ÍndiceO Contexto do IEST........................................................................05O Propósito do IEST........
O Contexto do IEST      Deus tem uma igreja e um povo na Terra. Em toda a his-tória do grande conflito entre o bem e o mal,...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                IESTIASD, não é uma Instituição Adventista do Sétimo Dia.      ...
IEST                           Manual do Aluno 2010 - 2012eram administradas pelos levitas, e sim pelo braço de sustentopr...
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O Propósito do IEST      Deus estabeleceu instituições educacionais com o intui-to de levar avante uma obra que em seu mai...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                IEST      Ao receberem a educação proposta pelo IEST, nossosgra...
A Filosofia do IEST      O IEST provê uma educação cristã que é muito “mais doque a preparação para a vida presente. Visa o...
A Localização do IEST     O IEST localiza-se na região montanhosa do município deDuque de Caxias, estado do Rio de Janeiro...
Políticas Acadêmicas do IESTO Credenciamento      O Instituto de Educação e Saúde de Taquara – IEST, nascecomo uma escola ...
Manual do Aluno 2010 - 2012                               IESTnão alimentarem uma alta expectativa de retorno financeiro no...
IEST                           Manual do Aluno 2010 - 2012blemas, colocando-nos sobre o pescoço jugos que não poderí-amos ...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                IEST        a Igreja, Volume 1 e entregar um relatório disserta...
IEST                           Manual do Aluno 2010 - 2012       4. Avaliação satisfatória no desenvolvimento do treina-  ...
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Políticas Financeiras do IEST      O IEST é uma Associação filantrópica de fins não-lucra-tivos operada e administrada por m...
Manual do Aluno 2010 - 2012                               IESTPlanos de PagamentoPagamento da anuidade em taxa única no in...
IEST                          Manual do Aluno 2010 - 2012Deus providenciará para ele responder a este chamado.     Candida...
Manual do Aluno 2010 - 2012                           IESTAlunos Casados     Alunos casados devem se responsabilizar por e...
Cursos e Disciplinas              Oferecidas Pelo IESTCursos Oferecidos     Os alunos poderão escolher entre dois cursos o...
Manual do Aluno 2010 - 2012                            IESTDisciplinas de Saúde    �   ���������� �� ���������� �� ����� �...
Programa Acadêmico e            Vocacional do IESTCategorias de DisciplinasDisciplinas Básicas     São a base da formação ...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                 IESTdos alunos e prepará-los para conduzirem outras pessoas ao...
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Diretrizes e Princípios do IEST     O Instituto de Educação e Saúde de Taquara (IEST) temestabelecido normas e princípios ...
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Manual do Aluno 2010 - 2012                              IEST      “Os regulamentos deste colégio protegem estritamente aa...
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Manual do Aluno 2010 - 2012                              IESTmonstração da maturidade, profissionalismo, responsabilida-de ...
IEST                          Manual do Aluno 2010 - 2012     “Nosso vestuário não deve ser dispendioso - não com‘ouro, ou...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                    IEST     6. O uso de jóias não é permitido. Isso inclui ané...
IEST                           Manual do Aluno 2010 - 2012Professores e Estudantes, pág. 325     “Foi propósito de Deus al...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                IESTimortal.” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 225     “Que...
IEST                             Manual do Aluno 2010 - 2012       3. É este o melhor uso das minhas energias?       4. Es...
Manual do Aluno 2010 - 2012                               IESTem sua comunhão com Deus. A alimentação que o IEST provêé um...
IEST                          Manual do Aluno 2010 - 2012     “A alimentação em excesso entorpece a mente.” Orienta-ção da...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                 IESTquecerão o organismo mediante suas fortes propriedades. Ar...
IEST                            Manual do Aluno 2010 - 2012          sobre princípios de saúde;       2. A implementação p...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                 IEST      Portanto, os alunos do IEST devem exercitar um alto ...
IEST                            Manual do Aluno 2010 - 2012          (Testemunhos para a Igreja, Volume 9, pág. 143; Evang...
Manual do Aluno 2010 - 2012                               IEST        pus, devem receber diretrizes na escolha e execução ...
IEST                            Manual do Aluno 2010 - 2012          uma aplicação prática das Escrituras e nos guiam para...
Manual do Aluno 2010 - 2012                                  IEST     6. Deus quer cuidar do nosso corpo de forma plena.Ed...
IEST                           Manual do Aluno 2010 - 2012       2. Satanás é mais efetivamente afastado do círculo corpo-...
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Manual do aluno - IEST

  1. 1. ÍndiceO Contexto do IEST........................................................................05O Propósito do IEST......................................................................09A Filosofia do IEST.........................................................................11A Localização do IEST...................................................................12Políticas Acadêmicas do IEST......................................................13Políticas Financeiras do IEST.......................................................19Cursos e Disciplinas Oferecidas Pelo IEST................................23Programa Acadêmico e Vocacional do IEST..............................25Diretrizes e Princípios do IEST....................................................38
  2. 2. O Contexto do IEST Deus tem uma igreja e um povo na Terra. Em toda a his-tória do grande conflito entre o bem e o mal, desde os dias deAdão até hoje, o Senhor tem dirigido Sua igreja com mão fortee braço poderoso. O povo de Deus, ao marchar em sua jornada pelo mundo,sempre se apoiou em duas formações de ordem e administração,as quais se têm mostrado extremamente eficientes e produtivasquando trabalham harmoniosamente. Estas duas formaçõessão o braço denominacional e o de sustento próprio. Sendoo IEST uma Instituição não denominacional instalada no Bra-sil, país que possui o maior número de adventistas do sétimodia no mundo e que, por sua vez, também tem produzido umnúmero assustador de movimentos que se autodenominam lei-gos e de sustento próprio, mas que na verdade são elementosseparatistas que pregam uma falsa mensagem de abandono daIASD por parte de Deus, o conhecimento da história da obra desustento próprio na Igreja se torna imprescindível. Desde os primórdios de sua história, a IASD, à semelhan-ça do antigo Israel, sempre conviveu com a realidade de umbraço de atuação não denominacional de sustento próprio, oqual sempre se mostrou muito efetivo em fazer avançar a obracomissionada por Deus à Sua igreja: Levar ao mundo as boasnovas do evangelho eterno de Cristo Jesus e Sua vitoriosa gra-ça. Na verdade, antes mesmo de o braço denominacional serestabelecido, já estava lá o braço de sustento próprio lançandoos alicerces para o primeiro. Seria uma grande injustiça edemonstração de falta de conhecimento histórico alguém dizerque uma instituição, simplesmente por não estar organizacio-nalmente vinculada e/ou subordinada a alguma organização da 5
  3. 3. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTIASD, não é uma Instituição Adventista do Sétimo Dia. Tomemos por exemplo o Colégio de Madison, que foi aúnica escola adventista na qual a irmã Ellen G. White participouda mesa administrativa, junto com S. N. Haskell, Percy Magan,E. A. Sutherland, bem como outros homens de Deus da época.Se você conhece pelo menos um pouco da história da IASD,jamais poderá dizer que uma escola com sua mesa administra-tiva contendo tais personagens e praticando os princípios deDeus para a educação não foi uma escola adventista do sétimodia, só por não ter sido estabelecida sob a supervisão e admi-nistração de uma associação, união ou divisão da IASD. O Colégio de Madison foi estabelecido no ano de 1904,segundo a orientação de Ellen White, para ser uma escola desustento próprio, ou seja, não administrada pela organizaçãoda IASD, porém trabalhando em cooperação com ela. EdwardSutherland, que até o ano de 1903 foi o presidente do Colégiode Battle Creek, o qual ficou conhecido como Colégio MissionárioEmanuel, era o presidente de Madison. Esse homem de Deuscria nos princípios do Espírito de Profecia acerca da verda-deira educação. Ele foi o responsável pelo Colégio de BattleCreek se mudar da cidade para o campo na virada do séculoXX. A irmã White apoiou substancialmente o irmão Sutherlanddurante os anos de luta que ele sofreu tentando reformar oColégio de Battle Creek. Muitas mudanças foram conseguidas,até que chegou o momento em que já não havia mais jeito decontinuar trabalhando em meio a tanta oposição. Por isso foifundado o Colégio de Madison. Portanto, o conceito de queuma faculdade adventista deve funcionar diretamente vincula-da e/ou subordinada à organização administrativa da IASD nãoestá em harmonia com a Bíblia nem o Espírito de Profecia. Nãodevemos esquecer também que as escolas dos profetas não 6
  4. 4. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012eram administradas pelos levitas, e sim pelo braço de sustentopróprio da época. Se você observar, poucos são os profetasbíblicos que tinham vínculo oficial com o sacerdócio (Ezequiel,Jeremias e João Batista) e, mesmo assim, não exerciam oofício. Contudo, sabemos das dificuldades que a liderança denossa igreja tem passado, especialmente no Brasil, com o sur-gimento de entidades e grupos separatistas. Mas não é assimcom o IEST. Não é esta a nossa realidade, não é esta a nossarazão de existência. Somos uma instituição administrada poradventistas do sétimo dia que têm como princípios toda a dou-trina e estilo de vida descritos na Bíblia e no Espírito de Pro-fecia. Não nos envergonhamos do evangelho confiado a essaigreja e temos por missão exercer todos os nossos melhoresesforços no sentido de ajudá-la a completar sua obra de levaresse evangelho ao mundo. Como toda verdadeira instituição de sustento próprio,funcionamos como um braço de apoio a todo fiel adventista dosétimo dia, seja leigo ou líder em nossa igreja. Aproveitamos então a ocasião para reiterar nosso eloinquebrantável de irmandade com a IASD e sua mensagem,ansiando vê-la capacitada por Deus em pureza e santidade,em meio às lutas e tribulações de sua jornada, a estar triun-fantemente, muito em breve, de pé, fortalecida por Cristoe transformada em Sua “igreja gloriosa, sem mácula, nemruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.”(Efésios 5:27) Cremos que o Senhor não desamparou Sua igreja e queSua promessa de purificá-la descrita em Sua Palavra se cum-prirá. “... Aquele que for deixado em Sião, e ficar em Jerusalém,será chamado santo...” (Isaías 4:3) Nunca houve e jamais ha- 7
  5. 5. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTverá um tempo para pularmos do navio que navega contra oiceberg da apostasia. É nesse mar gelado e turbulento que selevanta o IEST, como um remo ajudador do navio de Deus. 8
  6. 6. O Propósito do IEST Deus estabeleceu instituições educacionais com o intui-to de levar avante uma obra que em seu mais alto sentido é aobra de redenção. Não existe verdadeira educação sem que ofoco dela seja a restauração da imagem de Deus no homem.Não existe ciência e conhecimento real sem que a base seja o co-nhecimento de Deus através de Jesus Cristo, “em Quem estãoocultos todos os tesouros da sabedoria e da ciência”. (Colos-senses 2:3) Esse é o princípio base para a existência e atuação doIEST. À semelhança das escolas dos profetas no antigo Israel,esta Instituição de ensino foi levantada com o propósito depreparar homens e mulheres, jovens valorosos, para suprir omundo de sua maior necessidade, a de “jovens que não se com-prem nem se vendam; jovens que no íntimo de seu ser sejamverdadeiros e honestos; jovens que não temam chamar o peca-do pelo seu nome exato; jovens cuja consciência seja tão fielao dever como a bússola o é ao polo; jovens que permaneçamfirmes ao que é reto, ainda que caiam os céus”. Educação, pág.57 Para alcançar este objetivo, o IEST se propõe a seguir to-dos os princípios e métodos de educação e estilo de vida reve-lados e ensinados por Deus através da Bíblia e dos escritos deEllen G. White. Visamos à formação desse tipo de jovens acima descrito,dos quais esperamos que ao receberem o chamado de Deuspara ministrar as necessidades espirituais de almas nos paí-ses de língua portuguesa e hispânica, aceitem sem demora, res-pondendo ao chamado com as palavras: “Eis-me aqui, Senhor,envia-me a mim!” (Isaías 6:8) 9
  7. 7. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST Ao receberem a educação proposta pelo IEST, nossosgraduados estarão prontos não somente para enfrentar a vidanesta Terra, onde aplicarão conhecimentos adquiridos, teóri-cos e práticos, que vão desde a administração de elementoscorriqueiros do dia-a-dia à administração de instituições de en-sino e trabalho industrial, como também estarão prontos paraa vida eterna na Terra renovada, que será alcançada e mantidapela fé em Cristo Jesus, como produto de uma educação quetem a Bíblia como base de tudo (Romanos 10:17). Tão impor-tante quanto isso, eles estarão aptos a conduzir muitos outrosa entrarem na grande cidade celestial cujos portões só se abri-rão para os que guardam os mandamentos de Deus e mantêma fé de Jesus. (Apocalipse 22:14; 14:12) 10
  8. 8. A Filosofia do IEST O IEST provê uma educação cristã que é muito “mais doque a preparação para a vida presente. Visa o ser todo, e todo operíodo da existência possível ao homem. É o desenvolvimen-to harmônico das faculdades físicas, intelectuais e espirituais.Prepara o estudante para a satisfação do serviço neste mundoe para aquela alegria mais elevada por um mais dilatado servi-ço no mundo vindouro.” Educação, pág. 13 Deus viu como necessário o estabelecimento de esco-las para a finalização de Sua obra aqui na Terra. Por isso, Eleordenou o estabelecimento delas e orientou a Sua igreja, pormeio da irmã Ellen G. White, na maneira como essas escolasdeveriam ser administradas. Nós entendemos que a bênçãodo Senhor só poderá repousar sobre as Suas instituições deensino, se elas estiverem sendo administradas segundo todosos princípios que Ele indicou acerca da verdadeira educação.Isso inclui o papel da Bíblia nas salas de aula, princípios devestuário, dieta, entretenimento, educação física e muito mais.Assim, procuramos fundamentar todas as normas e regras defuncionamento desta Instituição de ensino na Bíblia e no Espí-rito de Profecia. O êxito de uma escola, do ponto de vista do Céu, não de-pende da quantidade de alunos que ela possui, da beleza exte-rior de seus prédios, nem da quantidade de diplomas que seusprofessores portem, mas sim, da forma que os líderes e obrei-ros desta escola alcancem e se mantenham na mais perfeitaharmonia com a luz que Deus tem dado à IASD sobre a questãoda educação. 11
  9. 9. A Localização do IEST O IEST localiza-se na região montanhosa do município deDuque de Caxias, estado do Rio de Janeiro. Deus nos agracioucom um ambiente propício e belo, cercado por uma série decachoeiras, formações naturais do rio Taquara e por uma flo-resta de 76 hectares pertencentes ao Instituto. Cremos por instruções claras e diretas dadas por Deusque as instituições educacionais do Seu povo devem situar-seem ambiente essencialmente campestre. “Deus nos tem enviado uma advertência após outra deque nossas escolas, casas publicadoras e clínicas devem serestabelecidos fora da cidade, em lugares em que à juventudepossa ser ensinado com maior eficiência o que é a verdade.”Manuscrito 76, 1905 “Ainda está sendo dada a instrução: ‘Mudai-vos das ci-dades. Estabelecei vossas clínicas, escolas e escritórios longedos centros populosos.’” Carta 26, 1907 12
  10. 10. Políticas Acadêmicas do IESTO Credenciamento O Instituto de Educação e Saúde de Taquara – IEST, nascecomo uma escola essencialmente missionária. Os jovens aquiformados são decididamente estimulados a trabalhar na vinhado Senhor. Eles não vêm à nossa escola considerando o mer-cado de trabalho ou uma vida financeiramente melhor; vêmcom a certeza de que aqui serão treinados como soldados doexército de Cristo. A Bíblia nos ensina que Jesus é a fonte de toda verdadeiraciência e sabedoria, e cremos que nossos graduados estarãoplenamente prontos e capacitados a desempenhar com habilida-de e esmero todas as responsabilidades e atividades que Deuslhes der a cumprir. Com base nesta visão, optamos pela com-pleta liberdade de estabelecermos nosso próprio currículo,sem estarmos presos a uma grade curricular exigida devido aocredenciamento. Emprego não é tanto uma questão da escola onde alguémse gradua, mas sim das qualificações do graduado. Estamostreinando jovens para o ministério abnegado e ganhador dealmas, o que significa não nos preocuparmos com a prepara-ção para uma ocupação tradicional, secular. Isto pode se ma-nifestar em uma linha de serviço mais tradicional ou pode seruma oportunidade dinâmica de serviço missionário não tradi-cional, confiando em Deus e Sua graça mantenedora. Muitosterão a oportunidade de desenvolver o seu próprio ministérioem forma de sustento próprio, sem depender de outras orga-nizações ou ministérios. Nossos graduados são treinados a 13
  11. 11. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTnão alimentarem uma alta expectativa de retorno financeiro nocumprimento de sua missão.Base Espiritual sobre o Credenciamento “Há constante perigo entre o nosso povo de que os quese empenham no trabalho em nossas escolas e hospitais abri-guem a idéia de que precisam pôr-se em harmonia com o mun-do, estudar as coisas que o mundo estuda e familiarizar-se comaquilo com que o mundo se familiariza. Este é um dos maioreserros que podem ser cometidos. Cometeremos graves erros, senão dermos especial atenção ao exame da Palavra.” Fundamen-tos da Educação Cristã, pág. 534 “E os judeus maravilhavam-se, dizendo: como este sabeletras, não as tendo aprendido?” (João 7:15) “Então eles, vendo a ousadia de Pedro e João, e informa-dos de que eram homens sem letras e indoutos, maravilharam-see reconheceram que eles haviam estado com Jesus.” (Atos 4:13) “Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo paraconfundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas para con-fundir as fortes.” (1 Coríntios 1:27) “Algumas perguntas me têm sido feitas quanto à nossarelação para com as leis que regem os profissionais de medicina.Precisamos agir com inteligência, pois o inimigo deve sentir-sefeliz em impedir o nosso trabalho, de maneira que nossos mé-dicos tenham apenas uma influência limitada. Alguns homensnão agem no temor de Deus, e podem procurar levar-nos a pro- 14
  12. 12. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012blemas, colocando-nos sobre o pescoço jugos que não poderí-amos consentir em levar. Não podemos submeter-nos a regu-lamentos nos quais está envolvido o sacrifício de princípios;pois isto põe em perigo a salvação de pessoas. Mas sempreque possamos concordar com a lei local sem colocar-nos numaposição insegura, devemos fazer isso. Leis sábias foram conce-bidas a fim de proteger as pessoas contra a imposição de médi-cos desqualificados. Cumpre-nos respeitar essas leis, pois nósmesmos somos por elas protegidos de artifícios presunçosos.Manifestássemos oposição a essas exigências, contribuiríamospara restringir a influência de nossos médicos-missionários.”Medicina e Salvação, pág. 84Procedimento de Inscrição e Admissão 1. Ler atenciosamente todo o Manual do Aluno; 2. Depositar o valor de R$100,00 (cem reais) na conta do IEST pela taxa de processamento de admissões; 3. Enviar o formulário preenchido, documentação reque- rida e o comprovante de depósito para o departamen- to de Admissões; 4. Ser entrevistado por telefone ou pessoalmente pela co- ordenadora de admissões e/ou pelo diretor do IEST; 5. Ter o formulário avaliado e aceito pela Comissão Aca- dêmica do IEST.Requerimentos para Admissão Acadêmica 1. Ter 17 anos de idade completos, no máximo até o final de seu primeiro semestre letivo; 2. Concluir a leitura completa do livro Testemunhos Para 15
  13. 13. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST a Igreja, Volume 1 e entregar um relatório dissertativo do conteúdo do mesmo; 3. Apresentar duas cartas de recomendação de anciãos, pastores ou membros de sua igreja local, Associação ou Missão; 4. Estar disposto a comprometer-se de corpo, mente e espírito com o aprendizado da ciência de Deus para a aplicação e o ensino deste maravilhoso conhecimento.OBS. Haverá uma avaliação semestral realizada pela ComissãoAcadêmica do IEST para matricular o aluno no semestre se-guinte.Requerimentos para Graduação 1. A conclusão de todas as disciplinas indicadas pelo Pro- grama de Avaliação do IEST, alcançando uma média de 7,0 para eliminar uma disciplina; 2. Evidência demonstrada de crescimento cristão, com- promisso e maturidade social; 3. A conclusão da leitura e entrega de um relatório disser- tativo dos seguintes livros: a. Caminho a Cristo b. Patriarcas e Profetas c. Profetas e Reis d. O Desejado de Todas as Nações e. Atos dos Apóstolos f. O Grande Conflito g. Educação h. Obreiros Evangélicos i. Conselhos Sobre o Regime Alimentar j. O Lar Adventista 16
  14. 14. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 4. Avaliação satisfatória no desenvolvimento do treina- mento vocacional; 5. Conclusão satisfatória dos requerimentos do ministé- rio evangelístico; 6. Estar quite com as despesas financeiras estabelecidas pelo IEST.Regulamentos e Regras Internas Regulamentos e regras internas anunciados durante todoo ano escolar devem ser considerados de igual validade aosregulamentos impressos neste manual, inclusive qualquer mu-dança que venha a ocorrer no próprio manual.Frequência É requerida frequência regular aos cultos matutinos, ves-pertinos e aos cultos do sábado, como também a todas as aulas,a não ser por motivos de doença ou impossibilidade física.Programa de Nivelamento Para candidatar-se a algum tipo de nivelamento, o alunodeverá procurar a secretaria da escola. As seguintes opçõesestarão disponíveis: 1. Desafio – O aluno que queira desafiar uma disciplina, ao alcançar uma média mínima de 9,0 na prova de desafio, ficará livre da exigência de cursar aquela disciplina. 2. Recuperação – Caso o aluno fique reprovado em alguma 17
  15. 15. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST disciplina, se sua nota tiver sido igual ou maior que 6,0, poderá efetuar a recuperação conforme as exigências da referida disciplina. Esta deverá acontecer dentro de três meses a partir da data de emissão do boletim do aluno; 3. Aula Não Presencial – O aluno deverá cumprir todos os requisitos de uma disciplina, não sendo exigida sua presença em sala de aula. Um prazo de 60 dias será dado a partir do recebimento do pacote; 4. Transferência de Créditos – Créditos de aulas podem ser dados àqueles que fornecem prova documental de currículos considerados pela Comissão Acadêmica do IEST aptos para transmitir o conhecimento daquela disciplina. 18
  16. 16. Políticas Financeiras do IEST O IEST é uma Associação filantrópica de fins não-lucra-tivos operada e administrada por membros da IASD. A escolanão é sustentada financeiramente por qualquer outra organiza-ção ou instituição. O capital das despesas do instituto é deriva-do de doações, contribuições, e receitas geradas pelos váriosramos de trabalho dos programas da Instituição. Os custos operacionais relacionados diretamente com aescola são oriundos das taxas de estipêndio dos estudantes, etodos os esforços são feitos para mantê-los o mais baixo possí-vel, desde que a qualidade da educação não seja prejudicada. “A quantia cobrada pela mensalidade escolar, dormitório,e refeições deve ser suficiente para pagar os salários do corpodocente, prover a mesa com a abundância de comida saudávele nutritiva, manter a mobília dos quartos, atender à conserva-ção dos edifícios e a outras despesas operacionais necessá-rias.” Testemunhos para a Igreja, Volume 6, págs. 210 e 211Taxa de Processamento O IEST cobra uma taxa que cobrirá os custos de proces-samento da matrícula, não sendo reembolsável em caso de de-sistência por parte do aluno.Taxas da Escola O estipêndio cobrado pelo IEST será estabelecido anual-mente por decisão da Comissão Acadêmica. 19
  17. 17. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTPlanos de PagamentoPagamento da anuidade em taxa única no início do ano leti-vo. Caso o aluno opte por essa modalidade de pagamento, teráum desconto de 10% do valor total da anuidade.Pagamento da anuidade semestralmente no início de cadasemestre. Caso o aluno opte por essa modalidade de pagamen-to, terá um desconto de 2,5% do valor total da anuidade.Pagamento da anuidade mensalmente até o dia 10 de cadamês. Caso o aluno opte por essa modalidade de pagamento, ovalor mensal será calculado dividindo o valor total do estipên-dio por 24. Cabe ressaltar que esse valor será pago nos perío-dos de férias inclusive.OBS. O estipêndio cobrado inclui o custo por estadia, alimen-tação e benefícios gerais para o aluno.Ajuda Financeira O IEST não participa de qualquer programa de doação ouapoio financeiro governamental para instituições de ensino enem pretende se envolver em qualquer espécie de recebimen-to, direto ou indireto, de ajudas financeiras oriundas do Go-verno Federal, Estadual ou Municipal. A escola pode, ocasio-nalmente, receber apoio financeiro de fontes privadas, o qualpoderá ser disponibilizado para ajudar estudantes com seusestipêndios. O jovem que reconhece ser chamado por Deus para setornar um estudante do IEST deve participar, juntamente coma administração da escola, na descoberta dos recursos que 20
  18. 18. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012Deus providenciará para ele responder a este chamado. Candidatos que consideram necessitar de alguma assis-tência financeira devem entrar em contato com a coordena-dora de Admissões o mais rápido possível a fim de encontra-rem o melhor plano que se encaixe à sua realidade. Quando ascircunstâncias financeiras indicam uma necessidade especial,o IEST negociará um plano alternativo de pagamento com oestudante.Modalidades de Pagamento O IEST oferece duas modalidades de pagamento do esti-pêndio: Aluno Regular e Aluno Assistido.Aluno Regular: Aquele que efetua o pagamento do estipêndioem espécie, tendo assim, o direito de gozar as férias escolaresdo IEST;Aluno Assistido: Aquele que por motivo de limitação financeiranão pode arcar com o estipêndio do IEST. Nesse caso, o alunopermanecerá durante as férias escolares no campus desempe-nhando tarefas relacionadas com o trabalho vocacional. Alémdas férias, ele também fará um período de pré-curso, períodoanterior à matrícula, em que o aluno virá para o campus traba-lhar como voluntário antes do início das aulas.OBS. Alunos assistidos serão aceitos desde que haja condiçãofinanceira da escola em recebê-los ou estiver dentro da quanti-dade de alunos assistidos aceitável pela Comissão Acadêmica. 21
  19. 19. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTAlunos Casados Alunos casados devem se responsabilizar por encontrare manter suas próprias casas fora do campus. Entretanto, nocaso de o IEST possuir em determinado período alguma casaou apartamento disponível dentro de seu campus, os alunoscasados poderão alugar o dito imóvel. Estes alunos devem ter, pelo menos, um ano de casadosantes de seu envolvimento com o IEST. 22
  20. 20. Cursos e Disciplinas Oferecidas Pelo IESTCursos Oferecidos Os alunos poderão escolher entre dois cursos oferecidospelo IEST: Ministério de Saúde e Ministério Bíblico.Disciplinas de Bíblia � �������� �� ������ ���������� � ����� �� � �������� �� ������ ���������� �� ����� ��� � �������� �� ������ ���������� ��� ����� ���� � ������ �������� � ���������� � ����� �� � ���������� �� ����� ��� � ���� � ������� �� ����� � ���� �� � ���� � ������� �� ����� �� ���� ��� � �������� � ����� �� � �������� �� ����� ��� � ���� � ��������� ������ ������ � ��������� � ������� ���� �� ������� � ����������� �� �� ������ ������� � ��������� ����������� � ������ �������� ������� � ������ ���������� �������� � ��������� ��� ������� ������� 23
  21. 21. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTDisciplinas de Saúde � ���������� �� ���������� �� ����� �������� � �������� � ���������� ������� � ������������ ������� � ������������ � ���������� ������� � ��������� �� ����� � ��������� ������� � �������� ���������� � �������� ����������� ��������� � ����� ������ ������ � ����������� ������ � ������� ����������� ������� � ���������� � ��������� ������� �������� � ������� �������� �������� � ������������ ������ ��������Conhecimentos Gerais � �������� �� �������� ������ ����� � ���������� �� ���� �� �������� ������� ������ � �������� �� ���� ������� � �������� �� ������ ������ ����� � ���������� ������� � ����������� ������� � ���������� �� �������������� � ��� ������� �������� � ������� ��������� � ���������� ��������� ������� � ���������� �� ������ ������ ������ � ���������� �� ����������� ������� 24
  22. 22. Programa Acadêmico e Vocacional do IESTCategorias de DisciplinasDisciplinas Básicas São a base da formação de nossos obreiros de ambos oscursos, sendo por isso as primeiras a serem cursadas.Disciplinas Comuns São disciplinas mais avançadas, porém comuns aos doiscursos.Disciplinas de Conhecimentos Gerais São disciplinas de conhecimentos não específicos de bí-blia e saúde, porém necessárias à formação de nossos obrei-ros. Nesta categoria de disciplinas, temos HIC e OPROF quefazem parte somente do curso de Ministério Bíblico; todas asdemais são comuns aos dois cursos.Disciplinas Específicas São disciplinas de conteúdos específicos de cada curso.Disciplinas Básicas de BíbliaConversão e Justiça Pela Fé (COJUF) 40 horas Um estudo do plano da salvação nos temas de conver-são e justiça pela fé como foram apresentados em Mineápolisna Assembleia da Associação Geral de 1888. Essa disciplina édesignada a desenvolver os princípios da vida de Jesus no coração 25
  23. 23. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTdos alunos e prepará-los para conduzirem outras pessoas aoreino de Deus.Fundamentos da Fé Cristã (FUFEC) 40 horas Estudo da Bíblia a fim de discernir os ensinos fundamentaisnela contidos. Essa disciplina também visa ensinar os alunosa prepararem esboços para ajudar na apresentação e defesadesses ensinamentos a outrem.Disciplinas Comuns de BíbliaSantuário (SANTUÁRIO) 40 horas Estudo da doutrina do santuário, o qual é tanto a basecomo a coluna central da fé do advento. Essa disciplina ex-plora a relação dessa mensagem com as outras principais ver-dades bíblicas. Também é analisada a relação da doutrina dosantuário com o conceito da última geração do povo de Deus.A validade desse conceito é examinada à luz da Bíblia e do Es-pírito de Profecia.Apocalipse I (APOC I) 40 horas Estudo do livro profético de Apocalipse e seu cumprimen-to na história, com ênfase especial na herança profética que seestende por trás do surgimento e crescimento da IASD. Essa dis-ciplina cobre o período de história das sete igrejas, sete selos esete trombetas nos primeiros onze capítulos de Apocalipse.Apocalipse II (APOC II) 40 horas Continuação da disciplina de Apocalipse I e um estudoaprofundado do conflito final na grande guerra entre Cristo e Sata-nás como destacado nos últimos onze capítulos de Apocalipse. 26
  24. 24. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012História do Antigo Testamento I (HIAT I) 40 horas Visão geral da história do Antigo Testamento desde a que-da de Lúcifer, passando pela criação até a morte de Moisés. Éfeito um estudo dos livros de Moisés (Gênesis, Êxodo, Levítico,Números, Deuteronômio e Jó). É analisada nessa disciplina aautenticidade do registro histórico da criação, do dilúvio, dadestruição de Sodoma e Gomorra, da travessia do Mar Vermelhoe de outros eventos postos em dúvida pelos promotores daalta crítica.História do Antigo Testamento II (HIAT II) 40 horas Estudo da história de Israel sob a liderança de Josué, pas-sando pelo período dos juízes, até o fim do reinado de Salo-mão, incluindo os livros históricos de Josué, Juízes, Rute, I e IISamuel, I Reis (até o capítulo 11) e I Crônicas.História do Antigo Testamento III (HIAT III) 40 horas Análise da história da monarquia de Israel e Judá desde adivisão do reino até o cativeiro assírio e babilônico. Também éestudado o período pós exílio. São estudados os livros históricosde I e II Reis, II Crônicas, Esdras, Neemias e Ester.Daniel (DANIEL) 40 horas Estudo do livro profético de Daniel e o cumprimento desuas profecias na história, com ênfase especial na herança pro-fética que se estende até o surgimento e crescimento da IASD.Vida e Ensinos de Jesus I (VEJ I) 40 horas Estudo da vida e dos ensinos de Jesus revelados nos qua-tro evangelhos, com o objetivo de desenvolver a apreciaçãodo estudante pelo impacto de Cristo em sua própria vida, bem 27
  25. 25. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTcomo capacitá-lo a apresentar a outros a mensagem fundamen-tal de Jesus. Esse período cobre a vida de Cristo desde Suaencarnação até Sua transfiguração.Vida e Ensinos de Jesus II (VEJ II) 40 horas Continuação de VEJ I. Esse período cobre o ministério deCristo a partir de Sua transfiguração até Sua ascensão.Disciplinas Específicas de BíbliaPaulinas I (PAUL I) 40 horas Estudo das epístolas de I e II Tessalonicenses, I e II Corín-tios, Gálatas e Romanos, a fim de compreender os temas bási-cos de Paulo em seu contexto original, bem como sua aplica-ção e importância para os cristãos de todas as épocas.Paulinas II (PAUL II) 40 horas Estudo das mensagens e sua aplicação atual, das epísto-las que Paulo escreveu na prisão: Efésios, Filipenses, Colossen-ses, Filemom e suas epístolas pastorais para Timóteo e Tito.Atos e Epístolas Gerais (ATEG) 40 horas Estudo da história do crescimento espiritual da igrejacristã primitiva. É explorado através de um estudo do livro deAtos dos Apóstolos e das cartas de Tiago, Pedro, João e Judas,como Deus conduziu Sua igreja no primeiro século.Livros Proféticos (LIPROF) 40 horas Estudo profundo dos livros proféticos do Antigo Testa-mento com ênfase especial no contexto histórico de cada livro.Também é analisada a interpretação literal, local e imediata 28
  26. 26. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012das mensagens dos profetas, assim como a aplicação futura euniversal das mesmas.Livros Poéticos (LIPOÉ) 40 horas Estudo dos livros poéticos do Antigo Testamento (Jó, Sal-mos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares de Salomão e Lamenta-ções) à luz do contexto histórico nos quais foram escritos.Epístola aos Hebreus (EPHEB) 40 horas Estudo, capítulo por capítulo, verso por verso, da epístola dePaulo aos hebreus cristãos. É analisado como os tipos e sombrasdo Antigo Testamento encontraram seu cumprimento no Novo,na vida, morte e ministério sumo sacerdotal de Jesus Cristo.Disciplinas Básicas de SaúdePrincípios do Ministério de Saúde (PRIMIS) 40 horas Estudo das leis naturais estabelecidas por Deus, e da fi-siologia geral relacionada com a saúde. Os alunos estudarãoos conselhos de Deus acerca dessas leis na Bíblia, no Espíritode Profecia e em literatura científica que seja condizente com ainspiração. Noções básicas da aplicação de hidroterapia, mas-soterapia, uso de carvão e ervas também serão apresentadas.Anatomia e Fisiologia (ANAFI) 40 horas Estudo detalhado da estrutura e funcionamento de tecidos,órgãos e sistemas do corpo humano. O objetivo é dar a cadaestudante uma apreciação do poder criativo e da sabedoria deDeus, bem como um conhecimento básico da anatomia e fisio-logia do corpo humano. 29
  27. 27. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTDisciplinas Comuns de SaúdeHidroterapia e Geoterapia (HIGEO) 40 horas Abordagem fisiológica e prática para a compreensão e usoda hidroterapia e da geoterapia como tratamentos ordenadospor Deus. Estudo de como a água, com temperaturas variadas eem seus vários estados, efetua mudanças nos sistemas nervoso,ciculatório e muscular, e de como a aplicação de argila, por suaspropriedades antitóxicas, pode auxiliar na cura de doenças.Saúde Mental (SAME) 40 horas Estudo dos princípios que regem a mente, enquadrados nosconceitos bíblicos de saúde mental e comportamento humano.Nutrição (NUTRI) 40 horas Estudo dos princípios básicos de nutrição humana e se-leção alimentar segundo os princípios de Deus e a literaturacientífica que esteja consistente com a inspiração divina. Umestudo dos conselhos inspirados acerca da dieta será cuidado-samente efetuado.Disciplinas Específicas de SaúdeNutrição Terapêutica (NUTERAP) 40 horas Estudo das propriedades preventivas e curativas dos ali-mentos, relacionando-os especificamente à prevenção e ao tra-tamento das doenças crônicas.Avaliação da Saúde e Patologia (ASPAT) 40 horas Avaliação de parâmetros normais de como todos os sis-temas do corpo normalmente trabalham. Enfoque à avaliação 30
  28. 28. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012de processos patológicos (formação de doenças), etiologia epatologia de doenças crônicas como diabetes, hipertensão,obesidade, câncer, doenças cardíacas, doenças dermatológi-cas, doenças genitourinárias, doenças de boca, olhos, ouvidose nariz, doenças autoimunes e noções de semiologia clínica.Massoterapia (MASSO) 40 horas Curso de massagem incluindo instruções orais, demonstra-ções em sala de aula e prática. Anatomia óssea e muscular seráestudada previamente à parte prática. Os estudantes que con-cluem essa disciplina terão obtido competência para aplicaçãode massagem no melhoramento da saúde.Fitoterapia (FITO) 40 horas Estudo detalhado da produção e aplicação de remédiosnaturais à base de carvão e ervas. As aulas abrangem o conhe-cimento de uma numerosa variedade de plantas medicinais daflora brasileira e de outros lugares.Doenças Infecciosas (DOINF) 40 horas Estudo das principais doenças infecto-contagiosas queafligem a população brasileira e noções gerais de como evitá-las e tratá-las. Ênfase também será dada a doenças comuns queatingem grandes populações ao redor do mundo.Doenças Crônicas (DOCRON) 40 horas Estudo compreensivo dos processos patológicos de do-enças crônicas degenerativas, seus sinais e sintomas, assimcomo meios de preveni-las e tratá-las à luz das leis naturaisestabelecidas por Deus. 31
  29. 29. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTTerminologia Médica (TERMED) 40 horas Estudo da significação de termos usados no meio médico-científico, a fim de dar aos estudantes base para a leitura com-preensiva de exames, diagnósticos e tratamentos.Semiologia e Patologia Clínica (SECLIN) 40 horas Estudo dos métodos de exame clínico, avaliando e pes-quisando sinais e sintomas da doença, sistematizando todosos elementos clínicos e laboratoriais (Análises Clínicas e Radiológi-cas) para construir o diagnóstico, deduzir o prognóstico e insti-tuir o melhor tratamento.Disciplinas Básicas de Conhecimento GeraisFilosofia da Educação Cristã (FEC) 40 horas Estudo dos temas principais relevantes à educação cris-tã. O aluno receberá uma base para o desenvolvimento de umafilosofia pessoal de educação dentro do contexto cristão. É fei-to um esforço para descobrir o relacionamento dinâmico entreeducação e redenção, ao mesmo tempo em que se apresen-tam meios pelos quais os princípios cristãos podem impregnarcada faceta da educação. Ênfase particular é dada às implica-ções na própria vida do estudante e nos ministérios jovens eeducacionais da IASD.Homilética (HOMIL) 40 horas Esse curso apresenta vários tipos de sermões e modosde prepará-los e transmiti-los. Será dado tempo para a práticade pregação persuasiva através do uso apropriado da oratória.A voz é um dom de Deus, e pregar é um talento que deve sercultivado para Sua honra e glória. Também será abordado um 32
  30. 30. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012segmento de método de interpretação bíblica, a fim de o alunopossuir mais base para preparar sermões.Evangelismo (EVANG) 40 horas Uma visão ampla dos princípios de evangelismo públicoe pessoal. Os princípios de conduzir pessoas a decisões e àconversão são abordados diretamente. O estudante é especial-mente instruído no preparo do coração e da mente para umevangelismo bem sucedido.Redação (REDAÇÃO) 40 horas Um curso básico para confirmar e ampliar as capacidadesde expressão na escrita da língua Portuguesa. Serão estudadosalguns aspectos gramaticais importantes na elaboração de tex-tos, assim como o estudo e a prática de diferentes tipos de texto.Disciplinas Comuns de Conhecimentos GeraisPrincípios da Obra de Sustento Próprio (POSP) 40 horas Estudo de conceitos extraídos da Bíblia e do Espírito deProfecia acerca da obra missionária de sustento próprio. É in-cluído um estudo da obra efetuada por grupos e movimentoscristãos através das eras no cumprimento da grande comissãoevangélica. Também é feita uma investigação das necessidadespresentes dos povos do mundo e da espécie de tarefa confiadaao povo de Deus antes do retorno de Jesus.História da IASD (HIASD) 40 horas Um estudo da história da IASD desde o movimento mileri-ta, passando pelo desapontamento de 1844, até os nossos dias,sublinhando os principais eventos desse período. 33
  31. 31. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTPrincípios de Agricultura (AGRIC) 20 horas Um estudo de plantas, solos, pesticidas e métodos deplantação para autosustento e da importância da agriculturapara os últimos dias sob uma perspectiva profética. Os estu-dantes terão a chance de colocar a teoria em prática duranteo período letivo.Princípios de Música Cristã (PMUC) 20 horas Um curso básico nos parâmetros de música na adoraçãoe no estilo de vida pessoal, cultura da voz, canto coral e histó-ria da música. Os estudantes poderão compor o coral do IESTe participarem em todos os ensaios e concertos.Princípios de Relacionamento e Lar Cristão (PRELAC) 40 horas Uma perspectiva cristã do namoro e casamento bem su-cedidos e da correta orientação dos filhos como apresentadana Bíblia e nos escritos de Ellen G. White. Essa disciplina tam-bém lida com a mordomia cristã e outros importantes princí-pios relativos à família.Disciplinas Específicas de ConhecimentosGeraisOrientação Profética (OPROF) 40 horas Um estudo do dom profético que analisa as evidênciasbíblicas para uma manifestação moderna do dom profético,como a que ocorreu na vida e obra de Ellen G. White. São ana-lisados princípios básicos da hermenêutica de seus escritosà luz da vida e os costumes do tempo. É mostrado como a ci-ência médica moderna confirma a validade dos seus escritossobre vários assuntos relacionados com a saúde. As críticas 34
  32. 32. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012ao dom profético de Ellen G. White são expostas aos alunos erespondidas.História da Igreja Cristã (HIC) 40 horas Uma visão geral da igreja cristã desde seu estabelecimen-to até o movimento adventista do início do século 19, com aten-ção especial aos grandes movimentos de Reforma Protestantee sua relevância para o movimento do advento. Esse cursotambém analisa a história do sábado bíblico desde os temposapostólicos.Setores de Treinamento VocacionalJardinagem e Agricultura Os alunos terão treinamento nos jardins, hortas e camposdo IEST no preparo e cultivo do solo, capinagem, adubação,plantação, irrigação e colheita.Manutenção Preventiva e Corretiva Treinamento em serviços gerais como elétrica, hidráuli-ca, construção e carpintaria.Missões Treinamento em organização de reuniões campais, con-ferências bíblicas e em habilidades secretariais. As tarefasincluem a participação na produção periódica do RepórterMissionário do IEST e o desenvolvimento de habilidades emrelações públicas exteriores.Auxiliar de Escritório Arquivamento, seleção de formulários, produção de docu- 35
  33. 33. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTmentos, interação com estudantes e obreiros, registros de en-trada de dados e serviços gerais de um escritório. Treinamentobásico em habilidades de informática para escritório é incluso.Monitoramento de Dormitório Dar assistência ao preceptor na preservação de um ambien-te cristão dentro dos dormitórios. Habilidades em aconselha-mento e comunicação são certamente desenvolvidas. A desen-voltura organizacional também é enfatizada. Alguns serviçosde manutenção e ordem serão requeridos.Produção de Alimentos Naturais Produção de alimentos em larga escala, preservação dealimentos, fabricação de pães, pratos especiais, serviço de sa-neamento alimentar, uso de todos os equipamentos operadosna produção de alimentos em larga escala, aumento e reduçãode receitas e planejamento de cardápios.Publicações Instrução nos principais aspectos da obra de publicação,incluindo redação, edição, revisão, fotografia, editoração ele-trônica e distribuição.Produções de Mídia Os alunos aprenderão o básico em gravação, edição e du-plicação de áudio e vídeo e gerenciamento de mídia.Limpeza e Manutenção Os estudantes aprenderão métodos de saneamento, lim-pezas gerais e manutenção predial simples. 36
  34. 34. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012OBS. Cada aluno terá de cumprir quatro horas diárias de trei-namento vocacional, cinco dias por semana durante o perío-do letivo, como um requisito acadêmico. Serão feitos esforçospara que os alunos passem pelo máximo de setores de treina-mento vocacional, com o objetivo de terem a experiência maisrica e abrangente possível.Programa de Estágio do IEST O programa de estágio consistirá de cinco meses, inician-do após o segundo ano letivo. Para o estágio, o aluno deverá ter lido e apresentado orelatório de leitura de oito dos dez livros requeridos para gra-duação. Os alunos serão enviados ao campo missionário, o qualpoderá ser uma IASD, uma escola ou uma clínica naturopataem qualquer lugar do Brasil ou em outros países de fala portu-guesa e/ou hispânica. “Um preparo prático é muito mais valioso que qualquersoma de teoria. Não é mesmo suficiente possuir conhecimen-tos. Precisamos ter habilidade para os empregar devidamen-te”. A Ciência do Bom Viver, pág. 450 37
  35. 35. Diretrizes e Princípios do IEST O Instituto de Educação e Saúde de Taquara (IEST) temestabelecido normas e princípios elevados porque assim re-quer o Senhor. Cumprir tais regras não deve ser consideradoapenas o cumprimento de exigências de uma escola, mas o fazera vontade do nosso Deus que nos ama e sabe o que é melhorpara nós. Todas as normas e regras estabelecidas pelo IESTtêm sua base espiritual na Bíblia e no Espírito de Profecia. Ojovem adventista não deve se sentir envergonhado se os cos-tumes e estilo de vida promovidos nesta escola são contráriosa muitos costumes da sociedade de hoje. “Quando atingirmos a norma que o Senhor deseja que atin-jamos, as pessoas mundanas considerarão os adventistas dosétimo dia como extremistas, esquisitos, singulares e austeros.‘Somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens.’(I Cor. 4:9). Achamo-nos sob o solene e sagrado compromissopara com Deus de educar nossos filhos, não para o mundo, nãopara porem suas mãos nas mãos do mundo, mas para amareme temerem a Deus e para guardarem Seus mandamentos. Deve-mos instruí-los para trabalharem inteligentemente segundo asnormas de Cristo, a fim de apresentarem elevado e nobre cará-ter cristão àqueles com os quais se associam. Por esta razão,foram estabelecidas as nossas escolas, para que os jovens e ascrianças sejam educados de tal maneira que exerçam no mun-do uma influência para Deus. Por que, então, deveriam nossasescolas converter-se ao mundo e seguir seus costumes e mo-das?” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 289 38
  36. 36. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012Guia e Princípios para as Relações Sociais O IEST deseja seguir os maravilhosos conselhos de Deusna área do desenvolvimento social. Nós acreditamos que osjovens que foram chamados por Deus para estudar no IESTdevem se preparar para cumprir este chamado sem nenhumadistração no tocante a relacionamentos. Professores e adminis-tradores do IEST, portanto, estarão dispostos a auxiliar cadaum dos alunos para atingir os seus alvos durante seus anosescolares.Base Espiritual Sobre Namoro “Enquanto na escola, os alunos não devem permitir que amente lhes fique confundida por pensamentos de namoro. Elesaí estão a fim de preparar-se para trabalhar para Deus, e estepensamento deve ocupar sempre o primeiro lugar. Que os alu-nos obtenham a mais ampla visão possível de suas obrigaçõespara com Deus. Estudem diligentemente a maneira de, durantesua vida estudantil, efetuar serviço prático para o Mestre. Evi-tem sobrecarregar a alma de seus professores, manifestandoespírito leviano e negligente menosprezo pelos regulamentos...Em nossas escolas em Battle Creek, Healdsburg e Cooranbong,dei positivo testemunho acerca desses assuntos. Houve pesso-as que acharam a restrição demasiado severa. Mas disse-lhesclaramente o que podia ser, e o que não podia ser, mostrando-lhes que nossas escolas são estabelecidas com grande custo,para um propósito definido, e que tudo quanto impeça a reali-zação desse desígnio deve ser eliminado.” Conselhos aos Pais,Professores e Estudantes, págs. 100 e 101 39
  37. 37. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST “Os regulamentos deste colégio protegem estritamente aassociação de rapazes e moças durante o período letivo... Nos-so próprio colégio em Battle Creek tem regulamentos similares,porém não tão rigorosos. Eles são indispensáveis para prote-ger os jovens contra o perigo de namoro prematuro e casamen-to insensato. Os jovens são enviados ao colégio por seus paispara obterem educação, não para flertarem com o sexo opos-to. O bem da sociedade, bem como os mais altos interessesdos alunos, requer que não tentem escolher um companheirode vida enquanto seu caráter ainda não se acha desenvolvido,amadurecido o discernimento, encontrando-se eles ao mesmotempo privados do cuidado e guia paternos.” Fundamentos daEducação Cristã, pág. 62 “A escola não deve ser considerada como um lugar paranamoro e casamento, senão um lugar onde os jovens devemser educados e disciplinados para a vida prática. O flerte ouatenções especiais entre moças e rapazes não devem ser per-mitidos na escola.” Manuscritos 13, pág. 145 “Há uma positiva necessidade de reforma em todas asnossas instituições. Toda frivolidade, toda atenção desneces-sária entre homens e mulheres, deve ser condenada e elimina-da.” SpT Series B, No. 16, págs. 6 e 7Objetivos dos Princípios Sociais do IEST 1. Criar uma atmosfera condizente com as metas espiritu- ais buscadas pelo IEST; 2. Fornecer um ambiente de treinamento no qual rapazes e moças possam aprender de forma experimental os 40
  38. 38. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 padrões de Deus para o comportamento cristão, livres das pressões do namoro ou paquera; 3. Proteger jovens ou alunos inexperientes das encanta- doras e frequentes influências deletérias das francas e fáceis associações entre rapazes e moças, a fim de que eles possam se concentrar no seu alto chamado; 4. Alcançar crescimento no caráter e maturidade física, mental e espiritual.Regras do IEST Sobre Sociabilização 1. Baseado nos conselhos do Espírito de Profecia, namoro, paquera e qualquer enfoque emocional e romântico en- tre rapazes e moças são proibidos no IEST; 2. Alunos devem manter reservas sábias e transparência em suas relações para evitar qualquer aparência do mal; 3. Rapazes e moças não devem criar entre si laços emoti- vos, através de conversas sobre futuras possibilidades de relacionamento. Isso inclui qualquer participação dos alunos dentro ou fora do campus; 4. Grupos misturados de rapazes e moças que saiam do campus devem antes ter permissão dos preceptores; 5. Os rapazes não devem estar no dormitório das moças, e vice-versa, sem a presença de algum funcionário.Guia e Princípios para o Vestuário O papel do IEST é treinar jovens para findar a obra deDeus aqui na Terra. Nós acreditamos que a orientação na áreada vestimenta faz parte deste importante papel. A escolha deroupa do aluno, dentro ou fora do campus, deve ser uma de- 41
  39. 39. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTmonstração da maturidade, profissionalismo, responsabilida-de pessoal e profundidade de seu compromisso com Deus. A moda de hoje é um reflexo do baixo nível de moralida-de na sociedade. Nosso vestuário afeta nossos pensamentose ações. Como um princípio geral, a roupa deve ter caracte-rísticas masculinas ou femininas identificáveis. Pois Deus nosdeu instruções específicas para manter uma diferença entre ovestuário do homem e o da mulher (Deuteronômio 22:5). Poresta razão, nós pedimos que as nossas jovens não usem calças,shorts, e nem saias na altura ou acima do joelho, mesmo quan-do sentadas com as pernas cruzadas. Para um estudo mais de-talhado sobre este assunto, ver Testemunhos para a Igreja,Volume 1, págs. 132 e 459, e Testemunhos para a Igreja, Volume4, pág. 634.Base Espiritual Sobre o Vestuário “O caráter de uma pessoa é julgado pelo aspecto de seuvestuário.” Educação pág. 248 “Se metade do tempo gasto pelos jovens em se tornarematrativos na aparência exterior, fosse dedicada ao desenvolvi-mento do intelecto, ao adorno interior, que diferença se mani-festaria em sua conduta, nas palavras e ações!” Mensagens aosJovens, pág. 345 “Queridos jovens, vossa disposição para vestir-vos con-forme a moda, usando, para satisfazer a vaidade, rendas, ouroe coisas artificiais, não recomenda aos outros a religião nem averdade que professais.” Testemunhos para a Igreja, Volume 3,pág. 376 42
  40. 40. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 “Nosso vestuário não deve ser dispendioso - não com‘ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos.’” Mensagens aos Jo-vens, pág. 351 “Mas nossas roupas, conquanto modestas e simples, de-vem ser de boa qualidade, de cores próprias, e adequadas aouso. Devem ser escolhidas mais com vistas à durabilidade doque à aparência. Devem proporcionar agasalho e a devida pro-teção.” Mensagens aos Jovens, págs. 351 e 352 “Nosso vestuário deve ser asseado. O desasseio nesse sen-tido é nocivo à saúde, e portanto contaminador para o corpo e aalma.” Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 303Um Guia Específico Sobre o Vestuário e a Aparência 1. Não será permitido o uso de calças por mulheres. As saias das moças: a. Não devem ser demasiadamente apertadas; b. Devem cobrir os joelhos mesmo quando sentadas; c. Não devem ter cortes laterais e/ou frontais que vão até o joelho. 2. Os rapazes não devem andar de bermuda fora de seu dormitório; 3. As roupas das moças e dos rapazes não devem ser apertadas a fim de não expor a forma do corpo; 4. Camisetas sem mangas e/ou decotadas não podem ser usadas, nem pelos rapazes e nem pelas moças, a não ser como forro para roupas externas; 5. O uso de cosméticos, tais como batons, esmaltes, lápis, e pinturas nos olhos não é permitido no IEST e nem fora dele por parte de seus alunos; 43
  41. 41. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST 6. O uso de jóias não é permitido. Isso inclui anéis, pulseiras, colares e brincos, de toda e qualquer espécie; 7. O corte de cabelo masculino e feminino deve ser apro- priado ao gênero, sem exuberância, mas com beleza e simplicidade; 8. O cabelo deve ser mantido na sua cor natural.Guia e Princípios para o Entretenimento O IEST ensina que a mais elevada forma de recreação vemde desfrutar a natureza, ou em efetuar trabalhos úteis e cons-trutivos. Esportes competitivos, assim como outros tipos deentretenimento, são artificiais e trazem uma satisfação egoísti-ca. Eles desenvolvem no jovem o espírito de rivalidade e orgu-lho, tiram o prazer de efetuar serviços úteis e os distraem dodever de desenvolver um caráter cristão.Base Espiritual Sobre o Entretenimento “Há modos de recreação que são altamente benéficostanto à mente como ao corpo. Um espírito esclarecido e dis-cernidor encontrará abundantes meios de entretenimento ediversão em fontes não apenas inocentes, mas instrutivas. Re-creação ao ar livre, a contemplação das obras de Deus na natu-reza será do mais alto benefício.” O Lar Adventista, pág. 496 “O desejo de agitação e aprazível entretenimento é umatentação e uma cilada ao povo de Deus, e especialmente aosjovens. Satanás está continuamente arranjando engodos comque desviar a mente da solene obra de preparação para as ce-nas que se acham num próximo futuro.” Conselhos aos Pais, 44
  42. 42. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012Professores e Estudantes, pág. 325 “Foi propósito de Deus aliviar pelo trabalho o mal acarre-tado ao mundo pela desobediência do homem. Pelo trabalhoas tentações de Satanás poderiam tornar-se ineficazes, e serdetida a onda do mal. E, embora acompanhado de ansiedade,cansaço e dor, é ainda o trabalho uma fonte de felicidade e de-senvolvimento, e salvaguarda contra a tentação. Sua disciplinacoloca um paradeiro à condescendência própria, e promovea operosidade, a pureza e a firmeza. Assim, torna-se parte dogrande plano de Deus para nossa restauração da queda.” Con-selhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 274 “Sede sóbrios, e vigiai [não em chutar futebol e adestrar-vos nos condenáveis jogos que deveriam fazer todo cristãoenrubescer-se de mortificação ao refletir sobre isso.] O diabo,vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão,buscando a quem possa tragar.” (I Ped. 5:7 e 8). Sim, ele estáem vosso pátio de recreio observando vossas diversões, agar-rando toda alma que se acha desprevenida, lançando suassementes em mentes humanas e controlando o intelecto hu-mano. Por amor a Cristo, fazei uma parada no Colégio de Bat-tle Creek e considerai o efeito sobre o coração, o caráter e osprincípios, dessas diversões copiadas dos costumes de outrasescolas. Tendes estado progredindo firmemente nos caminhosdos gentios, e não segundo o exemplo de Jesus Cristo. Satanásestá no terreno da escola; acha-se presente em cada exercíciona sala de aula. Os alunos cuja mente ficou profundamente agi-tada com os jogos não se encontram na melhor condição parareceber a instrução, o conselho e a repreensão, que encerrama maior importância para eles nesta vida e para a futura vida 45
  43. 43. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTimortal.” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 225 “Que dispêndio de energias é feito em vossas partidas defutebol e outras invenções vossas de caráter gentílico - exercí-cios que não beneficiam a pessoa alguma! Aplicai as mesmasenergias na execução de trabalho útil, e acaso não vos serámais agradável enfrentar o registro de vossa vida no grandedia de Deus?” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 229 “Não consigo encontrar nenhum caso na vida de Cristoque demonstre haver Ele dedicado tempo a jogos ou diversões.Ele era o grande Educador para a vida presente e futura. Nãotenho conseguido encontrar nenhum caso em que Ele tenhaensinado os Seus discípulos a empenharem-se na diversão dofutebol ou em jogos de competição, a fim de fazerem exercíciofísico, ou em representações teatrais; e, no entanto, Cristo eranosso modelo em todas as coisas.” Fundamentos da EducaçãoCristã, pág. 229 “Quando os alunos da escola foram para seus jogos decompetição e jogo de futebol, quando se absorveram na ques-tão do divertimento, Satanás achou boa ocasião de entrar eneutralizar o Espírito de Deus em moldar e servir-Se do agentehumano.” Mensagens Escolhidas, Volume 1, pág. 131Critérios a Serem Seguidos na Questão do Entretenimento A participação em qualquer atividade recreativa deve sesubmeter aos seguintes critérios: 1. É este o melhor uso do meu tempo? 2. É este o melhor uso do meu dinheiro? 46
  44. 44. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 3. É este o melhor uso das minhas energias? 4. Este ambiente promove algum crescimento espiritual? 5. Ao praticar esta atividade, eu poderia convidar Jesus para participar comigo? 6. Esta atividade alimenta a natureza carnal ou a espiritual? 7. Esta atividade promove a saúde do meu corpo?Um Guia Específico Sobre o Entretenimento As seguintes formas de entretenimento não são admitidaspelo IEST: 1. Programas de televisão dramatizados como filmes, no- velas e qualquer outro programa que não passe pelos critérios acima; 2. Qualquer espécie de videogames; 3. Qualquer espécie de jogos de computador; 4. Jogos de cartas ou de mesa; 5. Jogos de tabuleiro; 6. Toda espécie de esportes competitivos como voleibol, futebol, handebol, basquetebol, e qualquer outro que não cumpra os critérios acima; 7. Todo e qualquer tipo de música dançante, quer seja secular ou “cristã”.Guia e Princípios para a Saúde Deus deseja que cuidemos dos nossos corpos porquesão templos do Espírito Santo. Estimulamos todos os alunos aterem um sistema regular de exercício físico e uma dieta quepromova boa saúde. Isso não somente ajudará os jovens emseu desempenho acadêmico, mas também, e principalmente, 47
  45. 45. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTem sua comunhão com Deus. A alimentação que o IEST provêé uma dieta estritamente vegetariana. O IEST tem o papel depreparar obreiros para findarem a obra de Deus aqui na Terra,e reconhecemos que a mensagem de saúde é o braço direito damensagem que será levada ao mundo antes da volta de Jesus.Os alunos devem não só pregá-la, mas também, e antes disso,vivê-la.Base Espiritual Sobre a Saúde “É um erro supor que a força muscular depende do usode alimento animal. As necessidades do organismo podem sermelhor supridas, e mais vigorosa saúde se pode desfrutar, dei-xando de usá-lo. Os cereais, com frutas, nozes e verduras, con-têm todas as propriedades nutritivas necessárias a formar umbom sangue.” Orientação da Criança, pág. 384 “Entre os que estão aguardando a vinda do Senhor, o comercarne será afinal abandonado; a carne deixará de fazer parte desua alimentação.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 380 “Muitos que são agora só meio convertidos quanto à ques-tão de comer carne, sairão do povo de Deus, para não mais an-dar com ele.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 382 “A regularidade nas refeições deve ser fielmente obser-vada. Coisa alguma se deve comer entre elas, nada de doces,nozes, frutas, ou qualquer espécie de comida. A irregularida-de na alimentação arruína a saúde dos órgãos digestivos, comdetrimento da saúde em geral, e da alegria.” A Ciência do BomViver, pág. 384 48
  46. 46. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 “A alimentação em excesso entorpece a mente.” Orienta-ção da Criança, pág. 532 “Cinco horas, pelo menos, devem mediar entre uma e ou-tra refeição, e tende sempre em mente que, se quisésseis fazeruma experiência veríeis que duas refeições são preferíveis atrês.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 173 “É costume e norma da sociedade tomar um desjejumleve. Mas não é esta a melhor maneira de tratar o estômago.Na ocasião do desjejum o estômago está em melhores condi-ções de cuidar de mais alimento do que na segunda ou terceirarefeição do dia. O hábito de tomar um desjejum insuficiente eum lauto almoço é errado. Fazei vosso desjejum correspondermais aproximadamente à refeição mais liberal do dia.” ConselhosSobre o Regime Alimentar, pág. 173 “Na saúde e na doença, a água pura é uma das maisexcelentes bênçãos do Céu. Foi a bebida provida por Deus parasaciar a sede de homens e animais. Bebida abundantemente,ela ajuda a suprir as necessidades do organismo, e a naturezaem resistir à doença.” A Ciência do Bom Viver, pág. 237 “Tomada com as refeições a água diminui a secreção dasglândulas salivares; e quanto mais fria a água, tanto maior odano causado ao estômago.” Conselhos Sobre o Regime Alimen-tar, pág. 420 “Há muitos modos de praticar a arte de curar; mas umsó existe aprovado pelo Céu. Os remédios de Deus são os sim-ples agentes da natureza, que não sobrecarregarão nem enfra- 49
  47. 47. Manual do Aluno 2010 - 2012 IESTquecerão o organismo mediante suas fortes propriedades. Arpuro e água, asseio, regime adequado, pureza de vida e firmeconfiança em Deus, são remédios por cuja falta milhares depessoas estão perecendo; todavia esses remédios estão cain-do em desuso, porque seu hábil emprego requer trabalho queo povo não aprecia. Ar puro, exercício, água pura, e moradalimpa e aprazível, acham-se ao alcance de todos, com apenaspouca despesa; as drogas, porém, são dispendiosas, tanto nogasto do dinheiro, como no efeito produzido no organismo.”Testemunhos para a Igreja, Volume 5, pág. 443 “Desaconselhamos o uso de drogas, pois estas envene-nam a corrente sanguínea.” Conselhos Sobre o Regime Alimen-tar, pág. 303 “O sangue não é tão capaz de expelir as impurezas comoseria se a circulação ativa fosse produzida pelo exercício.” Con-selhos Sobre Saúde, pág. 52 “Ao regular as horas do sono, não se deve proceder comdescuido. Os estudantes não devem adquirir o hábito de per-manecer em pé até à meia-noite, e tomar as horas do dia para osono. Se se acostumaram a fazer isso em casa, devem corrigiro hábito, deitando-se à hora devida. Assim levantar-se-ão pelamanhã descansados para os deveres do dia. Em nossas escolasas luzes devem ser apagadas às vinte e uma e meia horas.” Con-selhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 297Filosofia do IEST Sobre a Saúde 1. A Bíblia, o Espírito de Profecia e o estudo da boa ciên- cia devem ser a base de toda posição que tomemos 50
  48. 48. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 sobre princípios de saúde; 2. A implementação pessoal dos princípios de saúde apre- sentados pelo IEST, como estão na Bíblia e no Espírito de Profecia, deve ser feita individualmente pelo aluno; 3. Os jovens que gostariam de ser alunos do IEST já de- vem ter deixado alimentos claramente condenados por Deus, como café, chá cafeinado (ervas mates e gaú- chas), extrato de pó de guaraná, carne, queijo, açúcar refinado, refrigerantes, chocolate, ovos; e os maus hábi- tos de tomar água ou líquidos junto com as refeições, e o comer ou merendar entre as refeições. 4. Padrões dietéticos têm uma influência poderosa sobre nosso desenvolvimento espiritual; 5. Para os que têm recebido a luz sobre a reforma de saú- de, o estilo de vida nesta área é um dos elementos de- terminantes da nossa salvação.Guia e Princípios Sobre Música A música é um dos grandes dons que Deus deu ao homeme um elemento fundamental no desenvolvimento espiritual. Éuma avenida de comunicação com Deus e “é um dos meios maiseficazes para impressionar o coração com as verdades espiri-tuais” (Educação, pág. 168). Uma vez que a música afeta nossanatureza moral, é essencial que seu tremendo poder esteja claroem nossas mentes. Ela tem o poder de elevar e degradar; elapode ser usada para adorar a Deus ou ao Diabo. “Tem poderpara subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para suscitarpensamentos e despertar simpatia, para promover a harmoniade ação e banir a tristeza e os maus pressentimentos, os quaisdestroem o ânimo e debilitam o esforço.” (Educação, pág. 168). 51
  49. 49. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST Portanto, os alunos do IEST devem exercitar um alto graude discriminação e discernimento na escolha e no uso da mú-sica. Em nossos esforços para alcançar este ideal, é necessáriomais do que sabedoria humana. Em princípios gerais, a música deve se encaixar nos se-guintes pontos: 1. Trazer glória a Deus e complementar o culto (1 Corín- tios 10:31); 2. Enobrecer, elevar e purificar os pensamentos dos ou- vintes (Filipenses 4:8; Patriarcas e Profetas, pág. 594); 3. Influenciar efetivamente o cristão no desenvolvimento do caráter de Cristo em sua vida (Manuscrito 57, 1906); 4. Imprimir verdades espirituais no coração do ouvinte e proclamar a mensagem do evangelho para este tempo (Review and Herald, 6 de junho de 1912); 5. Revelar harmonia de mensagem entre as letras e a mú- sica, evitando a mistura do santo com o profano; 6. Evitar o teatralismo e a apresentação orgulhosa da mú- sica (Evangelismo, pág. 137; Fundamentos da Educação Cristã, pág. 253); 7. Ser executada da melhor forma, afinada e harmoniosa, tendo havido um preparo através de ensaios prévios; 8. Dar destaque à mensagem do texto, a qual não deve ser sobrepujada pelo volume dos instrumentos musicais (Obreiros Evangélicos, págs. 357 e 358); 9. Manter um equilíbrio ajuizado dos elementos emocio- nais, intelectuais, e espirituais (Review and Herald, 14 de novembro de 1899); 10. Nunca comprometer os elevados princípios de digni- dade e excelência com o intuito de alcançar pessoas 52
  50. 50. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 (Testemunhos para a Igreja, Volume 9, pág. 143; Evange- lismo, pág. 137); 11. Ser apropriada à ocasião, ao ambiente e à audiência (Evangelismo, pág. 508).Música de Outras Culturas Há muita coisa espiritualmente enobrecedora e religiosa-mente válida de muitas culturas e grupos étnicos. Entretanto,os gostos e práticas musicais de todos devem se conformaraos valores de um caráter semelhante ao de Cristo no evange-lho e nos princípios do céu. Deve ser exercitado o cuidado denão misturar valores e estilos mundanos em nossa música. Esses princípios servem como guia na escolha e no usoda música nas muitas situações do IEST. Certas formas musi-cais, tais como Jazz, Rock, Rap, Forró, Samba, e suas diversasformas resultantes são incompatíveis com estes princípios. OIEST treina jovens para cumprirem a comissão de Deus, a fimde que eles façam parte da última geração na Terra e dêem amensagem final ao mundo. Para um estudo mais aprofundado,veja o livro Música, Adventismo e Eternidade, do Pastor DarioPires de Araújo.Aplicação dos Princípios de Música no IEST 1. Ao preparar e apresentar músicas em serviços religio- sos, a administração e professores do IEST trabalham com os estudantes de uma forma que se elevem os pa- drões musicais da Palavra de Deus; 2. Grupos musicais e de testemunho, ao saírem do cam- 53
  51. 51. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST pus, devem receber diretrizes na escolha e execução de seleções musicais, por parte daqueles que são aponta- dos pela administração da escola para tal fim; 3. Os responsáveis pelo ensino da música em relação a corais, conjuntos, etc., e em atividades de ensino pri- vado, fazem positivos esforços para ensinar a qualida- de de música que deve ser usada na igreja, no ganho de almas, e no desenvolvimento pessoal; 4. Um dos primeiros objetivos do ensino da música no IEST é capacitar o jovem a discernir o certo, sob a luz da divina revelação, e dar informações para um juízo de qualidade na área da música religiosa; 5. Mesmo a boa música deve ser ouvida considerando cri- térios de ambiente e objetivo, no tocante ao volume da música ouvida e/ou cantada; 6. As apresentações musicais no IEST devem obedecer a todos os padrões aqui estabelecidos. Isto inclui apre- sentações efetuadas tanto por residentes, como por visitantes.Princípios Gerais do IESTEspiritualidadeAcreditamos que: 1. Deus influenciará todas as decisões que tomarmos. Se não conhecemos a Sua vontade sob determinada ques- tão, devemos orar e buscar conhecê-la em Sua Palavra; 2. O mesmo Espírito Santo que inspirou a mente dos au- tores bíblicos inspirou a mente da irmã Ellen G. White. Os escritos dela fornecem um claro entendimento e 54
  52. 52. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 uma aplicação prática das Escrituras e nos guiam para Deus; 3. Deus estabeleceu leis – morais, físicas e sociais – que impedem seu universo de entrar em caos. Essas leis nos afetam coletiva e individualmente. Portanto, se queremos evitar o caos em nossa vida individual e co- letiva, a incorporação de tais leis no gerenciamento de uma instituição é sine qua non; 4. Onde Deus deu conselhos específicos à IASD através de Ellen G. White para o gerenciamento da (1) vida in- dividual, (2) dos programas educacionais ou (3) das instituições médicas da igreja, esses devem ser incor- porados às nossas atividades objetivas e ao ensino da- queles para quem tais conselhos se dirigem.Trabalho FísicoAcreditamos que: 1. Deus deu ao homem o trabalho físico como elemento necessário para a boa saúde. Este trabalho fornece repouso à mente, guardando-a do excessivo trabalho mental; 2. Todos os estudantes devem desenvolver uma habili- dade ou ocupação, além das habilidades profissionais fornecidas pela educação acadêmica; 3. As pessoas cujas ocupações são sedentárias, devem gastar tempo a cada dia em alguma forma de trabalho físico; 4. Trabalho físico nos dá lições de disciplina, paciência e da importância do tempo; 5. O trabalho físico produtivo dá uma sensação de realização; 55
  53. 53. Manual do Aluno 2010 - 2012 IEST 6. Deus quer cuidar do nosso corpo de forma plena.Educação AcadêmicaAcreditamos que: 1. Deus não estabeleceu limites para o volume de conheci- mento que alguém possa receber, mas Ele estabeleceu diretrizes específicas no adquirir e utilizar tal conheci- mento; 2. Deus estabeleceu diretrizes específicas para os valo- res morais, sociais, espirituais, intelectuais e físicos, os quais devem guiar o IEST; 3. Deus chama alguns para uma educação formal mais avançada do que outros; 4. A educação superior é um chamado especial de Deus, percebida como tal pelas pessoas que se candidatam ao IEST. Em contraste, a educação cristã fundamental e secundária é, primeiramente, responsabilidade dos pais para com seus filhos; 5. A educação cristã sempre deve focalizar-se no plano redentor de Deus para a humanidade caída. Qualquer que seja o aspecto em que a educação entre, ela deve prover uma visão mais ampla de nosso Deus; 6. A educação cristã deve ser equilibrada com um misto de livros de estudo apropriados, trabalho físico e tes- temunho pessoal.Adoração ConjuntaAcreditamos que: 1. Quando uma família ora unida, permanece unida; 56
  54. 54. IEST Manual do Aluno 2010 - 2012 2. Satanás é mais efetivamente afastado do círculo corpo- rativo quando a família está orando e cultuando a Deus regularmente; 3. Perdemos uma bênção quando nos ausentamos do cul- to conjunto e também pomos em risco o bem-estar da instituição.Os SábadosAcreditamos que: 1. Todos os alunos devem, segundo as diretrizes da Bíblia e do Espírito de Profecia, tomar todas as devidas pro- vidências de preparação para o sábado nas horas da sexta-feira; 2. Os alunos devem se vestir com suas melhores roupas a partir do culto de pôr-do-sol da sexta-feira. 57
  55. 55. Anotações
  56. 56. Anotações
  57. 57. Anotações
  58. 58. Anotações

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