Hipertensão Arterial

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Hipertensão Arterial

  1. 1. 17/04/14
  2. 2. CONCEITUAÇÃOCONCEITUAÇÃO A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condiçãoA hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados eclínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Associa-sesustentados de pressão arterial (PA). Associa-se frequentemente a alterações funcionais e/ou estruturaisfrequentemente a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasosdos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e as alterações metabólicas, comsanguíneos) e as alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventosconsequente aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não-fatais.cardiovasculares fatais e não-fatais. 3
  3. 3. Como um fator de risco a hipertensão contribui para aComo um fator de risco a hipertensão contribui para a velocidade em que a placa aterosclerótica se acumula dentrovelocidade em que a placa aterosclerótica se acumula dentro das paredes artérias, levando a um aumento da tensãodas paredes artérias, levando a um aumento da tensão sanguínea nossanguínea nos vasos, capaz de comprometer a irrigaçãovasos, capaz de comprometer a irrigação tecidual e provocar danos aos órgãos – alvo, como o coração,tecidual e provocar danos aos órgãos – alvo, como o coração, rins, cérebro e olhos. As consequências usuais da hipertensãorins, cérebro e olhos. As consequências usuais da hipertensão prolongada e descontrolada são o infarto do miocárdio,prolongada e descontrolada são o infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidentes vascularesinsuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidentes vasculares cerebrais e comprometimento da visão.cerebrais e comprometimento da visão. 4
  4. 4. D o r e s d e c a b e ç a , h e m o r r a g i a n a s a l , c a n s a ç o e x c e s s i v o , p o d e m s e r a l g u n s . Q u a n t o à s c o n s e q u ê n c i a s a l g u m a s p o d e m s e r b a s t a n t e g r a v e s t a i s c o m o : Acidente vascular cerebral, crise isquemica transitória, manifestada por alterações na visão ou na fala, tontura, fraqueza, uma queda súbita ou paralisia temporária em um lado (hemiplegia). 5
  5. 5. A hipertensão é maisA hipertensão é mais comum em pessoascomum em pessoas da raça negrada raça negra Algumas pessoas herdam aAlgumas pessoas herdam a predisposição à hipertensãopredisposição à hipertensão arterial, que pode apresentar-searterial, que pode apresentar-se em vários membros de umaem vários membros de uma família.família. O envelhecimentoO envelhecimento aumenta o risco daaumenta o risco da hipertensão arterialhipertensão arterial em ambos os sexos.em ambos os sexos. 6
  6. 6. 7
  7. 7. Não esta diretamente ligado áNão esta diretamente ligado á hipertensão arterial, porém é um fatorhipertensão arterial, porém é um fator de risco em doença cardiovasculares.de risco em doença cardiovasculares. (Cloreto de sódio), pode facilitar e(Cloreto de sódio), pode facilitar e agravar a hipertensão.agravar a hipertensão. 8
  8. 8. O uso abusivo de bebidasO uso abusivo de bebidas alcoólicas se associa aalcoólicas se associa a hipertensão arterial.hipertensão arterial. A vida sedentária contribui para oA vida sedentária contribui para o excesso de peso.excesso de peso. 9
  9. 9. Excesso de trabalho,Excesso de trabalho, angustia, preocupações eangustia, preocupações e ansiedade, podem seransiedade, podem ser responsáveis pela elevaçãoresponsáveis pela elevação da pressão arterial.da pressão arterial. 10
  10. 10. Não medicamentosoNão medicamentoso ou mudanças no estiloou mudanças no estilo de vida.de vida. MedicamentosoMedicamentoso 11
  11. 11. o Criança; o Idosos; o Obesos; o Gestantes. 12
  12. 12. Classificação Percentil* para PAS e PAD Frequência de medida da pressão arterial Normal PA < percentil 90. Reavaliar na próxima consulta medica agendada. Limítrofe PA entre percentis 90 a 95 ou se PA exceder 120/80 mmHg sempre < percentil 90 ate < percentil 95. Reavaliar em 6 meses. Hipertensão estagio 1 Percentil 95 a 99 mais 5 mmHg. Paciente assintomático: reavaliar em 1 a 2 semanas; se hipertensão confirmada encaminhar para avaliação diagnostica. Paciente sintomático: encaminhar para avaliacao diagnostica Hipertensão estagio 2 PA > percentil 99 mais 5 mmHg. Encaminhar para avaliação diagnostica. Hipertensão do avental branco PA > percentil 95 em ambulatório ou consultório e PA normal em ambientes não-relacionados a pratica clinica Tabela 1 – Classificação da pressão arterial para crianças e adolescentes (modificado do The Fourth Report on the Diagnosis, Evaluation and Treatment of High Blood Pressure in Children and Adolescents). * Para idade, sexo e percentil de estatura
  13. 13. Sitolica Diastolica Seguimento < 130 < 85 Reavaliar em 1 ano Estimular mudanças de estilo de vida 130–139 85–89 Reavaliar em 6 meses*** Insistir em mudanças do estilo de vida 140–159 90–99 Confirmar em 2 meses*** Considerar MAPA/MRPA 160–179 100–109 Confirmar em 1 mes*** Considerar MAPA/MRPA ≥ 180 ≥ 110 Intervenção medicamentosa imediata ou reavaliar em 1 semana*** Tabela 2 – Recomendações para o seguimento: prazos máximos para reavaliação *Modificar o esquema de seguimento de acordo com a condição clínica do paciente. ** Se as pressões sistólicas ou diastólicas forem de estágios diferentes, o seguimento recomendado deve ser definido pelo maior nível de pressão. *** Considerar intervenção de acordo com a situação clínica do paciente (fatores de risco maiores, doenças associadas e lesão em órgãos-alvo).
  14. 14. Classificação Pressao sistolica (mmHg) Pressao diastolica (mmHg) Ótima < 120 < 80 Normal < 130 < 85 Limítrofe* 130–139 85–89 Hipertensão estagio 1 140–159 90–99 Hipertensão estagio 2 160–179 100–109 Hipertensão estagio 3 ≥ 180 ≥ 110 Hipertensão sistólica isolada ≥ 140 < 90 Tabela 3 - Classificação da pressão arterial de acordo com a medida casual no consultório (> 18 anos). Quando as pressões sistólica e diastólica situam-se em categorias diferentes, a maior deve ser utilizada para classificação da pressão arterial. * Pressão normal-alta ou pré-hipertensão são termos que se equivalem na literatura.
  15. 15. oEfeito do avental branco; oHipertensão; oNormotensão verdadeira; oHipertensão sistólica isolada; oHipertensão do avental branco; oHipertensão mascarada. 16
  16. 16. 17
  17. 17. OCORAÇÃOTRABLHA EMDOIS TEMPOSOCORAÇÃOTRABLHA EMDOIS TEMPOS Quando se dilata (sístole) enche-se de sangue Quando se contrai (diástole) expulsa o sangue SÍSTOLE DIASTOLE Graças a esses movimentos de contração e dilatação o sangue circulaGraças a esses movimentos de contração e dilatação o sangue circula permanentemente pelos vasos sanguíneos (artérias e veias).permanentemente pelos vasos sanguíneos (artérias e veias). 18
  18. 18. MáximaMáxima MínimaMínima Chamada de sistólica, é exercida peloChamada de sistólica, é exercida pelo batimento cardíaco no memento em quebatimento cardíaco no memento em que o ventrículo esquerdo ejeta o sangueo ventrículo esquerdo ejeta o sangue através da artéria aorta. O termo sistólicaatravés da artéria aorta. O termo sistólica refere-se a sístole que é a fase derefere-se a sístole que é a fase de contração do ventrículo esquerdo dacontração do ventrículo esquerdo da ejeção de um volume de sangue (debitoejeção de um volume de sangue (debito cardíaco).cardíaco). Chamada de diastólica, é aChamada de diastólica, é a pressão que estápressão que está continuamente presente nascontinuamente presente nas artérias, na fase deartérias, na fase de relaxamento (diástole) erelaxamento (diástole) e enchimento do ventrículo.enchimento do ventrículo. 19
  19. 19. O s a n g u e c i r c u l a p e l o c o r p o h u m a n o g r a ç a s a o e f e i t o i m p u l s o r d o c o r a ç ã o . . . . . . Q u e a t u a c o m o s e f o s s e u m a b o m b a . M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 20
  20. 20. Os níveis pressóricos considerados ÓTIMOS são 120/80 mmHgOs níveis pressóricos considerados ÓTIMOS são 120/80 mmHg Segundo as V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão ArterialSegundo as V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial
  21. 21. oHipertensão sistólica isolada (HSI); oHipertrofia ventricular esquerda; oSíndrome metabólica (SM); oDiabéticos; oDoença arterial periférica (DAP); oCurva J. 22
  22. 22. 23
  23. 23. São necessários de 3 a 6São necessários de 3 a 6 aferições elevadas realizadasaferições elevadas realizadas em dias diferentes, o pacienteem dias diferentes, o paciente considerado hipertenso é aqueleconsiderado hipertenso é aquele que apresenta a sua pressãoque apresenta a sua pressão arterial elevada frequentementearterial elevada frequentemente e durante vários períodos do dia.e durante vários períodos do dia. Primeiro, para o indivíduo saber se é hipertenso,Primeiro, para o indivíduo saber se é hipertenso, basta medir sua pressão arterialbasta medir sua pressão arterial . 24
  24. 24. Sendo hipertenso, com um tratamento adequado, pode-se controlar a pressão arterial levando o paciente a ter uma vida absolutamente normal. Esse tratamento poderá estender-se por toda a vida. Nos casos em que o indivíduo não possa curar-se. 25
  25. 25. A Alimentação é um fator muito importante no tratamento e prevenção da hipertensão. 26
  26. 26. SEGUNDO: Reduzir a ingestão de alimentos com muitas calorias e diminuir os alimentos ricos em gordura animal. PRA COMEÇAR: Fugir do sal.Fugir do sal. 27
  27. 27. TERCEIRO: Prefirir alimentos frescos. E que tenham pouco sal. QUARTO: Relaxar! Muitas pessoas conseguem controlar sua pressão apenas com alimentação apropriada. 28
  28. 28. - Frutas frescas e sucos; - Verduras frescas; - Aves; - Pescados; - Carnes magras; - Cereais. RECOMENDADOS ALIMENTOS 29
  29. 29. N Ã O R E C O M E N D A D O S - F r i t u r a s - C r e m e d e l e i t e - M a i o n e s e - F r i o s - E m b u t i d o s ( s a l s i c h a , l i n g u i ç a , p r e s u n t o , m o r t a d e l a , s a l a m e , c o p a , e t c . ) - B a n h a - E n l a t a d o s A L I M E N T O S M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 30
  30. 30. D e v e - s e p a r a r t o t a l m e n t e d e u s a r b e b i d a a l c o ó l i c a . M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 31
  31. 31. 32
  32. 32. N o t e b e m , o s e x e r c íc i o s f ís i c o s d e v e m s e r o r i e n t a d o s p e l o m é d i c o p a r a q u e n ã o s e j a m p r e j u d i c i a i s . E x e r c íc i o s q u e e x i j a m g r a n d e s e s f o r ç o s f ís i c o s n ã o s ã o r e c o m e n d a d o s . M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 33
  33. 33. PRATIQUE Caminhada pelo bairro...Caminhada pelo bairro... 34
  34. 34. P o r s i s ó , e l e s n ã o d i m i n u e m a t e n s ã o a r t e r i a l , m a s c o n t r i b u e m p a r a r e d u z i r o e x c e s s o d e p e s o . C o n s e r v a r o b o m e s t a d o d o c o r a ç ã o e a r t é r i a s , a l i v i a r o e s t r e s s e f a v o r e c e r o r e l a x a m e n t o . M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 35
  35. 35. 36
  36. 36. Derrame Cerebral Diminuição da visão por lesões na retina Lesão nas artérias Dano sério nos rins Desgaste acelerado no coração por Doenças no Coração (infarto, insuficiência cardíaca e arritmias) 37
  37. 37. “ A u m e n t o d a m a s s a m u s c u l a r d o c o r a ç ã o . “ I S T O É R U I M ! C O N S E Q U Ê N C I A D A P R E S S Ã O A L TA M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 38
  38. 38. 39
  39. 39. C O N S E Q U Ê N C I A D A P R E S S Ã O A L TA “ D a n o s é r i o n o s r i n s . “ M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 40
  40. 40. C O N S E Q U Ê N C I A D A P R E S S Ã O A L T A “ A u m e n t a o r i s c o d e d e r r a m e “ M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 41
  41. 41. C O N S E Q U Ê N C I A D A P R E S S Ã O A L TA “ D i m i n u i ç ã o d a v i s ã o . “ M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 42
  42. 42. P a r a f i n a l i z a r, f a l a r e m o s s o b r e o s m e d i c a m e n t o s q u e d e v e r ã o s e r i n d i c a d o s p e l o m é d i c o , p o i s c a d a c a s o é u m c a s o . N ã o v á t o m a r r e m é d i o s q u e d i m i n u e m a p r e s s ã o a r t e r i a l p o r c o n t a p r ó p r i a , h é i n ? M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 43
  43. 43. Objetivos O objetivo primordial do tratamento da hipertensão arterial é a redução da morbidade e da mortalidade cardiovasculares. Assim, os anti-hipertensivos devem não só reduzir a pressão arterial, mas também os eventos cardiovasculares fatais e não fatais, e, se possível, a taxa de mortalidade. 44
  44. 44. o Ser eficaz por via oral.Ser eficaz por via oral. o Ser bem tolerado.Ser bem tolerado. o Permitir a administração em menor número possível dePermitir a administração em menor número possível de tomadas diárias, com preferência para dose única diária.tomadas diárias, com preferência para dose única diária. o Iniciar com as menores doses efetivas preconizadas paraIniciar com as menores doses efetivas preconizadas para cada situação clínica, podendo ser aumentadascada situação clínica, podendo ser aumentadas gradativamente. Deve-se levar em conta quanto maior agradativamente. Deve-se levar em conta quanto maior a dose, maiores serão as probabilidades de efeitosdose, maiores serão as probabilidades de efeitos adversos.adversos. o Pode-se considerar o uso combinado de medicamentosPode-se considerar o uso combinado de medicamentos anti-hipertensivos em pacientes com hipertensão emanti-hipertensivos em pacientes com hipertensão em estágios II e III que, na maioria das vezes, não respondem àestágios II e III que, na maioria das vezes, não respondem à monoterapia.monoterapia. 45
  45. 45. Diuréticos O mecanismo de ação anti-hipertensiva dos diuréticos se relaciona inicialmente aos seus efeitos diuréticos e natriuréticos, com diminuição do volume extracelular. Principais reações adversas Hipopotassemia, por vezes acompanhada de hipomagnesemia, que pode induzir arritmias ventriculares, e hiperuricemia. Ex.: Hidroclorotiazida 46
  46. 46. Inibidores adrenérgicos Ação central Atuam estimulando os receptores alfa-2 adrenérgicos pré-sinápticos no sistema nervoso central, reduzindo o tônus simpático, como fazem a alfa metildopa, a clonidina e o guanabenzo e/ou os inibidores dos receptores imidazolidinicos, como moxonidina e a rilmenidina. Ex: Alfametildopa 47
  47. 47. Betabloqueadores Seu mecanismo anti-hipertensivo envolve diminuição inicial do debito cardíaco, redução da secreção de renina, readaptação dos barorreceptores e diminuição das catecolaminas nas sinapses nervosas. Principais reações adversas Broncoespasmo, bradicardia , distúrbios da condução atrioventricular, vasoconstrição periférica, insônia, pesadelos, depressão psíquica, astenia e disfunção sexual. EX: Atenolol 48
  48. 48. Alfabloqueadores Apresentam efeito hipotensor discreto a longo prazo como monoterapia, devendo, portanto, ser associados com outros anti-hipertensivos. Podem induzir ao aparecimento de tolerância, o que exige o uso de doses gradativamente crescentes. Principais reações adversas Hipotensão postural, mais evidente com a primeira dose, sobretudo se a dose inicial for alta, palpitações e, eventualmente, astenia. Ex: Doxazosina 49
  49. 49. Vasodilatadores diretos Atuam sobre a musculatura da parede vascular, promovendo relaxamento muscular com consequente vasodilatação e redução da resistência vascular periférica. São utilizados em associação com diuréticos e/ou betabloqueadores. Principais reações adversas Pela vasodilatação arterial direta, promovem retenção hídrica e taquicardia reflexa, o que contraindica seu uso como monoterapia. EX: Hidralazina 50
  50. 50. Antagonistas dos canais de cálcio A ação anti-hipertensiva decorre da redução da resistência vascular periférica por diminuição da concentração de cálcio nas células musculares lisas vasculares. Principais reações adversas Cefaleia, tontura, rubor facial – mais frequente com diidropiridinicos de curta ação – e edema de extremidades, sobretudo maleolar. EX: Anlodipino 51
  51. 51. Inibidores da enzima conversora da angiotensina Agem fundamentalmente pela inibição da enzima conversora da angiotensina (ECA), bloqueando a transformação da angiotensina I em II no sangue e nos tecidos, embora outros fatores possam estar envolvidos nesse mecanismo de ação. Principais reações adversas Tosse seca, alteração do paladar e, mais raramente, reações de hipersensibilidade com erupção cutânea e edema angioneurotico. Ex: Captopril 52
  52. 52. Bloqueadores dos receptores AT1 da angiotensina II Bloqueadores dos receptores AT1 da angiotensina II (BRA II) antagonizam a ação da angiotensina II por meio do bloqueio especifico de seus receptores AT1. São eficazes no tratamento da hipertensão. Principais reações adversas Os bloqueadores do receptor AT1 apresentam bom perfil de tolerabilidade. Foram relatadas tontura e, raramente, reação de hipersensibilidade cutânea (“rash”). As precauções para seu uso são semelhantes as descritas para os IECA. Ex:Ex: Losartana 53
  53. 53. Inibidores diretos da renina Alisquireno, único representante da classe atualmente disponível para uso clinico, promove uma inibição direta da ação da renina com consequente diminuição da formação de angiotensina Principais reações adversas Apresentam boa tolerabilidade. “Rash” cutâneo, diarreia (especialmente com doses elevadas, acima de 300 mg/dia), aumento de CPK e tosse são os eventos mais frequentes, porem em geral com incidência inferior a 1%. Seu uso e contraindicado na gravidez. Ex:Ex: Alisquireno 54
  54. 54. 55
  55. 55. 56
  56. 56. F a t o r e s i m p o r t a n t e s n a a d e s ã o a o t r a t a m e n t o F a t o r e s i m p o r t a n t e s n a a d e s ã o a o t r a t a m e n t o 2 ) R e l a c i o n a d o s à s m e d i d a s h i g i e n o - d i e t é t i c a s : 3 ) R e l a c i o n a d o s a o m e d i c a m e n to : D i e t a h i p o s s ó d i c a R e d u ç ã o d o p e s o c o r p o r a l A p r á t i c a d i á r i a d e e x e r c íc i o A i m p o r t â n c i a d a t r a n q u i l i d a d e O u s o d i s c r e t o d o á l c o o lN ú m e r o e x a g e r a d o d e m e d i c a m e n t o s N ú m e r o e x a g e r a d o d e c o m p r i m i d o s N e c e s s i d a d e d e t r a t a m e n t o p r o l o n g a d o E x i s t ê n c i a d e e f e i t o s c o la t e r a i s P r e ç o e l e v a d o d o m e d i c a m e n t o 1 ) R e l a c i o n a d o s a o m é d i c o : R e l a ç ã o m é d i c o - p a c i e n t e d i f íc i l I m p o s i ç ã o d e e s q u e m a s t e r a p ê u t i c o s c o m p l e x o s M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 57
  57. 57. F a t o r e s i m p o r t a n te s n a a d e s ã o a o t r a t a m e n t o F a t o r e s i m p o r t a n te s n a a d e s ã o a o t r a t a m e n t o 5 ) R e l a c i o n a d o s à i n s t i t u i ç ã o : 6 ) R e l a c i o n a d o s a o p a c i e n t e : G r a n d e d i s t â n c i a d o d o m i c íl i o L o n g o i n t e r v a l o e n t r e a s c o n s u l t a s M u d a n ç a f r e q ü e n t e d e m é d i c o E s p e r a s m u i t o p r o l o n g a d a s M a u a t e n d i m e n t oB a i x o p a d r ã o c u l t u r a l e d e e d u c a ç ã o I g n o r â n c i a s o b r e a s c o n s e q ü ê n c i a s d a h i p e r t e n s ã o A u s ê n c i a d e a p o i o f a m i l ia r I m p r e s s ã o d e j á e s t a r c u r a d o 4 ) R e l a c i o n a d o s à d o e n ç a : A u s ê n c i a d e s i n t o m a s n a s h i p e r - t e n s õ e s l i m ít r o f e , l e v e a m o d e r a d a A u s ê n c i a d e c o n s e q ü ê n c i a s a c u r t o p r a z o M I N I S T É R I O D A S A Ú D E C o o r d e n a ç ã o d e D o e n ç a s C r ô n ic o - D e g e n e r a t iv a s 58
  58. 58. 59
  59. 59. o Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Área Técnica de Diabetes e Hipertensão Arteiral Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e Diabetes mellitus (DM): protocolo. – Brasília: Ministério da Saúde, 2001.96 p. il. (Cadernos de atenção Básica, 7). o Brunner & Suddarth, tratado de enfermagem médico – cirúrgica / [editores] Suzanne C. Smeltzer...[et al.]. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. o Doenges, Marilynn., 1922 – Diagnóstico de Enfermagem: Intervenções, Prioridades, Fundamentos / revisão técnica Sônia Regina de Souza. – Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2010. o GIORGI, Dante Marcelo A.. Revista de Hipertensão: Diretrizes Brasileira de Hipertensão VI. Ed. Sociedade Brasileira de Hipertensão. Janeiro, Fevereiro e Março de 2010 Ano 13, Volume 13, Número 1. o www.apah.org.br o www.eusou12por8.com.br o http://publicacoes.cardiol.br/consenso/2006/VDiretriz-HA.pdf o http://www.consensos.med.br/ o O hospital: manual do ambiente hospitalar. 3. ed. Curitiba: Os autores, 2009.

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