Técnicas de Apresentação

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Material da disciplina Apresentação em Publicidade e Propaganda da Faculdade Social da Bahia.

Publicada em: Marketing

Técnicas de Apresentação

  1. 1. TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO 2015.1
  2. 2. O QUE CARACTERIZA UMA BOA ORATÓRIA COMUNICAÇÃO DOS MEIOS DE MASSA Falar pouca coisa para muita gente.
  3. 3. O QUE CARACTERIZA UMA BOA ORATÓRIA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL Falar muita coisa para pouca gente.
  4. 4. O QUE CARACTERIZA UMA BOA ORATÓRIA Eficácia Estética Ética
  5. 5. O QUE CARACTERIZA UMA BOA ORATÓRIA E um bom planejamento!
  6. 6. O PLANEJAMENTO DA EXPOSIÇÃO 1. PREPARAÇÃO: •O assunto e o tema; •Objetivo; •Adaptação (partir dos interesses e das experiências do seu público); •Pesquisa (quanto mais se sabe sobre o assunto, menor é a necessidade de pesquisar).
  7. 7. O PLANEJAMENTO DA EXPOSIÇÃO 2. ESTRUTURAÇÃO: Introdução • Captação da atenção; • Comunicação dos objetivos da apresentação (ser claro, breve e conciso); • Agradecer às pessoas que contribuíram para o seu trabalho.
  8. 8. O PLANEJAMENTO DA EXPOSIÇÃO 2. ESTRUTURAÇÃO: Desenvolvimento - Agrupar os temas, por critérios: • Lógica; • Cronologia; • Relevância; • Compreender os pontos básicos = poder de síntese e esquematização.
  9. 9. CONCLUSÃO QUAL A IMPORTÂNCIA DA CONCLUSÃO? Também deve ser breve e sintetizar os pontos mais importantes, que respondem aos objetivos da apresentação. A conclusão pode ser decisiva para a apresentação.
  10. 10. TIPOS DE CONCLUSÃO APELATIVA Emocional e visa influenciar pessoas . Objetivo: sensibilização
  11. 11. CONCLUSÃO RESUMITIVA Síntese dos pontos mais importantes do trabalho. Objetivo: sintetização
  12. 12. CONCLUSÃO POR PERGUNTA RETÓRICA Visa que o ouvinte reflita e entre em ação. Objetivo: reflexão
  13. 13. CONCLUSÃO POR CITAÇÃO Citação de uma autoridade que simbolize um desfecho. Objetivo: Enfatizar uma posição ou referência.
  14. 14. CONCLUSÃO ABERTA Deixar o ouvinte tirar as conclusões, conduzindo para os pontos desejados. Objetivo: reflexão
  15. 15. ATRAINDO ATENÇÃO ATRAVÉS DO ROTEIRO • Ponto ou fio condutor principal • Menos conteúdo • O comprimento ideal • Fluido para interação
  16. 16. ATRAINDO ATENÇÃO ATRAVÉS DO ROTEIRO • Reforço das ideias com fatos, fotos e fontes. • Trazer pontos polêmicos ou de grande popularidade. • Uso de histórias para gerar atenção.
  17. 17. APRESENTAÇÃO COMO NARRATIVA Pensar na apresentação como uma narrativa: •Identificar a adequação e relevância da história para a audiência; •Contribui para o objetivo de comunicação? •Definir o conflito e forças antagônicas da mensagem principal; •Elementos e personagens da história – protagonistas e antagonistas; •Definir os principais eventos e pontos de virada; •Criar pistas e recompensas pela expectativa criada.
  18. 18. IDENTIDADE VISUAL DA APRESENTAÇÃO A COERÊNCIA VISUAL: • DNA visual; • Ideia de conjunto.
  19. 19. IDENTIDADE VISUAL DA APRESENTAÇÃO CONSIDERAR: • Personalidade da marca; • Linguagem e design de logomarca; • Essência da mensagem e objetivo de comunicação; • Público a quem se dirige; • O tema.
  20. 20. IDENTIDADE VISUAL DA APRESENTAÇÃO A ESCOLHA DAS FONTES : • Legibilidade ; • Não lotar slides; • Devem facilitar a leitura.
  21. 21. IDENTIDADE VISUAL DA APRESENTAÇÃO FORMAS CAPAZES DE: • Tornar o design mais atraente; • Organizar ou separar elementos; • Direcionar o olhar da audiência para determinada direção.
  22. 22. ASPECTOS BÁSICOS PARA FALAR BEM EM PÚBLICO ANTES DA EXPOSIÇÃO, PREPARE-SE PARA TER CONFIANÇA • Não fale sobre o que não sabe. • Reconheça o terreno. O que falar, para quem, onde, quando e como. • Treine e programe o tempo. • Programe os recursos. • Cuide da sua apresentação pessoal. • Atitude positiva - acredite no seu sucesso.
  23. 23. ASPECTOS BÁSICOS PARA FALAR BEM EM PÚBLICO DURANTE A EXPOSIÇÃO, GERE EMPATIA COM O SEU PÚBLICO •Reconheça o seu público por inteiro e adapte a mensagem. •Domine o nervosismo e não peça desculpas pela insegurança. •Acredite que o público deseja o seu sucesso.
  24. 24. ASPECTOS BÁSICOS PARA FALAR BEM EM PÚBLICO DURANTE A EXPOSIÇÃO, GERE EMPATIA COM O SEU PÚBLICO •Seja você mesmo. •Comece devagar e evite o ruído. •Mantenha o canal de comunicação. •Não seja o dono da verdade. •Abrace o imprevisível.
  25. 25. USO DA RETÓRICA RETÓRICA – disciplina que estuda técnicas de persuasão. Técnica ou arte de persuadir. PERSUASÃO - é uma estratégia de comunicação que visa o convencimento. Formada por introdução, desenvolvimento e conclusão.
  26. 26. USO DA RETÓRICA SOFISMO RETÓRICA = PERSUASÃO (PROCESSO LÓGICO- RACIONAL) Todo argumento pode ser contestado, logo, vale mais o convencimento do que a busca pela verdade.
  27. 27. USO DA RETÓRICA RETÓRICA ARISTOTÉLICA = CONSTRUÇÃO DA VERDADE Mais importante a busca pela verdade que o convencimento. A verdade deve ser construída.
  28. 28. USO DA RETÓRICA No Brasil e maioria dos países latinos: •RETÓRICA – ARTE (OU TÉCNICA) DE PERSUADIR •ORATÓRIA – BUSCA DA BELEZA E ESTILO NA FALA •ORATÓRIA é um dos tipos de retórica (mas não o único)
  29. 29. USO DA RETÓRICA SEGUNDO ARISTÓTELES, EXISTEM TRÊS FORMAS DE PERSUADIR: • Pelo caráter do orador – credibilidade; • Pela criação de ânimo nos ouvintes – estimular paixões e sentimentos; • Pela demonstração da verdade – raciocínio lógico.
  30. 30. USO DA RETÓRICA – TIPOS DE ARGUMENTO ARGUMENTOS DEDUTIVOS Premissa generalizável assegura a verdade da conclusão. Para ser baiano é preciso ser brasileiro. Carlos é baiano. Logo, Carlos é brasileiro.
  31. 31. USO DA RETÓRICA – TIPOS DE ARGUMENTO ARGUMENTOS INDUTIVOS Situação específica induz uma previsão, por generalização. A conclusão é apenas provável. As crianças desta escola (Marina, André e João) são agressivas. Logo, se Maria passar a estudar nesta escola, também será agressiva.
  32. 32. USO DA RETÓRICA – TIPOS DE ARGUMENTO ARGUMENTO POR ANALOGIA A partir da semelhança entre duas situações, conclui-se que a consequência de uma situação é semelhante a outra. As diferenças especificas não são consideradas. Marina é tão bonita quanto Camila. Marina tornou-se modelo profissional, logo Camila também será modelo profissional.
  33. 33. USO DA RETÓRICA – TIPOS DE ARGUMENTO FALÁCIA Raciocínio errado que parece verdadeiro. EX.> “Eu tenho 20 anos de experiência como profissional de marketing e afirmo que investir em comunicação não é relevante para pequenas organizações.”
  34. 34. USO DA RETÓRICA – TIPOS DE ARGUMENTO FALÁCIA Como evitar a falácia: prestar maior atenção à linguagem, ser correto e coerente em relação aos conceitos utilizados. Não apresentar premissas falsas.
  35. 35. A LÓGICA DO DISCURSO • Objetividade, síntese e precisão – retirar o inútil. • Ideias claras e organizadas. • Ideias que possuem uma ordem lógica e dialogam entre si.
  36. 36. A LÓGICA DO DISCURSO CRITÉRIOS: • Subordinação – elementos interligados; • Coordenação – diálogo entre os elementos; • Ordem – do mais importante para o menos importante; • Continuidade.
  37. 37. TÉCNICAS DE AMPLIFICAÇÃO ELEMENTOS DE APOIO (TÉCNICAS DE AMPLIFICAÇÃO): •Definição; •Repetição – repetir os mesmos conceitos de formas diferentes; •Ilustração de ideias (histórias e fábulas, imagens, citações); •Piadas e humor.
  38. 38. A LÓGICA DO DISCURSO E O IMPROVISO Mas como uma boa apresentação pode conviver com o improviso? Antes de improvisar, é necessário aprender a dançar.
  39. 39. A LÓGICA DO DISCURSO E O IMPROVISO ANTES DE IMPROVISAR, É NECESSÁRIO APRENDER A DANÇAR. Técnica e preparo ajudam na autoconfiança e garantem uma apresentação eficaz. E a autoconfiança conduz ao improviso. E o improviso conduz a uma apresentação única e diferenciada!
  40. 40. A LÓGICA DO DISCURSO E O IMPROVISO MAS “PARA SABER IMPROVISAR, ANTES É IMPORTANTE APRENDER A DANÇAR”: • Saber a técnica da apresentação; • Saber o conteúdo; • Trabalhar a confiança e autoestima; • Desenvolver técnicas de apoio para sentir-se seguro; • Sentir-se parte de um todo, e não “um contra todos”;
  41. 41. A LÓGICA DO DISCURSO E O IMPROVISO MAS “PARA SABER IMPROVISAR, ANTES É IMPORTANTE APRENDER A DANÇAR”: • Ganhar a plateia logo na introdução (começar bem), dando personalidade à sua apresentação; • Aceitar o erro e sair do roteiro como parte do processo; • Treinamento é tudo.
  42. 42. DEFESA DE IDÉIAS - TRABALHANDO POSIÇÕES O QUE FAZER QUANDO: 1. O FATO COMUNICADO DESAGRADA: • Começar por uma coisa mais agradável; • Apresentar a intenção de defender o que todos repudiam; • Citar um precedente e defender este precedente e não o fato que defendemos em si; • Comparar um precedente com o nosso, usando a comparação ao nosso favor.
  43. 43. DEFESA DE IDÉIAS - TRABALHANDO POSIÇÕES O QUE FAZER QUANDO: 2. O AUDITÓRIO ESTÁ CANSADO, APÁTICO – ser breve, usar humor. 3. O AUDITÓRIO ESTÁ FAVORÁVEL – aproveitar para concretizar a venda. 4. O AUDITÓRIO ESTÁ CONQUISTADO POR OUTRA POSIÇÃO – não ataque o opositor. Defenda-se com as palavras do opositor e mantenha a calma.
  44. 44. TÉCNICAS DE VOZ • Inspirar e expirar colocando a mão na caixa toráxica. (contar de 1 até 10). • Contar de 1 até 10, em tom baixo, médio e alto. • Ler uma notícia, com diferentes entonações.
  45. 45. TÉCNICAS DE VOZ APRESENTAR UMA NOTÍCIA COM DIFERENTES EMOÇÕES: • Indignação vs. surpresa/ tristeza vs. alegria/ indiferença vs. raiva/ indecisão vs. certeza; • Criar pausas para gerar suspense e dar ênfase; • Prestar atenção na articulação das palavras.
  46. 46. PARA SABER MAIS • LEAL, José Carlos. A Arte de Falar em Público. Rio de Janeiro: Impetus, 2003. • VANOYE, Francis. Usos da Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p. 210-283. • POLITO, Reinaldo. Como Falar de Improviso e Outras Técnicas de Apresentação. São Paulo: Saraiva, 2006. • NOVELLY, Maria C. Jogos Teatrais. São Paulo: Papirus Editora, 1994, p. 73-123. • SOAP. Disponível em: http://www.soap.com.br. Acesso em: fevereiro de 2014.

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