PROJETO INTEGRADOR - BAIRRO JARDIM OCEANIA
GRUPO I:
ALINE RAMALHO F. SILVA
(1420000808)
ARIVALDO NASCIMENTO JÚNIOR
(142014...
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E URBANISMO................................3-30
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OBJETIVOS
GERAL
O objetivo do projeto é desenvolver
conhecimentos e atrelá-los aos estudos vistos em
sala de aula.
ESPECÍF...
JUSTIFICATIVA
O Projeto Integrador justifica-se por
investigar e identificar no bairro Jardim Oceania
desta capital, os se...
METODOLOGIA
No bairro Jardim Oceania, distinguimos e
registramos alguns de seus Pontos Nodais, Vias,
Marcos Visuais e Sub-...
LOCALIZAÇÃO DO JARDIM OCEANIA
O bairro
localiza-se na parte
leste da capital da
Paraíba, limitando-se
ao sul com o bairro
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BREVE HISTÓRICO
O bairro Jardim Oceania passou anos
compondo o bairro do Bessa e sua população é em
maioria formada por pe...
LIMITES
São elementos constituídos pelas bordas de
duas regiões distintas, configurando quebras na
continuidade. Os limite...
LIMITES
IMAGEM 2 – MAPA DO BAIRRO COM OS LIMITES ENCONTRADOS
FONTE: PMJP 9
LIMITES
IMAGEM 3 – AVENIDA CAMPOS SALES, LIMITE NORTE DO BAIRRO.
FONTE: ALINE R.
FONTE: ALINE R.
IMAGEM 4 – LIMITE CONSTRU...
LIMITES
IMAGEM 5 – AVENIDA CURCHATUZ. LIMITE OESTE DO BAIRRO.
FONTE: GOOGLE MAPS
FONTE: ALINE R.
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VIAS
“São canais ao longo dos quais o observador
costumeiramente, ocasionalmente, ou
potencialmente se move. Podem ser rua...
VIAS
IMAGEM 7 – MAPA DO BAIRRO COM AS VIAS IDENTIFICADAS.
FONTE: PMJP 13
VIAS
IMAGEM 8 – AVENIDA CAMPOS SALES
IMAGEM 9 – AVENIDA ARGEMIRO DE FIGUEIREDO
FONTE: ALINE R.
FONTE: ALINE R.
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VIAS
IMAGEM 10 – AVENIDA FLÁVIO RIBEIRO COUTINHO
IMAGEM 11 – RUA THEMÍSTOCLES
FONTE: GOOGLE MAPS
FONTE: GOOGLE MAPS 15
MARCOS VISUAIS
São elementos nos quais o observador
pode ou não penetrar. Possuem diversos
tamanhos e formas tais como edi...
MARCOS VISUAIS
IMAGEM 12 – MAPA DO BAIRRO COM OS MARCOS VISUAIS IDENTIFICADOS.
FONTE: PMJP 17
MARCOS VISUAIS
IMAGEM 14 – ESCULTURA REVOAR NA
ROTATÓRIA DA AV. JOSÉ DE OLIVEIRA
CURCHATUZ.
FONTE: ALINE R.
FONTE: ALINE R...
MARCOS VISUAIS
IMAGEM 15 – GRANDE ÁRVORE HISTÓRICA E EXÓTICA, PRÓXIMA AO IATE CLUBE.
FONTE: GOOGLE MAPS
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MARCOS VISUAIS
IMAGEM 16 – MAG SHOPPING
FONTE: http://sandramoura.com.br/projetos/mag-shopping//
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PONTOS NODAIS
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São pontos estratégicos na cidade, onde o
observador pode entrar e que são importantes
focos para onde se...
PONTOS NODAIS
IMAGEM 17 – MAPA DO BAIRRO COM OS PONTOS NODAIS IDENTIFICADOS.
FONTE: PMJP 22
PONTOS NODAIS
FONTE: ALINE R.
FONTE: ALINE R..
IMAGEM 18 – BIFURCAÇÃO DA AV. FLÁVIO R.
COUTINHO, DESAGUANDO NA AV. ARGEMIR...
PONTOS NODAIS
IMAGEM 21 – GIRADOR PRÓXIMO AO
BESSA SHOPPING.
IMAGEM 20 – ESCOLA CHICO XAVIER NO FINAL TARDE.
FONTE: ALINE ...
PONTOS NODAIS
IMAGEM 22 – BAR E RESTAURANTE DONA BRANCA
FONTE: ALINE R.
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SUB-BAIRROS
Os Sub-bairros percebidos no Jardim Oceania
apresentam características homogêneas, como áreas
residenciais com...
SUB-BAIRROS
IMAGEM 23 – MAPA DO BAIRRO COM OS SUB-BAIRROS IDENTIFICADOS.
FONTE: PMJP 27
SUB-BAIRROS
IMAGEM 24 – SUB-BAIRRO 01: ENTORNO DA ESCOLA CHICO XAVIER
FONTE: GOOGLE MAPS 28
SUB-BAIRROS
IMAGEM 26 – SUB-BAIRRO 03: CASAS E
CONDOMINIOS ENTRE CANAIS E AVENIDAS
FONTE: GOOGLE MAPS
IMAGEM 25 – SUB-BAIR...
CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
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De acordo com os elementos encontrados
e vistos no Jardim Oceania, podemos
caracterizá-lo como b...
METODOLOGIA
Através de visitas ao bairro Jardim
Oceania, percebemos, dentro do Trajeto
escolhido pelo grupo, alguns Circui...
FAMÍLIA DE CATEGORIAS
Segundo o texto De perto e de Dentro: Notas
para uma Etnografia Urbana, de Magnani (2002),
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NO BAIRRO JARDIM OCEANIA
Pedaço – Espaço reservado para
atividades físicas, no período das
5h às 8h.
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DEMAIS CATEGORIAS ENCONTRADAS
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Mancha comercial:
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CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
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METODOLOGIA
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FONTE: ALINE R.
FONTE: ORLANDO C.
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HALL OF FAME
Arte geralmente legalizada, em mural mais trabalhado,
onde normalmente participa mais de um artista na mesma
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SPOT
Denominação dada ao lugar onde é feito o
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FONTE: ALINE R.
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METODOLOGIA
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FONTE: GOOGLE MAPS
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CONDICIONANTE SIMBÓLICA
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DIRETRIZES
• Refrigeração artificial;
• Aproveitamento da incidência dos raios solares,
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LOCAIS:
• Dimensões do lote: frente e lateral direita 54m,
com 53m nos fundos e 70m na lateral esquerda;
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CONDICIONANTE TECNOLÓGICA
MATERIAIS DE COMPOSIÇÃO:
• Vidro;
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PARTIDO ARQUITETÔNICO
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FONTE: ALINE R.
IMAGEM 44 – PARTIDO ARQUITETÔNICO: URBANART.
PARTIDO ARQUITETÔNICO
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FONTE: ALINE R.
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PARTIDO ARQUITETÔNICO
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FONTE: ALINE R.
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CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
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PERSPECTIVA EXTERNA 01
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FONTE: ALINE R.
IMAGEM 47 – URBANART.
PERSPECTIVA EXTERNA 02
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FONTE: ALINE R.
IMAGEM 48 – URBANART.
PERSPECTIVA EXTERNA 03
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FONTE: ALINE R.
IMAGEM 49 – URBANART.
PERSPECTIVA INTERNA 01
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FONTE: ALINE R.
IMAGEM 50 – URBANART.
PERSPECTIVA INTERNA 02
59FONTE: ALINE R.
IMAGEM 51 – URBANART.
PERSPECTIVA INTERNA 03
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FONTE: WALLISON F.
IMAGEM 52 – URBANART.
CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
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confirmação do aprendizado dos graduandos, pois
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REFERÊNCIAS
 BRASIL ESCOLA. Grafite. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/artes/grafite.htm>
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Projeto de Análise do Bairro Jardim Oceania em João Pessoa/PB

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O trabalho consiste numa análise do bairro Jardim Oceania localizado na capital paraibana, no intuito de entendê-lo para projetar um equipamento público ou privado para o mesmo.

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Projeto de Análise do Bairro Jardim Oceania em João Pessoa/PB

  1. 1. PROJETO INTEGRADOR - BAIRRO JARDIM OCEANIA GRUPO I: ALINE RAMALHO F. SILVA (1420000808) ARIVALDO NASCIMENTO JÚNIOR (1420140718) INGRID LORRANA F. SOBREIRA (1420004532) JOSÉ ILTON DOS SANTOS (1420004516) ORLANDO M. S. CAVALCANTE (1420140734) WALLISON FRANCELINO (1420004504) Introdução à Arquitetura e Urbanismo Jussara Bióca História e Estética das Artes Alexandre Nepomuceno Metodologia do Projeto Paula Ismael Metodologia do Estudo Márcia Bicalho Oficina de Desenho Rodrigo Nascimento Antropologia e Sociologia Rodrigo Nascimento João Pessoa, 01 de Dezembro de 2014.
  2. 2. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E URBANISMO................................3-30 2. ESTUDOS DE ANTROPOLOGIA E SOCIOLOGIA..................................31-35 3. ESTÉTICA E HISTÓRIA DAS ARTES.............................................................36-42 4. METODOLOGIA DO PROJETO....................................................................43-53 5. OFICINA DE DESENHO...................................................................................54-61 2 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS...............................................................................62 7. REFERÊNCIAS.......................................................................................................63
  3. 3. OBJETIVOS GERAL O objetivo do projeto é desenvolver conhecimentos e atrelá-los aos estudos vistos em sala de aula. ESPECÍFICOS • Adquirir experiência no âmbito acadêmico; • Aperfeiçoar as técnicas de percepção, desenho, trabalho coletivo e etc; • Contribuir com a formação dos discentes; • Investigar e entender o contexto do bairro. 3
  4. 4. JUSTIFICATIVA O Projeto Integrador justifica-se por investigar e identificar no bairro Jardim Oceania desta capital, os segmentos vinculados aos componentes curriculares: Introdução à Arquitetura e Urbanismo, Estudos de Antropologia e Sociologia, Estética e História das Artes, Metodologia do Projeto e Oficina de Desenho. 4
  5. 5. METODOLOGIA No bairro Jardim Oceania, distinguimos e registramos alguns de seus Pontos Nodais, Vias, Marcos Visuais e Sub-bairros, através de fotografias com câmera Canon T3, como também através de caminhadas pelo bairro. 5
  6. 6. LOCALIZAÇÃO DO JARDIM OCEANIA O bairro localiza-se na parte leste da capital da Paraíba, limitando-se ao sul com o bairro de Manaíra, a oeste com o bairro do Aeroclube, ao norte com o bairro do Bessa e a leste com o Oceano Atlântico. IMAGEM 1– MAPA DO BAIRRO DESTACADO FONTE: GOOGLE MAPS 6
  7. 7. BREVE HISTÓRICO O bairro Jardim Oceania passou anos compondo o bairro do Bessa e sua população é em maioria formada por pessoas de classe média e classe média alta. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, o bairro possui 15.283 mil habitantes, que em sua maioria são mulheres correspondendo a 55,49% da população. A faixa etária predominante dos habitantes é de pessoas entre 15 a 64 anos que corresponde a 76,7% do total. 7
  8. 8. LIMITES São elementos constituídos pelas bordas de duas regiões distintas, configurando quebras na continuidade. Os limites mais percebidos são aqueles não apenas proeminentes visualmente, mas também contínuos na sua forma e sem permeabilidade à circulação. Podem ser considerados barreiras (rios, estradas, viadutos, etc.) ou como elementos de ligação (praças lineares, ruas de pedestres, etc.). 8
  9. 9. LIMITES IMAGEM 2 – MAPA DO BAIRRO COM OS LIMITES ENCONTRADOS FONTE: PMJP 9
  10. 10. LIMITES IMAGEM 3 – AVENIDA CAMPOS SALES, LIMITE NORTE DO BAIRRO. FONTE: ALINE R. FONTE: ALINE R. IMAGEM 4 – LIMITE CONSTRUÍDO (AVENIDA E EDIFICAÇÕES) E LIMITE NATURAL (PRAIA), LIMITE LESTE DO BAIRRO. 10
  11. 11. LIMITES IMAGEM 5 – AVENIDA CURCHATUZ. LIMITE OESTE DO BAIRRO. FONTE: GOOGLE MAPS FONTE: ALINE R. IMAGEM 6 – AVENIDA FLÁVIO RIBEIRO COUTINHO. LIMITE SUL DO BAIRRO 11
  12. 12. VIAS “São canais ao longo dos quais o observador costumeiramente, ocasionalmente, ou potencialmente se move. Podem ser ruas, calçadas, linhas de trânsito, canais, estradas-de-ferro” (LYNCH, 1960, p. 47). As Vias são percebidas e se destacam através de alguns exemplos abaixo citados: • Ruas de comércio intenso; • Avenidas muito largas ou muito estreitas; • Continuidade; • Início e fim de fácil identificação. 12
  13. 13. VIAS IMAGEM 7 – MAPA DO BAIRRO COM AS VIAS IDENTIFICADAS. FONTE: PMJP 13
  14. 14. VIAS IMAGEM 8 – AVENIDA CAMPOS SALES IMAGEM 9 – AVENIDA ARGEMIRO DE FIGUEIREDO FONTE: ALINE R. FONTE: ALINE R. 14
  15. 15. VIAS IMAGEM 10 – AVENIDA FLÁVIO RIBEIRO COUTINHO IMAGEM 11 – RUA THEMÍSTOCLES FONTE: GOOGLE MAPS FONTE: GOOGLE MAPS 15
  16. 16. MARCOS VISUAIS São elementos nos quais o observador pode ou não penetrar. Possuem diversos tamanhos e formas tais como edifícios, montanhas, monumentos, etc. Sua principal característica é a diferenciação, algum aspecto que seja único, isso se dá por duas maneiras: sendo visto a partir de muitos lugares, ou estabelecendo um contraste local com os elementos mais próximos. 16
  17. 17. MARCOS VISUAIS IMAGEM 12 – MAPA DO BAIRRO COM OS MARCOS VISUAIS IDENTIFICADOS. FONTE: PMJP 17
  18. 18. MARCOS VISUAIS IMAGEM 14 – ESCULTURA REVOAR NA ROTATÓRIA DA AV. JOSÉ DE OLIVEIRA CURCHATUZ. FONTE: ALINE R. FONTE: ALINE R. IMAGEM 13 – IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO 18
  19. 19. MARCOS VISUAIS IMAGEM 15 – GRANDE ÁRVORE HISTÓRICA E EXÓTICA, PRÓXIMA AO IATE CLUBE. FONTE: GOOGLE MAPS 19
  20. 20. MARCOS VISUAIS IMAGEM 16 – MAG SHOPPING FONTE: http://sandramoura.com.br/projetos/mag-shopping// 20
  21. 21. PONTOS NODAIS 21 São pontos estratégicos na cidade, onde o observador pode entrar e que são importantes focos para onde se vai e de onde se vem, como esquinas, praças, ou rotatórias. Podem ser também, concentrações que obtiveram importância por serem a condensação de algum uso e do qual se tornam um símbolo, como um circuito de bares próximos na mesma rua.
  22. 22. PONTOS NODAIS IMAGEM 17 – MAPA DO BAIRRO COM OS PONTOS NODAIS IDENTIFICADOS. FONTE: PMJP 22
  23. 23. PONTOS NODAIS FONTE: ALINE R. FONTE: ALINE R.. IMAGEM 18 – BIFURCAÇÃO DA AV. FLÁVIO R. COUTINHO, DESAGUANDO NA AV. ARGEMIRO DE FIGUEIREDO. FONTE: ALINE R. IMAGEM 19 – ESCOLA FREI ALBINO. 23
  24. 24. PONTOS NODAIS IMAGEM 21 – GIRADOR PRÓXIMO AO BESSA SHOPPING. IMAGEM 20 – ESCOLA CHICO XAVIER NO FINAL TARDE. FONTE: ALINE R. FONTE: ALINE R. 24
  25. 25. PONTOS NODAIS IMAGEM 22 – BAR E RESTAURANTE DONA BRANCA FONTE: ALINE R. 25
  26. 26. SUB-BAIRROS Os Sub-bairros percebidos no Jardim Oceania apresentam características homogêneas, como áreas residenciais com a predominância de casas, outras com mais edifícios, como também partes em que o comércio se diferencia e se destaca no tecido urbano do bairro. É um critério visual perceptivo, que define o conceito do bairro. 26
  27. 27. SUB-BAIRROS IMAGEM 23 – MAPA DO BAIRRO COM OS SUB-BAIRROS IDENTIFICADOS. FONTE: PMJP 27
  28. 28. SUB-BAIRROS IMAGEM 24 – SUB-BAIRRO 01: ENTORNO DA ESCOLA CHICO XAVIER FONTE: GOOGLE MAPS 28
  29. 29. SUB-BAIRROS IMAGEM 26 – SUB-BAIRRO 03: CASAS E CONDOMINIOS ENTRE CANAIS E AVENIDAS FONTE: GOOGLE MAPS IMAGEM 25 – SUB-BAIRRO 02: COMÉRCIO E EDIFÍCIOS NOBRES DA AV. ARGEMIRO DE FIGUEREDO FONTE: GOOGLE MAPS 29
  30. 30. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS 30 De acordo com os elementos encontrados e vistos no Jardim Oceania, podemos caracterizá-lo como bairro nobre da cidade de João Pessoa, e que se compõe por áreas residenciais e também comerciais.
  31. 31. METODOLOGIA Através de visitas ao bairro Jardim Oceania, percebemos, dentro do Trajeto escolhido pelo grupo, alguns Circuitos, Pedaços e Manchas, assim, identificando as faixas etárias da população e perfis do público que utiliza os espaços públicos e privados do bairro. Fizemos registros fotográficos com a câmera Canon T3. 31
  32. 32. FAMÍLIA DE CATEGORIAS Segundo o texto De perto e de Dentro: Notas para uma Etnografia Urbana, de Magnani (2002), as famílias de categorias se definem em:  Mancha – Área de referência para um público diversificado;  Pedaço – Espaço demarcado torna-se referência para distinguir determinado grupo de frequentadores;  Trajeto – Caminhos percorridos no interior das manchas ou que ligam pedaços;  Circuito – Redes de equipamentos que prestam serviços para pessoas afins. 32
  33. 33. NO BAIRRO JARDIM OCEANIA Pedaço – Espaço reservado para atividades físicas, no período das 5h às 8h. Mancha – Praia do Bessa. Trajeto – Av. Argemiro de Figueiredo, que faz parte do trajeto percorrido pelo grupo. FONTE: ORLANDO C. FONTE: ALINE R.. FONTE: ALINE R.. Circuito – Bar e restaurante Dona Branca. FONTE: ALINE R.. FONTE: ALINE R.. 33 IMAGEM 27 – PEDAÇO. IMAGEM 28 - TRAJETO. IMAGEM 29 - MANCHA IMAGEM 30 – CIRCUITO.
  34. 34. DEMAIS CATEGORIAS ENCONTRADAS MANCHA PEDAÇO CIRCUITO TRAJETO Mancha comercial: Av. Argemiro de Figueiredo Pedaço Eclesiástico: Igreja Sara Nossa Terra + Igreja Batista da Orla + Capela Nª Senhora Auxiliadora Dona Branca + Chopp Time Av. João Maurício -> Av. Argemiro de Figueiredo -> Av. Campos Sales -> Rua Temístocles da Costa - >Av. José O. Curchatuz Mancha comercial e residencial: Av. Themístocles da Costa Brito Feirinha aos Sábados Clube dos Médicos Espaço reservado para pedestres e ciclistas se exercitarem entre às 5h às 8h, todos os dias da semana. Conjunto de igrejas Cristãs: Igreja Sara Nossa Terra + Igreja Batista da Orla + Capela Nª Senhora Auxiliadora QUADRO I – DEMAIS CATEGORIAS ENCONTRADAS NO BAIRRO JARDIM OCEANIA. 34
  35. 35. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS 35 Utilizando a metodologia de Magnani e também as referências dos demais autores apresentados na disciplina, pudemos identificar o comportamento sócio-cultural do bairro e assim realizar o exercício proposto no Projeto Integrador.
  36. 36. METODOLOGIA Na pesquisa do grupo pelo bairro Jardim Oceania, verificamos algumas intervenções de arte urbana no Grafite, tanto legais como ilegais. Podemos citar como exemplos, o Hall Of Fame, Tag, Bombing e Spot. Fizemos registros dos Grafites através de uma câmera Canon T3. 36
  37. 37. A ARTE DE GRAFITAR A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços urbanos, especificamente em paredes. A forma de expressão se inclui no grupo das artes visuais, mais especificamente da Street Art, em que o artista aproveita esses espaços públicos para a criação de uma linguagem intencional, e interferir na cidade. 37
  38. 38. TAG FONTE: ALINE R. Este tipo de grafite é mais simples, consiste na assinatura do artista ou do grupo. E muitas vezes usa-se apenas as letras iniciais dos nomes. FONTE: ORLANDO C. IMAGEM 31 – TAG 01 IMAGEM 32 – TAG 02 38
  39. 39. TAG Outras imagens de grafite do tipo Tag. FONTE: ALINE R. FONTE: ORLANDO C. IMAGEM 33 – TAG 03 IMAGEM 34 – TAG 04 39
  40. 40. HALL OF FAME Arte geralmente legalizada, em mural mais trabalhado, onde normalmente participa mais de um artista na mesma obra, explorando técnicas mais evoluídas. FONTE: ALINE R. FONTE: ARI JUNIOR IMAGEM 35 – HALL OF FAME 01 IMAGEM 36 – HALL OF FAME 02 40
  41. 41. SPOT Denominação dada ao lugar onde é feito o grafite. FONTE: ALINE R. IMAGEM 37 – SPOT 41
  42. 42. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS Embora haja uma variada exposição de arte urbana no Jardim Oceania, verificamos a predominância do tipo Tag, pois é um tipo de grafite mais simples e que representa apenas a assinatura do artista ou até mesmo do grupo, sendo que em sua maioria, é representado apenas pelas letras iniciais dos nomes e com poucas cores. 42
  43. 43. METODOLOGIA Depois de percorrer e analisar o bairro Jardim Oceania, reconhecemos a necessidade da criação de um edifício de arte no bairro. Definimos um conceito e desenvolvemos a proposta de um museu voltado para as artes urbanas, levando em conta as condicionantes e variáveis encontradas. 43
  44. 44. APRESENTAÇÃO DO LOTE FONTE: GOOGLE MAPS IMAGEM 38 – LOTE ESCOLHIDO PARA INTERVENÇÃO. 44
  45. 45. UM EDIFICIO QUE... Apresenta volumetria, materiais e movimento que se destacam. A fachada do museu faz alusão aos batimentos cardíacos e simboliza a emoção do público ao apreciar a fachada do edifício, como também as obras expostas nele. Criamos o UrbanArt. 45
  46. 46. CONDICIONANTE SIMBÓLICA FONTE: DEADLINEFRB  Alusão ao batimento cardíaco;  A cor vermelha que lembra a pulsação do sangue; 46 IMAGEM 39 – SIMBOLISMO.
  47. 47. DIRETRIZES • Refrigeração artificial; • Aproveitamento da incidência dos raios solares, com o uso de placa solar; • Utilização de materiais mais resistentes às intempéries da região litorânea. 47
  48. 48. LOCAIS: • Dimensões do lote: frente e lateral direita 54m, com 53m nos fundos e 70m na lateral esquerda; • Clima, ventilação, insolação e maresia; • Solo arenoso. OPERACIONAIS: • Pré-dimensionamento – Bookcafé + Galerias de Exposição + Estacionamento + Banheiros. CONDICIONANTE S LOCAIS E OPERACIONAIS 48
  49. 49. CONDICIONANTE TECNOLÓGICA MATERIAIS DE COMPOSIÇÃO: • Vidro; • Madeira; • Metal inoxidável; • Placas cimentíceas e demais pré-moldados. Obs.: Minimizar o uso de materiais corrosivos. 49 IMAGEM 40 – REFERÊNCIA: VIDRO IMAGEM 41 – REFERÊNCIA: MADEIRA IMAGEM 42 – REFERÊNCIA: ACRÍCILO VERMELHO IMAGEM 43 – REFERÊNCIA: PLACAS CIMENTÍCEAS FONTE: Disponível em: <http://www.bricka.com.br/images/ obras/Hotel_Pestana_1.jpg >Data de acesso: 27 Nov. 2014; FONTE: Disponível em: <http://archtendencias.com.br/wpo ntent/uploads/2013/06/atz_Living_ craft_arquitectos-1-753x564.jpg Data de acesso: 27 Nov. 2014>; FONTE: Disponível em: <https://arcowebarquivos.s3.amazo naws.com/imagens/74/91/arq_749 1.jpg> Data de acesso: 27 Nov. 2014; FONTE: Disponível em: <http://www.dramafever.com/st/ne ws/images/DSC01779_1.JPG> Data de acesso: 27 >Data de acesso: 27 Nov. 2014;
  50. 50. PARTIDO ARQUITETÔNICO 50 FONTE: ALINE R. IMAGEM 44 – PARTIDO ARQUITETÔNICO: URBANART.
  51. 51. PARTIDO ARQUITETÔNICO 51 FONTE: ALINE R. IMAGEM 45 – PARTIDO ARQUITETÔNICO: URBANART.
  52. 52. PARTIDO ARQUITETÔNICO 52 FONTE: ALINE R. IMAGEM 46 – PARTIDO ARQUITETÔNICO: URBANART.
  53. 53. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS 53 Diante do exposto pela disciplina de Metodologia do Projeto, conseguimos elaborar e representar uma intervenção arquitetônica pertinente ao contexto do bairro, afim de suprimir a lacuna de um equipamento voltado ao âmbito cultural.
  54. 54. OFICINA DE DESENHO Demos forma ao projeto escolhido, aplicando as técnicas de perspectiva e representação gráfica aprendidas ao longo do semestre. 54
  55. 55. PERSPECTIVA EXTERNA 01 55 FONTE: ALINE R. IMAGEM 47 – URBANART.
  56. 56. PERSPECTIVA EXTERNA 02 56 FONTE: ALINE R. IMAGEM 48 – URBANART.
  57. 57. PERSPECTIVA EXTERNA 03 57 FONTE: ALINE R. IMAGEM 49 – URBANART.
  58. 58. PERSPECTIVA INTERNA 01 58 FONTE: ALINE R. IMAGEM 50 – URBANART.
  59. 59. PERSPECTIVA INTERNA 02 59FONTE: ALINE R. IMAGEM 51 – URBANART.
  60. 60. PERSPECTIVA INTERNA 03 60 FONTE: WALLISON F. IMAGEM 52 – URBANART.
  61. 61. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS 61 As técnicas de um ponto de fuga e dois pontos de fuga nortearam o grupo para execução das perspectivas do edifício proposto para o bairro Jardim Oceania.
  62. 62. CONSIDERAÇÕES FINAIS 62 O projeto integrador resume-se na confirmação do aprendizado dos graduandos, pois conclui-se na certeza de que o que foi absorvido em sala de aula pode ser aplicado na prática, trazendo ao aluno a experiência fora da sala de aula, colocando em exercício o que foi visto na teoria.
  63. 63. REFERÊNCIAS  BRASIL ESCOLA. Grafite. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/artes/grafite.htm> Data de acesso: 14 Nov. 2014; LYNCH, Kevin. A Imagem da Cidade. 5ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1980; MAGNANI, José. De perto e de dentro: Notas para uma etnografia urbana. Vol. 17, nº 49. Junho, 2002; KHOLSDORF, Maria Eliane. Apreensão da forma da cidade. Brasília:Editora UNB, 1994. (p. 115-130) SABOIA, Renato. Kevin Lynch e a imagem da cidade. Disponível em: <http://urbanidades.arq.br/2008/03/kevin-lynch-e-a-imagem-da-cidade/Nov. 2014> Data de acesso: 28 Nov. 2014; 63

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