NASF:
As perguntas que não se calam
O que é NASF?
Núcleo de Apoio à Saúde da Família
Criado em Portaria do Ministério da Saúde de
24.01.2008 e reeditada em 04...
São classificados em Nasf1 e Nasf2
(Vedada a implantação concomitante das duas modalidades.
Classificação depende do nº de...
GM Nº 154, art. 3º § 1º, 2º, 3º, 4º.
Qual o objetivo do NASF?
Ampliar a abrangência da Assistência na
Atenção Primária, com a constituição de
equipes de trabal...
Esses profissionais vieram
para quê, o que vão fazer?
Os profissionais do Nasf vieram para
compartilhar as práticas de saú...
Então esses profissionais vieram
para “atender” a população?
Não. Os profissionais não vieram para dar
assistência especia...
Para quê especialistas se eles
não “atendem”?
A responsabilização compartilhada entre as equipes SF e a
equipe do NASF na ...
Terão grupos? E visitas
domiciliares?
De acordo com as situações-problema
identificadas por cada equipe SF, será construíd...
Processo de Trabalho a partir da Microárea
Exemplo
Exemplo
Por que vocês vivem em reunião?
O trabalho do NASF está fundamentado em
atuação planejada e elaboração conjunta
de ações j...
Vocês vêm todas juntas? Vão ficar
só aqui nesta unidade?
Com o foco nas ações multiprofissionais e
transdisciplinares, as ...
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta
Manhã
UBSF
Colônia
UBSF
Trincheira
-
UBSF
Citrolândia
Reunião
Nasf Betim
Tarde
UBSF
Citr...
Por que vocês sempre pedem reunião
às equipes da UBSF Citrolândia?
Para identificarmos as situações-problema e
traçarmos o...
Proposta do NASF
• Elaboração do Projeto Terapêutico Individual,
previsto na Portaria do Ministério da Saúde:
O projeto te...
Existem profissionais da área da Saúde que já pensam
esse Projeto Terapêutico Individual.
Um exemplo é o trabalho de Gusta...
Clínica Ampliada: Propostas
afins PNH
Dispositivo PNH: Projeto
Terapêutico Singular
É um conjunto de propostas de
condutas terapêuticas articuladas não
somente ...
Dispositivo PNH: Projeto
Terapêutico Singular
I. Diagnósticos
II. Definição de Objetivos
III- Distribuição de tarefas e pr...
Pensar as realidades das
microáreas e partir para o
plano de ação!
Então tá, quais os próximos passos?
Obrigada!
A equipe do NASF está à
disposição para apoiá-los!!
accaugusto@oi.com.br
ericataty@yahoo.com.br
flaviapessoa51@gmail.com
c...
FIM
Plano de Ação Trincheira: Proposições
• Grupo de convivência: Oficinas de leitura e escrita, histórias de
vida, nutrição, ...
• Oficina com mulheres e crianças: agendar com
lideranças e contatar SEMED até fim de outubro.
• Oficina Sabor e Saúde: Di...
• Visitas domiciliares: realizar entre 1º de setembro
e 30 de setembro.
• Acompanhamento da visita já agendada para dia
04...
Tri II
Tri III
Nasf power point
Nasf power point
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Nasf power point

3.568 visualizações

Publicada em

very good presentation about Brazilian health support

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.568
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
238
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Nasf power point

  1. 1. NASF: As perguntas que não se calam
  2. 2. O que é NASF? Núcleo de Apoio à Saúde da Família Criado em Portaria do Ministério da Saúde de 24.01.2008 e reeditada em 04.03.2008 Composto por profissionais de diferentes áreas de conhecimento (Assistente Social, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Nutricionista, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, dentre outros) GM Nº 154, art. 1º, art. 3º § 2º.
  3. 3. São classificados em Nasf1 e Nasf2 (Vedada a implantação concomitante das duas modalidades. Classificação depende do nº de habitantes) GM Nº 154 , art. 3º.
  4. 4. GM Nº 154, art. 3º § 1º, 2º, 3º, 4º.
  5. 5. Qual o objetivo do NASF? Ampliar a abrangência da Assistência na Atenção Primária, com a constituição de equipes de trabalho compostas por profissionais de diversas áreas de conhecimento para atuarem em parceria com as equipes de Saúde da Família. GM Nº 154, art. 1º.
  6. 6. Esses profissionais vieram para quê, o que vão fazer? Os profissionais do Nasf vieram para compartilhar as práticas de saúde nos territórios sob responsabilidade das ESF, atuando diretamente no apoio às equipes e na unidade na qual o Nasf está cadastrado. GM Nº 154, art. 2º.
  7. 7. Então esses profissionais vieram para “atender” a população? Não. Os profissionais não vieram para dar assistência especializada ou realizar consultas especializadas. Seu papel é essencialmente o de promoção à saúde e sua atuação se dá a partir das demandas identificadas no trabalho conjunto com as equipes Saúde da Família. O Nasf não é porta de entrada do sistema! GM Nº 154, art. 2º §1º.
  8. 8. Para quê especialistas se eles não “atendem”? A responsabilização compartilhada entre as equipes SF e a equipe do NASF na comunidade prevê a revisão da prática do encaminhamento, ampliando-a para um processo de acompanhamento longitudinal de responsabilidade da equipe da Atenção Básica, atuando no fortalecimento de seus atributos e no papel de coordenação do cuidado no SUS. Diferentes profissionais, com diferentes saberes, complementarão o trabalho das equipes SF, somando e fortalecendo. GM Nº 154, art. 2º §2º.
  9. 9. Terão grupos? E visitas domiciliares? De acordo com as situações-problema identificadas por cada equipe SF, será construído conjuntamente com o NASF um plano de ação que buscará atender as necessidades da equipe. Logo, se terão grupos, visitas, orientações, oficinas, isso dependerá do plano de ação traçado pela equipe, por microárea.
  10. 10. Processo de Trabalho a partir da Microárea Exemplo Exemplo
  11. 11. Por que vocês vivem em reunião? O trabalho do NASF está fundamentado em atuação planejada e elaboração conjunta de ações junto às equipes SF. Por isso, a Portaria prevê discussões periódicas para realização de ações multiprofissionais e transdisciplinares, desenvolvendo a responsabilidade compartilhada. GM Nº 154 , Anexo I – parágrafo 1º, item 10.
  12. 12. Vocês vêm todas juntas? Vão ficar só aqui nesta unidade? Com o foco nas ações multiprofissionais e transdisciplinares, as atividades do NASF sempre contam com pelo menos 2 profissionais da equipe. Prevê-se inclusive atendimentos conjuntos dos profissionais com o usuário. A agenda é organizada para atender as 6 equipes SF do Citrolândia, com previsão de apoiar ainda equipes do Bandeirinhas e Cidade Verde.
  13. 13. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Manhã UBSF Colônia UBSF Trincheira - UBSF Citrolândia Reunião Nasf Betim Tarde UBSF Citrolândia UBSF Colônia UBSF Trincheira Flex Curso Residência Médica Agenda Equipe Nasf Citrolândia REFERÊNCIAS PARA AS AÇÕES: ACOLHIMENTO – Flávia, Cida e Marta VISITAS DOMICILIARES – Ana Cristina e Érica OFICINAS – Cida, Ana Cristina, Érica e Marta
  14. 14. Por que vocês sempre pedem reunião às equipes da UBSF Citrolândia? Para identificarmos as situações-problema e traçarmos o plano de ação das equipes! Precisamos responder: O que queremos? Como trabalharemos? O que pensam sobre instituir uma reunião como está previsto no quadro de atividades da ESF, para dar foco às situações-problema das equipes?
  15. 15. Proposta do NASF • Elaboração do Projeto Terapêutico Individual, previsto na Portaria do Ministério da Saúde: O projeto terapêutico individual permite a apropriação coletiva pelas ESF e os NASF do acompanhamento dos usuários, realizando ações multiprofissionais e transdisciplinares. GM Nº 154, Anexo I – parágrafo 1º, item 10.
  16. 16. Existem profissionais da área da Saúde que já pensam esse Projeto Terapêutico Individual. Um exemplo é o trabalho de Gustavo Tenório Cunha, sobre Clínica Ampliada e Equipe de Referência, Secretaria de Atenção à Saúde/ Política Nacional de Humanização. Apresentaremos alguns slides desse autor.
  17. 17. Clínica Ampliada: Propostas afins PNH
  18. 18. Dispositivo PNH: Projeto Terapêutico Singular É um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas não somente no plano biológico, para um sujeito individual ou coletivo, resultado da discussão coletiva de uma equipe interdisciplinar, com apoio matricial se necessário. Geralmente é dedicado a situações mais complexas.
  19. 19. Dispositivo PNH: Projeto Terapêutico Singular I. Diagnósticos II. Definição de Objetivos III- Distribuição de tarefas e prazos IV- Coordenação e Negociação V- Re-Avaliação
  20. 20. Pensar as realidades das microáreas e partir para o plano de ação! Então tá, quais os próximos passos?
  21. 21. Obrigada!
  22. 22. A equipe do NASF está à disposição para apoiá-los!! accaugusto@oi.com.br ericataty@yahoo.com.br flaviapessoa51@gmail.com cida.amaral@terra.com.br martaparker@uol.com.br
  23. 23. FIM
  24. 24. Plano de Ação Trincheira: Proposições • Grupo de convivência: Oficinas de leitura e escrita, histórias de vida, nutrição, temáticas de promoção da saúde visando maior autonomia no uso de medicação e cuidados da saúde. • Usuários convidados: Idosos (Vanice, Divina) e usuários em acompanhamento da Saúde Mental (com mais de 50 anos - Mirinha) • Local: Clube do “meu irmão” (Vanice) • Dia 16/09/08 – 13:30h: Devolução da pesquisa realizada com usuários sobre a realização do grupo e expectativas. Discussão de resultados e planejamento: Vanice, Mirinha, Divina, ESF e NASF.
  25. 25. • Oficina com mulheres e crianças: agendar com lideranças e contatar SEMED até fim de outubro. • Oficina Sabor e Saúde: Dinâmica sobre adesão e co- responsabilização dos usuários (NASF – ESF) • Usuários convidados: Hipertensos e diabéticos • Local: Casa de Etelvina (contato Iêda e Conceição) • Dia proposto: 30/09/08 – 14:00h
  26. 26. • Visitas domiciliares: realizar entre 1º de setembro e 30 de setembro. • Acompanhamento da visita já agendada para dia 04/09/08 à tarde (Vanice e Bruno). • Conversa com lideranças comunitárias: realizar até o fim de outubro. • Priorizar terças e quintas à tarde para visitas domiciliares e a quarta para reuniões e planejamento. • (Falta conversar com Ana Paula, Jô, Rose e Adriana).
  27. 27. Tri II Tri III

×