Engenharia De Software Baseada Em Componentes

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Apresentação de Engenharia de Software baseada em Componentes feita na disciplina de ES no IME-USP.

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Engenharia De Software Baseada Em Componentes

  1. 1. Engenharia de Software baseada em Componentes Caio Braz Gustavo Vilela Henrique Stagni Igor Montagner
  2. 2. Componente " Um componente é um pacote coerente de artefatos de software que pode ser independetemente desenvolvido e distribuído como uma unidade e que pode ser composto, sem alterações, com outros componentes para construir algo maior." Motivação: REÚSO. Processo natural que ocorre em muitas indústrias.
  3. 3. Características de Componentes Comparação com peças do brinquedo Lego: • São intercambiáveis. • São reutizáveis. • Alguns são mais específicos, outros mais gerais. • Interagem com outros componentes.
  4. 4. Engenharia de Software Baseada em Componentes A ESBC estuda: • as práticas necessárias para o desenvolvimento baseado em componentes. • vantagens e desvantagens da adoção de componentes
  5. 5. Classificação de Componentes
  6. 6. ES x ESBC ES ESBC O reúso existe, mas ocorre na fase de desenvolvimento. Geralmente envolve reutilização de trechos de código. O reúso é feito na montagem, sem custos de desenvolvimento, sem mudar a implementação dos componentes. Atualização e extensão do sistema são feitas dinamicamente. Componentização.
  7. 7. ES x ESBC ES ESBC • Análise dos requisitos. • Especificação do sistema. • Aprovação da especificação pelo cliente. • Análise dos requisitos. • Especificação do sistema. • Aprovação da especificação pelo cliente. • Projeto de Arquitetura do Software. • Implementação. • Busca e Seleção de Componentes. • Desenvolvimento de partes não atendidas por componentes já existentes. • Integração. • Testes • Testes de integração. • Implantação • Implantação
  8. 8. Mercado de Componentes de Software Obtenção de software: • Pacote • Sob Encomenda ESBC oferece o melhor dos dois modelos e ainda atende reconhecidamente a duas grandes demandas do mercado de TI: • Diminuição do tempo de chegada ao mercado • Aumento de produtividade
  9. 9. Mercado de Componentes de Software Estrutura Produtiva • Desenvolvedores de componentes • Integradores • Clientes/usuários de software baseado em componentes • Intermediários • Certificadores de qualidade • Fornecedores de ferramentas de desenvolvimento
  10. 10. Mercado de Componentes de Software Economia de componentes • Mercados de componentes individuais e linhas de produtos • Mercado de Integração • Mercado de infra-estrutura • Mercado de intermediação • Mercado de Certificação • Mercado de Treinamento/Capacitação
  11. 11. Mercado de Componentes de Software Cadeia de Valor
  12. 12. Mercado de Componentes de Software Barreiras e riscos • Pouco conhecida • Faltam padrões • Poucos fornecedores e compradores de componentes • Dificuldade em encontrar (ou operacionalizar) outros modos de comercialização mais adequados que a venda de licenças • Alguns modelos de negócio são muito sofisticados para um mercado ainda não firmado
  13. 13. Mercado de Componentes de Software Problemas em aberto • Descrição de componentes • Confiabilidade • Responsabilidade por falhas • Combinação de componentes • Modelos de negócios • Atualizações • Suporte a longo prazo • Propriedade Intelectual
  14. 14. Tendências do Desenvolvimento e uso da ESBC no Brasil Estímulos positivos e negativos para a escolha do modelo ESBC o Fatores técnicos positivos: Positivos a qualidade do software, facilidade de manutenção, confiança e evolução da arquitetura orientada a serviços. o Fatores técnicos negativos O baixo grau de maturidade da tecnologia é uma barreira grande.
  15. 15. Tendências do Desenvolvimento e uso da ESBC no Brasil Os estímulos econômicos tiveram uma percepção mais positiva que os técnicos. o Fatores econômicos positivos: Os principais foram a produtividade, "time to market" e a geração de oportunidades de negócios. o Fatores econômicos negativos O custo da migração para o novo modelo e a falta de recursos humanos para o processo.
  16. 16. Tendências do Desenvolvimento e uso da ESBC no Brasil Os modelos de negócio mais atrativos e viáveis para o mercado brasileiro atualmente (2005). Obtiveram maior destaque os modelos Integrador, Venda de Componentes e Ferramentas. Em contrapartida, os modelos Broker e Certificação foram os classificados como mais incertos. Um fato interessante é verificar a falta de capacitação para todos os modelos.
  17. 17. Tendências do Desenvolvimento e uso da ESBC no Brasil Intensidade de uso do modelo ESBC atualmente (2005) e projeção para o futuro (2010), para vários dominios disponíveis no mercado.
  18. 18. 2005
  19. 19. 2010
  20. 20. Cenário para desenvolvimento e uso de componentes na Indústria Brasileira de Software e Serviços Metodologia de cenários: • adequada para tratar incertezas Exercício de cenários: • identificar cenários futuros para o desenvolvimento de componentes Pontos de discussão: • em que medida a ESBC vai transformar a base técnica e comercial da indústria mundial de software? • quais os modelos de negócio criados ou potencializados? • sendo um mercado internacional em potencial, quais as possibilidades de inserção do Brasil?
  21. 21. Cenário para desenvolvimento e uso de componentes na Indústria Brasileira de Software e Serviços Resultados: • a evolução do reuso não é uma incerteza, é uma tendência! • incerteza quanto a ESBC tornar-se principal tecnologia nessa trajetória. Cenários: • Vento em Popa - ESBC é a trajetória principal de reuso e Brasil acompanha • Calmaria - ESBC não avança significativamente • a ver Navios - ESBC avança, torna-se dominante, mas Brasil fica de fora
  22. 22. Considerações Finais Pontos fortes • política nacional de software livre • mercado interno de porte significativo e com poder de alavancagem • boa base acadêmica • política industrial voltada para software Pontos fracos • falta de cultura de reuso • falta de recurso humano capacitado • limitação de recursos financeiros • relativo atraso em intensidade de uso • baixa inserção do Brasil no mercado internacional
  23. 23. Considerações Finais Oportunidades • vantagens técnicas • ganhos de produtividade e redução de prazos de entrega • oportunidade de empresas brasileiras participarem no mercado internacional de software • expansão do modelo de negócio integrador • diversificação de produtos e soluções Ameaças • perda de competitividade global • tendência que não se compre componentes brasileiros a curto prazo (carece de confiança) • Brasil corre risco de ter que importar (China e Índia) • falta de certificação específica dificulta entrada no mercado internacional
  24. 24. Considerações Finais Em resumo: • reuso e intercambialidade são razões principais do desenvolvimento da ESBC, mas não se sabe se essa será sua principal trajetória • necessidade da criação da cultura de uso de componentes, formação de pessoal qualificado, financiar a melhoria e maturidade do processo de desenvolvimento e formular políticas para lidar com direitors de propriedade intelectual.

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