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A Zanga das Letras Comadres
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  1. 1. M N M_ O . A R E P O
  2. 2. ñ L-m › r . ,.: ::: :z: ;: _ _ . . . . . . . . . . . . . o. r . . . r . o A A U nzzxxzzxxxzmg uupzxzgxxugzzux_ . . › O O I l . . . z . u o c n f¡ o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . › . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . _ . › o c i : o . . . z . . . . . . . . . :: z . . . . . ;, - . I I I . .' I . . . . . . . . . › . . . . . . . . . . . . . . . . . o . . .
  3. 3. 1. . N o, "nà"r"úa" ~ iñàjfua muito estreítinha viviam as Íetras. Ao Íad ga como uma avenida, viviam os números! r_ h a r C C u a. S m a . h n . l Z . l V
  4. 4. r. : i . .x. e a x. .- __ n_ › " Í* IfIãVia tanta rivalidade entre estes cidadãos! Ós números queixaram-se ao peiouro e pediram uma reunião!
  5. 5. - v . am r» ~ _ ' v “d »ex > letras, que eram entendidas, ¡iao "V4 *É entendiam quai a pretensàaw! Vontrararam um advogado, por acaso bem aprumado. um entendido das leia dos arti gos n u metadm. POYqLlC, Hà verdade. : nestas coisax" os xiúmeros são reis.
  6. 6. 'Í a, Q v Foram as letras em fila_ aiiniiadas em alfabeto. u 'Q rumo ao tribunal. Oeueriam saber ; i que respeito os números tiveram tai despeútiw de abrir um [arocesso por comportamento ciesigiai!
  7. 7. ml( › 'Im u e n *W xe i 'M' . '« . n . ¡ kxx ” * *mv "im x *lu Í'¡ nc . ¡ ' ~ th. t h “ m. x ~ q". hd ~ l~«~ inn¡ . k Ngk_ i R ¡'¡ uv ~¡ . u¡ . ¡ n . w . ¡ ( “IQ u. De¡ ÇQM "xxx. MMA_ . x” t¡ K_ Kx x. I . MU . A* . NNRIHU U 1M¡ "I (r) " v] " «x *u -n J(: §À› Y. ; X l¡, l'» “ c. b _¡ ' IL' "HK. 1,, 1¡ m¡ 7¡ t". (in . p . ¡ Ku "m, mM. m “Wu "Ni u* “um ' x _k. “. ?6 . n. . i um . I k. “uq x “Muy
  8. 8. c. : ' . , 's M” s Ásl “m, que eram entendidas continuavam sem @Mama A' 7 0 que tinham feito dc mau Vdrilram a casa sem sucesso que até os mênims “a Na I LL , _k_ acharam triste o alfabeto'. i día* 6.3#
  9. 9. Na rua ao [ado era o sossego, estavam todos a fazer contas e a aprender a lição. Os números gostam de estar corretos para não haver confusão. Tão aceitam que as letras se passeiem na rua deles com a maior descontração. E números misturados com letras é mesmo uma ilusão! Óra aqui está a razão!
  10. 10. aa . Em a a ums . me p. e mñwd. .aum an: ciofm &ãio rMm . PGO eoc. SVa a: sara 0 mad num 1 a. ? àün m. : âam_ r amu “os r o) t0) . mãe Svt . aozm ? um
  11. 11. sfzàã¡ q 'Íí ' . ~ i' g9 a , i _ _ É Í nã' fa" X' ' . . @mí é) 9 À_ , aKcr-“s g2 No inicio, começaram todas a falar e ninguém se entendia. Era impossível um acordo! E que tantas letras a falar ao mesmo tempo só podia mesmo dar para o torto!
  12. 12. E que o ai? só queria pô-los a andar J É É i O 473;: : A que beber _ l_ x o 'f-íáüqueria comer . , a 4 Oétifà, *iisó pensava em se deitar t! ? oãíífãdorava ser ele a tudo escolher N» , -. i 931'. ii» ii' - - - - fr'. oííñííífão queria ir e desejava ficar à! - ocfüàrâdisse que destas reuniões muito gostava K7") _ I _ oalàãkstava distraido, como era habitual r T _ ' J __ _-. x. dj' deixava-se ir ,7 _VL_ @ii bom tudo concordava, podia jurar @íâçra estrangeiro, estava ali para ajudar og, @dizia que era hora para lutar Liv' (uziii I L dizia que a luta era para manter “e "v zm* . É?
  13. 13. Ent_ @ã ' - '- ' o achava que nada estava a ser feito sexy/ x cnLíiÍC/ Úapenas ficava a ouvir e não tinha opinião 0:53 ; Fazia o pino as** ¡Vqueixava-se por tudo e por nada p, tudo o que se dizia repetia a Vsapateava enquanto as outras letras falavam . si . - ofííjgtentava todos acalmar, tentava e voltava a tentar › oral. : 'launtava o pão com manteiga e lambuzava-se @xi oa, ficou verde com tanta confusão m? ! o ák g b, @não perdia tempo com bagatelas era duplo de televisão em Hollywood C', ÇÀ '- f' _ , 0:75' *iêruzou as pernas e adormeceu f auf. , og 9° disse que na Grécia era igual j*
  14. 14. _ . - a -- _m , a . "rà- g t . '~' 7*# , cf ,7Á -l J( V, d, K , Ir É" i0.) Jo¡ . “"l b n ' v¡ A , A A¡ ^ 11, , x- i _r , .x 'v' __ , v . i, ¡, ,' tlífrfN. 'msn-e a , N'- ã-: r-. .rl ñ'_'~›'*** e “ - . v , _ ': .__^i'~ Li; 1 iíiiil*'ÍlÍíñ idiiyáfñfúlxll _ a _ , _ -. _ cydgc¡ . _(_~J_. ¡ , emu '-1 b* : FEM n ; ”¡"= "'-' j' *ÊlVÍP-rlv *E “ '
  15. 15. o o o o - ntrou na rua dos números e fez uma solene declaração: - Nós não precisamos de juiz, não precisamos de advogado, não precisamos de tribunal! A partir de hoje, para acabar com a confusão, não passamos na vossa rua e na nossa vocês também não! Estava arrumada a questão!
  16. 16. l) juiz. [muco L'I1Tlll. !1. l(li levou pelxi mao o . l . _ . uh Ugçiiln e 10111111 . me . i i'u. i (Í«“~ mimeiiix. V u, l * ' * v l. i «as 'i ' l i_ v' izíisuiwv'í“T'~çtt~»<~»n: iiisiwm i 1 : tw I (l l), que e (lt pu. e si-mpii- um lxim ixipu. tambem . idmitiu . i iui/ Çio. . _ _ _ | E : _ .5- Xao Hlllid jeito. .. nao. k” lUHlJlXHN-L' «N ÚLIINCIÀLN L* . h ie( li. i HMWINN INT¡ Hlili* (lo PUFIÁU, l liLH/ .ÇU. (l“5_; .(lx“lemlwlllllliiquem. )gl'. il11.i¡l(. i.l lermx L'L"| 'llll'l. llNlKWTI. .l. l. ..i¡í1.l!1il«'[7l'; il. “L'lT1 'llJ mau ¡TLUIÇL/
  17. 17. Ólharam todos uns para os outros, como se batesse um sentimento, reconheceram que todos eles são feitos de traços
  18. 18. _qn . à 'iiii/ e o -N. l'l: §_. llli' suiii: ,i. .i Illi L'. f. l'. cumprida . i lhhSÃU. xcxiilvi-raiii uma qucsifio prática . l ~ uma sc lime . i ml formula ni 'i t; 'm WTIÇJ 0 qi¡ b o v *u Agora sim, estava v 54 v, arrumada a questão!

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