MONITORIABIOQUIMICA
CURTA-NOS NO FACEBOOK:
WWW.FACEBOOK.COM/LGBIOQ
Urinálise
Universidade Federal do Maranhão
Introdução
Os caractereses gerais da urina são:
Volume enviado, volume de 24 horas
ou volume de 12 horas, densidade
especí...
Volume Enviado
Não há necessidade de a urina ser colhida em
frasco estéril.
O volume enviado deve ser de toda a primeira
m...
Volume de 24 Horas
Colhida de forma que na manhã do dia
anterior ao envio de urina ao laboratório,
despreza-se a urina de ...
Volume de 24 Horas
Na urina de 24 horas determinam-se:
O volume, a densidade e as pesquisas.
Na urina de primeira micção d...
Volume de 12 Horas
Colhida de forma que se despreza a urina das
7PM do dia anterior ao envio de urina ao
laboratório, reco...
Volume de 12 Horas
Na urina de 12 horas determinam-se provas
de depuração (clearance) para:
Ureia e creatinina.
Volume Esperado
Apesar de o volume ser dependente da dieta
do paciente, espera-se os seguintes valores
para urina de 24 ho...
Volumes Anormais
A poliúria (aumento de volume urinário),
oligúria (diminuição de volume urinário) e
anúria (dimuição drás...
Densidade Específica
A densidade específica ou gravidade espcífica
é medida com auxílio do urodensímetro, a
densidade normal ...
Densidade Específica
Exemplo de
urodensímetro
de vidro
Densidade Específica
Valores anormais de densidade estão
associados ao aumento da osmolaridade para
valores acima do normal...
Reação
A reação normal da urina é ácida.
A medida deve ser feita poucas horas após a
micção para evitar a alcalinização pe...
Reação
A reação pode ser medida papel azul
de tornassol ou por tiras reativas.
Paple de
tornassol
azul
Paple de
tornassol
...
Cor
A cor normal da urina é amarelo, seja
amarelo claro ou amarelo escuro.
Apesar de a cor, tal qual o volume, ser
depende...
Depósitos
Em geral os depósitos estão ausentes na urina
recente.
As causas mais recorrentes são:
Resfriamento de urina e p...
Cheiro
A urina apresenta odor sui generis, isto é, a
urina apresenta odor característico.
Tal qual cor e volume, o odor da...
Tira Reagente
O uso de tiras reagentes é capaz da
determinação de concentrações de:
Bilirrubina, cetonas, densidade
especí...
Tira Reagente
Cada tira reagente é composta de:
Um suporte plástico para apoio e
identificação; e de
Áreas impregnadas com ...
Tira Reagente
Uma vez transcorridos os 120s, comparar
com a escala padrão presente no rótulo
do embalagem contenedora da t...
Tira ReagenteDensidade
específica (60s)
pH (60s)
Leucócitos (60-120s)
Hemoglobina (60s)
Nitrito (60s)
Cetonas (60s)
Bilirru...
Expressão de Resultados
Para expressar os resultados obtidos pelas
áreas impregnadas usa-se:
Negativo, traços e positivo;
...
Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se:
Expressão de Resultados
Bilirrubina
Negativo
Bilirrubina
Positivo (+)
Bilirrubin...
Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se:
Expressão de Resultados
Densidade 1-1,03
Glicose
Negativo
Glicose
Positivo (+) -...
Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se:
Expressão de Resultados
Hemoglobina
Negativo
Hemoglobina
Positivo (+) - 5-10 eri...
Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se:
Expressão de Resultados
pH 5-9
Proteínas
gerais
Negativo
Proteínas
gerais
Positi...
Exame Microscópio da Urina
Caso as tiras reagentes apontem
positividade para hemoglobina e
leucócitos é necessária a submi...
Reação de Benedict
A reação com reagente de Benedict serve para a
identificação de açúcares redutores, dos quais a glicose ...
Reação de Benedict
2mL de ácido
nítrico
3mL de urina
filtrada
Banho termostático
por cerca de 5min
Reação de Benedict
No reagente de Benedict encontra-se em equilíbrio o sal
complexo de cuprocitrato de sódio com hidróxido...
Reação de Heller
A reação de Heller serve para a identificação de proteínas
na urina ou proteinúria - a mais comum proteína...
Reação de Heller
❖ O ácido nítrico deve ser lentamente colocado no fundo do tubo
de ensaio, de forma que a urina filtrada e...
Reação de Heller
A formação nativa de uma proteínas é estável apenas numa faixa
estreita de valores de pH, uma vez que em ...
A reação de ácido sulfossalicílico serve para a
identificação de proteínas na urina ou proteinúria - a
mais comum proteína ...
Reação do Ácido
Sulfossalicílico
5 gotas de solução
de ácido
sulfossalicílico
5mL de urina
filtrada
Reação do Ácido
Sulfossalicílico
Não há turvação ou precipitação Negativo
Há turvação ou precipitação Positivo
A formação ...
Os corpos cetônicos mais comuns são:
Ácido acetoacético;
Acetona (dimetilcetona); e
Ácido β-hidroxibutírico.
Corpos Cetôni...
Corpos Cetônicos
A determinação de corpos cetônicos na
urina ou cetonúria pode ser feita de várias
formas:
Pelo reagente d...
A reação com reagente de Imbert serve para a
identificação corpos cetônicos na urina ou cetonúra - o
mais comum corpo cetôn...
Reação com Reagente
de Imbert
5mL de urina
filtrada
1mL de reagente
de Imbert
Agitar
2mL de hidróxido
de amônio
❖ Ao coloca...
Em meio alcalino e com ácido acético glacial, o
nitroprussiato de sódio fornecido pelo reagente de Imbert
reage com a acet...
Referências
HIRANO, ZMB et al. Bioquímica -
Manual Prático. 1 ed. Blumenau:
Edifurb, 2008.
DOS SANTOS, APSA et al.
Bioquím...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Urinálise

769 visualizações

Publicada em

Aula prática lecionada no Laboratório de Graduação em Bioquímica (LGBioq) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
769
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
48
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Urinálise

  1. 1. MONITORIABIOQUIMICA CURTA-NOS NO FACEBOOK: WWW.FACEBOOK.COM/LGBIOQ
  2. 2. Urinálise Universidade Federal do Maranhão
  3. 3. Introdução Os caractereses gerais da urina são: Volume enviado, volume de 24 horas ou volume de 12 horas, densidade específica, reação, cor, depósito e cheiro.
  4. 4. Volume Enviado Não há necessidade de a urina ser colhida em frasco estéril. O volume enviado deve ser de toda a primeira micção da manhã. O volume é dependente da dieta do paciente.
  5. 5. Volume de 24 Horas Colhida de forma que na manhã do dia anterior ao envio de urina ao laboratório, despreza-se a urina de primeira micção, colhendo-se toda a urina das micções posteriores durante o dia e as noturnas de antes de o paciente deitar-se. No dia de envio ao laboratório, a urina da primeira micção deve ser colhida em frasco separado.
  6. 6. Volume de 24 Horas Na urina de 24 horas determinam-se: O volume, a densidade e as pesquisas. Na urina de primeira micção determina-se: Sedimentoscopia.
  7. 7. Volume de 12 Horas Colhida de forma que se despreza a urina das 7PM do dia anterior ao envio de urina ao laboratório, recolhendo-se todas as demais amostras até a hora de o paciente deitar-se. No dia de envio ao laboratório, a urina da primeira micção deve ser colhida em frasco separado por volta das 7AM.
  8. 8. Volume de 12 Horas Na urina de 12 horas determinam-se provas de depuração (clearance) para: Ureia e creatinina.
  9. 9. Volume Esperado Apesar de o volume ser dependente da dieta do paciente, espera-se os seguintes valores para urina de 24 horas: Adulto normal 1200-1800mL Crianças de 6-12 anos de idade 600-900mL (metade do valor de referência para adulto normal) Crianças de 1-4 anos de idade 300-450mL (¼ do valor de referência para adutlo normal)
  10. 10. Volumes Anormais A poliúria (aumento de volume urinário), oligúria (diminuição de volume urinário) e anúria (dimuição drástica ou depleção de volume urinário) estão associadas a: Poliúria (>2500mL por dia) Diabetes mellitus, diabetes insipidus, uremia, nefrite crônica etc. Oligúria (<400mL por dia) Nefrite aguda, atrofia tubular renal, diarreia, vômitos, doenças cardiorrespiratórias etc. Anúria (<45mL por dia) Nefroses, obstruções mecânicas do trato urinário etc.
  11. 11. Densidade Específica A densidade específica ou gravidade espcífica é medida com auxílio do urodensímetro, a densidade normal da urina humana fica entre 1010 e 1030. Um urodensímetro está calibrado para uma determinada temperatura; em caso de não correspondência, adicionar/subtrair uma unidade ao valor de densidade obtido para cada intervalo de 3ºC acima/abaixo da temperatura para que o urodensímetro está calibrado.
  12. 12. Densidade Específica Exemplo de urodensímetro de vidro
  13. 13. Densidade Específica Valores anormais de densidade estão associados ao aumento da osmolaridade para valores acima do normal, e diminuição da osmolaridade para valores abaixo do normal: Densidade aumentada (>1010-1030) Diabetes mellitus, casos de desidratação, oligúria etc. Densidade diminuída (<1010-1030) Diabetes insipidus e ingestão de grandes quantidades de líquidos
  14. 14. Reação A reação normal da urina é ácida. A medida deve ser feita poucas horas após a micção para evitar a alcalinização pela ação bacteriana por decomposição da ureia e produção de amônia. Averiguar se a dieta do paciente é normal, pois algumas dietas desencadeiam uma maré alcalina.
  15. 15. Reação A reação pode ser medida papel azul de tornassol ou por tiras reativas. Paple de tornassol azul Paple de tornassol vermelho Tiras reativas
  16. 16. Cor A cor normal da urina é amarelo, seja amarelo claro ou amarelo escuro. Apesar de a cor, tal qual o volume, ser dependente da dieta do paciente, as seguintes cores são indicadores patológicos: Âmbar Icterícias parenquimatosas Avermelhado Hematúrias Esverdeado Uso de determinados medicamentos
  17. 17. Depósitos Em geral os depósitos estão ausentes na urina recente. As causas mais recorrentes são: Resfriamento de urina e precipitação de urato, de forma que o aquecimento da urina dissolve os precipitados de urato. A presença dos fosfastos em urinas alcalinas.
  18. 18. Cheiro A urina apresenta odor sui generis, isto é, a urina apresenta odor característico. Tal qual cor e volume, o odor da urina pode sofrer grandes variações pelo pela dieta e pelo uso de medicamentos. O odor pútrido indica decomposição da urina.
  19. 19. Tira Reagente O uso de tiras reagentes é capaz da determinação de concentrações de: Bilirrubina, cetonas, densidade específica, glicose, leucócitos, nitrito, proteínas diversas, hemoglobina e urobilinogênio. As tiras reagentes também são capazes da determinação do pH.
  20. 20. Tira Reagente Cada tira reagente é composta de: Um suporte plástico para apoio e identificação; e de Áreas impregnadas com reagentes químicos. Após a urina ser devidamente coletada, trnasferir alíquota suficiente para submersão de tira reagente em proveta graduada, permanecendo por 120s.
  21. 21. Tira Reagente Uma vez transcorridos os 120s, comparar com a escala padrão presente no rótulo do embalagem contenedora da tira reagente.
  22. 22. Tira ReagenteDensidade específica (60s) pH (60s) Leucócitos (60-120s) Hemoglobina (60s) Nitrito (60s) Cetonas (60s) Bilirrubina (60s) Urobilinogênio (60s) Proteínas diversas (60s) Glicose (60s)
  23. 23. Expressão de Resultados Para expressar os resultados obtidos pelas áreas impregnadas usa-se: Negativo, traços e positivo; O positivo tem maior ou menor concentração indicada por +, + +, + + + e + + + +. Atentar-se a observações escritas na bula de cada produto e de responsabilidade de seus fabricantes.
  24. 24. Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se: Expressão de Resultados Bilirrubina Negativo Bilirrubina Positivo (+) Bilirrubina Positivo (+ +) Bilirrubina Positivo (+ + +) Cetona Negativo Cetona Positivo (+) Cetona Positivo (+ +) Cetona Positivo (+ + +)
  25. 25. Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se: Expressão de Resultados Densidade 1-1,03 Glicose Negativo Glicose Positivo (+) - 50mg/dL Glicose Positivo (+ +) - 100mg/dLGlicose Positivo (+ + +) - 300mg/dL Glicose Positivo (+ + + +) - 1.000mg/dL
  26. 26. Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se: Expressão de Resultados Hemoglobina Negativo Hemoglobina Positivo (+) - 5-10 eritrócitos/µL Hemoglobina Positivo (+ +) - 25 eritrócitos/µLHemoglobina Positivo (+ + +) - 50 eritrócitos/µL Hemoglobina Positivo (+ + + +) - 250 eritrócitos/µL Leucócitos Negativo Leucócitos Positivo (+) - 10-25 leucócitos/µL Leucócitos Positivo (+ +) - 75 leucócitos/µL Leucócitos Positivo (+ + +) - 500 leucócitos/µL Nitrito Negativo/positivo
  27. 27. Para Combur10 Test® UX, da Roche, tem-se: Expressão de Resultados pH 5-9 Proteínas gerais Negativo Proteínas gerais Positivo (+) - 30mg/dLProteínas gerais Positivo (+ +) - 100mg/dL Proteínas gerais Positivo (+ + +) - 500mg/dL Urobilinogênio Normal Urobilinogênio Positivo (+) - 1mg/dL Urobilinogênio Positivo (+ +) - 4mg/dLUrobilinogênio Positivo (+ + +) - 8mg/dL Urobilinogênio Positivo (+ + + +) - 12mg/dL
  28. 28. Exame Microscópio da Urina Caso as tiras reagentes apontem positividade para hemoglobina e leucócitos é necessária a submissão de parte da amostra da urina a um exame microscópico para melhor análise. Deve-se idenficar e quantificar os elementos insolúveis na urina.
  29. 29. Reação de Benedict A reação com reagente de Benedict serve para a identificação de açúcares redutores, dos quais a glicose é mais comum na urina, na forma de glicosúria. Reagente de Benedict: 17,3g de citrato de sódio + 10g de carbonato de cálcio dissolvidos em 60mL de água quente, adicionados de 1,73g de sulfato de cobre dissolvido em 10mL de H2O ❖ Fundamento teórico: os carboidratos que possuem carbono anômero livre são capazes de reduzir íons de Cu2+, Ag e Bi2+. A redução de Cu2+ é obtida em meio alcalino, a quente.
  30. 30. Reação de Benedict 2mL de ácido nítrico 3mL de urina filtrada Banho termostático por cerca de 5min
  31. 31. Reação de Benedict No reagente de Benedict encontra-se em equilíbrio o sal complexo de cuprocitrato de sódio com hidróxido cúprico, de forma que a adição de açúcares redutores e as ações de álcali e calor levam à formação de fragmentos parcialmente oxidáveis. Em uma primeira fase, há a redução de hidróxido cúprico (azul) a hidróxido cuproso (amarelo). Em uma segunda fase, continuada pela ação do calor, o hidróxido cuproso desidrata e forma óxido cuproso (vermelho). Não há mudança de cor (permanece azul) Negativo Verde-azulado ou verde Traços Verde (qualquer tom) com precipitado amarelo + Castanho ou marrom + + Vermelho-tijolo + + +
  32. 32. Reação de Heller A reação de Heller serve para a identificação de proteínas na urina ou proteinúria - a mais comum proteína passível de estar na urina é a ovalbumina. Ácido nítrico ❖ Fundamento teórico: o ácido nítrico é um bom fornecedor de ânions, de forma que suas interações com proteínas na urina provocam a formação de um sal onde essas proteínas da urina atuam como cátions.
  33. 33. Reação de Heller ❖ O ácido nítrico deve ser lentamente colocado no fundo do tubo de ensaio, de forma que a urina filtrada e o ácido nítrico não se misturem. 2mL de ácido nítrico 3mL de urina filtrada
  34. 34. Reação de Heller A formação nativa de uma proteínas é estável apenas numa faixa estreita de valores de pH, uma vez que em determinados valores de pH onde há excesso de cargas positivas, as repulsões coulombianas correspondentes concorrem para desestabilizar a estrutura compacta da proteína. Assim, na reação de Heller, a partir de tratamento com ácido nítrico, induz-se alteração na carga líquida de proteínas e consequente precipitação, onde o ácido nítrico atua como fornecedor de ânions e as proteínas atuam como fornecedor de cátion. Não há formação de anel branco entre a urina filtrada e o ácido nítrico Negativo Há a formação de anel branco entre a urina filtrada e o ácido nítrico Positivo
  35. 35. A reação de ácido sulfossalicílico serve para a identificação de proteínas na urina ou proteinúria - a mais comum proteína passível de estar na urina é a ovalbumina. ❖ Fundamento teórico: o ácido sulfossalicílico é um bom fornecedor de ânions, de forma que suas interações com proteínas na urina provocam a formação de um sal onde essas proteínas da urina atuam como cátions. Reação do Ácido Sulfossalicílico
  36. 36. Reação do Ácido Sulfossalicílico 5 gotas de solução de ácido sulfossalicílico 5mL de urina filtrada
  37. 37. Reação do Ácido Sulfossalicílico Não há turvação ou precipitação Negativo Há turvação ou precipitação Positivo A formação nativa de uma proteínas é estável apenas numa faixa estreita de valores de pH, uma vez que em determinados valores de pH onde há excesso de cargas positivas, as repulsões coulombianas correspondentes concorrem para desestabilizar a estrutura compacta da proteína. Assim, na reação do ácido sulfossalicílico, a partir de tratamento com ácido sulfossalicílico, induz-se alteração na carga líquida de proteínas e consequente precipitação, onde o ácido sufossalicílico atua como fornecedor de ânions e as proteínas atuam como fornecedor de cátion.
  38. 38. Os corpos cetônicos mais comuns são: Ácido acetoacético; Acetona (dimetilcetona); e Ácido β-hidroxibutírico. Corpos Cetônicos Descarboxilação Redução
  39. 39. Corpos Cetônicos A determinação de corpos cetônicos na urina ou cetonúria pode ser feita de várias formas: Pelo reagente de Rothera; Pelo teste de Lange; e Pelo reagente de Imbert, cujo protocolo é aqui exemplificado.
  40. 40. A reação com reagente de Imbert serve para a identificação corpos cetônicos na urina ou cetonúra - o mais comum corpo cetônico passível de estar na urina é a acetona (dimetilcetona). Nitroprussiato de sódio Ácido acético glacial ❖ Fundamento teórico: nitroprussiato de sódio fornecido pelo reagente de Imbert reage com a acetona, formando composto colorido. Reação com Reagente de Imbert
  41. 41. Reação com Reagente de Imbert 5mL de urina filtrada 1mL de reagente de Imbert Agitar 2mL de hidróxido de amônio ❖ Ao colocar o hidróxido de amônio, cuidar para que ele escorra lentamente pela parede do tubo.
  42. 42. Em meio alcalino e com ácido acético glacial, o nitroprussiato de sódio fornecido pelo reagente de Imbert reage com a acetona, formando composto colorido. Não há formação de anel roxo entre a urina filtrada e o ácido nítrico Negativo Há a formação de anel roxo entre a urina filtrada e o ácido nítrico Positivo Reação com Reagente de Imbert
  43. 43. Referências HIRANO, ZMB et al. Bioquímica - Manual Prático. 1 ed. Blumenau: Edifurb, 2008. DOS SANTOS, APSA et al. Bioquímica Prática. Disponível em: <http://www.repositorio.ufma.br:8080/ jspui/handle/1/445>. Acesso em: 3 set 2013.

×