Geo 6 - Formação das Rochas Sedimentares (Meteorização)

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Geo 6 - Formação das Rochas Sedimentares (Meteorização)

  1. 1. Rochas Sedimentares -Meteorização
  2. 2. Nuno Correia 10/11 2
  3. 3. Nuno Correia 10/11 3
  4. 4. Nuno Correia 10/11 4
  5. 5. Nuno Correia 10/11 5
  6. 6. Nuno Correia 10/11 6
  7. 7. Rochas Magmáticas Metamórficas Meteorização ErosãoSedimentares Sedimentares Diagénese Sedimentação Transporte Nuno Correia 10/11 7
  8. 8. Nuno Correia 10/11 8
  9. 9. Nuno Correia 10/11 9
  10. 10. Por onde ocorre a infiltração da água no maciço granítico? Nuno Correia 10/11 10
  11. 11. As diáclases (fracturas) formam-se quando os materiais que se encontravam por cimasão removidos, permitindo reduzir a pressão. A que tipo de meteorização corresponde? Nuno Correia 10/11 11
  12. 12. Qual o papel das diáclases na área de contacto entre a rocha e os fluidos (água, por exemplo) Nuno Correia 10/11 12
  13. 13. Nuno Correia 10/11 13
  14. 14. Onde ocorre meteorização química mais intensa? Nuno Correia 10/11 14
  15. 15. Quais são os minerais que são alvo de uma meteorização maior? Nuno Correia 10/11 15
  16. 16. BiotiteFeldspatosQuartzo Serra da Freita Nuno Correia 10/11 16
  17. 17. Biotite Feldspato Quartzo Alteração Nuno Correia 10/11 17
  18. 18. Biotite Argila Quartzo (Caulinite) Feldspatos .....Nuno Correia 10/11 18
  19. 19. Nuno Correia 10/11 19
  20. 20. Nuno Correia 10/11 20
  21. 21. Serra da FreitaNuno Correia 10/11 21
  22. 22. Nuno Correia 10/11 22
  23. 23. Quais os componentes mais facilmente removidos pela erosão? Nuno Correia 10/11 23
  24. 24. Em que medida a meteorização química e mecânica se complementam? Nuno Correia 10/11 24
  25. 25. Explique sucintamente como ocorre a formação de caos de blocos? Nuno Correia 10/11 25
  26. 26. Serra da FreitaNuno Correia 10/11 26
  27. 27. O granito é considerado uma rocha resistente à meterorização. Comente a veracidade deste facto. Nuno Correia 10/11 27
  28. 28. Serra da Estrela Nuno Correia 10/11 28
  29. 29. Qual a importância da meteoriziação na formação do solo? Nuno Correia 10/11 29
  30. 30. Nuno Correia 10/11 30
  31. 31. Nuno Correia 10/11 31
  32. 32. Nuno Correia 10/11 32
  33. 33. Nuno Correia 10/11 33
  34. 34. Nuno Correia 10/11 34
  35. 35. Nuno Correia 10/11 35
  36. 36. Nuno Correia 10/11 36
  37. 37. Nuno Correia 10/11 37
  38. 38. Nuno Correia 10/11 38
  39. 39.  Os vértices desaparecem, as arestas suavizam-se, e os blocos tornam-se arredondados. A forma mantém-se, porque a energia de ataque fica uniformente distribuída por toda a superfície. Nuno Correia 10/11 39
  40. 40. Nuno Correia 10/11 40
  41. 41. Nuno Correia 10/11 41
  42. 42. O granito nodular da Castanheira é contemporâneo do granito da Serra da Freita.Apresenta abundantes nódulos biotíticos, de forma discóide e biconvexos,que se encontram mais ou menos alinhados, caracterizando-se mineralogicamente porapresentar quartzo, ortoclase, albite, biotite e moscovitePor acção da erosão, os nódulos são libertados e acumulam-se no solo, deixandona rocha uma cavidade cujas paredes estão revestidas por uma capa biotítica. Por estemotivo, os camponeses da região chamam à rocha “a pedra que pare pedra”
  43. 43. Em torno das rochas sujeitas a importantes variações de temperatura formam-seauréolas de cascalhos, que por acção gravítica se depositam nas imediações dasrochas. Nuno Correia 10/11 46
  44. 44. Nuno Correia 10/11 47
  45. 45. Nuno Correia 10/11 48
  46. 46. Nuno Correia 10/11 49
  47. 47. Nuno Correia 10/11 50
  48. 48. Nuno Correia 10/11 51
  49. 49. Nuno Correia 10/11 52
  50. 50. Nuno Correia 10/11 53
  51. 51. Nuno Correia 10/11 54
  52. 52. Nuno Correia 10/11 55
  53. 53. Nuno Correia 10/11 56
  54. 54. Nuno Correia 10/11 57
  55. 55. Nuno Correia 10/11 58
  56. 56. No caso do magma, o arrefecimento brusco tende a formar juntas com padrões regulares, normalmente prismáticos. Nos basaltos estas diaclases dão origem à formação de disjunção colunar ou prismática, mundialmente conhecidas através de imagens da Calçada dos Gigantes, em Antrim, na Irlanda do Norte, ou na Gruta de Fingal, na Escócia.Nuno Correia 10/11 59
  57. 57. Nuno Correia 10/11 60
  58. 58. TafoniSerra da Freita Nuno Correia 10/11 61
  59. 59. Nuno Correia 10/11 62
  60. 60. Ainda não é muito bem compreendida a sua origem. Existe, no entanto, algum consenso que resultam da meteorização inicial ao longo das juntas, fracturas ou outras linhas mais frágeis, especialmente nas zonas onde a água pode residir. Pensa-se que as depressões vão sendo alargadas através da progressiva descamação das superfícies interiores e a sua desintegração granular, provavelmente como resultado da cristalização do material salino dissolvido a partir da rocha, transportado pelo vento para a rocha, ou pelo salpico sobre a rocha por água do mar. O processo de endurecimento da superfície externa é comum, mas as paredes que se vão separando das cavidades não são alteradas. Provavelmente o material descamado das cavidades acaba por ser removido pelo vento.Tafoni – Alpalhão Nuno Correia 10/11 63
  61. 61. Disjunção esferóidalNuno Correia 10/11 64
  62. 62. Nuno Correia 10/11 65
  63. 63. Nuno Correia 10/11 66
  64. 64. Nuno Correia 10/11 67
  65. 65. Nuno Correia 10/11 68
  66. 66. Nuno Correia 10/11 69
  67. 67. Nuno Correia 10/11 70
  68. 68. Nuno Correia 10/11 71
  69. 69. Nuno Correia 10/11 72
  70. 70. Nuno Correia 10/11 73
  71. 71.  Mg2SiO4 + 4CO2 + 4H2O ⇌ 2Mg2+ + 4HCO3- + H4SiO4 Nuno Correia 10/11 74
  72. 72. Nuno Correia 10/11 75
  73. 73. Nuno Correia 10/11 76
  74. 74. Monument Valley – Arizona(E.U.A) Nuno Correia 10/11 77
  75. 75.  Ocorrem modificações estruturais na rede cristalina destes minerais. Piroxena Hematite Nuno Correia 10/11 78
  76. 76. Nuno Correia 10/11 79
  77. 77. Nuno Correia 10/11 80
  78. 78. Nuno Correia 10/11 81
  79. 79. Nuno Correia 10/11 82

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