17.ago safira 15.30_382_aeselpa

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  • Detalhe do CAPEX R$ 000 2005 2006 2007 2008 2009 AES Eletropaulo ** 328.992 300.616 364.307 409.545 478.295 AES Sul ** 88.441 143.436 164.356 188.699 137.640 Tietê Consolidada 27.500 46.500 50.747 59.264 56.648 AES Uruguaiana *** 8.500 28.400 20.549 3.905 998 AES Infoenergy 67 17 19 0 115 AES Atimus SP 7.415 13.938 18.693 43.949 41.060 AES Atimus RJ 13.882 11.412 7.468 18.317 17.161 Total Recursos Próprios 474.797 544.319 626.139 723.678 731.917 * Valores de 2012 a 2016 a preços de 2011, portanto não contemplam correção inflacionária. ** Inclui Movimentação de Estoque e Materiais Salvados *** Não contempla o custo de recuperação da CT # 2 em 2008.
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    1. 1. Diretrizes e Critérios de Planejamento para Expansão da Oferta em Centros Urbanos com Alta Densidade de Carga e Restrições Urbanísticas Daniel Perez Duarte
    2. 2. AES Brasil Outros INVESTIMENTOS 1998-2010: R$ 6,9 bilhões PARTICIPAÇÃO DE MERCADO Distribuidoras (Energia distribuída) Geradoras (Capacidade instalada) 13% 87% 97,7% 2,3% Distribuição Geração Comercialização Telecomunicação 7 MILHÕES DE CLIENTES 7,6 MIL COLABORADORES AES NO BRASIL
    3. 3. Apresentação <ul><li>Empresa de base tecnológica - consultoria e prestação de serviços de P&D; </li></ul><ul><li>Spin-off Enerq/USP; </li></ul><ul><li>Principais Linhas de Pesquisa em Distribuição de Energia: </li></ul><ul><ul><ul><li>Regulação e Comercialização de Energia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Redes Inteligentes; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Planejamento, Qualidade, Operação; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Redes Subterrâneas; </li></ul></ul></ul><ul><li>Clientes: AES Eletropaulo, Celesc, Light, Cemig, EDP, Rede Energia, ARSESP, Duke Energy, entre outros; </li></ul><ul><li>Parceiros: Enerq/USP, FIPE, etc. </li></ul>
    4. 4. Estrutura <ul><li>Motivação </li></ul><ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Novas Alternativas de Planejamento </li></ul><ul><li>Metodologia Proposta </li></ul><ul><li>Estudo de Caso </li></ul><ul><li>Considerações Finais </li></ul>
    5. 5. Motivação <ul><li>Aumento da densidade de carga nos grandes centros urbanos </li></ul><ul><li>Necessidade de atendimento de grandes clientes </li></ul><ul><li>Restrições de ocupação do solo </li></ul><ul><li>Resistência da sociedade a empreendimentos de energia elétrica </li></ul><ul><li>Soluções convencionais extremamente robustas </li></ul>
    6. 6. Objetivo Estabelecimento de diretrizes básicas de planejamento da expansão da oferta de energia elétrica a centros urbanos com alta densidade de carga, que apresentem restrições na instalação de novas linhas e de subestações de energia, por razões ambientais, de indisponibilidade de terrenos e demais questões impostas pela dinâmica urbana.
    7. 7. Novas Alternativas <ul><li>Padrões de Subestação com Potências Menores e Integradas pela Rede de Distribuição </li></ul><ul><li>Solução: </li></ul><ul><ul><li>Compartilhamento de reserva de capacidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Automação de rede MT </li></ul></ul><ul><li>Benefícios: </li></ul><ul><ul><li>Redução de investimentos </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhor remuneração dos ativos (aumento do IAS) </li></ul></ul><ul><li>Análise de Aplicabilidade: </li></ul><ul><ul><li>Topologia da rede </li></ul></ul>
    8. 8. Novas Alternativas <ul><li>Padrões de Subestação com Maior Compartilhamento entre os Transformadores </li></ul><ul><li>Solução: </li></ul><ul><ul><li>Padrões de subestações, com maior número de unidades transformadoras de menor potência nominal e barramentos blindados de maior capacidade </li></ul></ul><ul><li>Benefícios: </li></ul><ul><ul><li>Menor custo por “MVA firme” </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhor remuneração dos ativos (aumento do IAS) </li></ul></ul><ul><li>Análise de Aplicabilidade: </li></ul><ul><ul><li>Dimensão requerida </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos envolvidos </li></ul></ul>
    9. 9. Novas Alternativas <ul><li>Conversão de Tensão de Distribuição de 13,8 kV para 34,5 kV </li></ul><ul><li>Solução: </li></ul><ul><ul><li>Tensão de 34,5 kV para o aumento da capacidade de distribuição em média tensão e atendimento de grandes clientes. </li></ul></ul><ul><li>Benefícios: </li></ul><ul><ul><li>Aumento de capacidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Mesmo nível de impacto ambiental </li></ul></ul><ul><li>Análise de Aplicabilidade: </li></ul><ul><ul><li>Flexibilidade operativa (disponibilidade de socorro) </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos associados (criação de novas fontes) </li></ul></ul>
    10. 10. Novas Alternativas <ul><li>Padrões de Rede 13,8 kV com Maior Capacidade de Condução </li></ul><ul><li>Solução: </li></ul><ul><ul><li>Padrões de alimentadores de alta capacidade, considerando a adoção de circuitos duplos em uma mesmo posteação </li></ul></ul><ul><li>Benefícios: </li></ul><ul><ul><li>Aumento de capacidade </li></ul></ul><ul><li>Análise de Aplicabilidade: </li></ul><ul><ul><li>Custos envolvidos </li></ul></ul><ul><ul><li>Padrões de postes mais robustos </li></ul></ul><ul><ul><li>Alternativas de contingências </li></ul></ul>
    11. 11. Metodologia Proposta <ul><li>Fundamentação Metodológica: </li></ul><ul><li>Proposição, análise e seleção de alternativas de obras e intervenções na rede para adequar a oferta de energia à projeção de carga, atendendo a critérios técnicos, econômicos e regulatórios, considerando incertezas provocadas por externalidades </li></ul><ul><li>A metodologia proposta de planejamento para definição das diretrizes pode ser descrita por meio dos seguintes blocos de procedimentos: </li></ul><ul><ul><li>Bloco I Geração de cenários </li></ul></ul><ul><ul><li>Bloco II Definição de diretrizes </li></ul></ul><ul><ul><li>Bloco III Representação das Cargas </li></ul></ul><ul><ul><li>Bloco IV Representação da Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Bloco V Proposição de alternativas de obras e intervenções </li></ul></ul>
    12. 12. Metodologia Proposta
    13. 13. Metodologia Proposta Bloco I – Definição de Cenários Refletem as externalidades, entendidas como fatores que podem influir na expansão da rede e estão fora do controle da empresa
    14. 14. Metodologia Proposta Bloco II – Definição das Diretrizes de Planejamento <ul><li>Orientações adotadas que devem ser seguidas no desenvolvimento da rede, visando um sistema alvo ao final do período do estudo. </li></ul><ul><li>As diretrizes em geral se baseiam em preceitos fundamentados em resultados de estudos específicos auxiliares ou em linhas estratégicas da Empresa. </li></ul><ul><li>Exemplos: </li></ul><ul><li>Horizonte: 10 anos </li></ul><ul><li>Manutenção de 3 tensões de Distribuição Primária : 13, 8kV; 20 kV e 34,5 kV </li></ul><ul><li>Rede Primária 13,8 kV em áreas de baixa densidade e predominantemente aérea; </li></ul><ul><li>Rede Primária 34,5 kV em áreas de alta densidade, predominantemente subterrânea com presença relevante aérea; </li></ul>
    15. 15. Metodologia Proposta Bloco III – Representação da Carga Camada D(i) - valor das cargas atendidas pelos diferentes níveis de tensão Camada Tc(i) - Crescimento vertical e horizontal das cargas Camada Ur(i) – Restrições Urbanas
    16. 16. Metodologia Proposta Bloco IV – Representação da Rede <ul><li>Representação de todos os segmentos da distribuição na mesma plataforma: </li></ul><ul><li>Subestações Terminais de Suprimento </li></ul><ul><li>Linhas de Subtransmissão, em 138 kV e 88 kV (SDAT) </li></ul><ul><li>Subestações de Distribuição (SED) </li></ul><ul><li>Rede Primária em 34,5 kV, 20 kV, 13,8 kV e 3,8 kV (SDMT) e secundária associada (SDBT) </li></ul>
    17. 17. Metodologia Proposta Bloco V – Proposição de Alternativas de Obras e Intervenções <ul><li>Fundamentalmente, a proposição das alternativas de expansão é motivada pela transgressão de algum critério de planejamento em condição normal ou de contingência simples, a qual é entendida como sendo aquela onde há um transformador de subestação ou trecho de linha (de subtransmissão ou distribuição) fora de serviço. </li></ul><ul><li>Carregamento que fixa limites da capacidade de transporte de linhas e de transformadores; </li></ul><ul><li>Tensão que estabelece a faixa de tensão que as barras devem operar; </li></ul><ul><li>Continuidade que determina o período de tempo tolerável de interrupção do fornecimento de um determinado montante de carga </li></ul>
    18. 18. Metodologia Proposta Bloco VI – Análise e Seleção das alternativas propostas <ul><li>Atendidos os critérios de planejamento, que tratam de carregamento, da tensão e de continuidade, as alternativas de expansão serão avaliadas conforme os correspondentes méritos econômico-financeiros. </li></ul><ul><li>Avaliação realizada através de: </li></ul><ul><li>Investimento em obras; </li></ul><ul><li>Energia não distribuída; </li></ul><ul><li>Perdas; </li></ul><ul><li>Operação e manutenção; </li></ul><ul><li>Remuneração regulatória </li></ul>
    19. 19. Estudo de Caso Cenários de Crescimento de Carga em Função da Região Bloco I – Definição de Cenários Cenário I Cenário II Cenário III Maior probabilidade de ocorrência? Cenário III
    20. 20. Estudo de Caso <ul><li>Horizonte: 10 anos </li></ul><ul><li>Estabelecimento de 3 (três) tensões de Distribuição Primária: 13,8 kV, 20 kV e 34,5 kV; </li></ul><ul><li>Rede Primária 34,5 kV em áreas de alta densidade de carga; </li></ul><ul><li>- Rede Primária 20 kV nas áreas de alta densidade, subterrâneas, atuais e suas expansões verticais; </li></ul><ul><li>Tensão de 34,5 kV utilizada para atendimento de cargas elevadas onde houver disponibilidade de fonte neste nível de tensão; </li></ul><ul><li>Oferta de mais uma fonte em 34,5 kV para atendimento à contingência da ETD Bandeirante; </li></ul><ul><li>Aumento da capacidade firme das linhas de 34,5 kV provenientes da SE Bandeirantes. </li></ul>Bloco II – Definição das Diretrizes de Planejamento
    21. 21. Estudo de Caso Blocos III e IV – Definição das Diretrizes de Planejamento Rede e carga modeladas e representadas em ferramenta de simulações e cálculos de redes do SDAT, SED, SDMT e SDBT
    22. 22. Estudo de Caso Blocos V e VI – Proposição, Análise e Seleção das Alternativas <ul><li>Fortalecimento do sistema de distribuição em 34,5 kV com a implementação de nova fonte na região. </li></ul><ul><li>A área em estudo é atendida por ESD’s cuja relação de transformação é de 34,5/13,8 kV sendo as linhas de distribuição em 34,5 kV que alimentam estas ESD’s são provenientes da Subestação Bandeirantes. </li></ul><ul><li>Na configuração atual, para cada ESD é destinado um par de linhas de alimentação em 34,5 kV operando em regime de carregamento N-1, ou seja, cada par tem capacidade firme equivalente à capacidade nominal de uma única linha. </li></ul><ul><li>Aliado a esta condição operativa, soma-se o fato de que todas as referidas linhas de 34,5 kV são oriundas de uma única fonte, não havendo alternativa de socorro das ESD’s em caso de indisponibilidade da Subestação Bandeirantes. </li></ul>
    23. 23. Estudo de Caso Blocos V e VI – Proposição, Análise e Seleção das Alternativas <ul><li>Solução proposta: </li></ul><ul><li>Implementação de uma Estação de Chaveamento (ETC) próximo às ESD’s que atendem a área em estudo; </li></ul><ul><li>Implementação de fonte de 34,5 kV em uma ETD existente, de 3 selecionadas, através da instalação de um transformador de potência de 40 MVA, 88/34,5 kV; </li></ul><ul><li>Construção de um ramal de 34,5 kV entre a referida ETD e a nova ETC com cabo 3x1x240 mm², Cu, EPR, 20/35 kV. </li></ul><ul><li>Construção de um ramal de 34,5 kV entre cada ESD e a nova ETC com cabo 3x1x240 mm², Cu, EPR, 20/35 kV (25 MVA em condição normal e 30 MVA em contingência), com a inclusão de dois disjuntores de média tensão em cada ESD; </li></ul>
    24. 24. Estudo de Caso Blocos V e VI – Proposição, Análise e Seleção das Alternativas Condição Normal Contingência
    25. 25. Estudo de Caso Blocos V e VI – Proposição, Análise e Seleção das Alternativas Custos Estimados Capacidade Firme adicionada ao sistema: 75 MVA Custo Marginal: R$350/kVA
    26. 26. Estudo de Caso Blocos V e VI – Proposição, Análise e Seleção das Alternativas Os custos relativos às linhas de 34,5 kV consideram a instalação subterrânea da totalidade dos circuitos. A substituição de parte dos circuitos subterrâneos por alimentadores aéreos resultaria em redução significativa dos custos
    27. 27. Considerações Finais <ul><li>Proposta de soluções de aumento da oferta a grandes centros, com alta densidade de carga e restrições urbanísticas a novas obras de infraestrutura, sem perda de qualidade de serviço em termos de confiabilidade; </li></ul><ul><li>Compartilhamento de capacidades firmes entre instalações vem se apresentando como forte tendência no planejamento de sistemas de distribuição </li></ul>
    28. 28. Considerações Finais <ul><li>Concepção de metodologia de planejamento com base na definição de diretrizes e critérios pré-definido para garantir a correta aplicação das soluções e garantia de seu bom desempenho a médio e longo prazo; </li></ul><ul><li>A aplicação em um caso real apresentou desempenho satisfatório na medida em que permitiu uma análise sistêmica da região em estudo indicando na proposição de soluções que apresentam menores custos oferecendo acréscimo de capacidade firme ao sistema </li></ul>
    29. 29. Considerações Finais OBRIGADO! [email_address]

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