Estágios da Mortee

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Estágios da Mortee

  1. 1. JequiéJequié 10/201010/2010
  2. 2.  Discentes: Adriana Passos; Daniela D’Angelo; Dillas Souza; Enne Paula; Elenilda; Ivana Ferraz; Layra Barbosa; Lorena Freitas; Manuele Santos; Martha Brito; Marília Espírito Santo.  Docente: Msc. Jair Magalhães
  3. 3. Aceitar e compreender a morte não sãoAceitar e compreender a morte não são tarefas fáceis. Morte, do ponto de vista físico, étarefas fáceis. Morte, do ponto de vista físico, é o que ocorre quando cessa a vida de umo que ocorre quando cessa a vida de um indivíduo, seja por causas naturais (senilidade),indivíduo, seja por causas naturais (senilidade), seja por motivos acidentais ou causas externasseja por motivos acidentais ou causas externas (doenças). A morte é um fato considerado cheio(doenças). A morte é um fato considerado cheio de mistérios, e é daí que vem o estímulo parade mistérios, e é daí que vem o estímulo para estudá-la, para refletir como as pessoas aestudá-la, para refletir como as pessoas a vêem e a aceitam. Segundo Scott (1993), àvêem e a aceitam. Segundo Scott (1993), à medida que as pessoas lutam com o mistériomedida que as pessoas lutam com o mistério da sua morte, descobrem o significado da suada sua morte, descobrem o significado da sua vida.vida.
  4. 4. Ao tentar banir a morte do cenário da vida, ela opera umAo tentar banir a morte do cenário da vida, ela opera um processo de medo e angústia. Elisabeth Kubler Ross (1977), umaprocesso de medo e angústia. Elisabeth Kubler Ross (1977), uma psiquiatra suíço-americana, aborda em seus estudos sobrepsiquiatra suíço-americana, aborda em seus estudos sobre pacientes terminais, os cinco estágios que as pessoas moribundaspacientes terminais, os cinco estágios que as pessoas moribundas atravessam com relação à morte.atravessam com relação à morte.  Primeiro Estágio: negação e isolamento  Segundo Estágio: raiva  Terceiro Estágio: barganha  Quarto Estágio: depressão  Quinto Estágio: aceitação
  5. 5.  Enfermeiros e médicos, pela real naturezaEnfermeiros e médicos, pela real natureza de seu trabalho, encontram a presença dade seu trabalho, encontram a presença da morte mais frequentemente do que acontecemorte mais frequentemente do que acontece com a maioria das pessoas no curso normalcom a maioria das pessoas no curso normal de suas vidas, e isso é motivo para que ade suas vidas, e isso é motivo para que a enfermagem preserve os princípios daenfermagem preserve os princípios da assistência adequada e a da ética que deveassistência adequada e a da ética que deve exercer.exercer.
  6. 6.  A enfermagem, que está direcionada àA enfermagem, que está direcionada à preservação da vida, também busca o alíviopreservação da vida, também busca o alívio do sofrimento das pessoas nestas situações,do sofrimento das pessoas nestas situações, buscando dar todo conforto ao paciente ebuscando dar todo conforto ao paciente e proporcionando consolo aos seus familiares.proporcionando consolo aos seus familiares.  O profissional deve estar preparado paraO profissional deve estar preparado para prestar um atendimento de qualidade aosprestar um atendimento de qualidade aos pacientes terminais, como também estarpacientes terminais, como também estar atento para os questionamentos e queixasatento para os questionamentos e queixas da família, fortalecendo o vínculo oriundoda família, fortalecendo o vínculo oriundo desta situação.desta situação.
  7. 7.  Toda assistência prestada deve estar deToda assistência prestada deve estar de acordo com a Lei do Código de Ética dosacordo com a Lei do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem estabelecidaProfissionais de Enfermagem estabelecida na resolução do. COFEN – 311/2007,na resolução do. COFEN – 311/2007, Art.Art. 19 -19 - Respeitar o pudor, a privacidade e aRespeitar o pudor, a privacidade e a intimidade do ser humano, em todo seu ciclointimidade do ser humano, em todo seu ciclo vital, inclusive nas situações de morte e pós-vital, inclusive nas situações de morte e pós- morte.morte.
  8. 8. O profissional de saúde seja ele umO profissional de saúde seja ele um enfermeiro ou não, deve estar preparado paraenfermeiro ou não, deve estar preparado para encarar a morte no decorrer da sua profissão eencarar a morte no decorrer da sua profissão e precisa compreender a morte e não somenteprecisa compreender a morte e não somente explicá-la, por isso é importante preparar oexplicá-la, por isso é importante preparar o mesmo no curso de graduação. Conformemesmo no curso de graduação. Conforme Oliveira e Amorim (2008) vivemos em umaOliveira e Amorim (2008) vivemos em uma sociedade que nega a morte e apesar dossociedade que nega a morte e apesar dos enfermeiros serem formados para salvar vidas,enfermeiros serem formados para salvar vidas, não se pode anular a necessidade de sabernão se pode anular a necessidade de saber lidar com a morte.lidar com a morte.
  9. 9. “ A única certeza da vida é aA única certeza da vida é a morte. Na morte, manifesta-semorte. Na morte, manifesta-se o problema doo problema do desaparecimento do corpodesaparecimento do corpo físico do indivíduofísico do indivíduo e também de sua própria vidae também de sua própria vida social. É o ser humanosocial. É o ser humano confrontando-se com a suaconfrontando-se com a sua finitude” (Barsa - 1999).finitude” (Barsa - 1999).
  10. 10. Obrigado!Obrigado!

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