. joaquim.coloa@gmai l .com
  25. 25. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De atenção comportamentos usados para chamar a atenção do adulto. joaquim.coloa@gmai l .com
  26. 26. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De interação social comportamentos usados para iniciar trocas sociais. joaquim.coloa@gmai l .com
  27. 27. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De interação no jogo comportamentos que demonstrem desejo de se envolver num jogo com outra pessoa. joaquim.coloa@gmai l .com
  28. 28. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De afeto comportamentos que orientam o recetor para o envolvimento de alguma atividade quem tem a intenção especifica de fornecer sentimentos de afeto. joaquim.coloa@gmai l .com
  29. 29. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De autorização de iniciar uma atividade comportamentos que exprimem o desejo de iniciar uma ação em particular (ligar a televisão). joaquim.coloa@gmai l .com
  30. 30. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De ação por parte do recetor comportamentos que orientam o recetor para que dê origem a um determinado acontecimento (dirigir a mão do adulto para...) joaquim.coloa@gmai l .com
  31. 31. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De assistência comportamentos que solicitam do adulto assistência numa determinada atividade (parar depois de vestir as calças...). joaquim.coloa@gmai l .com
  32. 32. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De informação/clarificação comportamentos que solicitam informações acerca de objetos, atividades,... joaquim.coloa@gmai l .com
  33. 33. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De objetos comportamentos que orientam o recetor no sentido de fornecer um objeto ao emissor. joaquim.coloa@gmai l .com
  34. 34. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - PEDIDOS De comida comportamentos que pedem especificamente comida ou bebida. joaquim.coloa@gmai l .com
  35. 35. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - NEGAÇÕES De protesto comportamentos que revelam objeção geral ou desaprovação de um acontecimento, pedido, .... joaquim.coloa@gmai l .com
  36. 36. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - NEGAÇÕES De recusa comportamentos que expressam especificamente rejeição de um acontecimento iniciado ou sugerido por alguém. joaquim.coloa@gmai l .com
  37. 37. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL - NEGAÇÕES De cessação comportamentos que que expressam especificamente o desejo de interromper um acontecimento que já se iniciou. joaquim.coloa@gmai l .com
  38. 38. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL – DECLARAÇÕES Acerca de acontecimentos/ações comportamentos usados para comentar um acontecimento. joaquim.coloa@gmai l .com
  39. 39. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL – DECLARAÇÕES Acerca de objetos comportamentos usados para fazer comentários a um objeto ou pessoa. joaquim.coloa@gmai l .com
  40. 40. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL – DECLARAÇÕES Acerca de erros comportamentos que dão indicação de que o emissor percebeu que o recetor cometeu um erro. joaquim.coloa@gmai l .com
  41. 41. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL – DECLARAÇÕES Afirmação comportamentos que exprimem concordância sobre alguma coisa ou desejo de se envolver numa ação. joaquim.coloa@gmai l .com
  42. 42. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL – DECLARAÇÕES Saudação comportamentos que ocorrem imediatamente após a entrada de alguém e que expressam reconhecimento da pessoa. joaquim.coloa@gmai l .com
  43. 43. COMUNICAÇÃO FUNCIONAL – DECLARAÇÕES Humor comportamentos que divertem o recetor e/ou evocam uma resposta tal como o riso. joaquim.coloa@gmai l .com
  44. 44. COMUNICAÇÃO NÃO SIMBÓLICA Movimentos generalizados e alterações do tónus muscular. Vocalizações. joaquim.coloa@gmai l .com
  45. 45. COMUNICAÇÃO NÃO SIMBÓLICA Orientação (olha, aponta numa direcção, desvia o olhar, etc.) Pausa. joaquim.coloa@gmai l .com
  46. 46. COMUNICAÇÃO NÃO SIMBÓLICA Toque, manipulação ou movimento com outra pessoa. Assumir posições e deslocar-se para locais estica os braços para que lhe peguem, etc.) joaquim.coloa@gmai l .com
  47. 47. COMUNICAÇÃO NÃO SIMBÓLICA Afastamento Comportamento agressivo ou autoagressivo. joaquim.coloa@gmai l .com
  48. 48. joaquim.coloa@gmai l .com INTERLOCUTORES • Dar Tempo suficiente para dizer algo. • Fazer conjeturas. • Verificar continuamente a mensagem. • Facilitar o controle da conversa do utilizador com perguntas como: é outro tema?, já terminaste?, estou a entender-te?, começamos?.... . •Dar iniciativa ao utilizador e respeitar o pegar a vez.
  49. 49. joaquim.coloa@gmai l .com INTERLOCUTORES •Ter algo para dizer. •Razão para o dizer. •Palavras para o expressar. •Ocasiões para o manifestar. •Formas de o manifestar.
  50. 50. INTERAÇÕES ESPECÍFICAS •Sessões individuais generalizadas e devidamente planificadas. •Sessões pontuais, individuais e devidamente planificadas. •Sessões em grupo devidamente planificadas. joaquim.coloa@gmai l .com
  51. 51. INTERAÇÕES Para quê? 1. Produzir sons com intenção de comunicar 2. Adquirir signos mais ou menos elaborados, destinados a comunicar. joaquim.coloa@gmai l .com
  52. 52. INTERAÇÕES Para quê? 3. Utilizar palavras. 4. Utilizar uma linguagem oral funcional. 5. Verbalizar de forma contextualizada a língua de uso quotidiano. 6. Utilizar meios aumentativos de comunicação. joaquim.coloa@gmai l .com
  53. 53. joaquim.coloa@gmai l .com Não há comunicação sem DIFERENÇA por isso a escola inclusiva é a escola da COMUNICAÇÃO e da DIVERSIDADE.
  54. 54. joaquim.coloa@gmai l .com Não há inclusão sem comunicação por isso a escola inclusiva é a escola da PARTICIPAÇÃO e do ENSINO COLABORATIVO.
  55. 55. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola em que os docentes do ensino regular se ENVOLVEM e LIDERAM.
  56. 56. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola em que se relativiza o patológico a categorização para se enfatizar o PEDAGÓGICO e a INTERAÇÃO.
  57. 57. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola que oferece EXPERIÊNCIAS DIVERSIFICADAS E RICAS.
  58. 58. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola em que TODOS SE ENVOLVERM.
  59. 59. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola onde O CURRÍCULO FAZ SENTIDO E É SENTIDO.
  60. 60. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola onde as ATIVIDADES SÃO PARA TODOS seja as atividades extracurriculares o apoio à família ou outras.
  61. 61. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola que desenvolve AVALIAÇÕES PARA AS APRENDIZAGENS e CERTIFICA todos os alunos.
  62. 62. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola onde se fazem APRENDIZAGENS COLABORATIVAS.
  63. 63. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva favorece as aprendizagens colaborativas em CONTEXTOS COMUNICACIONAIS RICOS.
  64. 64. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola que respeita a INDIVIDUALIDADE.
  65. 65. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola que valoriza as COMPETÊNCIAS mesmo as das rotinas diárias.
  66. 66. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola que recorre a ESTRATÉGIAS ESPECÍFICAS e socialmente integradas para a mudança de comportamentos.
  67. 67. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola que recorre a ESTRATÉGIAS ESPECIFICAS para o desenvolvimento de tarefas.
  68. 68. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é a escola que recorre à DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA.
  69. 69. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva INTEGRA AS INTERVENÇÕES ESPECÍFICAS em contextos naturais de aprendizagem.
  70. 70. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é uma escola que recusa medidas remediativas porque prefere ANTECIPAR E, OU REFORÇAR APRENDIZAGENS.
  71. 71. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é uma escola ONDE SE APRENDE com os pares.
  72. 72. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é uma escola que ESTABELECE PARCERIAS COM OUTRAS INTITUIÇÕES.
  73. 73. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é uma escola que CORRE RISCOS E SE (RE)INVENTA.
  74. 74. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é uma escola que equaciona A RIQUEZA DAS EXPLORAÇÕES MESMO AS MAIS IMPENSÁVEIS.
  75. 75. joaquim.coloa@gmai l .com A escola inclusiva é uma escola de SUCESSO PARA TODOS OS ALUNOS.

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