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CONCLUSÃO
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REFERÊNCIAS
•ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. A ação cultural do bibliotecário: grandeza de um papel e
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Impactos na Sociedade. Londrina. 2002...
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O Bibliotecário e as tecnologias da informação: a reconstrução da identidade cultural a partir da ação cultural do profissional da informação

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Apresentação erebd-fortaleza-2014

  1. 1. O BIBLIOTECÁRIO E AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO: a reconstrução da identidade cultural a partir da ação cultural do profissional da informação Iraselma Costa Reis (UFMA); Djalda Maracira Castelo Branco Muniz (UFMA) E-mails: ira.selma@hotmail.com; ivetedjalda@hotmail.com
  2. 2. INTRODUÇÃO •Mudanças no perfil estrutural e cultural da sociedade. •Rousseau (1968, p.12) “o homem nasceu livre, e não obstante, está acorrentado em toda a parte”.
  3. 3. O motivo da escolha deste tema deve-se às modificações no comportamento dos indivíduos diante de seu relacionamento e interação no meio social, por meio das tecnologias de informação, uma vez que a comunicação mesmo sendo em rede e de muitos para muitos, de certa forma acaba sendo individual, já que não há uma interação pessoal e que ocorre em um ambiente fechado, fazendo-nos questionar sobre como o bibliotecário como agente cultural, deve agir diante de tais transformações. Nesse sentido o presente trabalho objetiva analisar a influência das tecnologias na identidade cultural, e a interação do bibliotecário como agente, frente a estas identidades
  4. 4. IDENTIDADE CULTURAL E TECNOLOGIAS DA INFORMÇÃO AS Para Santos (1987) consiste em duas definições. •A primeira esta voltada para a realidade social; •Já a segunda, centra-se na existência social. A identidade cultural, por sua vez, consiste em um conjunto de relações sociais estabelecidas pelos indivíduos e compartilhadas pelos membros de uma sociedade
  5. 5. A globalização consolidou nas sociedades a circulação e a constituição de novas identidades, desterritorializando as fronteiras, e hibridizando as culturas. Informação é termo que designa o conteúdo daquilo que permutamos com o mundo exterior ao ajustar-nos a ele, e que faz com que nosso ajustamento seja nele percebido. O processo de receber e utilizar a informação é o processo de nosso ajuste às contingências do meio ambiente e de nosso efetivo viver neste meio ambiente. (WIENER, 1967, p.17-18)
  6. 6. No cerne destas modificações, transformações e influencias nas identidades culturais está o bibliotecário, que deve atuar além de mediador, como agente cultural, que na visão de Almeida (1987, p.33), Busca a expressão e a criatividade dos indivíduos no grupo e na comunidade. Está ligada a ideia de transformação, de emancipação a partir da expressão. (...). Relaciona-se por outro lado, ao processo de educação coletiva, no momento em que desenvolve atividades práticas e em que abre espaço para a prática de informações e a discussão sobre tema de interesse do grupo.
  7. 7. O bibliotecário, deve reverter a situação, no sentido que este veja a informação não como um entrave de limitação na relação pessoal com o individuo, mais sim como uma oportunidade de ampliar ainda mais suas atividades, tornando a informação em poder, disseminando-a, utilizando as TICs como instrumento de estimulo ao consumo de informação, forcando desta maneira, o individuo a refletir seu comportamento dentro do contexto social.
  8. 8. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NO MEIO SOCIAL As Tic’s •Revolucionaram o mundo moderno; •Renovam-se com muita rapidez; •Modificou a sociedade consumista.
  9. 9. A SOCIEDADE ATUAL Nos anos sessenta do século passado, quando a sociedade seguia em direção a um novo modelo de organização, no qual o controle e otimização dos processos industriais eram substituídos pelo processamento e manuseio da informação como elemento decisivo para a economia.
  10. 10. O processo que uma nova tecnologia deflagra na demanda e desenvolvimento de novas habilidades. E cabe ao Bibliotecário acompanhar todo esse novo momento se adequando as novas tecnologias da informação e comunicação.
  11. 11. A sociedade moderna a qual denominada como ‘Sociedade da informação’ é determinada pela integração das tecnologias de informação e de comunicação à vida social, profissional e privada, junto com a percepção da informação como fator estruturante da sociedade e insumo básico de produção seja ela intelectual, cultural e econômica (Lucena, 1998).
  12. 12. 3.1 AÇÃO CULTURAL DO PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO A importância, dinamizar, divulgar, preservar, como de incentivar o processo de produção cultural e o desenvolvimento educacional é uma das competências a serem desenvolvidas pelo profissional bibliotecário.
  13. 13. A ação cultural é uma contribuição educativa, a mesma produz o seu caráter transformador na realidade social, onde os indivíduos tornam-se sujeitos da cultura e criação de novos conhecimentos.
  14. 14. A biblioteca apresenta um novo papel na sociedade, inclusive educacional, não podendo ficar mais isolada e estática, e sim, trabalhar no desenvolvimento de ambientes que promovam a capacidade do usuário no acesso a informação e produção de novos conhecimentos.
  15. 15. CONCLUSÃO Concluímos que somente a graduação não capacita o profissional da informação para aplicar na sociedade a ação cultural, esta aprendese diretamente convivendo na sociedade em um ambiente que não tem paredes, é expansivo, amplia-se, toma novos rumos e que seu domínio não é possível. Destacamos o papel deste profissional dentro das suas diversas áreas de atuação, sua importância para o desenvolvimento não só das unidades de informação mais da sociedade em que atua e das grandes possibilidades de crescimento profissional e o consequente destaque na sociedade como o que pode interferir de forma decisiva no meio em que atua.
  16. 16. REFERÊNCIAS •ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. A ação cultural do bibliotecário: grandeza de um papel e limitações da prática. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 4, n. 20, p.31-38, 09 fev. 1987. jan/dez. • •BORGES, Mônica Erichsen Nassif. A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento. Ciência da Informação. Brasília, DF, v. 24, n. 2, p. 100-115, jan./jun. 1995. Disponível em: <http://www.cionline.com.br> Acesso em: 15 set. 2013. • •DOCTOR, Ronald D. Social equity and information technologies: moving toward information democracy. Annual Review of Information Science and Technology, v. 27, p. 43-96, 1992. • •LIMA, Gercina Ângela Borém de O; PINTO, Líliam Pacheco; LAIA, Marconi Martins de. Tecnologia da Informação: impactos na sociedade. Inf.Inf., Londrina, v. 7, n. 2, p.75-94, jul-dez. 2002. Disponível: http://www.repositorio.fjp.mg.gov.br/bitstream/123456789/95/1/Tecnologia%20da%20Informa%C3%A7 %C3%A3o%20impactos%20na%20sociedade.pdf. Acessado em: 08/09/2013.
  17. 17. •LIMA, Gercina A.B.O.; PINTO, Líliam P.; LAIA, Marconi M. Tecnologias da Informação: Impactos na Sociedade. Londrina. 2002. • •LUCENA, Carlos José Pereira, CAMPOS, Ivan Moura, MEIRA, Silvio Lemos (Eds.). Ciência e tecnologia para a construção da sociedade da informação no Brasil. Brasília: CNPq/IBICT, São Paulo: Instituto UNIEMP,1998. • •ROUSSEAU, Jean-Jacques. O Contrato Social. Rio de Janeiro: Publicações Brasil Editora, 1968. Originalmente publicado em 1762. • •SANTOS, José Luiz dos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 1987. • •TUBELLA, Imma. Televisão e internet na construção da identidade. In: CASTELL, Manuel; CARDOSO, Gustavo (org). A sociedade em rede: do conhecimento à ação política. Lisboa: Imprensa Nacional-casa da Moeda, 2005. Cap. 5, p. 281-290. • •WIENER, Norbert. Cibernética e Sociedade. São Paulo: Editora Cultrix, 1967.

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