Capítulo 04 - classificação e estrutura dos materiais

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  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Briófitas Briófitas (do gergo  bryon : 'musgo'; e  phyton : 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados. O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas: rizoides  - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente; cauloide  - pequena haste de onde partem os filoides; filoides  -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese. Estrutura das briófitas   Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes. Devido a  ausência de vasos condutores de nutrientes , a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas. Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.
  • Modelo atômico de Thomson é uma teoria sobre a estrutura atômica proposta por Joseph John Thomson, descobridor do elétron e da relaçāo entre a carga e a massa do elétron, antes do descobrimento do próton ou do neutron. Neste modelo, o átomo é composto de elétrons embebidos numa sopa de carga positiva, como as passas num pudim. Acreditava-se que os elétrons distribuíam-se uniformemente no átomo. Em outras oportunidades, postulava-se que no lugar de uma sopa de carga positiva seria uma nuvem de carga positiva
  • Modelo atômico de Thomson é uma teoria sobre a estrutura atômica proposta por Joseph John Thomson, descobridor do elétron e da relaçāo entre a carga e a massa do elétron, antes do descobrimento do próton ou do neutron. Neste modelo, o átomo é composto de elétrons embebidos numa sopa de carga positiva, como as passas num pudim. Acreditava-se que os elétrons distribuíam-se uniformemente no átomo. Em outras oportunidades, postulava-se que no lugar de uma sopa de carga positiva seria uma nuvem de carga positiva
  • Após a descoberta dos raios x houve uma revolução na Ciência. A partir desta importante descoberta, outro físico francês iniciou um estudo para tentar descobrir os raios x em substâncias fluorescentes. Esse fenômeno foi descoberto, acidentalmente porque Becquerel guardou, em uma gaveta, um composto de urânio juntamente com uma chapa fotográfica, havendo depois revelado a chapa e notado nela os sinais da radiação Antoine Henri Becquerel descobriu que o sulfato duplo de potássio e uranila emitia raios desconhecidos, que impressionavam chapas fotográficas após atravessar o papel negro, estes raios foram nomeados, inicialmente, de “raios Becquerel”. Marie Sklodowska e Pierre Curie, um casal de cientistas, interessados pela descoberta de Becquerel acabaram descobrindo que todos os compostos que possuíam urânio tinham a propriedade de emitir esses raios, portanto ficou evidente que ele era o elemento responsável por emitir os raios desconhecidos. Assim, o casal nomeou este fenômeno como  radioatividade , que significa  emitir raios  (do latim  radius ). Marie Sklodowska e Pierre Curie. O casal Curie iniciou um trabalho com amostras retidas do elemento urânio. Após medir as radiações emitidas em cada amostra, constataram que, quanto maior era a proporção de urânio na amostra, mais radioativa ela seria. Ao estudar a pechblenda, um minério de urânio, mais uma descoberta inesperada aconteceu. Verificou-se que uma das partes de impureza extraídas do minério era muito mais radioativa do que o próprio urânio puro. Desse modo, o casal Curie desconfiou que houvesse outro elemento radioativo desconhecido. Em 1898, o casal descobriu o elemento que era 400 vezes mais radioativo do que o urânio, este elemento foi denominado “polônio”.  Mesmo com a descoberta do polônio, o casal não cessava as suas pesquisas, até que descobriram outro elemento mais radioativo que o polônio, este foi nomeado de “rádio”
  • Já que a maioria das partículas α atravessava a lâmina de ouro sem sofrer desvios, a maior parte do átomo deveria ser vazia. Espaço que foi denominado de eletrosfera, onde estariam os elétrons. As partículas α que voltavam indicavam que deveria existir uma pequena região maciça, denominado NÚCLEO, onde estaria concentrada a massa do átomo. Já que um pequeno número de partículas α sofrem desvios significativos ao atravessar a lâmina de ouro, o núcleo deve ser pequeno e positivo, proporcionando uma
  • Os valores de massa de um nêutron seria muito similar aos de um próton
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • I - Substâncias simples, pertencentes aos três reinos, que podem ser observadas como elementos de corpos : - Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio.  II - Substâncias simples não metálicas que são oxidáveis e acidificáveis : - enxôfre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico.  III - Substâncias simples metálicas oxidáveis e acidificáveis : - antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco.  IV - Substâncias simples salificáveis e terrosas : - calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
  • Capítulo 04 - classificação e estrutura dos materiais

    1. 1. Capítulo 04:4.1 – A evolução dos modelos atômicos
    2. 2. Modelos atômicos• Retomemos o modelo de Dalton: - O átomo é a menor porção da matéria, e são esferas maciças e indivisíveis - Foi o modelo adotado e aceito pela comunidade científica durante quase todo o séc. XIX - Ainda é muito usado para representar estruturas moleculares e sua distribuição espacial• Mas o modelo de Dalton não conseguia explicarsatisfatoriamente todos os fenômenos naturais
    3. 3. Modelos atômicos• Tales de Mileto (640 - 546a.C.)• Fez algumas experiênciascom âmbar (em grego -elektron) e descobriu queesse adquire uma cargaelétrica quando é atritadocom uma flanela
    4. 4. Modelos atômicos• Benjamin Franklin (1706 -1790)• Observou que existemduas espécies de cargaselétricas, chamadas por ele,arbitrariamente de positiva enegativa.• Com essas observações foipossível explicar o fenômenorelatado por Tales de Mileto
    5. 5. Modelos atômicos• Cargas elétricas de sinaisopostos se atraem.•Cargas elétricas de mesmosinal se repelem.•Mais tarde essas e outrasobservações intensificaram arealização de experimentosenvolvendo eletricidade, osquais permitiram associar aeletricidade ao átomo
    6. 6. Modelo de Thomsom• Também chamado de pudim de passas• As cargas elétricas negativas, chamadas elétrons(e-), estavam imersas em uma “sopa” de cargaelétrica positiva, os prótons. O nº de e- deveria sersuficiente para anular a carga dos prótons• Se o átomo perdesse e- ele ficaria com cargapositiva, e se ganhasse e- ficaria com carga negativa
    7. 7. Modelo de Thomsom• Quando um átomo ganha ou perde ele setransforma em uma espécie eletricamentecarregada, que chamamos de íon• Quando o átomo passa a ser um íon positivo, ochamamos de Cátion• Quando o átomo passa a ser um íon positivo, ochamamos de Ânion
    8. 8. Radioatividade• 1896 - Becquerel descobre a radioatividade: emissão espontânea de radiação vindo do Urânio.• 1897 - Casal Curie descobrem dois elementos radioativos: Polônio e o Rádio.
    9. 9. Modelo atômico de Rutheford• Também conhecido como modelo planetário• Realizou experimentos que demonstraram pelaprimeira vez a existência do núcleo atômico, o quenão era consistente com o modelo atômico deThomson
    10. 10. Modelo atômico de Rutheford• Comprovou a existênciade um núcleo e umaeletrosfera• Comprovou a existênciade partículas diferentes ecom cargas positivasdiferentes
    11. 11. Modelo atômico de Rutheford• Com base em seus dados,Rutheford também sugeriua existência de cargasneutras no núcleo, cargasessas que serviriam paramanter o núcleo coeso eexplicavam os valores damassa atômica
    12. 12. Modelo atômico de Bohr• É um modelo que descreve o átomo como umnúcleo pequeno e carregado positivamente cercadopor elétrons em órbita circular• Explicava o problema de perda de energia doelétron, e possível colisão com o núcleo, que nãoacontecia
    13. 13. Modelo atômico de Bohr•No estado fundamental de um átomo, os elétronsse encontram no nível energético mais baixopossível.•Se os elétrons de um átomo recebem energia oucolidem com outros elétrons, eles saltam paraníveis mais externos. Neste caso, dizemos que oselétrons entram em estado excitado.
    14. 14. Modelo atômico de Bohr•Se os elétrons cedem energia, eles saltam paraníveis mais internos e a energia liberada peloselétrons sai em forma de quantum de luz ou fóton
    15. 15. 4.2 – Classificação periódica
    16. 16. Tabela Periódica• Consiste num ordenamento dos elementosconhecidos de acordo com as suas propriedadesfísicas e químicas• Os elementos que apresentam as propriedadessemelhantes são dispostos em colunas• São organizados em forma crescente de Nºatômico
    17. 17. Tabela Periódica• Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de33 elementos químicos,• Agrupou os elementos em gases, não-metais, metais e terras: - “Gases”: Luz, calor, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio; - Não-Metais: enxofre, fósforo, carbono, radicais muriático, fluorídrico e boráxico;
    18. 18. Tabela Periódica• Em 1789, Antoine Lavoisier publicou uma lista de33 elementos químicos,• Agrupou os elementos em gases, não-metais, metais e terras: - Metálicas: Antimônio, arsênico, bismuto, cobalto, cobre, ouro, ferro, chumbo, manganês, mercúrio, molibdênio, níquel, platina, prata, estanho, tungstênio e zinco; - Terras: Calcáreo, magnésia, barita, alumina e sílica.
    19. 19. Tabela Periódica• Em 1858, o químico alemão AugustKekulé observou que o carbono tem uma tendênciade ligar-se a outros elementos em uma proporçãode um para quatro.• Este conceito tornou-se conhecido como valência.
    20. 20. Tabela Periódica• Em 1864, o também químico alemão Julius LotharMeyer publicou uma tabela com os 49 elementosconhecidos organizados pela valência. A tabelarevelava que os elementos com propriedadessemelhantes freqüentemente partilhavam a mesmavalência.
    21. 21. Tabela Periódica• Nessa mesma época, O professor de químicarusso Dmitri Ivanovich Mendeleiev publicou sua“versão” da tabela periódica.
    22. 22. Tabela Periódica• Mendeleiev propôs dois aspectos diferentes emsua tabela, que Meyer não havia proposto; - Primeiro: deixar lacunas na tabela quando parecia que o elemento correspondente ainda não tinha sido descoberto. - Segundo: ignorar a ordem sugerida pelos pesos atômicos e alternar elementos adjacentes, tais como o cobalto e o níquel, para melhor classificá-los em famílias químicas
    23. 23. Tabela Periódica
    24. 24. Tabela Periódica(Colunas)
    25. 25. Elementos Reperesentativos
    26. 26. Tabela PeriódicaElementos de Transição
    27. 27. Tabela PeriódicaElementos de Transição Interna
    28. 28. 1 Tabela Periódica
    29. 29. 1 Tabela Periódica 2
    30. 30. 1 Tabela Periódica 2 3
    31. 31. 1 Tabela Periódica 2 3 4
    32. 32. 1 Tabela Periódica 2 3 4 5
    33. 33. 1 Tabela Periódica 2 3 4 5 6
    34. 34. 1 Tabela Periódica 2 3 4 5 6 7
    35. 35. 1 Tabela Periódica 8 2 3 4 5 6 7
    36. 36. Nº de e- na camada de valência1 8 2 3 4 5 6 7
    37. 37. Tabela PeriódicaMetais Alcalinos
    38. 38. Tabela PeriódicaMetais Alcalinos Terrosos
    39. 39. Tabela Periódica Halogênios
    40. 40. Tabela Periódica Gases Nobres
    41. 41. Tabela Periódica
    42. 42. Tabela PeriódicaK
    43. 43. Tabela PeriódicaKL
    44. 44. Tabela PeriódicaKLM
    45. 45. Tabela PeriódicaKLMN
    46. 46. Tabela PeriódicaKLMNO
    47. 47. Tabela PeriódicaKLMNOP
    48. 48. Tabela PeriódicaKLMNOPQ
    49. 49. Tabela Periódica • Apesar de o hidrogênio ficar no primeiro grupo (alcalino) ele não partilha das mesmas propriedades do mesmo;• Ele só está na primeira coluna por causade seu nº de valência.
    50. 50. Tabela Periódica Metais
    51. 51. Tabela Periódica Não Metais
    52. 52. Tabela Periódica• O termo “gás nobre” vem do fato que,do ponto de vista humano, nobre éaquele que geralmente evita as pessoascomuns;• Também conhecidos por gases inertes;• A primeira evidência da existência dosgases nobres foi através da descobertada existência do hélio no sol, feita poranálise espectrográfica da luz solar
    53. 53. Elementos presentes nos organismos vivos
    54. 54. 4.3 – Ligações Químicas
    55. 55. Ligações Químicas• O que podemos falar da fórmula H₂O?
    56. 56. Ligações Químicas• O que podemos falar da fórmula H₂O? Energia• Conceito Geral: Combinação entre átomos, moléculas eíons onde cada espécie química procura uma maior isolados Átomosestabilidade. estáveis Menos ligados Átomos Mais es
    57. 57. Ligações Químicas Definições • Estado Natural dos Átomos: encontrados na natureza combinados de modo a adquirir maior estabilidade.
    58. 58. Ligações Químicas Definições• Estabilidade química: precisam completar seusorbitais incompletos perdendo ou ganhandoelétrons.• Camada de Valência: em geral as ligaçõesquímicas envolvem apenas a última camada doátomo.
    59. 59. Ligações Químicas• Regra do Octeto Átomos com 8 elétrons de valência são estáveis. Elementos se combinam para adquirirestabilidade eletrônica – configuração eletrônicaigual à dos gases nobres.
    60. 60. Ligações Químicas• Regra do Dueto Descrição: O átomo adquire estabilidade aocompletar a camada de valência com dois elétrons,imitando o gás nobre - He. Obs. Esta regra só é válida para os elementos representativos: H, Li, Be e B.
    61. 61. Ligações Químicas• Classificação das Ligações a. IÔNICA b. COVALENTE c. METÁLICA
    62. 62. Ligação Iônica• A Ligação Iônica pode também ser chamada deeletrovalente Transferência de elétrons de um átomo para outro. Átomos da ligação exibem comportamentosopostos. Ocorre entre: METAL e NÃO-METAL
    63. 63. Ligação Iônica• Metais (doam elétrons) e não–metais (recebem).• Ao ceder elétrons, um átomo fica eletricamentepositivo (CÁTION)• Ao receber elétrons, um átomo fica eletricamentenegativo (ÂNION)• Os íons gerados se unem pela atração de suascargas opostas.
    64. 64. Ligação Iônica• CÁTIONS = METAISCV: 1, 2, 3• ÂNIONS = NÃO-METAISCV: 4,5,6,7• HIDROGÊNIO = CV: 1
    65. 65. Ligação IônicaEx: Cloreto de sódio2–8–1 2–8–7 2–8 2–8–8
    66. 66. Ligação Iônica• Propriedades dos compostos iônicos:  São sólidos nas condições ambiente  Apresentam altos pontos de fusão e ebulição  São condutores de eletricidade quando no estado liquido (fundidos) ou quando dissolvidos em água.  A maioria dos compostos são solúveis em água.
    67. 67. Ligação Covalente• A Ligação Covalente pode também ser chamadade Molecular• Compartilhamento de elétrons.• Formação de pares eletrônicos.• Simples ou dativa (coordenada)• Forma moléculas. Ex: H2O Ocorre entre: NÃO-METAL e NÃO-METAL HIDROGÊNIO e NÃO-METAL
    68. 68. Ligação Covalente• união entre átomos que precisam receberelétrons (não-metais);• não ocorre doação de elétrons;• elétrons são compartilhados;• Átomos possuem 4 a 7 elétrons de valência;• Hidrogênio: 1 elétron compartilhado.
    69. 69. Ligação Covalente• FLÚOR: 7 CV = 1 par de elétrons compartilhados• ligação covalente simples
    70. 70. Ligação CovalenteC C C
    71. 71. Ligação Covalente• Covalente Dativa (Coordenada): um dos átomos eletronicamente estável,empresta dois elétrons para outro átomoestabilizar-se. os dois elétrons compartilhados têm origem emum dos átomos (átomo doador) é representada por uma seta que se origina noátomo doador e termina no átomo receptor.
    72. 72. Ligação Covalente• Covalente Dativa (Coordenada): Ex: SO2 Ligação covalente simples(Representada com uma seta)
    73. 73. Ligação Covalente• Polaridade das Ligações: a) Ligações Polares: entre átomos diferentes. δ+ δ- H Cl b) Ligação Apolar: entre átomos iguais. O O
    74. 74. Ligação Covalente• Propriedades dos compostosCovalentes:  São sólidos, líquidos ou gasosos nas condições ambiente  Apresentam baixos pontos de fusão e ebulição (comparados aos iônicos)  São maus condutores de eletricidade, alguns podem conduzir quando em meio aquoso (ionização).  A maioria dos compostos são solúveis em solventes orgânicos.
    75. 75. Ligação Metálica (Curiosidade) Definição: ligações entre átomos de metaisque formam retículos cristalinos de cátions fixosunidos por uma nuvem de elétrons livres dacamada de valência. Retículo Cristalino
    76. 76. Características dos Metais Sólidos a temperatura ambiente, exceção do Hg(líquido). Apresentam brilho metálico, fundidos perdem o brilho,exceção para o Mg e Al. Densidade superior a da água, exceção para osalcalinos. Menor Li = 0,53 g/mL, maior Os = 22,5g/mL. PF muito variável, menor Cs = 28,5°C, maior W =3382°C. Bons condutores de eletricidade e calor. Ag maiorcondutividade elétrica, seguida do Cu, Au e Al. Maleabilidade e ductibilidade.
    77. 77. Ligas Metálicas Definição: materiais com propriedadesmetálicas que contém dois ou mais elementos,sendo pelo menos um deles metal. Exemplos: - Liga de metais para fusíveis ( Bi, Pb, Sn e Cd) - Liga de ouro de joalharia (Au, Ag e Cu) - Amálgama dental (Hg, Ag e Cu) - Bronze ( Cu e Sn) - Latão (Cu e Zn)
    78. 78. Iônica Covalente MetálicaLigação Atração Compartilhamen- Compartilhamen- entre íons de to eletrônico to eletrônico cargas opostasTipos de sólidos Moléculas sólidoscompostos diatômicas e sólidos macromolecularesCondutividade Sol.: não Sol.: não Sol.: sim Líq.: sim Líq.: não Líq.: sim Aq.: sim Aq.: podem Aq.: podem conduzir por conduzir por formação de íons reagirem com água formando íons
    79. 79. Fórmulas QuímicasFórmula química representa o número e o tipo de átomos queconstituem uma molécula. Os tipos de fórmulas são: molecular,eletrônica e estrutural plana.a) Molecular: é a representação mais simples e aponta apenasquantos átomos de cada elemento químico que constitui amolécula.Exemplos: H2O (água), CO2 (gás carbônico).b) Eletrônica: essa fórmula indica os elétrons da camada devalência de cada átomo e a formação dos pares eletrônicos, etambém os elementos e o número de átomos envolvidos. Éconhecida também como fórmula de Lewis.Exemplo: H• •O• •H (água).
    80. 80. Fórmulas QuímicasFórmula química representa o número e o tipo de átomos queconstituem uma molécula. Os tipos de fórmulas são: molecular,eletrônica e estrutural plana.c) Estrutural plana: indica as ligações entre os elementos, cadapar de elétrons entre os átomos é representado por um traço.Conhecida também como fórmula estrutural de Couper.Exemplos:H–O–H O=C=Oágua gás carbônico
    81. 81. Exercícios:1. Para que haja uma ligação iônica é necessário que: ( ) Os elementos estejam próximos na tabela periódica. ( ) Um átomo doe eletrons e um outro receba. ( ) Ocorra entre um metal e um não-metal. ( ) Os átomos compartilhem elétrons. ( ) As afinidades eletrônicas sejam nulas.2. Átomos do elemento X (número atômico = 20) e do elemento Y (número atômico = 7) unem-se por ligações iônicas originando o composto de fórmula: a) XY b) X2Y c) X3Y2 d) X2Y3 e) X3Y4
    82. 82. Exercícios:3. Os compostos iônicos, como o cloreto de sódio, apresentam as propriedades: a) Líquidos nas condições ambientais, bons condutores de eletricidade e baixo ponto de fusão. b) Líquidos ou gasosos, maus condutores de eletricidade em solução aquosa e baixo ponto de fusão. c) Sólidos, maus condutorers de eletricidade em solução aquosa e baixo ponto de fusão. d) Sólidos, bons condutores de eletricidade no estado sólido e alto ponto de fusão. e) Sólidos, bons condutores de eletricidade em solução aquosa e elevado ponto de fusão.
    83. 83. Exercícios:4. Indique entre os compostos a seguir aqueles em que encontramos apenas ligações covalentes: I- NaCl II- CCl4 III- SO2 IV- KCl V- Na2SO4 a) I e II b) II e III c) I e IV d) IV e V e) III e IV5. Assinale qual das ligações covalentes de carbono não é possível: I a) – C Ξ b) = C = c) – C – d) – C – I6. Qual das fórmulas abaixo é prevista para o composto formado por átomos de fósforo e flúor, considerando o número de elétrons da camada de valência de cada átomo? F P | | a) P ≡ F b) P – F≡ P c) F – F ≡ P d) F – P – F e) P – F – P
    84. 84. Exercícios:7. Preencha a segunda coluna, de acordo com a primeira: (C) Covalente ( ) Apresentam alto ponto de fusão e ebulição; ( I ) Iônica ( ) São sólidos nas condições ambientes ( ) São maus condutores de eletricidade, mas podem conduzir em meio aquoso. ( ) São sólidos, líquidos ou gasosos nas condições ambiente8. Represente no caderno as seguintes uniões entre átomos de acordo com a fórmula de lewis e de acordo com a fórmula estrutural: a) Al e O e) HeO i) H, S e O b) Na e Br f) Cl e Cl c) Ca e Cl g) C, H e N d) K e Cl h) SeO

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