Tratamento das Urgências Endodônticas

34.029 visualizações

Publicada em

Esta a apresentação fala sobre os agentes etilógicos e tratamentos das alterações inflamatórias da polpa dental e dos tecidos perirradiculares.

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
28 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
34.029
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
25
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
572
Comentários
0
Gostaram
28
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Assim como0 o diagnoastico op tratamento tb é diferente pois muitas vezesd o pc NÃO ESTÁ EM CONDIÇÕES DE SUPORTAR TRATEMNTOS PROLONGADOS
  • Tratamento das Urgências Endodônticas

    1. 1. PULPITES REVERSÍVEL PULPITES IRREVERSÍVEISPERIODONTITE APICAL AGUDA ABSCESSO APICAL AGUDO e FÊNIX
    2. 2. PULPITE REVERSÍVELDOR Provocada Curta duração Localizada Assintomático à percussão
    3. 3.  Agressões físicas Agressões químicas Agressões microbianas
    4. 4. PROCEDIMENTOS OPERATÓRIOS TRAUMAS TRAUMAS MOVIMENTOS ORTODÔNTICOS PROCEDIMENTOS PERIODONTAIS PERIODONTAIS OUTROS
    5. 5. A condutibilidade térmica da dentina é relativamentebaixaEm cavidades profundas pode ocorrer dano pulparpelo calor que vai depender:a)Velocidade de rotação e refrigeraçãob)Tamanho e forma do instrumento cortantec)Tempo de contato do instrumento com a dentinad)Quantidade de pressão exercida sobre a peça demão
    6. 6. A produção de calor no interior dapolpa é a injúria mais grave que osprocedimentos restauradoresocasionam à polpa.Se o dano é extenso e a zona ricaem células é destruída , pode nãohaver formação de dentina dereparação
    7. 7. Response of human pulps following acid conditioning andapplication of a bonding agent in deep cavities Dent Mater. 2002Nov;18(7):543-51 de Souza Costa CA, do Nascimento AB,Teixeira HM.Reposta da polpa de humanos após condicionamento ácido eaplicação de adesivo em cavidades profundasObjetivo: Avaliar as reações pulpares in vivo após aplicação deadesivo sobre a dentina com e sem ataque ácidoMetodologia: 18 cavidades classe V profundas foram divididasem 3 grupos: G1 (ataque ác. Total +2 camadas de single bond(SB) + resina Z100 ; G2( ataque ác. Esmalte + 2 camadas SB +Z100 ; G3(Dycal + ataque ác. do esmalte e paredescavitárias laterais + 2 camadas de SB + Z100 . Grupo Controle:2 dentes hígidos. Após 30 dias os dentes foram extraídos eprocessados com HE, Massons trichrome e Brown and Brenn .
    8. 8. Resultados: uma resposta inflamatória moderada, desorganizaçãodo tecido pulpar, assim como formação de uma fina camada dedentina reacionária foram observadas no G1 nos dentes onde aespessura dentinária remanescente (EDR) era menor do que 300µ.Estes achados histológicos parecem estar relacionados à formaçãode tags de resina e à difusão do agente adesivo pelos túbulosdentinários. No G2 foi observada uma suave resposta inflamatóriaem apenas 1 dente onde a EDR era de 162 µ. No G3 todos os dentesapresentaram características histológicas normais , semelhantes àsdos dentes controle. A presença de bactérias não foi correlacionadaà intensidade da resposta pulpar .Os pacientes não relataramsintomas durante o experimento. A avaliação radiográfica nãoapresentou evidências de alterações periapicais.
    9. 9. CONCLUSÃO: O ataque ácido em dentinas profundas , comEDR menor do que 300 µ forrada com SB causa umaresposta pulpar mais intensa do que nas dentinas profundas não atacadas. Baseados nos resultados desteestudo nós recomendamos a proteção dadentina com um forrador biocompatível antesdo ataque ácido de dentinas profundas.Response of human pulps following acid conditioning andapplication of a bonding agent in deep cavitiesDent Mater. 2002 Nov;18(7):543-51 de Souza Costa CA, do Nascimento AB, Teixeira HM.
    10. 10. Short-term evaluation of the pulpo-dentin complex response toa resin-modified glass-ionomer cement and a bonding agentapplied in deep cavities.Costa CA, Giro EM, do Nascimento AB, Teixeira HM, HeblingJ. Dent Mater. 2003 Dec;19(8):739-46Objetivo: Avaliar a resposta do complexo pulpo-dentinário apósaplicação de ionômero de vidro resinoso modificado ou de sistemaadesivo , em cavidades profundas realizadas em dentes de humanosMetodologia: Cavidades classe V profundas foram preparadas naface vestibular de 26 PM. No G1:ataque ácido total (ác.Fosfórico a 32%) + adesivo One Step . G2:Vitrebond+ ataqueácido + adesivo One Step e.G3:Ca(OH)2 + ataque ácido +adesivo One Step .As cavidades foram restauradas com resina Z-100. Os dentes foram extraídos entre 5-30 dias e preparados paraanálise microscópica. Cortes seriados foram corados com HEstained , Massons trichrome e pela técnica de Brown e Brenn
    11. 11. Resultados: No G1 a resposta inflamatória foi maisevidente do que nos G2 e G3. A difusão dosconstituintes do material dentário ao longo dos túbulosdentinários foi observada apenas no G1, onde aintensidade da resposta aumentou conforme a EDRdiminuía . Bactérias foram evidenciadas nas paredeslaterias de 2 amostras do G2, as quais não exibiramresposta inflamatória ou desorganização tecidual.Conclusão: o ataque ácido total seguido daaplicação do One Step não pode ser recomendadocomo um procedimento adequado.Nesta condição clínica, as paredes da cavidadedeveriam ser forradas com um materialbiocompatível, como o Vitrebond ou Dycal
    12. 12. Objetivo: determinar a importância relativa da bactéria na paredecavitária, da espessura dentinária remanescente e do tempo pós-operatório sobre a resposta inflamatória pulpar após asrestaurações cavitárias.Metodologia: Foram realizadas 317 cavidades classes v em pré-molares de humanos que iriam ser extraídos por indicaçãoortodôntica . Nove materiais diferentes foram incluídos . Os cortesforam corados com HE para avaliar a severidade da resposta pulpar ,seguindo os padrões da FDI . Os parâmetros registrados foram: 1) apresença ou ausência de bactérias nas paredes da cavidade foramanalisadas nos cortes corados pela técnica de Brown e Brenn ; 2 ) aespessura dentinária remanescente (EDR) foi medida e os dentesforam classificados em 3 grupos ( <500 , 500-1000., >1000µm) e 3) otempo de pós-operatório até a extração foi classificado em : períodocurto (< 5 semanas ) período longo (>5 semanas) . Os resultadosforam submetidos a análise estatística
    13. 13. Resultados: Em ordem decrescente deimportância os fatores que afetaram a respostapulpar após restaurações cavitárias foram :presença de bactérias, espessura dentináriaremanescente e tempo de pós-operatório . Nãohouve diferença na resposta pulpar aos 9materiais restauradores testados, quando havia apresença de bactérias nas paredes cavitárias.Conclusão: A presença de bactérias nasparedes cavitárias é o principal fator queinfluencia a resposta da polpa sob materiaisrestauradores, mas não é o fator responsávelem 100% dos casos.
    14. 14. KakehashiEm 1965, Kakehashi et al. em um estudo clássico daliteratura endondôntica, expuseram polpas de ratosconvencionais e germ-free ao meio bucal. Enquanto nosanimais convencionais foram observadas inflamaçõesseveras ou necrose pulpar associadas à lesõesperirradiculares , nos animais germ-free isso não foiobservado, sendo observado inclusive, o reparo do tecidopulpar por deposição de dentina neoformada. KAKEHASHI, S.; STANLEY, H. R.; FITZGERALD, R. J. The effects of surgical exposures of dental pulps in germ-free and conventional laboratory rats. Oral Surg Oral Med Oral Pathol. 1965 Sep;20:340-9.
    15. 15. DOR ProvocadaTRATAMENTO DE URGÊNCIARemoção do agente causador, nãonecessitando de terapia endodônticaconservadora (pulpotomia , capeamentodireto ) e radical
    16. 16. DOR Provocada Espontânea Localizada DifusaIntermitente PulsátilContínua
    17. 17.  A característica da dor é variável Pode durar horas à minutos A localização da dor pode ser difícil Estímulos (frio,quente)podem prolongar a dor Em casos avançados o frio promove alívio e o calor piora a dor
    18. 18. Área radiolúcida na coroa dental sugerindolesão cariosa, presença de restaurações comrecidiva de cárie, cárie profunda atingindo acâmara pulpar; espessamento do periodontolateral ,etcPeriápice normal ou ligeiramente espessado ,podendo haver presença de área radiolúcidaassociada à dentes jovens
    19. 19. NAS PULPITES IRREVERSÍVEIS COMO TRATAR A DOR? ENDO CONSERVADORA? ENDO RADICAL?
    20. 20. A endodontia conservadora(Capeamento Direto ou Pulpotomiacom Ca(OH)2 ou MTA) só seráindicada nos casos onde a polpacoronária ou radicular ,respectivamente, apresentarcaracterísticas macroscópicas devitalidade e reversibilidade , emcaso de inflamação. Inês Jacyntho Inojosa
    21. 21. Inês J. I.
    22. 22. Pequenas exposições por trauma ouacidental durante preparo cavitário, compolpa coronária clinicamente vital ereversível.Em exposição por trauma: tempodecorrido de 24 horas no máximo e, sehouver luxação do dente , não pode tercomprometido a vascularização pulpar
    23. 23.  Exposição de pequeno tamanho; Dentes com polpa jovem; Remanescente coronário adequado para receber restauração que permita bom vedamento marginal; Estado pulpar coronário deve mostrar-se clinicamente vital e em condições de reversibilidade . Ines Jacyntho Inojosa
    24. 24.  Exposições por cárie com polpa radicular clinicamente vital e reversível Exposições acidentais de grande extensão com polpa radicular clinicamente vital e reversível Exposições por trauma com mais de 24 horas com polpa radicular clinicamente vital e reversível
    25. 25.  Dentes com polpa jovem; Remanescente coronário adequado para receber restauração que permita bom vedamento marginal; Estado pulpar radicular deve mostrar-se clinicamente vital e em condições de reversibilidade . Ines Jacyntho Inojosa
    26. 26. TRATAMENTO DE URGÊNCIA PSF CAPEAMENTO PULPAR DIRETO Anestesia e isolamento absoluto; Irrigação da polpa exposta com clorexidina a 0,2%; Otosporin sobre a polpa exposta por 5 minutos; Irrigação com soro fisiológico e comprovação clínicada condição vital e reversível da polpa exposta; Uso de pasta de Ca(OH)2 ou MTA sobre a polpaexposta; Uso de uma base sobre o material capeador; Restauração coronária definitiva; Acompanhamento clínico e radiográfico do paciente.
    27. 27. TRATAMENTO DE URGÊNCIA PSFPULPOTOMIA CONSERVADORAAnestesia Início da abertura coronária Isolamento absoluto Término da abertura coronária Irrigação da câmara com NaOCl a 0,5% ou CLX 0,2 Remoção da polpa coronária e descompressãopulpar por 5 ‘ Irrigação/aspiração da câmara pulpar com soro Mecha de algodão embebida em otosporin por 15’ Irrigação/aspiração da câmara pulpar com soro Pasta de Ca(OH)2 + Cimento de Ca(OH)2 ou MTA Base + restauração definitiva + acompanhamento
    28. 28. Ca(OH) 2em pó Ca(OH) 2 em cápsulas
    29. 29. Pesquisadora descobre eficácia do cimento portland no tratamento da cárie Parece estranho, mas é fato: pesquisadora da UPE (Universidade dePernambuco) descobriu que o cimento Portland pode ser utilizado emrestaurações dentárias. Gerhilde Callou Sampaio, professora depatologia bucal, identificou que o produto protege a polpa --camada dodente acima da raiz-- no caso de cáries profundas ou de tratamento decanal.A pesquisadora aplicou o cimento, diluído em água destilada, em 15dentes terceiros molares (os chamados "dentes do juízo") de homens emulheres com idade entre 20 e 46 anos. "Não houve necrose do tecido ea polpa não foi perdida em nenhum dos casos; pelo contrário, o cimentopromoveu seu reparo", explica Gerhilde.
    30. 30. De acordo com o cirurgião-dentista Silvio Nosé, existem vários tipos decimento de forramento, a maioria deles à base de cálcio, que servempara proteger a polpa. "Em remoções profundas, se a polpa não forprotegida, a saliva entra em contato com essa superfície, o que podecausar infecções", diz.Para o presidente da Associação Brasileira de Odontologia, NorbertoFrancisco Lubiana, "toda nova pesquisa é vista com bons olhos". Eleexplica que alguns cimentos são ideais para proteger a polpa, enquantooutros servem para "fazer um núcleo de preenchimento, em casos decanal ou quando o dente está muito destruído, para que se possareconstruir o dente".O uso do Portland pode beneficiar principalmente a população de baixarenda, já que, segundo Gerhilde, o produto mais utilizado hoje para essetipo de intervenção é um pó importado que custa R$ 172 o grama."Depois de patentearmos o produto e o adequarmos às condições deprodução, ele deverá custar de R$ 20 a R$ 30 o grama", diz apesquisadora.Fonte: Folha de São Paulo http://www.portalodontologia.com.br
    31. 31. Título da Patente: CIMENTO REPARADOR ODONTOLÓGICO"CIMENTO REPARADOR ODONTOLÓGICO". O presente relatóriodiz respeito a uma mistura de minerais estéril que, na forma de pófiníssimo, é disponibilizado como um kit, composto por duas fases: umasólida; formada pelos minerais em pé e, uma fase líquida; formada porágua destilada. O novo produto tem capacidade de estimular a formação detecidos mineralizados, promover hiperplasia cementária e a formação deosteo-dentina, também influenciar no reparo do ligamento periodontal e naprodução de citocinas; apresenta boa adesividade celular é ainda indutor decementoblastos. Além da boa biocompatibilidade, o novo material ainda éinsolúvel, dimensionalmente estável e eficaz, mesmo na presença daumidade relativa elevada e constante. A citotoxidade, comparado a outrosmateriais de uso em cirurgias parendodônticas, é muito menor que a dosdemais. O CIMENTO REPARADOR ODONTOLÓGICO,caracterizado por ser constituído por uma mistura balanceada de mineraisna forma de pó finíssimo, composto por Cimento portland aditivado,Sulfato de bário e água destilada. www.patentesonline.com.br
    32. 32.  quando a polpa coronária e radicular encontram-se clinicamente com características de inflamação irreversível , ou seja , com sangramento vermelho escuro ou pouco sangramento e/ou ausência de consistência tecidual (liquefeita ou pastosa) Ines Jacyntho Inojosa
    33. 33. TRATAMENTO DE URGÊNCIA PSF PULPOTOMIA DE URGÊNCIA NAS PULPITES IRREVERSÍVEIS AGUDASAnestesia Início da abertura coronária Isolamento absoluto Término da abertura coronária Irrigação da câmara com NaOCl a 1% Remoção da polpa coronária Irrigação/aspiração e secagem da câmara pulpar Mecha de algodão embebida em otosporin , oulevemente umedecida com eugenol que permite umperíodo de tempo maior sem dor. Selamento coronário provisório
    34. 34. PERIODONTITE APICAL AGUDACLÍNICO: dor contínua, quase semprepulsátil, sendo agravada pela pressão eoclusão dos dentes , onde o paciente relataa sensação de “dente crescido”.RADIOGRÁFICO: aumento do espaço doligamento periodontal apical TRATAMENTO DE URGÊNCIA Depende do agente causal
    35. 35. Estabelecimento do alívio e repousoarticular, medicação analgésica eantiinflamatória.
    36. 36. PERIODONTITE APICAL AGUDA TRAUMÁTICA TRATAMENTO DE URGÊNCIA Estabelecimento do alívio e repouso articular, medicação analgésica e antiinflamatória.
    37. 37. PERIODONTITE APICAL AGUDA INFECCIOSA TRATAMENTO DE URGÊNCIA NO PSF Início da abertura coronária Isolamento Absoluto Término da abertura coronária I/A da câmara pulpar e canal com NaOCl a 2,5% Penetração desinfetante do canal com uma lima tipoK fina que alcance o forame apical, desobstruindo oforame para drenagem. (ver comprimento médio dos dentes na tabela)
    38. 38. TABELA DO COMPRIMENTO MÉDIO DOS DENTES (*)DENTE IC. IL. C. 1 º PM 2 º PM 1ºM 2ºM 3ºM Sup. 21,80 23,10 26,40 21,50 21,60 21,30 21,70 17,10 Inf, 20,80 22,60 25,00 21,90 22,30 21,90 22,40 18,50 (*) PUCCI E REIG
    39. 39.  Irrigação com NaOCl a 2,5% e aspiração Mecha de algodão levemente umedecida comTricresol formalina na câmara pulpar Selamento coronário Medicar sistemicamente o paciente se fornecessário,Encaminhar paciente para centro publicoespecializado em tratamento de canal radicular(CEO)
    40. 40. ABSCESSO APICAL AGUDO FASE INICIAL DOR VIOLENTA, PULSÁTIL MOBILIDADE DENTÁRIA EXTREMA SENSIBILIDADE AO TOQUE AUSÊNCIA DE EDEMA
    41. 41. ABSCESSO APICAL AGUDO EM EVOLUÇÃO DOR ESPONTÂNEA, INTENSA E DIFUSA EXTREMA SENSIBILIDADE AO TOQUE ACENTUADA MOBILIDADE DENTÁRIAPRESENÇA DE EDEMA SEM PONTO DE FUTUAÇÃO
    42. 42. ABSCESSO APICAL AGUDO EVOLUÍDO DOR PRESENTE , POUCO INTENSA, DIFUSA SENSÍVEL À PERCUSSÃO PRESENÇA DE MOBILIDADE EDEMA COM PONTO DE FLUTUAÇÃO
    43. 43. ABSCESSO APICAL AGUDO TRATAMENTO COMUM A TODAS AS FASES Estabelecimento do alívio e repouso articularTentativa de drenagem via canal ou na área de flutuação Dieta líquida e alimentação pastosa Bochechos com antissépticos bucais aquecidosAnalgésico e antiinflamatório e,quando necessário,AB .
    44. 44. ABSCESSO APICAL AGUDO Tratamento Urgência no PSF :Anestesia por bloqueioInício da abertura coronáriaIsolamernto absolutoTérmino da aberturaPenetração DesinfetanteUso da lima no forame, para desobstruí-lopossibilitando a drenagem de pus via canal.
    45. 45. Em caso de drenagem, deixar o canal abertopor 15 a 20 minutos ,seguido de I/A c/ NaOCLUso de mecha de algodão levemente umedecidano tricresol na câmara pulparNos abscessos evoluídos realizar drenagemintra ou extra-oral.Nos casos com tricresol pedir ao paciente queprocure serviço publico especializado parainiciar tratamento de canal.Prescrever analgésico , antiinflamatório eantibiótico .Orientar para realizar bochecho e compressacom água morna o maior número de vezes ao dia.
    46. 46. “Abscesso fênix é a lesão apical que sedesenvolve pela exacerbação aguda de umaalteração periapical crônica”. INGLE
    47. 47. J Endod. 2001 Jun;27(6):415-20.Effect of apical trephination on postoperative pain and swelling insymptomatic necrotic teeth.Nist E, Reader A, Beck M.Department of Health Services Research, College of Dentistry, The Ohio State University,Columbus 43210, USA.The purpose of this prospective, randomized, blinded study was to determine the effect of apicaltrephination on postoperative pain and swelling in symptomatic necrotic teeth. Fifty emergencypatients participated, and each had a clinical diagnosis of a symptomatic necrotic tooth withassociated periapical radiolucency. After endodontic treatment, patients randomly received eitheran apical trephination or mock trephination procedure. The trephination procedure used aStabident perforator to provide an initial opening in the cortical bone that was enlarged with files(#25 through #120) and an endodontic spoon. Postoperatively, each patient received: ibuprofen;acetaminophen with codeine (30 mg); and a 7-day diary to record pain, percussion pain, swelling,and number and type of pain medication taken. Results demonstrated the use of an apicaltrephination procedure did not significantly (p > 0.05) reduce pain, percussion pain, swelling, ornumber of ibuprofen tablets taken in symptomatic necrotic teeth with periapical radiolucencies.The trephination procedure did significantly (p < 0.05) reduce the use of acetaminophen withcodeine overall for the 7 days. In conclusion, because there was not a significant reduction inpain, percussion pain, or swelling we cannot recommend the routine use of an apical trephinationprocedure, as used in this study, in symptomatic necrotic teeth with radiolucencies.
    48. 48. O propósito deste estudo foi determinar o efeito da trepanaçãoapical na dor e edema pós-operatória em pc com dentes necróticossintomáticos . Participaram do estudo 50 pac com dentes com polpasnecróticas sintomáticas e com lesão periapical . Após o tratamentoendodôntico ,foi realizada aleatoriamente a trepanação apical outrepanação mock . O procedimento de trepanação utilizou um perfuradorstabident, para fornecer a abertura inicial da cortical óssea , que foiampliada com limas (25 a 120) e uma cureta endodôntica , Para o pós-operatório cada pc recebeu: ibuprofeno ; acetaminofen com codeína(30mg) ; e um diário de 7 dias para registrar a dor, dor à percussão,edema, quantidade e tipo de medicação tomada para dor . Os resultadosdemonstraram que o procedimento de trepanação não reduziusignificativamente a dor, dor à percussão, edema e , quantidade deibuprofen tomados, nos dente necróticos sintomáticos com lesãoapical . O procedimento de trapanação reduziu significativamente o usode acetaminofen e codeína no período de 7 dias . Como conclusão,devido a não redução significativa da dor , dor à percussão ou doedema, nós não podemos recomendar o procedimento rotineiro detrepanação apical, conforme o utilizado neste estudo realizado emdentes com polpas necróticas sintomáticas e com lesão apical.
    49. 49. EXPERIÊNCIA ESTUDO CLÍNICA PERSPICÁCIARESPONSABI-LIDADE HONESTIDADE DIAGNÓSTICO CORRETO TRATAMENTO ADEQUADO

    ×