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Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos.
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  1. 1. ,. .-. ,_~~ vn. l '-5 "s V 1 an_ l . .- 'hu í _ , * . ~ Era véspera de Natal. '- 53" i 0 Ratão fazia tortas de queijo, e, o Ratinho, correntes coloridas de papel. "Feliz Natal para nós! Feliz Natal para nós! " cantou o Ratinho. "Ratão, posso decorar a árvore de Natal agora? Posso? Posso? " »z-anrrv-aga-g-a-. m . w amu-u "' M' : I ' . a», « a › : Ly-n
  2. 2. _. . › . V i , . . . à. . IR_ f: :w . . , .1 X . r M : VÊ x 4. V z J. . ¡ u x7 Í LLC rir F - . |›l. n11 , m Á
  3. 3. "Vamos decorá-Ia juntosg" disse o Ratão. 0 Ratinho agarrou em bolotas douradas e bagas para colocar na árvore de Natal. O Ratão colocou a estrela, lá no topo da árvore. "Ahhhl Esquecemo-nos do azevínho! " gritou o Ratinho. "Eu vou buscar algum" e saiu apressado. "Mas com bagas vermelhas bonitas! " disse aínda a tempo o Ratão, com a sua voz doce.
  4. 4. O Ratinho fez-se ao caminho, cantarolando, 1,' A 'I O a o 4 ^ x Alegre azevmho! Azevmho lmdo! (se. : z p a o u lx¡ l l l l l' Azevmho de Nataaal! _ V - » °*-. __; ' Ç; I-À z ”, _ *Á* , w í¡
  5. 5. -a '; xl* _h ' ¡ os¡ 1;' ' ; '7 V “Mix l l / ”_ _rrñp ix. . w/ Xl . . no segundo, também não. Mas não havia azevinho . . . nenhum no primeiro arbusto. 5,/ xl í Nem no terceiro A arbusto havia ; L-ol- _ q ; J azevnnho. . ~¡ ~
  6. 6. "Alegre azevínhol Azcvínho lindo! a: 4 . _ Azevinho de Nataaaal! " cantarolou n, p de novo o Ratinho, esticando-se nas ' l pontinhos dos pés para alcançar p “fik, Off-: pu b algumas bagas. _ _ l i 0 Ratinho correu, e, ao atravessar a ponte, encontrou um arbusto de azevínho com bagas vermelhas »q e brilhantes. 0 Ratinho f" l di' É até saltltou, de tão contente que estava. .
  7. 7. _ -: ~.¡_~^J. .. gw ” M . ..mit-n . *QE* / l A , o p_ ii? a 1 ' V ' . v3, a_ - ~ a: : l p l W j 75:9 à ,131 '_›: . . í i . ' › u; 3h , w -~ u . - , _ ; _5 ' v '~ nv* ' * *É* Mas, stñítamente, algo estranho aconteceu. Começaram a cair flocos brancos e macios do céu. Um caiu-lhe no nariz e fê-lo espirrar. "Santínhol" disse o Ratinho. "Oh, o céu está a desfazer-se! "
  8. 8. àç ~› : à "vak l x , z k *c* e _ a “ _ s* l o 0 Ratinho começou a correr c* ~-. _._ / « 'un -1 , ?' - b, “o depressa para casa. "/ l / Àdhx o o o e¡ * , _ . Muitos mais pedaços de ceu É 4 , f '- . . p *“ , X estavam a cair-lhe em cima. ~. ~ b* x _sig v¡ gdzg q x caíam cada vez mais depressa. Caiam-lhe nas orelhas, nas patinhas e na sua cauda. "Oh céus, oh céus. " disse o Ratinho. "É melhor levar alguns destes flocos Para mostrar ao Ratão. Ele deve saber o que fazer para remendar o céu. " O Ratinho fez então uma grande , ._~, :,; ,;gc_i_)_: bola de flocos brancos, colocou-a N; É ííxíltãÇi_ no seu balde e apressou-se em *vii* t u t t; &É; ›/ :.z. › . . direcção à ponte.
  9. 9. P: : Íílãlíilltà, 'All Inuz- : mlmulile int-luis. no. ¡guz-l eu: : a. : . .one ubuliu s* ln: i-iiml' liilolálülr. 'tlIlLIl-l lItlllÍN: olvailil-L; Him mu unllin _unqivlel- ç -linnxu-. v u: 'um-zw -r- : animam W
  10. 10. "Oooohl" gritou o Ratinho. o Monstro Rato do Lago! " g E, ao fugir, caiu sobre a sua cauda. "Quem me dera que o Ratão aqui estivesse! " í ~ *i lamentou-se o Ratinho, levantando-se. “ ” g _ *r E lá foi ele a correr pelo caminho fora, l g olhando para trás, por cima do ombro, para ver se o Monstro Rato do Lago o estava a perseguir. ã , Uffff, não estava! Mas . . . qualquer coisa estava! lí '. O Ratinho conseguia ver as pegadas a seguirem-no. l_ Estavam muito perto e queriam mesmo apanha-lo. , à e , a r
  11. 11. / 'var ai: ?mà t? LJ ' J! "IIIIIkKlíl IIIIIIKKK! SOCORRO! " chiou o Ratinho. "Ágora é o Monstro Invisivel que me está a perseguir. Í) 0 Ratinho correu para cima e para baixo, deu voltas e mais voltas, à roda, para fugir. Mas as pegadas do Monstro Invisível andaram também para cima e para baixo, às voltas e mais voltas, à rodo. para o apanhar.
  12. 12. cada vez mais depressa, contornando os flocos brancos, mas o Monstro p à Invisível ainda o perseguia . . . 3% Por fim, o Ratinho avistou a g Q : tê _ A a sua casa, mas, no jardim . . . s iii ' _ . S33 no jardim estava um enorme e M É % ; gp w o * assustador monstro branco! "Oh não, o Abominóvel Rato das Neves! " gritou o Ratinho. "Outro monstro à minha espera para me apanhar! " 0 Ratinho tremeu e começou a chorar.
  13. 13. Foi então que a porta de casa se abriu e de lá saiu_. .__ o Ratão. 0 Ratinho saltou logo para os braços dele. "Ratão, Ratãof' disse o Ratinho, t? "o céu rompeu-se! E olha . . lamentou-se ele, apontando para as pegadas no chão. "Um Monstro Invisível esteve a seguir-me, e o Monstro Rato do Lago também, e agora está o Abominóvel Rato das Neves V , . a olhar para mim! "
  14. 14. "Oh Ratinhq" disse o Ratão, "o céu não se rompeu. Está a NEVAR! f' t, V' l ? i «fx f x Êr§§u a** r. 3o. .3__. « *t z . - . ' j¡ “ * fa. : f: nenhum. Sao apenas as tuas pegadas. "E esse Monstro Rato do Lago é o teu reflexo na água. Olha! " , g O Ratão mostrou ao Ratinho V í 3K como a sua cara fazia reflexo , J já? ? , '-_ numa poça de água. t
  15. 15. "E este é um Rq-ão de Neve. Fi-Êio para te dar ds boas vindas quando chegassessg casafindisse “ele "Vamovõs fazer outro? " E fizeram-no! "A Neve é Mágica! " gritou o Ratinho, muito contente. "Sim" disse o Ratão. "O Pai Natal também gosta da neve! " "Falta muito para ele chegar? " perguntou o Ratinho, aos saltinhos. "Posso pendurar já a minha meia? " "Podes" respondeu o Ratão. "Mas vamos aquecer-nos primeiro. "
  16. 16. l 0*; _ _I . ll/ ¡ÕPW ' ? vlaüiíkl ! isarlíífâltlelê Ê: lg); (ter tqlvqjrt-_i 'l : ur-vers iàigrkgit/ ! ticas-ria ! Êízyiiltcliasfeis 'tltlíloilgllíâh' ; L7 fl-í-lílloiàizk "P53 fulííñüÍlilfttà-T "esta run-ri' ç gv. .. “tgikgll ¡vii! ;'~'__Í“í" »titraoiihlfnr-Li' l7 Í' '7 v* *Í _ lg A AH!
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