Conversando sobre o Curriculo Escolar

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No mundo contemporâneo
o papel do profissional do magistério está sendo questionado e redefinido de diversas maneiras. obre o processo de ensino e aprendizagem,
Novas metodologias, técnicas e material de apoio ...

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Conversando sobre o Curriculo Escolar

  1. 1. CONVERSANDO SOBRECURRICULO ESCOLAR
  2. 2.  Embasamento:  MEC  -­‐  DIRETRIZES  PARA  A  FORMAÇ  ÃO  INICIAL  DE  PROFESSORES  HELOISA  LUCK  –  Dimensões  da  Gestão    Escolar          PARTE  I    2/41  
  3. 3.  •  No mundocontemporâneoo papel doprofissional domagistério estásendoquestionado eredefinido dediversasmaneiras
  4. 4. Para isso concorrem as novasconcepções sobre a educação:Ø  as revisões e atualizações nasteorias de desenvolvimento eaprendizagem,Ø  o impacto da tecnologia dainformação e das comunicaçõessobre o processo de ensino eaprendizagem,Ø  Novas metodologias, técnicas ematerial de apoio
  5. 5. Os  profissionais  da  educação    precisam  preparar-­‐se  para  as  mudanças  delineadas  nos  novos  cenários  educacionais.  
  6. 6. Dentre  as  exigências  que  se  colocam  para  o  papel  DOCENTE  destacam-­‐se    orientar  e  mediar  o  ensino  para  a  aprendizagem  dos  alunos;    responsabilizar-­‐se  pelo  sucesso  da  aprendizagem  dos  alunos;  assumir  e  saber  lidar  com  a  diversidade  existente  entre  os  alunos;  incenZvar  aZvidades  de  enriquecimento  curricular;  elaborar  e  executar  projetos  para  desenvolver  conteúdos  curriculares;    uZlizar  novas  metodologias,  estratégias  e  materiais  de  apoio;  desenvolver  hábitos  de  colaboração  e  trabalho  em  equipe  
  7. 7. Dentre  as  exigências  que  se  colocam  para  o  papel  do  CP  destacam-­‐se    orientar  e  mediar  o  ensino  junto  aos  alunos  para  a  aprendizagem  dos  alunos;    responsabilizar-­‐se  pelo  sucesso  da  aprendizagem  dos  alunos;  assumir  e  saber  lidar  com  a  diversidade  existente  entre  os  alunos;  incenZvar  aZvidades  de  enriquecimento  curricular;  elaborar  e  executar  projetos  para  desenvolver  conteúdos  curriculares;    uZlizar  novas  metodologias,  estratégias  e  materiais  de  apoio;  desenvolver  hábitos  de  colaboração  e  trabalho  em  equipe  
  8. 8. GESTAR  PARTICIPAR  PROMOVER  MEDIAR  OFICIALIZAR   Dentre  as  exigências  que  se  colocam  para  o  papel  do  GESTOR  destacam-­‐se    
  9. 9. 1-­‐  GESTAR  em  consonância  com  as  políAcas  da  Secretaria  Municipal  de  Educação  e  com  as  legislações,  federal,  estadual  e  municipal  vigentes  ,  na  forma  de:  
  10. 10. GESTAR  delegando e evocandoas atribuições ecompetências dosservidores da escola;  socializando asinformações efavorecendo o diálogoigualitário entre osdiversos segmentos daescola;  organizando as atividades deplanejamento no âmbito daescola, a elaboração doprojeto político-pedagógico,acompanhando, avaliando egerenciando a respectivaexecução dos projetos a elevinculados;  subsidiando o planejamentoeducacional, responsabilizando-se pelaatualização, exatidão, sistematização efluxo dos dados necessários a suaelaboração, prevendo recursos físicos,materiais e humanos para atender àsnecessidades da escola a curto, médio elongo prazo;  
  11. 11. criando condições para promover ocontínuo aperfeiçoamento dosrecursos físicos, materiais e humanosda escola;estimulando experiênciaspara a inovação e oaprimoramento doprocesso educativo  acompanhando a movimentação da demandaescolar da região, propondo acréscimo ouredução do número de classes, quandonecessário  acompanhando osprofissionais de suaunidade escolar, naspráticas pedagógicas nasdiferentes áreas doconhecimento e oprocesso de inclusão dosalunos deficientes noespaço escolar  
  12. 12. PPP  da  Unidade  Escolar    programas, projetos, reuniões,cursos, debates, seminários egrupos de trabalho que buscamo aperfeiçoamento, a atualizaçãoe a capacitação profissional, bemcomo a qualidade do ensino, noâmbito de sua atuação;eventos voltados à formaçãoprofissional;censo populacional, na chamadae na efetivação das matrículasem escolas da rede de escolaspúblicas municipais  
  13. 13. projetos de inclusãoescolar, reforço deaprendizagem e outrasformas de apoiopedagógico aos alunosda rede de escolaspúblicas municipais  realização de pesquisasna área da educação;projetos deconscientização dasfamílias no tocante àobrigação constitucionalem relação à matrícula efreqüência escolar dascrianças e dosadolescentes doMunicípio;
  14. 14. atividades de articulação da escolacom as famílias e a comunidade,instituir o Conselho de Escola;organização de festividades, feiras eoutras eventos destinados a divulgar aarte, a ciência e a cultura local, regionale nacional, no âmbito de sua atuação;organização de eventos destinados acomemorar datas significativasnacionais, estaduais e municipais, noâmbito de sua atuação;reuniões do Conselho de Escola eoutros comunitários, grupos de trabalhoe mobilizações outras destinadas aassegurar o pleno desenvolvimento dacriança, do adolescente, do jovem e doadulto, a proteção integral aos seusdireitos, o seu preparo para o exercícioda cidadania e a sua qualificação parao trabalho;
  15. 15. solenidades,  cerimônias  e  representar  a  escola  em  atos  oficiais  e  aZvidades  da  comunidade;  reuniões  de  pais,  visando  mobilizar  e  integrar  a  comunidade  no  universo  da  escola  e  atender  demandas  educacionais  mais  específicas;  os  diferentes  segmentos  da  comunidade  escolar,  incluindo  o  Conselho  de  Escola  na  busca  de  soluções  e  melhorias  do  processo  educaZvo;  a  integração  escola/família/comunidade,  proporcionando  condições  para  a  parZcipação  dos  membros  da  comunidade  nas  programações  da  escola  e  assegurando  a  parZcipação  da  escola  em  aZvidades  cívicas,  culturais,  sociais  e  desporZvas  da  comunidade;  as  reuniões  dos  conselhos  de  classe/ano/ciclo/termo,  subsidiando    e  mediando    as  respecZvas  decisões.  
  16. 16. declarações  e  documentos  para  diferentes  fins,  sempre  que  necessário,  obedecendo  as  determinações,  a  exaZdão  e  os  prazos  esZpulados.  controle  da  frequência  diária  da  equipe  escolar  e  ao  deferimento  das  faltas  abonadas,  de  modo  a  garanZr  o  atendimento  aos  alunos;  convocação    e  realização  de    reuniões  de  professores  e  funcionários;  
  17. 17. MEDIAR  situações  de  conflitos  prejudiciais  ao  desenvolvimento  do  processo  educaZvo  na  unidade  escolar  adotando    procedimentos  administraZvos    legais  cabíveis  aos  servidores  da  escola,  representando  administraZvamente  os  funcionários  da  unidade  escolar  junto  às  instâncias  competentes,  em  casos  de  condutas  inadequadas;  procedimento  junto  aos  alunos,  em  conformidade  com  o  regimento  escolar  da  unidade  escolar;  
  18. 18. Atenção    SER  ASSIDUO  E  PONTUAL  parAcipando  integralmente  do  período  de  trabalho.  Prestar  assistência,  suporte,  informações  ou  denuncias,  quando  couber,  aos  órgãos  encarregados  do  cumprimento  do  ECA.  
  19. 19.          REFORMA  CURRICULAR:  UM  INSTRUMENTO  PARA  TRANSFORMAR  EM  REALIDADE  AS  PROPOSTAS  DA  EDUCAÇÃO  BÁSICA    “O  contexto  atual  traz  a  necessidade  de  promover  a  educação  escolar,  não  como  uma  justaposição  de  etapas  fragmentadas,  o  que  tem  acontecido  até  aqui,  mas  numa  perspec=va  de  con=nuidade  entre  educação  infan=l,  ensino  fundamental  e  ensino  médio,  dando  concretude  ao  que  a  legislação  denomina  educação  básica  e  que  possibilite  um  conjunto  de  aprendizagens  e  desenvolvimento  de  capacidades  que  todo  cidadão  –  criança,  jovem  ou  adulto  –  tem  direito  de  desenvolver  ao  longo  da  vida,  com  a  mediação  e  ajuda  da  escola.”  
  20. 20. CURRICULO  EDUCACIONAL    LDBEN    Diretrizes  e  Parâmetros  Curriculares  Nacionais    
  21. 21. Com  as  “DIRETRIZES    E    PARÂMETROS    CURRICULARES    NACIONAIS    PARA  A    EDUCAÇÃO  BÁSICA”,    o  país  dispõe  hoje  de  uma  concepção  clara  da  organização  pedagógica  das  disZntas    etapas  da  escolarização  e  de  materiais  para  dar  apoio  a  re  estruturação  curricular  que  será  necessária  para    transformar  o  novo  paradigma  curricular  em  realidade    
  22. 22.  Tomando  como  base  a  LDBEN  e  em  colaboração  com  a  sociedade  e  demais  esferas  federaZvas,  os  ÓRGÃOS  EDUCACIONAIS  NACIONAIS,  EXECUTIVOS  e  NORMATIVOS  vêm  interpretando  e  regulamentando  esses  paradigmas  curriculares  de  modo  ousado  e  inovador.    As   normas   e   recomendações   nacionais,  surgem   nos   marcos   de   um   quadro   legal   de  flexibilização   da   gestão   pedagógica   e  reafirmação   da   autonomia   escolar   e   da  diversidade   curricular,   que   sinaliza   o  caminho   para   um   regime   de   colaboração  menos   sujeito   a   injunções   políAcas  pedagógica,     reafirmação   da   autonomia  escolar   e   da   diversidade   curricular,   ....e   um  modelo  de  gestão  mais  contemporâneo  para  reger  as  relações  entre  o  centro  dos  sistemas  e  as  unidades  escolares  
  23. 23. Essa  reforma  curricular  é  pautada  pelos  enormes  desafios  que  estão  colocados  pela  sociedade  brasileira.  Cada  vez  mais,  em  todo  o  mundo,  a  educação  escolar  passa  a  ter    papel  essencial  no  desenvolvimento  das  pessoas  e  da  sociedade,  a  serviço  de  um  desenvolvimento  sócio  –  cultural  e  ambiental  mais  harmonioso    A  educação  escolar  é  indicada  como  um  dos  elementos  essenciais  e    para  favorecer  as  transformações  sociais  e  fazer  recuar  a    pobreza,  a  exclusão,  a  submissão,  as  opressões  de  todas  as  ordens.  
  24. 24. O  fato  do  conhecimento  ter  passado  a  ser  um  recurso    fundamental,  tende  a  mudar  a  estrutura  da  sociedade,  cria  nova  dinâmicas  sociais  e  econômicas,  e  também  novas  políZcas.    
  25. 25. DOS  PROBLEMAS    
  26. 26. O  processo  de  internacionalização  da  economia  e  de  tensões  entre  interesses  de  mercado  e  de  capital  e  interesses  sociais,  tem  contribuído  para  a  predominância  de  valores  e  senZmentos  nada  construZvos  –como  o  individualismo,  a  intolerância,  a  violência,  o  preconceito,  o  que  põe  em  pauta  questões  éZcas  complexas,  sem  respostas  prontas  nem  soluções  fáceis  e  que  traz  novos  desafios  à  educação.  
  27. 27. Por outro lado, as transformações científicas etecnológicas, que ocorrem de forma acelerada, exigemdas pessoas novas aprendizagens.Nos últimos anos, tem-se observado o uso cada vezmais disseminado dos computadores e de outrastecnologias, que trazem uma grande mudança emtodos os campos da atividade humana.A comunicação oral e escrita convive cada dia maisintensamente com a comunicação eletrônica, fazendocom que se possa compartilhar simultaneamente compessoas de diferentes locais.
  28. 28. ‘Com  relação  ao  mundo  do  trabalho,  sabe-­‐se  que  todos  os  países  industrializados  experimentaram,  ou  experimentam,  a  transformação  de  uma  sociedade  industrial  numa  sociedade  baseada  na  informação.    O  fator  de  produção  absolutamente  decisivo  passa  a  ser  o  conhecimento  e  o  controle  do  meio  técnico  cienJfico-­‐informacional,  relaAvizando  o  poder  advindo  da  posse  do  capital,  da  terra  ou  da  mão-­‐de-­‐obra.  ‘  
  29. 29. Nesse  contexto,  a  escola  que  se  delineia  como  ideal  é  aquela  voltada  para  a  construção  de  uma  cidadania  consciente  e  aZva,  que  ofereça  aos  alunos  bases  culturais  que  lhes  permitam  idenZficar  e  posicionar-­‐se  frente  às  transformações  em  curso  e  incorporar-­‐se  na  vida  produZva.  
  30. 30.  • De  maneira  urgente  faz-­‐se  necessário  res  significar  o  ensino  de  crianças  e  jovens,  para  que  possam  relacionar-­‐se  com  a  natureza,  construir  insZtuições  sociais,  produzir  e  distribuir  bens,  serviços,  informações  e  conhecimentos,  sintonizando-­‐o  com  as  formas  contemporâneas  de  conviver.    
  31. 31. Algumas  novas  tarefas  passam  a  se  colocar  à  escola,  não  porque  seja  a  única  instância  responsável  pela  educação,  mas  por  ser  a  insZtuição  que  desenvolve  uma  práZca  educaZva  planejada  e  sistemáZca  durante  um  período  conpnuo  e  extenso  de  tempo  na  vida  das  pessoas.  E,  também,  porque  é  reconhecida  pela  sociedade  como  a  insZtuição  da  aprendizagem.    
  32. 32. No  que  se  refere  à  faixa  etária  de  zero  a  seis  anos,  além  dos  cuidados  essenciais,  consZtui  hoje  uma  tarefa  importante  favorecer  a  construção  da  idenZdade  e  da  autonomia  da  criança  e  o  seu  conhecimento  de  mundo.    
  33. 33. Com  relação  aos  alunos  dos  ensinos  fundamental  e  médio,  é  preciso  que  aprendam  a  valorizar  o  conhecimento,  os  bens  culturais,  o  trabalho  e  a  ter  acesso  a  eles  autonomamente;  a  selecionar  o  que  é  relevante,  invesZgar,  quesZonar  e  pesquisar;  a  construir  hipóteses,  compreender,  raciocinar  logicamente;  a  comparar,  estabelecer  relações,  inferir  e  generalizar;  a  adquirir  confiança  na  própria  capacidade  de  pensar  e  encontrar  soluções.    É  também  necessário  aprender  a  relaZvizar,  confrontar  e  respeitar  diferentes  pontos  de  vista,  discuZr  divergências,  exercitar  o  pensamento  críZco  e  reflexivo,  comprometer-­‐se,  assumir  responsabilidades.  Além  disso,  é  importante  que  aprendam  a  ler  criZcamente  diferentes  Zpos  de  texto,  uZlizar  diferentes  recursos  tecnológicos,  expressar-­‐se  e  comunicar-­‐se  com  várias    linguagens,  opinar,  enfrentar  desafios,  criar,  agir  de  forma  autônoma  e  que  aprendam    a  diferenciar  o  espaço  público  do  espaço  privado,  ser  solidários,  conviver  com  a  diversidade,  repudiar  qualquer  Zpo  de  discriminação  e  injusZça  
  34. 34. Com  esta  visão,  já  é  possível  pensar  estratégias  e  mecanismos  de  implementação  de  políZcas,  com  prioridade  para  aquelas  endereçadas  à  provisão  dos  requisitos  para  que  a  reforma  se  implemente  com  plenitude:  materiais  de  apoio    didáZco    pedagógico,  apoio  à  melhoria  da  gestão  de  sistemas  e  de  escolas.  Já  torna-­‐se  possível  também,  parZr  com  segurança  para  uma  nova  fase,  que  é  a  da  revisão  e  da  implementação  da  formação  inicial  e  conZnuada  dos  profissionais  do  magistério  e  em  especial  dos  professores.    
  35. 35.  EMBASAMENTOS  PROPOSTA  CURRICULAR        PARTE  II  

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