O setor de obras raras e jornais da BPBL

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O setor de obras raras e jornais da BPBL

  1. 1. O SETOR DE OBRAS RARAS E JORNAIS DA BIBLIOTECA PÚBLICA BENEDITO LEITE E O PAPEL DO BIBLIOTECÁRI@ Djalda Muniz Dulce Hirli São Luís 2013 *
  2. 2. Objetivos e Metodologia A Biblioteca Pública Criação da BPBL-História O Setor de Obras Raras O Papel Bibliotecári@ no setor de obras raras e jornais. Resultados e Conclusão
  3. 3. OBJETIVOS Geral Refletir sobre a pesquisa no Setor de Obras raras da Biblioteca Pública Benedito Leite - BPPL, e o setor como local de preservação da memória cultural do Maranhão. Específicos - Estudar a história da formação do acervo de obras raras e jornais; - Analisar a sua utilização e importância para a pesquisa de estudiosos de diversas áreas; - Abordar a preservação da memória cultural através das pesquisas realizadas no setor. - Apresentar o papel do Bibliotecário dentro do contexto da pesquisa no acervo.
  4. 4. 1)Foi feito um estudo de caso de caráter histórico e exploratório com abordagem qualitativa. 2)A metodologia técnica empregada foi feita através de pesquisas bibliográficas para auxiliar na abordagem da pesquisa. 3)Entrevista semi-estruturada no dia 22 de fevereiro do presente ano à responsável pelo setor de obras raras e jornais da Biblioteca Pública Benedito Leite, Aline Nascimento e entrevista aberta com pesquisadores do setor após a reinauguração da BPBL. 4) Analise dos dados
  5. 5.  A biblioteca deve aglutinar várias funções como: reunir, organizar, preservar e disseminar informações para todos os públicos (ECO, 1987, p. 15) é o seu papel de disseminador da cultura na sociedade. Dentre os muitos setores de uma biblioteca pública encontra-se ‘o setor de obras raras e jornais’, o qual consiste, sobretudo, em construir e preservar a história do lugar no qual faz parte.
  6. 6.  Sua missão é a seguinte segundo a UNESCO (1951, p. 03):  1. Fornecer ao público informações, livros, material e facilidades diversas em vista de melhor servir aos interesses e de satisfazer às suas necessidades intelectuais;  2. Estimular a liberdade de expressão e favorecer uma crítica construtiva dos problemas sociais;  3. Dar ao homem uma formação que lhe permita exercer uma atividade criadora no quadro de coletividade e trabalhar no aperfeiçoamento de compreensão entre os indivíduos, entre os grupos e entre as nações;  4. Completar a ação dos estabelecimentos de ensino, oferecendo à população a possibilidade de continuar a se instruir.
  7. 7. Barão de Pindaré Benedito Leite Biblioteca Pública Benedito Leite até chegar a forma que a conhecemos hoje passou por diversas sedes. Iniciou-se com a Biblioteca Provincial, antecedida somente pela Biblioteca Pública da Bahia, sendo assim a segunda mais antiga do Brasil, projetada em 29 de setembro de 1829 e aberta ao público oficialmente em 3 de maio de 1831.
  8. 8. } A BPBL é realmente é um órgão preservador da memória cultural do nosso estado, através da quantidade da busca feita pelos pesquisadores que frequentam o setor por mês cerca de 400 a 450, no período de maior movimentação, pois sua grande parte trata-se de pesquisadores profissionais e pesquisadores acadêmicos nos diferentes níveis de estudo, sendo a maioria dos acadêmicos na área de História. É local onde se encontra a maioria, se não todas das informações culturais e histórica do Maranhão
  9. 9. REFERÊNCIAS: ARELANNO, Miguel Angel Márdero. As coleções de obras raras na biblioteca digital., Brasília Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação e Documentação) – Setor de Biblioteconomia e Informação, Universidade de Brasília. 1998. BRAGA, Maria de Fátima Almeida. Livros, folhetos, jornais, calendários e folhinhas , tudo à venda na botica de Padre Tezinho: práticas sociais e práticas de leitura nos anúncios dos jornais do século XIX (1820-1831). (Tese de doutorado em psicologia) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011.
  10. 10. CASTRO, Cesar Augusto; SILVA, Diana Rocha da; CASTELLANOS, Samuel Luis Velázques. A Biblioteca Pública do Maranhão como instituição educacional. In: Perspectivas em Ciência da Informação, v.16, n.3, p.255-269, jul/set. 2011. CHARTIER, R. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: UNESP, 1999. FERREIRA, R.G.M.P. A Biblioteca Pública “Benedito Leite” e a informação para a cidadania na sociedade da informação. 2000. 97 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Faculdade de Estudos Sociais Aplicados, Universidade de Brasília, Brasília.
  11. 11. MARANHÃO, Secretaria da Cultura. Politica de Coleção. Disponível em: <http://www.cultura.ma.gov.br/portal/bpbl/inde x.php?page=politicacolecao> Acesso em: 04/03/2013) MARTINS, W. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da bibli oteca. São Paulo: Ática, 2001. MATTAR, F. N. Pesquisa de marketing: edição compacta. São Paulo: Atlas, 1996. NÓBREGA, N. G. Acervos como memória do mundo (e sobre sua dinamização). Informare: Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 59-76, jan./jun.1999

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