Distinção Social e Mecenato no Renascimento A ostentação das elites cortesãs e burguesas
É o Renascimento um movimento elitista? <ul><li>O renascimento desenvolve-se, no início do século XV, apoiado numa casta d...
<ul><li>Lourenço, um mecenas renascentista </li></ul>
O apoio da Igreja <ul><li>A igreja, que nos séculos anteriores se mostrara pouco favorável a revivalismos pagãos, junta-se...
<ul><li>Papa Leão X </li></ul>
<ul><li>Artistas e intelectuais, mercê da nova mentalidade, que exalta o individualismo (o homem pleno, não só espiritual ...
A Festa Renascentista <ul><li>Vestuário </li></ul><ul><li>Comparece-se a estas festas ricamente vestido. O vestuário passa...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Civilidade <ul><li>Nesta sociedade, o homem tem de saber estar requintadamente. A civilidade torna-se um tema levado de ...
Código de Civilidade <ul><li>Há hábitos impróprios que um convidado à mesa do meu Amo não deve contrair, sendo o catálogo ...
Código de Civilidade <ul><li>Não deve limpar a sua faca às vestes do vizinho. </li></ul><ul><li>Não deve retirar comida da...
Conclusão <ul><li>O dinamismo do homem do Renascimento revela-nos uma realidade que vai muito além do movimento cultural e...
~ <ul><li>Trabalho realizado por Carla Brito </li></ul>
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Distinção social e mecenato no renascimento

5.506 visualizações

Publicada em

PowerPoint destinado ao 10º ano de escolaridade, a ser utilizado na rubrica Distinção Social e Mecenato no Renascimento.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.506
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
99
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
104
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Distinção social e mecenato no renascimento

  1. 1. Distinção Social e Mecenato no Renascimento A ostentação das elites cortesãs e burguesas
  2. 2. É o Renascimento um movimento elitista? <ul><li>O renascimento desenvolve-se, no início do século XV, apoiado numa casta de homens surgidos nas ricas cidades mercantis do Norte de Itália e da Flandres. Homens nobres ou burgueses, filhos do capitalismo comercial da época, que partilham o seu amor pelas belas artes e que rivalizam uns com os outros no apoio que dão aos seus artistas favoritos. São os Mecenas. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Lourenço, um mecenas renascentista </li></ul>
  4. 4. O apoio da Igreja <ul><li>A igreja, que nos séculos anteriores se mostrara pouco favorável a revivalismos pagãos, junta-se ao movimento com os papas –princípes da Renascença, tornando-se Roma o expoente máximo do Renascimento no século XVI, como Florença o fora no século XV, por acção dos Médici. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Papa Leão X </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Artistas e intelectuais, mercê da nova mentalidade, que exalta o individualismo (o homem pleno, não só espiritual mas também racional), gozam agora de uma posição de prestígio nas cortes dos mecenas. </li></ul><ul><li>Sendo a satisfação pessoal uma característica marcante deste período, as festas servem de pretexto para a ostentação da riqueza dos mecenas e para a promoção dos intelectuais. </li></ul>
  7. 7. A Festa Renascentista <ul><li>Vestuário </li></ul><ul><li>Comparece-se a estas festas ricamente vestido. O vestuário passa a ser cintado, recorrendo-se a laços e botões para o tornar mais justo. Corpetes e espartilhos acentuam as linhas femininas, tal como o gibão e os calções justos acentuam as masculinas. As rendas e as meias de seda fazem a sua aparição e são usadas pelos dois sexos. </li></ul>
  8. 21. A Civilidade <ul><li>Nesta sociedade, o homem tem de saber estar requintadamente. A civilidade torna-se um tema levado de tal forma a sério que se escrevem livros sobre normas de comportamento, regras de etiqueta e de convivência social. O Cortesão (1528) de Baltazar Castiglione é um dos mais conhecidos. Aí se propõe um conjunto de valores que devem orientar os que vivem na corte – os cortesãos. </li></ul>
  9. 22. Código de Civilidade <ul><li>Há hábitos impróprios que um convidado à mesa do meu Amo não deve contrair, sendo o catálogo que se segue baseado nas observações que fiz daqueles que tomaram assento junto do meu Amo durante o ano que passou: </li></ul><ul><li>Convidado algum se deve sentar em cima da mesa, nem de costas voltadas para ela, nem ao colo de outro comensal. </li></ul><ul><li>Nem deve pôr as pernas em cima da mesa. </li></ul><ul><li>Não deve pôr a cabeça em cima do prato para comer </li></ul><ul><li>Não deve tirar comida do prato do vizinho, sem primeiro lhe pedir autorização. </li></ul>
  10. 23. Código de Civilidade <ul><li>Não deve limpar a sua faca às vestes do vizinho. </li></ul><ul><li>Não deve retirar comida da mesa, colocando-a na bolsa ou na bota para consumo ulterior. </li></ul><ul><li>Não deve cuspir na frente do meu Amo. Nem ao seu lado. </li></ul><ul><li>Não deve meter o dedo no nariz ou no ouvido durante a conversação. </li></ul><ul><li>Não deve cantar, nem fazer discursos, nem proferir impropérios, e ainda menos lançar adivinhas lascivas quando ao seu lado se encontrar uma dama. </li></ul><ul><li>Não deve dar beliscadelas ou palmadas ao vizinho. </li></ul><ul><li>E se sentir vontade de vomitar, que abandone a mesa. </li></ul><ul><li>Tal como se tiver que urinar. </li></ul><ul><li>Notas de Cozinha de Leonardo da Vinci </li></ul>
  11. 24. Conclusão <ul><li>O dinamismo do homem do Renascimento revela-nos uma realidade que vai muito além do movimento cultural e artístico. Estamos perante um processo social que abrange a economia e a cultura, envolvendo o quotidiano com novas formas de viver e de pensar, em que a moralidade, a ética, a arte, a ciência e a consciência religiosa são escolhas de cada indivíduo. </li></ul><ul><li>Até a noção de nobreza se altera. O nobre já não é aquele que tem linhagem e domina exclusivamente o exercício das armas, o nobre é aquele que cultiva o espírito, que empreende acções esplêndidas e gloriosas para sobressair face à multidão. Assim se compreende porque é o Renascimento um movimento elitista. </li></ul>
  12. 25. ~ <ul><li>Trabalho realizado por Carla Brito </li></ul>

×