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PREVALÊNCIA
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(Boavida, 2006)
DIAGNÓSTICO
Implica a identificação de comportamentos específicos
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RECOMENDAÇÕES PARA OS PAIS:
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P point hiperatividade trabalho grupo- conceição casco, joana bacalhau e teresa ventura

  1. 1. P E R T U R B.A Ç Ã O D E H I P E R AT I V I D A D E COMDÉFICEDE AT E N Ç Ã O (PHDA) A PHDA é uma das perturbações da infância mais frequentemente diagnosticadas e representa na atualidade um tema de grande importância para a Saúde Pública.
  2. 2. Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA) O QUE É A PHDA A Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção é uma perturbação que se caracteriza por défice de atenção/concentração, impulsividade e/ou hiperatividade/atividade motora excessiva.
  3. 3. ETIOLOGIA É uma situação de origem neurobiológica e genética ligada a áreas específicas do cérebro e em 70-95% dos casos tem base hereditária. A PHDA não resulta dos estilos parentais de educação, da falta de afeto, de fatores escolares ou alimentares.
  4. 4. PREVALÊNCIA Afeta 5-10% de crianças em idade escolar. (Boavida, 2006)
  5. 5. DIAGNÓSTICO Implica a identificação de comportamentos específicos que preencham critérios diagnósticos pré estabelecidos (DSM IV-R). As manifestações comportamentais devem manifestarse antes dos sete anos de idade, estar presentes em dois ou mais contextos , persistir pelo menos durante seis meses e provocar um défice significativo no desempenho académico e social. Algumas manifestações comportamentais: Falta de atenção — dificuldade de concentração, atenção dispersa, parece não ouvir quando se lhe fala, tem dificuldade em seguir instruções e acabar os trabalhos escolares; Hiperatividade — inquietação motora, agitação, levanta-se na sala de aula/durante as refeições, corre ou salta excessivamente em situações em que é inadequado, com frequência fala em excesso, “parecem ligados ao motor”; Impulsividade — tendência a agir sem refletir. Com frequência precipita as respostas, interrompe ou interfere nas atividades dos outros e tem dificuldade em esperar pela sua vez.
  6. 6. AVALIAÇÃO/INTERVENÇÃO Deve ser multidisciplinar podendo incluir acompanhamento médico, farmacológico, pedagógico e psicológico. É imprescindível envolver a família, a criança e a escola. A criança com PHDA poderá ter mais dificuldade em atingir o seu potencial de aprendizagem e apresentar baixa resistência à frustração e problemas emocionais associados.
  7. 7. RECOMENDAÇÕES PARA OS PAIS: • Ser consistente - expor claramente as instruções à criança, orientando-a e ajudando a a lidar com as exigências que lhe são colocadas; • Atuar, pai e mãe, em conformidade, usando as mesmas estratégias numa intervenção partilhada, sem mensagens contraditórias; • Incentivar antes de penalizar, valorizando os comportamentos adequados da criança; • É importante não só valorizar a criança pelas suas melhorias mas também o seu esforço por melhorar; • Planear antecipadamente as situações problemáticas; • Promover a responsabilidade e a independência; • Manter uma comunicação positiva.
  8. 8. FONTES DE INFORMAÇÃO • Direção Regional de Educação Especial e Reabilitação: www.madeira-edu.pt/dreer • Desordem por Défice De Atenção com Hiperatividade (DDAH): http://ddah.planetaclix.pt • Associação Portuguesa da Criança Hiperativa (APCH):http// www.apdch.net/hiperactividade.html • DSM-IV-TR American Psychiatric Association Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (4.ª edição, texto revisto) • Antunes, N. L.(2009). Mal-entendidos. Lisboa:Verso da Kappa, 5ª Edição. • www.google.pt

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