Declaração
Internacional de
Princípios Éticos na
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CINCO PRINCÍPIOS UNIVERSAIS
HONESTIDADE


O angariador deve, em todos
os momentos, agir com
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RESPEITO


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INTEGRIDADE


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abertamente e com respeito,
dada a sua responsabilidade em
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EMPATIA


Os angariadores trabalharão de
forma a prosseguir os seus
objectivos e a encorajar os
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TRANSPARÊNCIA


Os angariadores deverão
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Os angariadores devem garantir que todas as
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Tradução feita a partir do documento original International Statement of
         Ethical Principles in Fundraising, publi...
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  1. 1. Declaração Internacional de Princípios Éticos na Angariação de Fundos
  2. 2. ENQUADRAMENTO / OBJECTIVOS
  3. 3. Promover o crescimento de uma comunidade mundial de angariadores de fundos baseada na responsabilidade, na transparência e na eficiência. © Richard IJzermans
  4. 4. Estabelecer o que existe em comum no modo como os angariadores de fundos exercem o seu trabalho. © José Luís Silva
  5. 5. Tendo em conta que em vários países já existem códigos e padrões de conduta, esta declaração pretende unificar a comunidade global de angariadores de fundos. © José Luís Silva
  6. 6. Não é necessário abandonar códigos e padrões existentes, mas com esta Declaração demonstra-se o interesse numa compreensão global destes princípios fundamentais. fundamentais © José Luís Silva
  7. 7. Aplicada em diferentes contextos culturais, esta Declaração pode fornecer orientações para que se iniciem boas práticas nos mercados emergentes. © José Luís Silva
  8. 8. Uma clara alternativa aos hábitos locais, que podem não ser representativos das melhores práticas. © Chuck Coker
  9. 9. Promover o objectivo comum de garantir a confiança pública no sector não lucrativo e desencorajar benefícios pessoais obtidos à custa de doadores e parceiros. © José Luís Silva
  10. 10. CINCO PRINCÍPIOS UNIVERSAIS
  11. 11. HONESTIDADE O angariador deve, em todos os momentos, agir com honestidade e sinceridade, para que a confiança pública seja protegida e os doadores e beneficiários não sejam defraudados. © UNICEF Iran
  12. 12. RESPEITO O angariador deve agir sempre com respeito pela dignidade da sua profissão e organização e respeitar a dignidade dos doadores e dos beneficiários. © Sarah Murray
  13. 13. INTEGRIDADE Os angariadores devem agir abertamente e com respeito, dada a sua responsabilidade em garantir a confiança pública. Devem dar a conhecer todos os conflitos de interesse actuais ou potenciais e evitar qualquer demonstração de conduta imprópria, tanto profissional como pessoal. © UNICEF Iran
  14. 14. EMPATIA Os angariadores trabalharão de forma a prosseguir os seus objectivos e a encorajar os outros a adoptar os mesmos padrões profissionais e de compromisso. Devem valorizar a privacidade individual, a liberdade de escolha e todas as formas de diversidade. © Natura Paparazzo
  15. 15. TRANSPARÊNCIA Os angariadores deverão produzir relatórios claros sobre o trabalho que fazem, a forma como os donativos são geridos e distribuídos, os seus custos e despesas, de uma forma rigorosa e correcta. © UNICEF Iran
  16. 16. PADRÕES DE CONDUTA
  17. 17. Responsabilidade em Os donativos devem ser aceites se relação aos donativos forem voluntários, se estiverem de acordo com os objectivos da organização, e não deverão implicar mais do que os custos razoáveis face ao valor do donativo. © José Luís Silva
  18. 18. Responsabilidade em Os donativos devem ser aceites se relação aos donativos forem voluntários, se estiverem de acordo com os objectivos da organização, e não deverão implicar mais do que os custos razoáveis face ao valor do donativo. Os fundos deverão ser aplicados de acordo com a vontade do doador, quando esta for expressa. © José Luís Silva
  19. 19. Responsabilidade em Os donativos devem ser aceites se relação aos donativos forem voluntários, se estiverem de acordo com os objectivos da organização, e não deverão implicar mais do que os custos razoáveis face ao valor do donativo. Os fundos deverão ser aplicados de acordo com a vontade do doador, quando esta for expressa. Os fundos nunca deverão ser utilizados para proveitos financeiros pessoais do angariador ou da organização de angariadores para a qual trabalha. © José Luís Silva
  20. 20. Responsabilidade em Os donativos devem ser aceites se relação aos donativos forem voluntários, se estiverem de acordo com os objectivos da organização, e não deverão implicar mais do que os custos razoáveis face ao valor do donativo. Os fundos deverão ser aplicados de acordo com a vontade do doador, quando esta for expressa. Os fundos nunca deverão ser utilizados para proveitos financeiros pessoais do angariador ou da organização de angariadores para a qual trabalha. Os fundos deverão ser recolhidos de forma cuidadosa e respeitando as opções do doador, sem recurso a pressões, ameaças, intimidação ou coação. © José Luís Silva
  21. 21. Relação com Os angariadores têm a obrigação de responder os parceiros perante todos os parceiros, incluindo doadores, beneficiários e empregadores. © José Luís Silva
  22. 22. Relação com Os angariadores têm a obrigação de responder os parceiros perante todos os parceiros, incluindo doadores, beneficiários e empregadores. Devem respeitar os direitos do doador, informando-o atempadamente sobre a forma como as contribuições são usadas, respeitando a privacidade do doador, e honrando a sua vontade. © José Luís Silva
  23. 23. Relação com Os angariadores têm a obrigação de responder os parceiros perante todos os parceiros, incluindo doadores, beneficiários e empregadores. Devem respeitar os direitos do doador, informando-o atempadamente sobre a forma como as contribuições são usadas, respeitando a privacidade do doador, e honrando a sua vontade. Devem respeitar os direitos dos beneficiários e preservar a sua dignidade e auto-respeito. Não usarão materiais ou técnicas de angariação que possam pôr em causa essa dignidade. © José Luís Silva
  24. 24. Relação com Os angariadores têm a obrigação de responder os parceiros perante todos os parceiros, incluindo doadores, beneficiários e empregadores. Devem respeitar os direitos do doador, informando-o atempadamente sobre a forma como as contribuições são usadas, respeitando a privacidade do doador, e honrando a sua vontade. Devem respeitar os direitos dos beneficiários e preservar a sua dignidade e auto-respeito. Não usarão materiais ou técnicas de angariação que possam pôr em causa essa dignidade. Devem trabalhar com fornecedores ou agentes intermediários com os mesmos padrões que os da sua própria organização. Devem esforçar-se por garantir que os fornecedores não obtêm benefícios injustificados quando trabalham para a sua organização. © José Luís Silva
  25. 25. Comunicação, Comunicação Os angariadores não deverão afirmar ou sugerir, na marketing e informação pública, que os fundos angariados carecem de administração ou de custos, dando a Informação impressão incorrecta de que a actividade de pública angariação de fundos não tem custos. © José Luís Silva
  26. 26. Comunicação, Comunicação Os angariadores não deverão afirmar ou sugerir, na marketing e informação pública, que os fundos angariados carecem de administração ou de custos, dando a Informação impressão incorrecta de que a actividade de pública angariação de fundos não tem custos. Deverão opor-se a que as suas organizações afirmem ou sugiram que a actividade de angariação de fundos não tem custos. © José Luís Silva
  27. 27. Comunicação, Comunicação Os angariadores não deverão afirmar ou sugerir, na marketing e informação pública, que os fundos angariados carecem de administração ou de custos, dando a Informação impressão incorrecta de que a actividade de pública angariação de fundos não tem custos. Deverão opor-se a que as suas organizações afirmem ou sugiram que a actividade de angariação de fundos não tem custos. Deverão fornecer informação fiável sobre o uso dos fundos, sem exageros nem subavaliação. © José Luís Silva
  28. 28. Comunicação, Comunicação Os angariadores não deverão afirmar ou sugerir, na marketing e informação pública, que os fundos angariados carecem de administração ou de custos, dando a Informação impressão incorrecta de que a actividade de pública angariação de fundos não tem custos. Deverão opor-se a que as suas organizações afirmem ou sugiram que a actividade de angariação de fundos não tem custos. Deverão fornecer informação fiável sobre o uso dos fundos, sem exageros nem subavaliação. Deverão respeitar sempre as leis e regulamentos de protecção de dados. © José Luís Silva
  29. 29. Comunicação, Comunicação Os angariadores não deverão afirmar ou sugerir, na marketing e informação pública, que os fundos angariados carecem de administração ou de custos, dando a Informação impressão incorrecta de que a actividade de pública angariação de fundos não tem custos. Deverão opor-se a que as suas organizações afirmem ou sugiram que a actividade de angariação de fundos não tem custos. Deverão fornecer informação fiável sobre o uso dos fundos, sem exageros nem subavaliação. Deverão respeitar sempre as leis e regulamentos de protecção de dados. Aceitam que toda a informação prospectiva e sobre doadores obtida por ou para uma organização não deverá ser transferida ou utilizada excepto a favor dessa mesma organização. © José Luís Silva
  30. 30. Os angariadores não deverão afirmar ou sugerir, na Comunicação, Comunicação informação pública, que os fundos angariados marketing e carecem de administração ou de custos, dando a impressão incorrecta de que a actividade de Informação angariação de fundos não tem custos. pública Deverão opor-se a que as suas organizações afirmem ou sugiram que a actividade de angariação de fundos não tem custos. Deverão fornecer informação fiável sobre o uso dos fundos, sem exageros nem subavaliação. Deverão respeitar sempre as leis e regulamentos da protecção de dados. Aceitam que toda a informação prospectiva e sobre doadores obtida por ou para uma organização não deverá ser transferida ou utilizada excepto a favor dessa mesma organização. Se um doador pretender ser removido da lista de solicitações, esta pretensão deverá ser prontamente atendida, sem quaisquer obstáculos. © José Luís Silva
  31. 31. Os angariadores devem garantir que todas as Relatórios de transacções, contabilidade e relatórios pelos quais são responsáveis são transparentes e gestão, finanças objectivos. e custos de angariação © José Luís Silva
  32. 32. Os angariadores devem garantir que todas as Relatórios de transacções, contabilidade e relatórios pelos quais são responsáveis são transparentes e gestão, finanças objectivos. e custos de Devem estar em condições de, a qualquer angariação momento, prestar contas sobre o seu trabalho. © José Luís Silva
  33. 33. Os angariadores devem garantir que todas as Relatórios de transacções, contabilidade e relatórios pelos quais são responsáveis são transparentes e gestão, finanças objectivos. e custos de Devem estar em condições de, a qualquer angariação momento, prestar contas sobre o seu trabalho. Deverão encorajar as suas organizações a fazer relatórios, segundo os padrões nacionais e internacionais de prestação de contas. © José Luís Silva
  34. 34. Os angariadores devem garantir que todas as Relatórios de transacções, contabilidade e relatórios pelos quais são responsáveis são transparentes e gestão, finanças objectivos. e custos de Devem estar em condições de, a qualquer angariação momento, prestar contas sobre o seu trabalho. Deverão encorajar as suas organizações a fazer relatórios, segundo os padrões nacionais e internacionais de prestação de contas. Deverão apresentar relatórios anuais rigorosos a todos os parceiros, dentro de limites temporais adequados, ou encorajar a sua organização a fazê-lo. © José Luís Silva
  35. 35. Os angariadores devem garantir que todas as Relatórios de transacções, contabilidade e relatórios pelos quais são responsáveis são transparentes e gestão, finanças objectivos. e custos de Devem estar em condições de, a qualquer angariação momento, prestar contas sobre o seu trabalho. Deverão encorajar as suas organizações a fazer relatórios, segundo os padrões nacionais e internacionais de prestação de contas. Deverão apresentar relatórios anuais rigorosos a todos os parceiros, dentro de limites temporais adequados, ou encorajar a sua organização a fazê-lo. Deverão revelar abertura e clareza, perante todos os parceiros, sobre os custos, taxas e despesas envolvidos na angariação de fundos, e no modo como estes são distribuídos. © José Luís Silva
  36. 36. Os angariadores devem garantir que todas as Relatórios de transacções, contabilidade e relatórios pelos quais são responsáveis são transparentes e gestão, finanças objectivos. e custos de Devem estar em condições de, a qualquer angariação momento, prestar contas sobre o seu trabalho. Deverão encorajar as suas organizações a fazer relatórios, segundo os padrões nacionais e internacionais de prestação de contas. Deverão apresentar relatórios anuais rigorosos a todos os parceiros, dentro de limites temporais adequados, ou encorajar a sua organização a fazê-lo. Deverão revelar abertura e clareza, perante todos os parceiros, sobre os custos, taxas e despesas envolvidos na angariação de fundos, e no modo como estes são distribuídos. Deverão revelar com transparência qualquer acordo de compensações junto de empregadores, doadores ou beneficiários, sempre que pedido. © José Luís Silva
  37. 37. Os angariadores prestarão os seus Pagamentos e serviços quer como voluntários, quer compensações assalariados, ou segundo pagamentos pré-estabelecidos. Não deverão aceitar comissões ou compensações baseadas numa percentagem dos fundos angariados. © José Luís Silva
  38. 38. Os angariadores prestarão os seus Pagamentos e serviços quer como voluntários, quer compensações assalariados, ou segundo pagamentos pré-estabelecidos. Não deverão aceitar comissões ou compensações baseadas numa percentagem dos fundos angariados. Não aceitarão qualquer gratificação monetária para tomarem decisões em nome da sua organização. © José Luís Silva
  39. 39. Os angariadores prestarão os seus Pagamentos e serviços quer como voluntários, quer compensações assalariados, ou segundo pagamentos pré-estabelecidos. Não deverão aceitar comissões ou compensações baseadas numa percentagem dos fundos angariados. Não aceitarão qualquer gratificação monetária para tomarem decisões em nome da sua organização. Não procurarão nem aceitarão qualquer tipo de pagamento, em dinheiro ou em bens, de um fornecedor de bens ou serviços, como recompensa por negócios estabelecidos com esse fornecedor. © José Luís Silva
  40. 40. Os angariadores prestarão os seus Pagamentos e serviços quer como voluntários, quer compensações assalariados, ou segundo pagamentos pré-estabelecidos. Não deverão aceitar comissões ou compensações baseadas numa percentagem dos fundos angariados. Não aceitarão qualquer gratificação monetária para tomarem decisões em nome da sua organização. Não procurarão nem aceitarão qualquer tipo de pagamento, em dinheiro ou em bens, de um fornecedor de bens ou serviços, como recompensa por negócios estabelecidos com esse fornecedor. Os critérios de qualificação de um angariador para a obtenção de remuneração baseada no mérito devem ser previamente acordados e não deverão basear-se na percentagem de fundos angariados. © José Luís Silva
  41. 41. Conformidade com as leis nacionais Os angariadores deverão levantar objecções se a organização para a qual trabalham não cumprir as leis civis ou criminais locais, regionais, nacionais ou internacionais. © Todd Binger
  42. 42. Conformidade com as leis nacionais Os angariadores deverão levantar objecções se a organização para a qual trabalham não cumprir as leis civis ou criminais locais, regionais, nacionais ou internacionais. Não se envolverão em actividades que conflituem com obrigações legais nacionais ou internacionais para a sua organização ou para outras. © Todd Binger
  43. 43. Conformidade com as leis nacionais Os angariadores deverão levantar objecções se a organização para a qual trabalham não cumprir as leis civis ou criminais locais, regionais, nacionais ou internacionais. Não se envolverão em actividades que conflituem com obrigações legais nacionais ou internacionais para a sua organização ou para outras. Evitarão inclusivamente o surgimento de situações que possam sequer aparentar delito criminal ou conduta profissional imprópria. © Todd Binger
  44. 44. Tradução feita a partir do documento original International Statement of Ethical Principles in Fundraising, publicado pela European Fundraising Association em Outubro de 2006. Versão original disponível em: www.efa-net.eu/english/menue/resources.htm outros recursos em: www.efa-net.eu www.institute-of-fundraising.org.uk © José Luís Silva
  45. 45. PAULA LOPES DA SILVA eventos@humaneasy.com www.humaneasy.com humaneasy www.slideshare.com/humaneasy www.flickr.com/photos/humaneasyconsulting OBRIGADA Imagens originais © José Luís Silva (www.olhares.com/zeluis29), excepto quando mencionado © dos respectivos autores, Flickr.com. Foto de abertura © Thomas Willi, Flickr.com. Esta apresentação foi feita com recurso a Software Livre.

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