Clareamento dental

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Prof. Ícaro Soares

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  • Abertura de Capítulo 01
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  • Clareamento dental

    1. 1. Influência do gel clareador no aumento da temperatura intra-câmara pulpar pela técnica do clareamento em consultório Influence of whitening gel on pulp chamber temperature rise by in-office bleaching technique Faculdade de Odontologia, UFPA - Universidade Federal do Pará, Belém, PA, Brasil Sandro Cordeiro Loretto; Mylena Ranieri Libdy; Fabiola do Socorro da Rocha Ribeiro; Esther Marina França Braga; Karina Gama Kato Carneiro; Mário Honorato Silva e Souza Júnior
    2. 2. Influência do gel clareador no aumento da temperatura intra-câmara pulpar pela técnica do clareamento em consultório DISCENTES: Alice Oliveira e Mariana Brito DOCENTE: Ícaro Soares
    3. 3. INTRODUÇÃO 01
    4. 4. INTRODUÇÃO 01 Introdução • Diversas formas clínicas podem estar disponíveis na tentativa de reverter mudanças de coloração nos dentes: •Clareamento Caseiro •Combinações de técnicas de clareamento Caseiro e de Consultório •Clareamento associado com o uso de diferentes fontes de luz • Cremes Dentais com agentes clareadores • Quando a aceleração do processo de clareamento é desejado, o agente clareador pode ser ativado por calor para potencializar a sua ação. • É comum, atualmente, encontrar relatórios altamente detalhados dos chamados clareamento fotoativados, tratamentos onde a luz adicional é utilizado em conjunto com o agente clareador.
    5. 5. INTRODUÇÃO 01 • Deve ser lembrado que cada aumento na temperatura do gel clareador consequentemente provoca um aumento na temperatura da superfície do dente e na polpa. • Tal aumento pode ser responsável por alterações patológicas no órgão. Zach, Cohen observou que um aumento da ordem de 5.5ºC seria capaz de gerar danos irreversíveis (polpa necrosada). • Diferentes géis de clareamento tem sido comercializados com potencial fotossensível anunciado, principalmente devido à adição de corantes capazes de absorver o calor proveniente da fonte de luz. • O objetivo do presente estudo é avaliar a influência dos géis de clareamento, ativado com uma fonte de luz (alta LED de energia), na mudança da temperatura da câmara de polpa.
    6. 6. MATERIAIS E MÉTODOS 01
    7. 7. INTRODUÇÃO 01 • Três agentes de clareamento fotossensíveis foram usados neste estudo: Whiteness HP (FGM Produtos Odontológicos, Joinville, SC, Brasil), Whiteness HP Maxx (FGM Produtos Odontológicos, Joinville, SC, Brasil) e Lase Peroxide Sensy (DMC, São Carlos , SP) • Uma fonte de LED de alta intensidade, o Flash Lite 1401 (Discus Dental Inc., Culver City, CA, EUA), foi usada para ativar o gel de clareamento. • Um incisivo central superior humano, livre de cáries e restaurações e extraído por razões periodontais, foi selecionado para este fim.
    8. 8. INTRODUÇÃO 01 • O canal radicular foi alargado para permitir a introdução do sensor do termômetro dentro da câmara pulpar. • A medição da variação da temperatura na câmara pulpar do incisivo central foi feita usando um termômetro digital acoplado a um termopar tipo K (MT-401A). • A câmara foi preenchida com pasta térmica (Implastec Eletroquímica, Votorantim, SP, Brasil), a fim de permitir a transferência de calor das paredes do dente para o sensor termopar durante os procedimentos de clareamento. • O sensor foi inserido na câmara pulpar e posicionado na parte superior do mesmo. A localização do sensor foi controlada utilizando uma radiografia periapical.
    9. 9. INTRODUÇÃO 01 • Os grupos foram divididos de acordo com o gel clareador usado, como se mostra na Tabela. • Um temporizador digital foi usado para um controle mais preciso dos ciclos de clareamento. Seis ciclos de clareamento foram realizadas para cada grupo experimental.
    10. 10. RESULTADO 01
    11. 11. INTRODUÇÃO • Estatística descritiva (média e desvio padrão) foram obtidas para a variação de temperatura (ºC) na câmara pulpar durante o tratamento de clareamento fotoativado (Tabela 3). • Ela pode ser salientada que a menor variação média foi obtida com o Grupo 4 (Lase Peroxide Sensy - DMC), enquanto a maior média foi encontrada com o Grupo 2 (Whiteness HP - FGM).
    12. 12. INTRODUÇÃO • A Tabela a seguir mostra as comparações, em pares, de os valores médios de variação da Temperatura (° C) dos grupos testados, tornando possível mostrar diferenças significativas entre os grupos G1 e G2, G1 e G3, G2 e G4, e G3 e G4 (p <0,05).
    13. 13. CONCLUSÃO 01
    14. 14. INTRODUÇÃO Dentro das limitações do presente estudo, foi possível concluir que: • A luz emitida pelo dispositivo de alta potência levou a um aumento na temperatura da câmara pulpar; • O gel clareador aplicado à superfície do dente potenciou a absorção de calor emitido pela fonte de luz, que foi verificada pelo aumento da temperatura da câmara de pulpar; • Possíveis diferenças na composição dos géis de clareamento, bem como a concentração de corantes fotossensíveis, influenciou a absorção de calor emitido pela fonte de luz, o que foi verificado por aumentos distintos em polpa a temperatura da câmara para os diferentes grupos estudados.
    15. 15. REFERÊNCIA 01 LORETTO, S. C. Et al. Influence of whitening gel on pulp chamber temperature rise by in-office bleaching technique. Faculdade de Odontologia, UFPA - Universidade Federal do Pará, Belém, PA, Brasil

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