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Jornadas SER ESEN - Educar Sempre Excluir Nunca
Escola Emídio Navarro, Viseu – 7 de Março
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Alargamento de escolaridade
obrigatória.
O Decreto-Lei 3/2008
Artigo 14.º
Plano individual de tran...
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O CASO
da Portaria 275/A
Da NORMATIVIDADE.
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Os modelos organizacionais
e a gestão das escolas assim
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base na flexibilização do currículo e
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Desenvolveram-se aprendizagens para a vida?
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É como que uma bússola que aponta possíveis direções,
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1 – O que é relevante na história da pessoa? Qual a história da
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1. Quais são os objetivos do jovem?
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DA ESCOLA PARA O EMPREGO À PROCURA DE (IN)CONGRUÊNCIAS

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Comunicação realizada nas Jornadas SER ESEN - Educar Sempre Excluir Nunca na Escola Secundária Emídio Navarro, Viseu – 7 de Março de 2015

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DA ESCOLA PARA O EMPREGO À PROCURA DE (IN)CONGRUÊNCIAS

  1. 1. Joaquim.coloa@gmail.com Jornadas SER ESEN - Educar Sempre Excluir Nunca Escola Emídio Navarro, Viseu – 7 de Março ©IrenaBaker
  2. 2. Joaquim.coloa@gmail.com Alargamento de escolaridade obrigatória. O Decreto-Lei 3/2008 Artigo 14.º Plano individual de transição 1 - Sempre que o aluno apresente necessidades educativas especiais de carácter permanente que o impeçam de adquirir as aprendizagens e competências definidas no currículo deve a escola complementar o programa educativo individual com um plano individual de transição destinado a promover a transição para a vida pós-escolar e, sempre que possível, para o exercício de uma actividade profissional com adequada inserção social, familiar ou numa instituição de carácter ocupacional. Da NORMATIVIDADE.
  3. 3. Joaquim.coloa@gmail.com O CASO da Portaria 275/A Da NORMATIVIDADE.
  4. 4. Joaquim.coloa@gmail.com Os modelos organizacionais e a gestão das escolas assim como os processos pedagógicos. É necessário (RE)ORGANIZAR?
  5. 5. Joaquim.coloa@gmail.com Respostas individualizadas, com base na flexibilização do currículo e diferenciação pedagógica, para possibilitar delinear percursos de aprendizagens e ações de avaliação também individualizadas. É necessário (RE)ORGANIZAR?
  6. 6. Joaquim.coloa@gmail.com Sócio culturais das comunidades, mais ou menos alargadas, em que os alunos participam no que respeita a aprendizagens relevantes e funcionais. Pessoais no que respeita a aprendizagens significativas. Atenção às EXPETATIVAS?
  7. 7. Joaquim.coloa@gmail.com É necessário MAIS ESCOLA? Cursos Vocacionais. Formação em Cursos de Educação Formação (CEF)? Formação em Cursos Nacionais de Qualificação (CNQ)? Formação em Cursos Universitários?
  8. 8. Joaquim.coloa@gmail.com Desenvolveram-se aprendizagens para a vida? Desenvolveram-se oportunidades de comunicação e interação? Desenvolveu-se a auto afirmação? Ajudaram-se os alunos a consciencializarem-se de quem são? Ajudaram-se os alunos a potenciar o que sabem e o que querem fazer? É necessário MAIS ESCOLA?
  9. 9. Joaquim.coloa@gmail.com É necessário MAIS REDE? Fase da sondagem (áreas vocacionais)? Fase da especialização (formação específica) Inserção no mercado de trabalho
  10. 10. Joaquim.coloa@gmail.com Plano Individual de Transição (PIT) Planificação do processo de transição Consulta colaborativa Politicas e principais orientações (Nova Scotia. Department of Education. Student Services Division, 2005) A componente PROCESSO
  11. 11. Joaquim.coloa@gmail.com A componente PROCESSO O PIT é um trabalho em permanente evolução que deve ser monitorizado, Um processo de aprendizagem e crescimento tanto do aluno como dos profissionais e família. Um processo em rede que começa precocemente de modo colaborativo com outros profissionais e serviços.
  12. 12. Joaquim.coloa@gmail.com A TRANSIÇÃO não deve ser encarada como um acontecimento ocasional e demasiadamente datado. A componente PROCESSO (Autism Speaks Inc. Autism Speaks and Autism Speaks It’s Time To Listen & Design are trademarks owned by Autism Speaks Inc. All rights reserved, 2011)
  13. 13. Joaquim.coloa@gmail.com A componente PROCESSO Um processo focado em melhorar a realização acadêmica e funcional do aluno para facilitar a transição da escola para a vida pós escolar… Outros setores de ensino, e/ou outras escolas, formação profissional, emprego integrado (incluindo emprego protegido), atividades de participação independente e autónoma na comunidade, centros de atividades ocupacionais, cursos universitários,…
  14. 14. Joaquim.coloa@gmail.com Um processo PLANIFICADO Orientado para resultados. Focado nos pontos fortes e áreas de necessidade do aluno. Baseado em serviços de educação, emprego e outros serviços facilitadores de ações de instrução e de desenvolvimento de competências. (Autism Speaks Inc. Autism Speaks and Autism Speaks It’s Time To Listen & Design are trademarks owned by Autism Speaks Inc. All rights reserved, 2011)
  15. 15. Joaquim.coloa@gmail.com Competências: Académicas, vocacionais, profissionais e pessoais e sociais. Um processo PLANIFICADO
  16. 16. Joaquim.coloa@gmail.com de segurança e mobilidade o mais autónoma possível? fazer um telefonema? fazer a manutenção de uma casa? cuidar da roupa? fazer um orçamento? O propósito de COMPETÊNCIAS
  17. 17. Joaquim.coloa@gmail.com nutrição e culinária? fazer compras? higiene e saúde feminina ou masculina? afetividade e compreensão de alterações físicas? … /…? O propósito de COMPETÊNCIAS
  18. 18. Joaquim.coloa@gmail.com BOAS PRÁTICAS Planificação centrada na pessoa Envolvimento do alun@ Envolvimento da família Envolvimento da comunidade Identificação de um coordenador / gestor do processo Colaboração inter serviços PIT CENTRADO NA PESSOA 1. Prever uma planificação em equipa 2. Recolher informação 3. Desenvolver o PIT 4. Implementar o PIT 5. Avaliar o PIT (Nova Scotia. Department of Education. Student Services Division, 2005) O que é NECESSÁRIO?
  19. 19. Monitor no serviço Representante da direção da escola Joaquim.coloa@gmail.com O que é NECESSÁRIO? ALUNO EQUIPA DE DESENVOLVIMENTO DO PIT (Autism Speaks Inc. Autism Speaks and Autism Speaks It’s Time To Listen & Design are trademarks owned by Autism Speaks Inc. All rights reserved, 2011)
  20. 20. Joaquim.coloa@gmail.com Planos de Ação que expressam a pessoa concreta seja no que se refere aos seus sonhos como às suas escolhas. São planos de ação de todo um conjunto de pessoas que apoiam a participação da pessoa na definição do seu projeto de vida, do seu percurso individual e na solução de problemas. Apoiam a pessoa a aprender em contextos naturais e a usufruir de toda uma rede social que é próxima e “amiga”. Uma rede de apoio que contribui para a própria planificação da ação possibilitando, de forma mais realista, que determinada pessoa tenha controlo sobre os acontecimentos da sua vida diária. Um modelo de PLANIFICAÇÃO
  21. 21. Joaquim.coloa@gmail.com É como que uma bússola que aponta possíveis direções, hipóteses de caminhos futuros. Uma parte que fará sobressair aspetos importantes da vida da pessoa e ao mesmo tempo identificará aspirações futuras. São estas aspirações que servirão como fundamento para o desenvolvimento de todo o processo, um guião flexível com base no qual se desenvolve toda a ação projetada / planificada. É o mapeamento do que é a pessoa, dos seus sonhos e pesadelos, das suas crenças, desejos e vontades, dos seus talentos, forças e fragilidades, das oportunidades que se lhe apresentam e da forma como essas oportunidades se podem transformar em realidades de vida diária nomeadamente dos suportes requeridos. Um modelo de PLANIFICAÇÃO
  22. 22. Joaquim.coloa@gmail.com 1 – O que é relevante na história da pessoa? Qual a história da pessoa? 2 – Quem é a pessoa (todos os intervenientes devem escolher algumas palavras chave que possam definir a pessoa)? 3 – Quais os sonhos da pessoa? 4 – Quais os pesadelos ou medos da pessoa? Como evitar esses medos? 5 – Quais são as forças, dons e talentos da pessoa? Quais são as suas competências? 6 – Do que necessita a pessoa para concretizar os seus sonhos? 7 – De quem necessita a pessoa para concretizar os seus sonhos? 8 – Como concretizar o Plano de ação (responsabilidades, papéis e funções de cada um dos intervenientes) Um modelo de PLANIFICAÇÃO
  23. 23. Joaquim.coloa@gmail.com 1. Quais são os objetivos do jovem? 2. Quais as competências e comportamentos de que o jovem precisa para atingir estes objetivos? 3. Quais os programas comunitários, serviços e apoios disponíveis para apoiar estes objetivos? 4. Quais as responsabilidades que devem ser assumidas pelo jovem, pela escola, pelos diversos serviços de apoio, pelos serviços culturais e comunitários, e pela sua família para que o jovem possa atingir os seus objetivos? 5. Quais são as barreiras e carências existentes nos atuais programas, serviços e apoios que devem ser equacionados? Um modelo de PLANIFICAÇÃO
  24. 24. Joaquim.coloa@gmail.com © Громова-Кальминская Елена Apresentação disponível em: www.slideshare.net/jcoloa www.facebook.com/groups/244591468914345/

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