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Unidade de estudo 1

  1. 1. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 1/20 PLANEJAR A VIDA: APRENDER A APRENDER         PLANEJAR A VIDA: APRENDER A APRENDER         ROTEIRO DE ESTUDOS >> I ROTEIRO DE ESTUDOS   Olá, Pessoal! Esta unidade trata sobre a vida. Ato de existir, de estar no mundo com outros, de aprender, entre tantas outras questões que sempre irão nos remeter à nossa existência e portanto à vida e suas possibilidades. Nesse sentido, abrimos a disciplina de planejamento educacional motivados pela percepção de tudo o que nos cerca, considerando com isso que planejar requer tempo, reflexão, problematização, aprendizagem. Vamos então aprender a aprender e nisso olharmos para o mundo. O convite é de que a partir do "aprender a aprender" possamos articular outros movimentos necessários ao planejamento enquanto ato constante e necessário à vida do homem em sociedade. Desejamos a todos bons estudos! Profe. Karin e Tutor Eduardo
  2. 2. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 2/20 ROTEIRO DE ESTUDOS >> II Assista ao vídeo: Planejamento Educacional - Unidade 1 Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 1 ORGANIZANDO O SEU TEMPO... ORGANIZANDO O SEU TEMPO... Nesta unidade de estudos você terá uma série de recursos disponíveis para o seu aprendizado. Organize o seu tempo levando em conta todas as possibilidades do nosso material: Páginas de conteúdo (38 páginas); Vídeos; Fórum de discussão da unidade; Todos esses recursos foram disponibilizados para que você aproveite ao máximo os seus estudos. Divirta-se! Figura 1
  3. 3. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 3/20 DISPARADOR DISPARADOR Assista ao vídeo: Vida - Banda Sabor Brasil Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 2 O que pode ser mais emocionante do que a vida? E o que seria da vida sem os sonhos? Sem as possibilidades de organizar e planejar alguns passos? APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> I APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR Vamos iniciar nossa "conversa" buscando primeiro apurar a percepção de mundo de cada um. Esta disciplina inicia neste sentido. Vamos sair da "sala de aula" e pensar nos processos educativos a partir da lógica da complexidade. A complexidade integra o homem ao universo e entende primeiramente que o homem evolui com o universo. Estamos conectados a tudo e todos, pois o conhecimento é ao mesmo tempo biológico, cerebral, espiritual, lógico, linguístico, cultural, histórico, sendo indissociável da vida humana e das relações sociais (MORIN, 2004). Figura 2
  4. 4. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 4/20 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> II Vamos então PENSAR sobre a escola enquanto instituição responsável pela formação do pensamento sistêmico e orientado à formação do aluno: a.  De onde vem o conhecimento organizado pela escola? b.  Por que estamos falando de pensamento sistêmico? c.  Qual a relação entre conhecimento e pensamento? d.  Quais ações são possíveis na escola para que o ensino resulte em aprendizagem? e.  Que tipo de ensino oferecemos? f.  Que tipo de aprendizagem desejamos? Figura 3 Estas perguntas irão orientar nossos estudos nesta unidade. Cada uma delas vai exercitar nosso APRENDER A APRENDER, levando-se em conta sempre a percepção sobre a vida, sobre tudo e todos que nos cercam. Vamos lá pessoal! APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> O conhecimento organizado pela escola >> I O conhecimento organizado pela escola Vivemos em uma sociedade que hoje vem desenvolvendo-se em grande velocidade, isso frente as possibilidades de acesso à informação pelo uso da internet. Nesse século XXI, diversas descobertas científicas deram novo sentido à vida humana, sendo exemplo disso reportagens em revistas, jornais e telejornais sobre descobertas científicas que tem nas crianças o seu objeto de estudo. Além disso, novas ideias surgem a todo momento, como podemos ver na reportagem apresentada no vídeo ao lado. Assista ao vídeo: FANTÁSTICO: Novas tecnologias permitem deixar o futuro mais próximo do presente (03/01/10) Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 3
  5. 5. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 5/20 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> O conhecimento organizado pela escola >> II Figura 4 Esse foi o meu tema para dissertação de mestrado, na qual tratei sobre a infância na perspectiva dos discursos da ciência em matérias da revista Superinteressante. Os resultados apontados ao final do trabalho mostraram que a infância constitui-se como campo de estudo, mas também de intervenção, de uma série de especialistas, principalmente e quase que exclusivamente da área médica e paramédica. Essa é apenas uma dentre muitas manifestações sobre o valor do conhecimento, a capacidade produtiva de grandes multinacionais que detem de uma forma ou outra o capital intelectual, sobre o valor do capital intelectual, sobre a globalização e seus efeitos - dentre os quais a desigualdade social, os preconceitos raciais, a perda de uma identidade ética e cultural, o desemprego e a pobreza (ALARCÃO, 2001). APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> O conhecimento organizado pela escola >> III Neste contexto a escola tem sido historicamente a instituição autorizada a organizar e difundir uma série de conhecimentos selecionados em cada época. Com isso, busca-se sobretudo pelo desenvolvimento das pessoas em sociedade, pelo crescimento econômico e pela qualidade de vida. No entanto, podemos concordar com Bauman (2011) de que existe um alto índice de desigualdade entre ricos e pobres. E que tal divisão é profunda, dando "fortes demonstrações de que serão duradouras" (BAUMAN, 2011, p. 108).
  6. 6. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 6/20 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> O conhecimento organizado pela escola >> IV   Este é o cenário no qual a escola está inserida, em uma chamada "crise da educação" que tanto se discute e que parece atualmente ser uma crise diferente das anteriores. Isso considerando os desafios de nossos tempos, com uma diversidade de conhecimentos, de formas de acesso a eles e da percepção sobre o que fazer com eles!   APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Pensamento Sistêmico >> I Pensamento Sistêmico Figura 5 A escola é um lugar e contexto. É também um tempo de, segundo Alarcão (2001), desenvolver a aplicar capacidades tais como: memorização, observação, comparação, associação, raciocínio, expressão, comunicação, entre muitas outras que o ser-humano tem e utiliza em seu dia-a-dia. E sendo assim, ela organiza a vida, espelhando transformações que a sociedade vive. No entanto, a escola é fortemente marcada pela disciplina dos corpos e dos saberes, o que limita o tipo de conhecimento e a forma de circulação do mesmo.
  7. 7. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 7/20 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Pensamento Sistêmico >> II O pensamento sistêmico compreende a complexidade do universo e a relação entre diversos saberes na constituição do conhecimento e da relação do conhecimento com os aspectos práticos da vida do ser humano em sociedade. Ao tratarmos sobre o pensamento sistêmico estamos considerando que em sua complexidade a escola e outros espaços educativos estejam abertos ao diálogo, a descentralização do poder e portanto, no envolvimento de todos no trabalho conjunto. Isso resulta em um trabalho rico e contextualizado à uma educação voltada a qualidade de vida e formação de um sujeito proativivo em sociedade. Assista ao vídeo: Planejamento Educacional - Unidade 1 (vídeo 2) Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 4 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Pensamento Sistêmico >> III     O pensamento sistêmico é por si complexo e dinâmico. Podemos entendê-lo como sendo uma lente de um óculos que quando colocado amplia nossa visão de mundo. Permite olhar para longe, olhar sobre diversos ângulos, e também, por que não: de trocarmos as lentes, de partilharmos com outros os nossos óculos com todas as nossas experiências, o que viabiliza que se estabeleça um canal de diálogo entre diferentes formas de pensar, reconhecendo-se assim a complexidade do conhecimento (MARTINAZZO, 2004).  
  8. 8. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 8/20 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Conhecimento e Pensamento >> I Conhecimento e Pensamento Figura 6 Qual é a relação entre pensamento e conhecimento? A ciência explica! Sim, pode explicar a vontade, e é válido, pois a ciência parece ser o principal parâmetro seguido por todos nós para validar todo e qualquer tipo de conhecimento. É certo que nossos neurôneos fazem diversas conecções e que está provado que devemos exercitar a mente assim como exercitamos o corpo. Se parar: ENFERRUJA! APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Conhecimento e Pensamento >> II Assista ao vídeo: Pensamento complexo Edgard M. Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 5 Uma abordagem que nos interessa é a da teoria da complexidade, que revela uma maneira diferenciada de considerar tudo o que se relaciona à vida. Esta teoria tem sido estudada por diversos pesquisadores, mas certamente o nome que mais iremos lembrar e associar à complexidade é o de Edgar Morin. Considerando esta teoria associada aos processos educativos busca-se uma nova reconfiguração dos saberes, pois: "o objeto de conhecimento não pode cair prisioneiro de uma disciplina especializada ou de uma área enclausurada do saber, uma vez que tudo é complexo" (MARTINAZZO, 2004, p. 21).
  9. 9. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2=… 9/20 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Conhecimento e Pensamento >> III O conhecimento é algo sempre em aberto e portanto em construção, não sendo possível esgotá-lo. O que seria o mesmo que dizer que o homem não tem mais nada para criar. E se, o conhecimento não se esgota, assim também o pensamento. Este é uma atividade que do ponto de vista das ciências pode ser explicado a partir dos estudos sobre o cérebro. Registra-se hoje, por meio de exames sofisticados tudo o que se passa em nosso cérebro, inclusive as áreas que são estimuladas ao tentarmos resolver certas atividades. Assista ao vídeo: O Cérebro e a Neurociência Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 6 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Conhecimento e Pensamento >> IV   Assim, conhecimento e pensamento estabelecem uma estreita relação a partir de uma propriedade comum aos dois: são inesgotáveis. Outra questão é de que ambos não são estáticos, tendo sempre como princípio a atualização, para poder acompanhar a evolução do mundo. Estamos tratando do pensamento complexo e de sua estreita e singular relação com outro conceito a ser explorado: o rizoma.  
  10. 10. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 10/20 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Ensino que resulta em aprendizagem >> I Ensino que resulta em aprendizagem "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Quem ensina ensina alguma coisa a alguém" (FREIRE, 1996, p. 23). Vamos utilizar esta frase de Paulo Freire como um disparador que deve vir provocar em cada um a pensar: Como o ensino pode resultar em aprendizagem? Quem ensina? Quem aprende? Paulo Freire é um excelente guia para orientar algumas respostas a estas questões. Para ele, quanto mais criticidade se exerça na capacidade de aprender, mas se alcança o conhecimento. O conhecimento é uma descoberta. Poderiamos dizer que é como abrir uma janela e perceber o que ainda não havia sido percebido: uma cor, um cheiro, um movimento. Conhecimento é descoberta! Figura 7 APRENDER A APRENDER: PENSAR, VIVER, AGIR >> Ensino que resulta em aprendizagem >> II Figura 8 Ensinar e Aprender fazem parte da história da humanidade. O ser humano evoluiu a partir desses dois movimentos. E nesse sentido, questionar como o ensino pode resultar em boas aprendizagens significa verificar se o que se ensina tem sentido na vida daquele que aprende. A meta é de que os aspectos da aprendizagem na articulação do ensino/aprendizagem provoque naqueles que aprendem uma nova estrutura de aplicação da realidade. Quando mais contextualizado o ensino, maior a possibilidade de que ele resulte em uma aprendizagem significativa.
  11. 11. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 11/20 QUE TIPO DE ENSINO OFERECEMOS >> I QUE TIPO DE ENSINO OFERECEMOS Assista ao vídeo: Pink Floyd Another Brick In The Wall HD Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 7 Ao som do Pink Floyd, na música Another brick in the wall, a escola inglesa é mostrada como uma máquina que transforma toda a individualidade das crianças em estudantes sem rosto que são encaminhados por uma esteira a um moedor de carne. Cada um dos estudantes nada mais é do que um tijolo no muro, uma engrenagem da máquina. O ensino que oferecemos deve ser percebido e refletido a partir das ações macro que parametrizam todo o processo educativo em nosso país, em um grande mapa de projetos visionários que pretendem "salvar a educação"? QUE TIPO DE ENSINO OFERECEMOS >> II Por educação macro podemos compreender toda e qualquer ação que envolva políticas públicas que organizam o sistema de ensino. Como exemplo podemos citar: A legislação (LDB 9394/96, o Plano Nacional de Educação - PNE). As avaliações que medem o desempenho dos estudantes da educação básica (Prova Brasil e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica - Saeb). Os Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil e os Parâmetros Currículares Nacionais. Outros dispositivos utilizados pela federação, estados e municípios para organizar o ensino público e privado.     Clique no ícone  LDB Clique no ícone Prova Brasil Clique no ícone Referênciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Clique no ícone Plano Nacional de Educação
  12. 12. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 12/20 QUE TIPO DE ENSINO OFERECEMOS >> III Figura 9 Nesse ponto, vamos buscar por Paulo Freire, que nos diz que a educação é um ato político. E nisso, significar os movimentos de ruptura, de transgressão em favorecimento a uma educação em que "ensinar" não seja sinonimo de "transferir conhecimento", mas de criar possibilidades para sua produção. Além disso, o tipo de ensino que oferecemos se faz em outro tecido que não o Macro com seus dispositivos mais universais. Falaremos assim da educação menor, que é território habitado por alunos e professores (entre outros sujeitos): é o "chão de fábrica" - a escola e suas salas de aula, o dia-a-dia na prática. QUE TIPO DE APRENDIZAGEM DESEJAMOS >> I QUE TIPO DE APRENDIZAGEM DESEJAMOS Figura 10 Leis são formuladas no intuito de serem cumpridas. E sobre estas leis novas leis e regulamentos... e tudo nos leva crer que será perfeito. Mas o ato de aprender é dinâmico e plural. Nem todos aprendem no mesmo tempo, a partir dos mesmos recursos, das mesmas metodologias. Nem todos aprendem na série ou ano adequado aos anos de vida. Embora a legislação e todos os outros dispositivos procurem atender a essa pluralidade, ainda assim, para aprender é preciso transgredir.
  13. 13. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 13/20 QUE TIPO DE APRENDIZAGEM DESEJAMOS >> II   "Trata-se de opor resistência, trata-se de produzir diferenças. Desterritorializar. Sempre" (GALLO, 2008, p. 67). No entendimento de que na salas de aula e outros espaços educativos é que se desdobram as diretrizes políticas, são os atos cotidianos que podem vir providenciar o tipo de aprendizagem que desejamos. Notem bem - "podem vir", uma ação nunca definida como certa, pois a aprendizagem é uma via de mão dupla em que alunos e professores, entre outros personagens fazem trocas, debatem, pesquisam e assim produzem conhecimento.   QUE TIPO DE APRENDIZAGEM DESEJAMOS >> III Desta forma "não há possibilidade de atos solitários, isolados; toda ação implicará muitos indivíduos. Toda singularização será, ao mesmo tempo, singularização coletiva" (GALLO, 2008, p. 68). Isso porque o conhecimento é particular, cada um, embora conhecedor de um determinado assunto, aprendiz que frequenta o mesmo espaço educativo - irá subjetivamente produzir conhecimento a partir de suas experiências, de seu entendimento, de seu modo de ver. Assim, a aprendizagem que desejamos deve ser múltipla: rizomática.
  14. 14. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 14/20 QUE TIPO DE APRENDIZAGEM DESEJAMOS >> IV Fazer rizomas... Isso pode parecer estranho, a palavra em si não é comum em nosso dia-a-dia. Mas os rizomas estão por aí... espalhados pela natureza em formas diversas: O emaranhado de raízes de grama. As raízes de orquídea. Um ninho de vespas. Uma raíz de gengibre. E o que todos estes elementos naturais têm em comum? Assista ao vídeo: Planejamento Educacional - Unidade 1 (vídeo 3) Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 7 QUE TIPO DE APRENDIZAGEM DESEJAMOS >> V Em um rizoma não existem direções, rotas, classificações, graus de importância, início, fim. É um conjunto de infinitas possibilidades! Uma série de conexões que se "esparramam" em sentidos e profundidades que não podemos antecipar. Veja as raízes das orquídeas por exemplo! Nunca vamos encontrar uma exatamente igual, nem antecipar com certeza para que lado ou em que lugar ela irá se estender. Na educação pensada assim, vamos fazer rizomas com nossos alunos: e novamente perguntamos.. que tipo de aprendizagem queremos? E que tipo de ensino oferecemos? Figura 11 Não é possível antecipar para qual direção e em que lugar a raíz irá expandir-se. Assim são os rizomas!
  15. 15. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 15/20 QUE TIPO DE APRENDIZAGEM DESEJAMOS >> VI   Pensar em uma educação rizomática e colocá-la em prática requer planejamento. Romper a barreira das hierarquizações em que determinados conhecimentos parecem ser mais importantes e necessários do que outros. Um rizoma é transversal e múltiplo em seus sentidos, assume por um "aparente caos" que o conhecimento não pode ser considerado a partir de disciplinas (que o aprisionam). E nesse entendimento é que a disciplina de planejamento educacional vai prosseguir. Em um estudo sobre a aplicação do conceito de rizoma na organização do currículo escolar, considerando que o currículo é um espaço e lugar integrado por conhecimentos diversos, por pessoas e espaços físicos (dentro e fora da escola).   VAMOS NOS LANÇAR PARA A VIDA... UM CONVITE VAMOS NOS LANÇAR PARA A VIDA... UM CONVITE Nas próxima unidades iremos aprofundar as questões relacionadas ao rizoma e educação. Vamos na próxima unidade falar sobre a educação e e controle, convidando Michel Foucault para explicar os paralelos que existem entre a educação e alguns movimentos de controle orientados pela sociedade e adotados pela escola a partir da educação organizada de forma macro, por leis e outros dispositivos de controle. Por aqui encerramos esta primeira unidade, que nos dá a dimensão maior do ato de planejar: A VIDA! Assista ao vídeo: Planejamento Educacional - Unidade 1 (vídeo 4) Clique aqui para exibir em tela inteira Vídeo 8
  16. 16. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 16/20 FÓRUM DA UNIDADE 1 FÓRUM DA UNIDADE 1 Clique no ícone PRAZO: 02/03/2014 REVISANDO... REVISANDO... Parabéns, você chegou até o final da unidade de estudos. Antes de seguir para a próxima unidade, é interessante revisar se você aproveitou todos os recursos disponíveis que tivemos: Você acessou as páginas de conteúdo? (38 páginas) Assistiu aos Vídeos? Debateu com os colegas no fórum de discussão da unidade? Caso você já tenha acompanhado os materiais disponibilizados, agora você só precisa esperar até o início da próxima unidade para continuar seus estudos. Bom trabalho! Figura 12
  17. 17. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 17/20 Figura 1 Check. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=396> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 2 Conhecimento humano. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=398> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 3 Perguntas. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=399> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 4 Dissertação de mestrado da professora Karin Koenig. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=401> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 5 Além das fronteiras do pensamento. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php? url=402> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 6 Ferrugem. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=405> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 7 Gato. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=410> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 8 Fazendo biscoito. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=411> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 9 Paulo Freire. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=412> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 10 Paulo Freire. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=413> . Acesso em: Jan. de 2014. Figura 11 Raízes de orquídea. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=415> . Acesso em: Jan. de 2014. LISTA DE REFERÊNCIAS ­ FIGURAS >> I LISTA DE REFERÊNCIAS - FIGURAS LISTA DE REFERÊNCIAS ­ FIGURAS >> II
  18. 18. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 18/20 Vídeo 1 Planejamento Educacional - Unidade 1. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=395> . Acesso em: Jan. de 2014. Vídeo 2 Vida - Banda Sabor Brasil. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=397> . Acesso em: Jan. de 2014. Vídeo 3 FANTÁSTICO: Novas tecnologias permitem deixar o futuro mais próximo do presente (03/01/10) . Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=400> . Acesso em: Jan. de 2014. Vídeo 4 Planejamento Educacional - Unidade 1 (vídeo 2). Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=404> . Acesso em: Jan. de 2014. Vídeo 5 Pensamento complexo Edgard M. . Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php? url=406> . Acesso em: Jan. de 2014. Vídeo 6 O Cérebro e a Neurociência. Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=408> . Acesso em: Jan. de 2014. Vídeo 7 Planejamento Educacional - Unidade 1 (vídeo 3). Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=414> . Acesso em: Jan. de 2014. Vídeo 8 Vídeo: Planejamento Educacional - Unidade 1 (vídeo 4). Disponível em: <http://www.cnecead.com.br/amon/l.php?url=416> . Acesso em: Jan. de 2014. LISTA DE REFERÊNCIAS ­ VÍDEOS >> I LISTA DE REFERÊNCIAS - VÍDEOS LISTA DE REFERÊNCIAS ­ VÍDEOS >> II
  19. 19. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 19/20 REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS ALARCÃO, Isabel. A escola reflexiva. In: ALARCÃO, Isabel. Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto Alegre: Artmed, 2001. BAUMAN, Zygmunt. 44 cartas do mundo líquido moderno. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários á prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. GALLO, Sílvio. Deleuze & a Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. MARTINAZZO, Celso josé. A utopia de Edgar Morin: da complexidade à concidadania planetária.Ijuí: Ed. Unijuí, 2004. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2004. CRÉDITOS CRÉDITOS Professora: Ms. Karin Koenig Tutor: Esp. Eduardo Rangel Ingrassia Coordenadora do Curso: Ms. Mara Lúcia Salazar Machado Coordenadora CNEC EAD: Dra. Joyce M. Pernigotti Designer Instrucional: Deividi Schumacher Velho Audiovisual: Vinicius Edson Rosa Coord. Materiais: Esp. Paula Fogaça Marques Revisão Linguística: Dra. Cristina Maria de Oliveira Analista de Sistemas: Augusto Weiand Para referenciar este material utilize: KOENIG, Karin. Planejamento Educacional [Recurso Eletrônico]. Osório: CNEC EAD, 2014.
  20. 20. 21/2/2014 PDF de Unidade de Estudos de Unidade de Estudo 1 http://www.cnecead.com.br/amon/geraPDFHtml.php?course=113&temid=475&html=true&titulo=true&brlimite=30&qtosbr2… 20/20

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