O PRIMEIRO REINADO E AS
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A Constituição de 1824
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dissolvida, Dom Pedro reuniu o conselho de
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Restrições à Cidadania
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populares da política do país, por exigir
uma renda mínima para...
Confederação do Equador
• A Confederação do Equador foi um grande
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A Derrota dos Confederados
• A reação de D. Pedro I foi violenta. Com
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A Crise do Governo de D. Pedro I
• Então D. João recorreu ao uso de
moedas de cobre, o que facilitou a
falsificação, e a g...
A Abdicação do Imperador
• A impopularidade de D. Pedro I
se manifestava nos jornais. Um
dos principais Críticos, o
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Período Regencial (1831-1840)
• Sem parente para assumir o governo, a
Constituição de 1824, previu uma
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Os Partidos Políticos
Grupos Políticos do Brasil Regencial
 Liberais moderados:
• Aristocracia agrária, região das provín...
A Guarda Nacional
• A ausência de um monarca no governo
aumentou nas elites muitas rebeliões.
• Em 1831 o Padre Diogo Antô...
A Reforma Constitucional de 1834
• No dia 12 de agosto de 1834, os membros
da Câmara dos Deputados estabeleceram
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A Regência Una de Feijó
• Atendendo as condições do Ato Adicional de
1834, foram feitas eleições para que um novo
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As Revoltas Regenciais
• As manifestações contra o governo nas
províncias eram bastante comuns, mas
seus motivos eram bast...
Cabanagem
• A revolta ocorreu na antiga
província do Grão-Pará, no
norte do Brasil
• A província só conseguiu a
independên...
A Tensão Social que levou à Revolta
• Embora por causas diferentes, os cabanos e os
integrantes da elite local se uniram c...
O breve Governo dos Cabanos
• A elite local era extremamente ligada aos
portugueses. Em 1835, os cabanos
invadiram a capit...
A Revolta dos Malês
• A revolta dos Malês pode ser
compreendida como um conflito que
deflagrou oposição contra duas
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A Revolta dos Farrapos
• A revolta dos Farrapos, durou
dez anos e aconteceu na
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Sul. O movimento...
A Insatisfação com a Política de Impostos
• Os motivos para a eclosão da Revolta dos
Farrapos podiam ser resumidos em duas...
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atender a suas reivindicações, os
gaúchos partiram para a
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A Regência de Araújo Lima e o Golpe da Maioridade
● O regente Feijó estava com
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A Atual Organização do Estado Brasileiro
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1988 estabeleceu diversos
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O Primeiro Reinado e as Regências

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Nesta apresentação nosso grupo faz uma resumida apresentação do primeiro reinado e as regências, da história do Brasil, desde a Assembleia Constituinte de 1823 até a declaração da maioridade de D. Pedro II, passando pela Confederação do Equador, a derrota dos confederados, a abdicação do Imperador, o período Regencial, a reforma constitucional de 1834, a regência Una de Feijó, as revoltas regenciais, a cabanagem, o breve governo dos Cabanos, a revolta dos "Malês", a revolta dos farrapos e por ultimo a Regência de Araújo Lima e o Golpe da Maioridade. Esperamos com esta apresentação contribuir com o aprendizado de outros colegas estudantes.

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    1. 1. O PRIMEIRO REINADO E AS REGÊNCIAS Grupo: Ana Carolina Antônia Iva Gabriella Leal Luiza Líra Manuela Pessoa BRASIL Escola EIA Turma 8º A
    2. 2. A organização do Estado brasileiro  Adicione o primeiro marcador aqui  Adicione o segundo marcador aqui  Adicione o terceiro marcador aqui
    3. 3. A Assembleia Constituinte de 1823 A elaboração da constituição do Brasil de 1824 foi muito conturbada. Logo após a proclamação da independência do Brasil , por Dom Pedro I, em 7 de setembro de 1822, ocorreu um conflito entre radicais e conservadores na assembleia constituinte. A assembleia constituinte iniciou seu trabalho em 3 de maio de 1823, quando o imperador Dom Pedro I discursou sobre o que esperava dos legisladores. Entre os deputados constituintes havia 22 padres. Uma parte dos constituintes tinha orientação liberal-democrata: queriam uma monarquia que respeitasse os direitos individuais, delimitando os poderes do imperador.
    4. 4. A Constituição de 1824  Quando a Assembleia Constituinte foi dissolvida, Dom Pedro reuniu o conselho de estado para escrever a carta constitucional.  Em 25 de março, o imperador permitiu a primeira Constituição Brasileira.  A Carta Magna declarou que a monarquia era a principal forma de governo, e que os poderes eram divididos em 4 tipos: Executivo/Legislativo/Judiciário/Moderador  A constituição criou novas leis e dividiu os territórios em províncias.
    5. 5. Restrições à Cidadania • A Constituição afastou as camadas populares da política do país, por exigir uma renda mínima para votar. • Como a Constituição não falava nada sobre o direito do voto dos índios e das mulheres, elas foram impedidas de votar, pois já era costume, acreditar que as mulheres eram seres intelectualmente inferiores aos homens, e que só serviam para cuidar da casa e dos filhos.
    6. 6. Confederação do Equador • A Confederação do Equador foi um grande movimento revolucionário, de caráter separatista e republicano ocorrido em 1824 no Nordeste do Brasil .A revolta teve seu início na província de Pernambuco, porém, espalhou-se rapidamente por outras províncias da região (Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba). • Em Pernambuco, o movimento teve participação das camadas urbanas, elites regionais e intelectuais. A grande participação popular foi um dos principais diferenciais deste movimento.
    7. 7. A Derrota dos Confederados • A reação de D. Pedro I foi violenta. Com empréstimo da Inglaterra para armar as tropas comandadas por Francisco Lima e Silva, conseguiu conter a revolta. Mesmo os ataques por mar e por terra deflagrados pelos confederados não foram capazes de manter a república. • D. Pedro I instaurou um tribunal para julgar e condenar os participantes da Confederação do Equador. Vários dos líderes foram condenados à morte.
    8. 8. A Crise do Governo de D. Pedro I • Então D. João recorreu ao uso de moedas de cobre, o que facilitou a falsificação, e a grande oferta de moedas provocou a desvalorização da moeda e o aumento do custo de vida. • A crise interna foi agravada pela Guerra da Cisplatina, e pelas dificuldades econômicas Brasileiras.
    9. 9. A Abdicação do Imperador • A impopularidade de D. Pedro I se manifestava nos jornais. Um dos principais Críticos, o jornalista Líbero Badaró, foi assassinado, e D. Pedro I foi acusado de ser o mandante. • Os protestos contra o imperador se espalharam por várias cidades. As manifestações ficaram ainda mais acirradas, quando a oposição atacou as residências dos portugueses. O episódio ficou conhecido como A Noite das Garrafadas. • Em 1831 D. Pedro I abdicou ao trono em nome de seu filho Pedro II.
    10. 10. Período Regencial (1831-1840) • Sem parente para assumir o governo, a Constituição de 1824, previu uma regência formada por três membros nomeados pela Assembleia Geral. • Assembleia Geral nomeou três políticos para formar a Regência Trina Provisória. • E em 1831 deputados e senadores elegeram a Regência Trina Permanente.
    11. 11. Os Partidos Políticos Grupos Políticos do Brasil Regencial  Liberais moderados: • Aristocracia agrária, região das províncias do Centro- Sul do Brasil. • Limitação do poder do Imperador da Câmara e pelo Senado.  Liberais exaltados: • Camadas militares, médias, urbanas, comerciantes e rurais. Se concentram no Sul e nordeste. • Defendiam a autonomia política e econômica para as províncias.  Restauradores: • Grandes comerciantes, burocratas e militares. • Defendiam a volta de D. Pedro I ao poder.
    12. 12. A Guarda Nacional • A ausência de um monarca no governo aumentou nas elites muitas rebeliões. • Em 1831 o Padre Diogo Antônio Feijó conseguiu apoio da Assembleia Geral para criar a Guarda Nacional. • Composto de brasileiros entre 21 e 60 anos para cumprir as exigências. • A Guarda Nacional serviu principalmente às elites agrárias.
    13. 13. A Reforma Constitucional de 1834 • No dia 12 de agosto de 1834, os membros da Câmara dos Deputados estabeleceram mudanças que afetaram a Constituição de 1824. O chamado Ato Adicional ,aprovou uma série de mudanças que refletiam o novo cenário político experimentado. • Sem a intervenção do poder régio, as tendências políticas presentes, representadas pelas alas liberal e conservadora, tentavam se equilibrar no poder.
    14. 14. A Regência Una de Feijó • Atendendo as condições do Ato Adicional de 1834, foram feitas eleições para que um novo governo ficasse no poder. Superando a concorrência, o padre Diogo Antônio Feijó(liberais) tornou-se regente com muitos votos, mesmo que a maioria dos eleitores fossem conservadores.
    15. 15. As Revoltas Regenciais • As manifestações contra o governo nas províncias eram bastante comuns, mas seus motivos eram bastantes variados. • Desde 1833, parte da elite Cuiabana, se organizava na sociedade dos “Zelosos da independência”, formados por proprietários rurais, comerciantes, militares e profissionais liberai,que defendia a autonomia de mato grosso. • Eles eram divididos em 2 facções: A dos moderadores e dos exaltados. Em maio de 1834 se iniciaram as rebeliões. • Em outubro, eles foram derrotados pela aliança entre o governo regencial e o da província.
    16. 16. Cabanagem • A revolta ocorreu na antiga província do Grão-Pará, no norte do Brasil • A província só conseguiu a independência em 1823, por imposição do imperador • A sua economia, vinha da extração de produtos na floresta, como: guaraná, cacau, baunilha, castanha do Pará...
    17. 17. A Tensão Social que levou à Revolta • Embora por causas diferentes, os cabanos e os integrantes da elite local se uniram contra o governo regencial nesta revolta. O objetivo principal era a conquista da independência da província do Grão-Pará. • Os cabanos pretendiam obter melhores condições de vida ,já os fazendeiros e comerciantes, que lideraram a revolta, pretendiam obter maior participação nas decisões administrativas e políticas.
    18. 18. O breve Governo dos Cabanos • A elite local era extremamente ligada aos portugueses. Em 1835, os cabanos invadiram a capital e executaram o presidente da província. Com o extermínio do governo local, os cabanos iniciaram o seu primeiro governo, colocando no poder o fazendeiro Félix Clemente Malcher. O novo governo traiu o movimento demonstrando sua fidelidade ao governo português, inclusive reprimindo a revolta que o levou ao poder.
    19. 19. A Revolta dos Malês • A revolta dos Malês pode ser compreendida como um conflito que deflagrou oposição contra duas práticas comuns herdadas do sistema colonial português: a escravidão e a intolerância religiosa. Comandada por negros de orientação religiosa islâmica, conhecidos como malês, essa revolta ainda foi resultado do desmando político e da miséria econômica do período regencial.
    20. 20. A Revolta dos Farrapos • A revolta dos Farrapos, durou dez anos e aconteceu na província do Rio Grande do Sul. O movimento foi liderado pelos grandes proprietários de terras e criadores de gado. Um dos principais objetivos dessa elite era separar-se do restante do Brasil e fundar uma república independente
    21. 21. A Insatisfação com a Política de Impostos • Os motivos para a eclosão da Revolta dos Farrapos podiam ser resumidos em duas questões: crescente insatisfação da elite do Sul com a centralização das decisões e a falta de interesse do governo em atender às reivindicações dos sulistas.
    22. 22. Eclode a Revolta • Diante recusas do governo em atender a suas reivindicações, os gaúchos partiram para a rebelião. • Eles tiveram a ajuda de um Partido Liberal Exaltado, que defendiam o movimento armado contra o governo, e a proclamação da república no Rio Grande do Sul. • Em 1830 eclodiu o movimento. • Com o objetivo de pôr fim ao movimento o mais rápido possível, o governo regencial enviou tropas para a região e encontrou forte resistência por parte dos revoltosos. As tropas rebeldes eram compostas de homens brancos, de mulatos, índios e escravos.
    23. 23. A Regência de Araújo Lima e o Golpe da Maioridade ● O regente Feijó estava com dificuldades em conter as rebeliões, gerando muitas críticas. ● Os regressistas defendiam um poder central forte para acabar com as rebeliões. ● Progressistas defendiam maior autonomia para as províncias e limitação do poder moderador. ● Em 1837 Araújo Lima assumiu o governo, iniciando o Regresso Conservador. ● Em 1840, Araújo Lima aprovou a Lei Interpretativa do Ato Adicional. ● Em 23 de julho de 1840, foi declarada a maioridade de D. Pedro II para governar.
    24. 24. A Atual Organização do Estado Brasileiro • A Constituição Federal de 1988 estabeleceu diversos princípios que devem nortear a Administração Pública como estabelecendo uma República Federativa Presidencialista constituída por Estados, Distrito Federal e os municípios que obedecerá a esses princípios. • O Estado brasileiro está organizado em três poderes. O Judiciário O Legislativo O Executivo
    25. 25. Ana Carolina Antônia Iva Gabriella Leal Luiza Lira Manuela Pessoa Amorim Trabalho em Grupo do 8º ano A Escola EIA

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