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Apresentação de diapositivos sobre senescência cutânea

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  1. 1. MONITORIABIOQUIMICA CURTA-NOS NO FACEBOOK: WWW.FACEBOOK.COM/LGBIOQ
  2. 2. LABORATÓRIO DE GRADUAÇÃO EM BIOQUÍMICA S E N E S C Ê N C I A C U TÂ N E A
  3. 3. P R O C E S S O M U LT I F AT O R I A L • Envelhecimento primário vs. Envelhecimento secundário ! ! Quando e como o enve! lhecimento se inicia na vida de um indivíduo Qualidade e estilo de vida, dieta calórica, atividades físicas ! • Alterações neurológicas, dermatológicas etc. SANTOS, 2009.
  4. 4. A LT E R A Ç Õ E S N E U R O L Ó G I C A S ASPECTOS NEUROBIOLÓGICOS & NEUROFISIOLÓGICOS Sinapses diminuídas, lentidão de fluxo axoplasmático, decréscimo na plasticidade ASPECTOS NEUROQUÍMICOS Alterações na circuitária colinérgica, acometimento de monoaminas ASPECTOS ESTRUTURAIS SANTOS, 2009. Acometimento do neocórtex, do complexo hipocampal e núcleos da base; alterações morfológicas com alargamento ventricular e dos sulcos e afinamento dos giros
  5. 5. DOCUMENTING REALITY. Healthy Human Brain Compared with 90 Year Old Brain. Disponível em: <http://www.documentingreality.com/forum/f149/healthyhuman-brain-compared-90-year-old-brain-119026/>. Acesso em: 3 nov 2013. A LT E R A Ç Õ E S M O R F O L Ó G I C A S Cérebro humano saudável de 40 anos de idade (à esquerda) comparado a um cérebro humano saudável de 90 anos de idade (à direita).
  6. 6. A LT E R A Ç Õ E S D E R M AT O L Ó G I C A S ENVELHECIMENTO CRONOLÓGICO Fator idade-dependente FOTOENVELHECIMENTO Efeito cumulativo da exposição solar DOENÇAS NÃO CONTROLADAS DIMINUIÇÃO HORMONAL MAUS HÁBITOS FABRA, 2013. Hipertensão, diabetes mellitus, hipotireoidismo podem afetar sobremaneira a irrigação sanguínea O climatério é acompanhado de menor síntese de estrogênios, que têm efeito protetor cutâneo Tabagismo e alcoolismo
  7. 7. A LT E R A Ç Õ E S D E R M AT O L Ó G I C A S Alterações gerais do envelhecimento do organismo humano A LT E R A Ç Õ E S DERMATOLÓGICAS Alterações dermatológicas propriamente ditas do envelhecimento humano FABRA, 2013.
  8. 8. A LT E R A Ç Õ E S G E R A I S D O ENVELHECIMENTO DO ORGANISMO LINHAS DE EXPRESSÃO Decorrentes da contração muscular repetida ao longo dos anos. Comuns ao redor dos olhos, testa e lábios. Indicam fases iniciais do envelhecimento cutâneo FABRA, 2013. R U G A S E S TÁT I C A S Aparecem quando a face está em repouso e indicam que o envelhecimento cutâneo já está em curso
  9. 9. LIFTDERMA. Ame A Sua Pele! Trate As Suas Rugas E Linhas De Expressão. Disponível em: <http://www.liftderma.net/ame-a-suapele-trate-as-suas-rugas-e-linhas-deexpressao/>. Acesso em: 3 nov 2013. Rugas estáticas frontais PATRICIO, Vanessa. Previna As Rugas Na Boca Com Produto Que Você Tem Em Casa… Veja! Disponível em: http://vanessapatricio.com/ blog/previna-as-rugas-na-bocacom-produto-que-vc-tem-emcasa-veja/>. Acesso em: 3 nov 2013. SEMPRE TOPS. Linhas de Expressão: O Que Fazer Quando Começam A Incomodar? Disponível em: <http://www.sempretops.com/beleza/linhas-deexpressao-o-que-fazer-quando-comecam-a-incomodar/>. Acesso em: 3 nov 2013. R U G A S E S TÁT I C A S Rugas estáticas supralabais Rugas estáticas infraorbitais
  10. 10. THE VICTORIAN COSMETIC INSTITUTE. Total Facal Rejuvenation. Disponível em: <http://www.thevictoriancosmeticinstitute.com.au/images/ybafter.jpg>. Acesso em: 3 nov 2013. LINHAS DE EXPRESSÃO Linhas de expressão em paciente antes de ser submetida ao rejuvenescimento facial total, com 57 anos de idade
  11. 11. A LT E R A Ç Õ E S G E R A I S D O ENVELHECIMENTO DO ORGANISMO Envelhecimento intrínseco COMPONENTES D E A LT E R A Ç Ã O D E A PA R Ê N C I A E T E X T U R A C U TÂ N E A S Fotoenvelhecimento FABRA, 2013.
  12. 12. Fibras colágenas tipo III FABRA, 2013. FIBRAS COLÁGENAS Fibras colágenas tipo I Bolando et al. Electrospinning Collagen And Elastin: Preliminary Vascular Tissue Engineering. Disponível em: <http://www.bioscience.org/2004/v9/af/1313/fulltext.php?bframe=figures.htm>. Acesso em: 3 nov 2013. Bolando et al. Electrospinning Collagen And Elastin: Preliminary Vascular Tissue Engineering. Disponível em: <http://www.bioscience.org/2004/v9/af/1313/fulltext.php?bframe=figures.htm>. Acesso em: 3 nov 2013. Bolando et al. Electrospinning Collagen And Elastin: Preliminary Vascular Tissue Engineering. Disponível em: <http://www.bioscience.org/2004/v9/af/1313/fulltext.php?bframe=figures.htm>. Acesso em: 3 nov 2013. ENVELHECIMENTO INTRÍNSECO De início incerto, pode ter início após os 20 anos de idade em indivíduos hígidos Substituição de fibras colágenas tipo III, de diâmetro maior, por fibras colágenas tipo I, de diâmetro menor Fibras colágenas tipo III e I
  13. 13. ENVELHECIMENTO INTRÍNSECO THE VOCOTERRA BLOG. How Hylauronic Acid Works On Natural Skincare. Disponível em: <http:// www.vocoterra.com/blog/the-water-loving-propertiesof-hyaluronic-acid-2/>. Acesso em: 3 nov 2013. ÁCIDO HIALURÔNICO O ácido hialurônico é progressivamente perdido ao longo dos anos, assim esvaindo sua capacidade higroscópica e potencializando a perda progressiva da espessura cutânea e aumentando sua fragilidade Atividade higroscópica do ácido hialurônico sobre quantidades de água FABRA, 2013.
  14. 14. ENVELHECIMENTO INTRÍNSECO HERRERA, Ana. Esquema Matriz Celular. Disponível em: <https://mahara.org/user/anahev/semana11-juevesseptiembre-29>. Acesso em: 3 nov 2013. PROTEOGLICANOS Com a perda do ácido hialurônico, o complexo proteína-glicosaminoglicano dos proteoglicanos não tem a que se ligar, potencializado efeitos Estrutura molecular de ácido hialurônico conjugado a proteoglicanos FABRA, 2013.
  15. 15. FOTOENVELHECIMENTO FOTOENVELHECIMENTO Acúmulo de exposição aos raios solares, com aquisição de superfície cutânea irregular, espessa, com manchas amareladas e eventualmente acompanhadas de patologias como xerose, rosácea, queratose seborreica, queratose actínica e carcinomas baso- e espinocelular. CLÍNICA DERMATOLÓGICA PROF. EMMANUEL FRANÇA. Ceratose Actínica. Disponível em: <http:// www.emmanuelfranca.com.br/imgatlas/ ceratose-actinica.html>. Acesso em: 3 nov 2013. CLÍNICA SIQUEIRA DA COSTA. Hoje Vamos Deixar Clara A Importância Do Uso Diário Do Protetor Solar. Disponível em: <http://http:// clinicasiqueiradacosta.com.br/hoje-vamos-deixarclara-a-importancia-do-uso-diario-do-protetor-solar/ #prettyPhoto/blog/the-water-loving-properties-ofhyaluronic-acid-2/>. Acesso em: 3 nov 2013. FABRA, 2013. Paciente dermatológica com típico fotoenvelhecimento Queratoses actínica
  16. 16. FÓRUM SAÚDE 24. Fotos de Carcinoma Epidermoide ou Espinocelular. Disponível em: <http://http:/http:// www.forumsaude24.com/carcinomaepideroide-espinocelular// clinicasiqueiradacosta.com.br/hoje-vamosdeixar-clara-a-importancia-do-uso-diario-doprotetor-solar/#prettyPhoto/blog/the-waterloving-properties-of-hyaluronic-acid-2/>. Acesso em: 3 nov 2013. Queratoses seborreicas FABRA, 2013. Carcinoma espinocelular ou epidermoide DERMIS. Carcinoma Basocelular. Disponível em: <http:// www.dermis.net/dermisroot/pt/ 1200943/image.htm>. Acesso em: 3 nov 2013. DERMATOLOGIA.NET. Atlas de Imagens. Disponível em: <http:// www.dermatologia.net/novo/base/atlas/ ceratosebor.shtml>. Acesso em: 3 nov 2013. FOTOENVELHECIMENTO Carcinoma basocelular
  17. 17. A LT E R A Ç Õ E S D E R M AT O L Ó G I C A S P R O P R I A M E N T E D I TA S Fatores hormonais Fatores genéticos Fatores ambientais FA T O R E S Hábitos do paciente (tabagismo, alcoolismo, atividade física, dieta) Condições gerais de outros órgãos (hepatite, aterosclerose) Doenças cutâneas ou sistêmicas associadas (diabetes, hipotireoidismo, melanoma, carcinomas) FABRA, 2013.
  18. 18. F AT O R E S H O R M O N A I S Diminuição da atividade mitótica e, portanto, menor síntese de fibras colágenas; aparecimento de manchas roxas DIMINUIÇÃO DO ESTRÓGENO A quantidade de queratina torna-se proporcionalmente maior: espessamento da pele Pele mais sucessível a traumas Demais anos de climatéricos: perda anual de 2% de fibras colágenas totais FABRA, 2013. Primeiros 5 anos de climatério: perda de 30-40% das fibras colágenas totais
  19. 19. F AT O R E S H O R M O N A I S DIMINUIÇÃO DA PROGESTERONA Maior ação androgênica sobre glândulas sebáceas e cabelo Oleosidade capilar; queda capilar determinante de alopecia REVISANDO… FABRA, 2013.
  20. 20. A LT E R A Ç Õ E S D E R M AT O L Ó G I C A S EPIDERME Adelgaçada por menos ácido hialurônico Aumento relativo de queratina com espessamento DERME Menos fibras colágenas totais ou conversão negativa: flacidez Ressecamento por menos fixação do ácido hialurônico HIPODERME Atrofiada pela diminuição do número e tamanho dos adipócitos FABRA, 2013.
  21. 21. MAS POR QUÊ?
  22. 22. TEORIAS DE EXPLICAÇÃO DO E N V E L H E C I M E N T O C U TÂ N E O • Todos os mecanismos citados até agora devem-se ou a uma a essas duas teorias: • Teoria do envelhecimento intrínseco: limitações genéticas impostas pela leading band sobre os telômeros determinam um fator de limitação para a capacidade replicativa celular • Teoria do envelhecimento extrínseco: danos ambientais provocados em 90% pelo fotoenvelhecimento HIRATA, 2013.
  23. 23. SUB-EXPRESSÃO DE FIBROBLASTOS Dabelsteen et al. Immortalized Keratinocyte Lines Derived From Human Embryonic Stem Cells. Disponível em: <http:// www.pnas.org/content/ 103/6/1792.figures-only>. Acesso em: 3 nov 2013. TEORIA DO ENVELHECIMENTO INTRÍNSECO Fibroblastos e queratinócitos MENOR LIBERAÇÃO DE FA T O R E S D E R I VA D O S D E FIBROBLASTOS MENOR DIFERENCIAÇÃO DE QUERATINÓCITOS M E N O R C A PA C I D A D E D E R E G E N E R A Ç Ã O C U TÂ N E A E S U C E S S I VA M A I O R F R A G I L I D A D E HIRATA, 2013.
  24. 24. TEORIA DO ENVELHECIMENTO EXTRÍNSECO • Primeiramente suportada por Denham Harman, em 1956, ao propor a atividade dos radicais livres como grandes causadores de envelhecimento cutâneo RADICAIS LIVRES ESPÉCIES QUÍMICAS CONSTITUÍDAS DE U M ÁT O M O O U A S S O C I A Ç Ã O D O S M E S M O S A LT E R A Ç Õ E S E M P R O TEÍNAS EXTRACELULARES E MODIFICAÇÕES CELULARES HIRATA, 2013. SEQUESTRO DE ELÉTRON ALHEIO I N S TA B I L I D A D E S ENERGÉTICA E CINÉTICA
  25. 25. DANOS DOS RADICAIS LIVRES OXIDAÇÃO QUÍMICA OXIDAÇÃO E N Z I M ÁT I C A ESTRESSE O X I D AT I V O A LT E R A Ç Õ E S BASEADAS P R I N C I PA L M E N T E N A PEROXIDAÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS DAS BICAMADAS LIPÍDICAS DESIDROGENAÇÃO HIDROXILAÇÃO P R I N C I PA L R E S P O N S Á V E L P O R M E N O S F I B R A S C O L Á G E N A S T O TA I S E P R O T E O G L I C A N O S HIRATA, 2013. GLICAÇÃO
  26. 26. ORIGEM DOS RADICAIS LIVRES ORIGEM ENDÓGENA REAÇÕES M E TA B Ó L I C A S OXIDAÇÃO NA MITOCÔNDRIA FA G O C I T O S E DURANTE PROCESSO I N F L A M AT Ó R I O HIRATA, 2013. AT I V A Ç Ã O D O M E TA B O L I S M O D O ÁCIDO ARAQUIDÔNICO ORIGEM EXÓGENA RADIAÇÃO U LT R A V I O L E TA PESTICIDAS POLUIÇÃO FUMAÇA DE CIGARRO ESTILOS DE VIDA NÃO S A U D ÁV E I S
  27. 27. OXIDAÇÃO NAS MITOCÔNDRIAS • A oxidações nas mitocôndrias é a principal fonte endógena de radicais livres 90% DO O2 USADO CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS HIDROXILA PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO SUPERÓXIDO HIRATA, 2013. PERDA DE 1-2% DOS ELÉTRONS RE PRODUÇÃO DE ÁGUA O O2 OD DUÇÃ OXI DAÇ Ã OD ON ADH PRODUÇÃO DE NAD+ ESPÉCIES R E AT I V A S D E OXIGÊNIO (EROS)
  28. 28. FOTOENVELHECIMENTO Uso de protetor solar • O fotoenvelhecimento é a principal fonte exógena de radicais livres U VA UVB INTERAÇÃO COM CROMÓFOROS INTRACELULARES E FOTOSSENSIBILIZADORES DANOS GENÉTICOS TRANSITÓRIOS E PERMANENTES AT I V A Ç Ã O D E ATA L H O S D E TRANSDUÇÃO RELACIONADOS AO CRESCIMENTO, DIFERENCIAÇÃO, SENESCÊNCIA R E P L I C AT I V A E D E G R A D A Ç Ã O DO TECIDO CONJUNTIVO HIRATA, 2013. FOTOSSENSIBILIZADOR REAGE COM O O2 SÍNTESE DE EROS E DE OXIGÊNIO SINGLETE
  29. 29. ANTIOXIDANTES • A pele possui seu próprio mecanismo de defesa, com enzimas, vitaminas e quelantes de íons metálicos. Essas concentrações, no entanto, diminuem com o o envelhecimento cronológico. ANTIOXIDANTES E N Z I M ÁT I C O S CLASSIFICAÇÃO AUXILIARES HIRATA, 2013. ANTIOXIDANTES DE BAIXO PESO MOLECULAR (ABPM) BACTERICIDAS, COMO Β-DEFENSINAS
  30. 30. A N T I O X I D A N T E S E N Z I M ÁT I C O S DETOXIFICAÇÃO DETOXIFICAÇÃO C ATA L A S E G L U TAT I O N A PEROXIDASE DETOXIFICAÇÃO SUPERÓXIDO D I S P U TA S S E ( S O D ) PERÓXIDO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO HIDROPERÓXIDOS LIPÍDICOS MANGANÊS SUPERÓXIDO D I S M U TA S E ( M N S O D ) HIRATA, 2013.
  31. 31. ABPM SENSÍVEIS AO ESTRESSE O X I D AT I V O CAROTENOIDES V I TA M I N A C H I D R O S S O L Ú V E L (ÁCIDO ASCÓRBICO) V I TA M I N A E L I P O S S O L Ú V E L (⍺-TOCOFEROL) UBIQUINOL-10 ( C O E N Z I M A Q 10) G L U TAT I O N A G L U TAT I O N A P E R O X I D A S E HIDROPERÓXIDOS LIPÍDICOS S U B S TÂ N C I A S Q U E L A N T E S D E Í O N S M E TÁ L I C O S HIRATA, 2013. C A P TA Ç Ã O D E R A D I C A I S PEROXIL-LIPÍDICO SEGUNDO A SER E S G O TA D O CISTEÍNA ÁCIDO ÚRICO PRIMEIRO A SER E S G O TA D O PEROXIDAÇÃO MEDIADA POR ⍺-TOCOFEROL (PMT) REAÇÃO DE FENTON
  32. 32. REPOSIÇÃO DE ANTIOXIDANTES • Conforme visto, os estresses oxidativos são progressivamente menos debelados com o envelhecimento cronológico D I E TA R I C A E M F R U TA S E V E G E TA I S COMPOSTOS FENÓLICOS F L AV O N O I D E S TA N I N O S ADMINISTRAÇÃO ORAL ADMINISTRAÇÃO TÓPICA HIRATA, 2013. L I M I TA D A P O R PENETRAÇÃO N Ã O R E L E VA N T E C O F AT O R D A V I TA M I N A C
  33. 33. QUAL O SEGREDO DOS REJUVENESCEDORES?
  34. 34. REJUVENESCEDORES GLUCOSAMINA MANUTENÇÃO DE ELASTICIDADE E INTEGRIDADE DE TECIDO CONECTIVO; SÍNTESE, MANUTENÇÃO E R E PA R O D E C A R T I L A G E M F E N O X I E TA N O L BACTERICIDA, FIXADOR DE O D O R , R E P E L E N T E E S O LV E N T E ÁCIDO HIALURÔNICO BENZOFENONA-3 BEGOUN, 2013. F O T O E S TA B I L I Z A D O R E PROTETOR SOLAR
  35. 35. REJUVENESCEDORES SURIANA (SURIANA MARITMA) MARACUJÁ ( PA S S I F L O R A E D U L I S ) AÇAÍ (EUTERPE OLERACEA) BABAÇU ( O R B I G N YA P H A L E R ATA ) BEGOUN, 2013. REVERSÃO DA GLICAÇÃO DE FIBRAS COLÁGENAS POR RADICAIS LIVRES ABUNDÂNCIA DE POLIFENOIS ANTIOXIDANTES, COMO ÁCIDO F E R Ú L I C O E E P I C AT E Q U I N A ?
  36. 36. REJUVENESCEDORES CHÁ VERDE (CAMELLIA SINENSIS) BAUNILHA ( VA N I L L A P L A N I F O L I A ) BEGOUN, 2013. A N T I - I N F L A M AT Ó R I O , R I C O E M POLIFENOIS QUE ABRANDAM O FOTOENVELHECIMENTO; E P I G A L O C AT E Q U I N A - 3 - G A L AT O (EGCG) REDUZ A QUEBRA DE FIBRAS COLÁGENAS A N T I - I N F L A M AT Ó R I O , R I C O E M C AT E Q U I N A S
  37. 37. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS MATURIDADE BIOLÓGICA 25, 30 anos de idade A D U LT E Z I N I C I A L 30-40 anos de idade A D U LT E Z M É D I A 40-65 anos de idade A D U LT E Z TA R D I A O U VELHICE PRECOCE 65-75 anos de idade V E L H I C E TA R D I A +75 anos de idade SANTOS, 2009.
  38. 38. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS • Em 2025 o Brasil terá 18,8% de toda sua população acima dos 60 anos de idade • A faixa etária que mais cresce é o pertencente à velhice tardia (+75 anos de idade): crescimento de 49,3% entre 1991 e 2000 • Brasil como país de terceira idade ainda no primeiro quinquênio do século XXI SANTOS, 2009.
  39. 39. REFERÊNCIAS • BEGOUN, Paula. Ingredient Dictionary. Disponível em: <http:// www.paulaschoice.com/cosmetic-ingredient-dictionary/all>. Acesso em: 3 nov 2013. • HIRATA, Lilian, SATO, Mayumi, SANTOS, Cid. Radicais Livres e o Envelhecimento Cutâneo. Disponível em: <http://www.latamjpharm.org/ trabajos/23/3/LAJOP_23_3_6_1_7IT93QRE42.pdf>. Acesso em: 3 nov 2013. • SANTOS, Flávia, ANDRADE, Vivian, BUENO, Orlando. Envelhecimento: Um Processo Multifatorial. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php? pid=S1413-73722009000100002&script=sci_arttext>. Acesso em: 3 nov 2013. • FABRA, Dolores. A Pele E O Envelhecimento. Disponível em: <http:// www.dgfdermatologia.com.br/aulas-materias/pdf/envelhecer_bem.pdf>. Acesso em: 3 nov 2013.

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