Tipagem1

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Tipagem1

  1. 1. ESCOLA ESTADUAL CAMILO BONFIM CAMAPUÃ – MS MAIO/ 2010
  2. 2. ESCOLA ESTADUAL CAMILO BONFIM CAMAPUÃ-MS
  3. 3. DIRETOR Heliomar Lopes de Freitas
  4. 4. VICE-DIRETOR ANDRÉ LUIZ MESQUITA
  5. 5. COORDENADORA PROF: ELIZA REGINA DE VASCONCELOS
  6. 6. COORDENADOR FELIX LOPES FILHO
  7. 7. PROFESSORA RESPONSÁVEL PELO PROJETO. Gelva Wellitania
  8. 8. ESCOLA ESTADUAL CAMILO BONFIM Diretor: Heliomar Lopes de Freitas Diretor adjunto: André Luiz Mesquita Ferreira Coordenadores: Eliza Regina de V. Lopes e Félix Lopes Filho Professora: Gelva Wellitania H. C. Bonfim Enfermeira: Ademarli Rodrigues de Brito Bioquímicos: Dra Rosy Schumacher e Dr Ricardo Oliveira Azambuja Sala de Tecnologia: Ivanildo Oliveira e Sueli Ramos CAMAPUÃ – MS MAIO/ 2010
  9. 9. APRESENTAÇÃO O presente trabalho vem esclarecer os alunos sobre o sangue como fluido da vida. Relaciona-se a eles tema de importância na vida escolar e cotidiana como sistema ABO e o fator Rh e também a relação de ser um doador voluntário e solidário com a vida do próximo através das transfusões sanguínea. Os alunos que farão parte do projeto são alunos do Ensino Médio 2ºA, 2ºB, 3ºA, 3ºB matutino e 1ºF, 2ºC e 3ºC noturno, pois com os mesmo estou trabalhando com a matéria de transfusões sanguíneas e tipagem sanguínea na disciplina de Biologia.
  10. 10. INTRODUÇÃO Na espécie humana, existem cerca de vinte sistemas de classificação dos grupos sanguíneos. Vamos analisa apenas os dois principais que fazem parte da vida dos seres humanos o ABO e Rh, cuja herança é um dos fatores de grande importância em nossas vidas. As hemácias humanas pode ocorrer outro antígeno, conhecido como fator Rh. Atualmente, sabe-se que não se trata de apenas um fator, mas de um grupo de fatores, razão pela qual se costuma falar em sistema Rh. A expressão Rh foi tirada das duas primeiras letras do nome de uma espécie de macaco na qual esse fator foi inicialmente estudado: rhesus.( Esse macaco é classificado atualmente como Macaca mullata.) As pessoas que possuem esse fator são chamadas Rh positivo (Rh+) e as que não o possuem são chamadas Rh negativo (Rh-) . (SONIA LOPES, 2005). Preferencialmente, as transfusões devem ser feitas entre pessoas de sangues iguais, pois o antígeno do doador precisa ser compatível com o antígeno do receptor. (MACHADO, 2003). Ao nascer, o indivíduo não possui aglutinina anti-Rh. Se um indivíduo Rh negativo, que nunca foi exposto ao sangue Rh positivo, receber uma transfusão incompatível, não haverá reação antígeno-anticorpo. Entretanto, depois de algumas semanas, o sistema imunológico já terá produzido uma quantidade suficiente de aglutininas anti-Rh capaz de, numa próxima transfusão incorreta, provocar aglutinação e destruição das hemácias recebidas. (MACHADO, 2003).
  11. 11. INTRODUÇÃO Uma doença provocada pelo fator Rh é a eritroblastose fetal, caracterizada pela destruição das hemácias do feto ou do recém-nascido, podendo levar a criança à morte. A eritroblastose fetal só ocorre quando mulheres Rh- têm filho Rh+ , o que pode acontecer quando o pai é Rh+. Durante a gestação ocorre a passagem, através da placenta, apenas do plasma da mãe para o sangue do filho e vice-versa. Entretanto, durante o parto, quando a placenta se descola do útero, os capilares deste se rompem, permitindo a passagem de hemácias do feto para o sangue da mãe. Se o filho é Rh+, ele possui nas hemácias fator Rh que, ao entrar em contato com o sangue da mãe Rh-, estimula a produção do anticorpo anti-Rh, que fica no plasma da mãe. (SONIA LOPES, 2005). Faremos com os alunos uma aula prática demonstrando o processo de uma tipaagem sanguínea com a orientação da Dra. Rosy Schumacher Bioquímica do posto de saúde desta cidade. E uma palestra feita pela professora de Biologia Gelva Wellitania sobre a importância de ser um doar de sangue, pois a mesma já trabalha nesta Escola
  12. 12. JUSTIFICATIVA Á falta de esclarecimento e oportunidade que os alunos do período matutino e noturno do Ensino Médio possuem quanto ao próprio tipo sanguíneo. Faz-se também necessário pensar na conscientização dos alunos em serem doadores voluntários de sangue e a necessidade real do mesmo.
  13. 13. OBJETIVO GERAL Esclarecer os vários tipos sanguíneos, mostrando a cada passo o processo da coleta até a tipagem sanguínea, com a importância do mesmo para as transfusões sanguíneas e a necessidade de serem doadores voluntários e apresentar as demais doenças relacionadas ao sangue que são prejudiciais aos seres humanos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ministrar aos alunos na sala de aula a teoria da matéria sobre a herança do grupo sanguíneo e transfusão de sangue; Conscientizar em forma de palestras explicativas sobre todo o procedimento que devemos fazer para sermos doadores voluntários de sangue; Montar uma amostragem da retirada do sangue até a tipagem sanguínea realizada com um número total aproximado de 120 alunos entre os dois períodos, pela orientação da enfermeira Ademarli e os bioquímicos Dra Rosy Schumacher e Dr Ricardo Oliveira Azambuja. Registrar todo o projeto através de fotos e vídeo finalizará com as entregas das carteirinhas que são produzidas em um período de um mês e gratuitas aos alunos.
  14. 14. METODOLOGIA Sala de Tecnologia; Data show; Computador; Material para extrair o sangue; Técnicos de laboratórios e bioquímicos; Panfletos explicativos sobre doar sangue; Reagentes anti-A, anti-B e anti-D; Como início do desenvolvimento do projeto esclarecido em aula teórica, e foi encaminhado um ofício à Secretaria de Saúde do Município de Camapuã, solicitando aos bioquímicos para a realização dos testes de tipagem sanguínea e ao mesmo tempo um esclarecimento sobre as doações sanguíneas. A tipagem é a determinação do tipo sanguíneo de uma pessoa. Amostras de sangue são colocads em cada extremidade da lâmina e misturadas com duas gotas do soro anti-A e do soro anti-B. Se ocorrer aglutinação somente com o soro anti-A, o indivíduo será classificado como do grupo sanguíneo. Se ocorrer aglutinação nas duas extremidades, o indivíduo será classificado como do grupo sanguíneo AB. (MACHADO, 2003). Documentos pessoais dos alunos para o preenchimento da ficha de identificação. Com todos os materiais citados fizemos três demonstrações da tipagem sanguínea de alunos que não sabiam seu tipo sanguíneo, com isso, demonstraram uma gratificação muito grande com a realização do projeto.
  15. 15. CRONOGRAMA No dia 06/05/10 à 07/05/10 – foi realizado nas dependências da Escola aulas teóricas em sala de aula No dia 13/05/10 – aula prática, palestra e a retirada do sangue junto com a tipagem sanguínea. No dia 14/05/10 – finalização da escrita do projeto e implantação das fotos. No dia 10/06/10 – entrega das carteirinhas aos alunos.
  16. 16. AVALIAÇÃO Os alunos serão avaliados: com um relatório individual; comportamento; participação; produção de cartazes de conscientização sobre a importância de se saber o seu tipo sanguíneo e de ser um doador voluntário e solidário a nossa comunidade e os dos demais alunos.
  17. 17. BIBLIOGRAFIA Lopes, Sônia Godoy Bueno Carvalho, Biologia: volume único: completo e atualizado – 1ª ed – São Paulo: Saraiva. 2005. Doar Sangue - Preserve a vida. Ministério da Saúde Governo do Estado do Mato Grosso do Sul – Secretaria de Saúde Centro de Hematologia e Hematerapia de “josé Sacaff”. Machado, Sídio. Biologia para e Ensino Médio: volume único/ Sídio Machado – São Paulo: Scipione, 2003. – ( Coleção De olho no mundo do trabalho).

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