Teorias sobre o conceito de tecnicas de enfermagem.pptx de fernando mango.2

1.295 visualizações

Publicada em

Teoria sobre o conceito de tecnicas de infermagem

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.295
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Teorias sobre o conceito de tecnicas de enfermagem.pptx de fernando mango.2

  1. 1. Teorias sobre o conceito de técnicas de enfermagem •A enfermagem é uma arte e ciência na qual se pode desenvolver uma tecnica,para prestar o cuidado adequado ao paciente. Os seus princípios fundamentais do cuidado de enfermagem interligam-se ao conhecimento de outras ciências •A enfermagem tem características que convergem para o propósito fundamental de servir a humanidade com qualidade e humanização. •A profissão de enfermagem surgiu do desenvolvimento e evolução das praticas de saúde no decorrer dos períodos.
  2. 2. • A enfermagem profissional teve inicio no século XIX,com a actuação da aristocrática inglesa Florense Nihtingale na guerra da crimeia,Florence foi convidada a organizar hospitais militares junto com 32 enfermeiras treinadas, diminuindo o índice de mortalidade durante a guerra de 42.7 a 2.2 por cento. • Em 1860,foi formada a primeira escola de enfermagem a partir de uma doação do governo inglês .A escola era formada por mulheres ricas, que custeavam seus próprios estudos e supervisionavam os cuidados e o ensino de enfermagem e por mulheres pobres que recebiam formação gratuita e salário para trabalhar com cuidados directos ao paciente.
  3. 3. Historia da enfermagem em Angola Em 11 de Julho de 1949,foram criadas cursos de enfermeiras-parteiras indigenas,em Luanda funcionando na escola central de enfermagem, ao mesmo tempo em Benguela, silva porto Sá da bandeira e em Malange.Tinha-se em vista difundir noções racionais de assistência sanitária ,defendendo a saúde da mulher grávida e parturiente, procurando favorecer o crescimento demografico,como consequência lógica da
  4. 4. TEORIAS DE ENFERMAGEM • A profissão de enfermagem nos últimos tempos tem crescido muito no seu campo de aprendizagem cientifica e tecnologica,levando assim a necessidade de qualificação do profissional de saúde no desenvolvimento e conhecimento de qualidades. E por esse motivo que se utilizam as teorias de enfermagem como base para que esses profissionais tenham conceito próprio e habilidades,tornando-se independentes do modelo medico.
  5. 5. • Técnica de enfermagem. É colocar o paciente na melhor condição para que a natureza possa agir sobre ele. • É assistir um individuo saudável ou doente na execução de actividades que contribuem para a sua saúde ou recuperação que ele levaria a cabo sem ajuda se tivesse força, vontade ou conhecimento necessário. • Técnica de enfermagem,define-se como cuidado manual ao paciente representando em execução única ou em etapas sucessivas, baseadas em ciências como a fisica,fisiologia,anatomia,quimica e biologia.
  6. 6. • QUEM E O PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM? • E aquele que e considerado legalmente habilitado para o exercício da profissão quando, segundo a legislação do Pais, seja portador do diploma ou certificado de conclusão do curso em questão ,conferido nos termos da lei. Cada profissional de enfermagem, na sua categoria onde estiver inserido tem um importante papel a ser desempenhado na assistência ao paciente nos diferentes níveis de saúde.
  7. 7. REGRAS GERAIS • Colocar o doente em repouso, sentado ou deitado, com o membro onde se vai avaliar a tensão, bem apoiado. • Proceder sempre fora dos períodos digestivos, a menos que haja indicação para faze-lo • Verificar que o doente não tem roupas apertadas • Recomendar ao doente para se manter completamente calmo e, sem fazer qualquer movimento ou ruído • A tensão arterial, deve ser avaliado a mesma hora, se for diária, se for mais vezes por dia, é conveniente faze- lo sempre em intervalos de tempos curtos.
  8. 8. MATERIAL NECESSARIO • Esfigmomanometro • Estetoscópio bi-auricular • Almofada • Bolas de algodão embebido em álcool a 70 ou 90%. • Aparadeira
  9. 9. REGRAS GERAIS • Colocar o doente em repouso, sentado ou deitado, com o membro onde se vai avaliar a tensão, bem apoiado. • Proceder sempre fora dos períodos digestivos, a menos que haja indicação para faze-lo • Verificar que o doente não tem roupas apertadas • Recomendar ao doente para se manter completamente calmo e, sem fazer qualquer movimento ou ruído • A tensão arterial, deve ser avaliado a mesma hora, se for diária, se for mais vezes por dia, é conveniente faze- lo sempre em intervalos de tempos curtos.
  10. 10. MATERIAL NECESSARIO • Esfigmomanometro • Estetoscópio bi-auricular • Almofada • Bolas de algodão embebido em álcool a 70 ou 90%. • Aparadeira
  11. 11. Postura do profissional de enfermagem • Para actuar e executar os diversos procedimentos e cuidados ao paciente, cabe ao profissional ,não só obter conhecimento teórico-prático na área escolhida, como também desenvolver e manter o perfil, a postura e a aparência adequada a profissão escolhida. • Assim, e para tanto, e necessário seguir algumas orientações essenciais para a pratica da enfermagem.
  12. 12. • Manter o cabelo preso e limpo • Usar uniforme limpo, evitando o uso fora do ambiente hospitalar • Manter rigorosa higiene pessoal • Usar sapatos limpos,fechados,não utilizar sapatos altos e aconselha-se que a sola do sapato seja de borracha. • Manter as unhas limpas e aparadas • Não esmaltar as unhas com cores fortes e extravagantes • Evitar levar as mãos ao rosto e cabelos durante a execução dos procedimentos • Evitar o uso de anéis e pulseiras, pois podem constituir fontes de infecção e causar traumas • Usar comunicação clara e eficaz com tom de voz suave • Não fazer comentários sobre o paciente dentro e fora do ambiente de trabalhos comentários devem restringir-se apenas a esfera profissional. • Não utilizar roupas transparentes, decotadas e curtas no ambiente de trabalho • Não fumar, nem beber no local de trabalho • Manter-se imunizado.
  13. 13. Importância das técnicas para os cuidados de enfermagem • 1-manter a individualidade do doente • 2-respeito pela liberdade do doente • 3-manter as funções fisiológicas do doente como,respiraçao,circulaçao,eliminaçao,alimen taçao,movimento e repouso • 4-proteger o doente contra acidentes
  14. 14. TEMA 2.ESTUDO DO CONTROLO DOS SINAIS VITAIS • Definição sinais vitais são condições que permitem-nos observar o bom funcionamento do organismo. • O estudo e controlo dos sinais vitais permitem- nos tambem,estabelecer uma linha de referencia de dados a partir da qual se poderá julgar o significado de futuros desvios daquilo que parece ser característico ou normal. • Pulso , respiração ,temperatura e tensão arterial
  15. 15. PULSO • E’ a distensão das paredes das artérias produzidas pelo fluxo de sangue projectado na corrente, a cada contracção cardíaca. • Ou é a percepção que sentimos ao comprimir uma artéria contra um plano resistente.
  16. 16. LOCAIS DE ELEIÇÃO PARA VERIFICAR O PULSO • Artéria radial ao nível do punho • Artéria temporal de encontro a apófise zigomatica • Artéria carótida de encontro ao bordo interno do esternocleidomastoideo • Artéria femoral sobre a virilha • Artéria humeral na face interna do braço • Artéria pediosa no dorso do pé • Artéria poplitea
  17. 17. CARACTERISTICAS DO PULSO • Frequencia,ritmo e amplitude • Frequência ao numero de pulsações que se sucedem num minuto, essa frequência pode ser alterada ser alterada por situações psicológicas ou patológicas. • O numero normal de pulsações num adulto oscila entre 70 a 80p´,recem-nascido 140 a 150p´,idoso 60 a 70p´ e numa criança 80 a 100p´ • Taquicardia ou taquisfigia é o aumento da frequência do pulso. • Bradcardia ou bradisfigmia é a diminuição da frequência do pulso.
  18. 18. REGRAS GERAIS • O pulso dos doentes deve ser avaliado no mínimo 2 vezes ao dia, ou caso haja uma outra recomendação. • O doente deve estar em repouso físico e mental, sentado ou deitado • O braço do doente deve estar apoiado • Usar os dedos médios e indicadores para palpar o pulso • Nunca usar o dedo polegar para palpar o pulso • Nunca palpar o pulso com as mãos frias • Avaliar o pulso em um minuto, em casos de duvidas repetir a contagem.
  19. 19. TECNICAS OU PROCEDIMENTOS 1-Lavar as mãos 2-explicar os procedimentos e a finalidade ao paciente 3-colocar o paciente confortável 4-colocar a polpa dos dedos medio,indicador ou anelar sobre artéria e fazendo pressão sobre ela. 5-lavar as mãos e proceder as anotações no gráfico de sinais vitais.
  20. 20. RESPIRAÇÃO • Definição é uma função fisiológica que tem por fim a entrada do ar nos pulmões carregado de oxigenio,para o aproveitamento do mesmo e a saída do ar, carregado de gás carbónico e vapor de agua. • A respiração conta portanto de momentos que são inspiração e expiração e o conjunto dos dois momentos chama-se ciclo respiratório.
  21. 21. CARACTERISTICAS DA RESPIRAÇÃO • Normalmente os ciclos respiratórios devem suceder-se sem alteração do ritmo,frequencia e amplitude. • Valores normais homem-----16 ciclos mulher------18 ciclos criança------22 ciclos RN------------34 a 40 ciclos Quanto a frequência se o numero de ciclos respiratórios estiverem aumentado diz-se que há taquipneia ou polipneia Bradipneia ou oligopneia quando os ciclos respiratórios estiverem diminuídos Apneia é quando se verifica uma paragem respiratória não superior a 4 minutos.
  22. 22. • Quanto a amplitude quando o volume de ar que entra nos pulmões for maior do que o normal,diz-se que a respiração é profunda • Quando o volume de ar respirado é menor,diz- se que a respiração é superficial.
  23. 23. OUTRAS ALTERAÇÕES DA RESPIRAÇÃO • Dispneia é a dificuldade respiratória que aparece em algumas situações e pode apresentar-se de varias maneiras • Ortopneia dispneia que melhora com a posição de sentado ou em pé. • Respiração estertorosa é uma respiração difícil e dolorosa, acompanhada de um ruído característico provocado pela passagem do ar através das mucosidades da faringe e da laringe, aparece no coma, no estado de agonia.
  24. 24. TECNICAS OU PROCEDIMENTO • Lavar as mãos • Colocar o paciente deitado em decúbito dorsal ou sentado • Observar os movimentos do tórax e abdómen durante 1 minuto • Lavar as mãos e anotar na papeleta do doente
  25. 25. TEMPERATURA • Definição é o grau de calor do nosso organismo que é mantido em consequência determinadas reacções químicas que se passam. • A observação da temperatura tem por fim colher dados sobre o estado do doente que contribuirão para estabelecer o diagnostico. • A temperatura normal do corpo humano varia entre 35,36 e 37ºc na virilha, axila ou na região poplitea.
  26. 26. VARIAÇÕES DE TEMPERATURA • Hipertermia é o aumento de temperatura devido a uma reacção do organismo contra uma substancia infecciosa,toxica ou a um mau funcionamento do centro termorregulador. • Quanto a intensidade a hipertermia pode ser. -temp.subfebril------------------37 a 37,5ºc -hipertermia---------------------37 a 40ºc -hiperpirexia---------------------40 a 42ºc Hipotermia é a quando a temperatura baixa de 35 a 36ºc.
  27. 27. LOCAIS PARA AVALIAÇÃO DA TEMPERATURA • A temperatura deve ser avaliada com auxilio de um termómetro clínico que tem uma escala de 35 a 42ºc. • Pode ser periférica ou externa que se avalia na axila,virilia e prega do cotovelo e central ou interna que se avalia nas cavidades naturais como recto, boca e vagina.
  28. 28. FEBRE • Definição. É um síndrome caracterizado por aumento da temperatura(hipertermia),por aumento da frequência do pulso e da respiração(taquisfigmia e taquipneia)por perturbações secretórias(sudação e oliguria),por perturbações digestivas(anorexia ,perda de peso),por perturbações nervosas(cefaleia,delirios)
  29. 29. • As sucessivas temperaturas são registadas num gráfico, constituindo o seu traçado o que se denomina por curva termica,que permite estudar o inicio da febre, a intensidade, as oscilações diárias e evolução da curva febril. A febre pode classificar-se em vários tipos: 1-Febre continua: é aquela em que as oscilações diárias são menores que um grau, e a temperatura nunca desce para o normal EX:tifo,broncopneumonia,sarampo,gripe.
  30. 30. 2-Febre remitente: quando há oscilações diárias superiores a um grau, podendo ou não a temperatura descer para o normal. EX:tuberculose,paludismo. 3-Febre intermitente: é um tipo de febre caracterizado por um dia e febre intensa seguida de alguns dias de apirexia,depois novo dia de febre intensa e assim sucessivamente.
  31. 31. 4-Febre invertida: é quando a temperatura da manha é superior a da tarde. Ex. Tuberculose pulmonar 5-Febre hetica 6-Febre ondulante :caracteriza-se por vários dias de febre e separa-se por vários dias sem febre. EX.Nas neoplasias
  32. 32. AVALIAÇÃO DA TEMPERATURA:MATERIAL NECESSARIO • Um tabuleiro com: • -recipiente com desinfectante para os termómetros • -recipiente com agua e sabão • -recipiente com agua simples • -cápsulas com bolas de algodão secas • Cápsulas com bolas de algodão embebidas em álcool. • -aparadeira,bloco de notas e lápis
  33. 33. TÉCNICA 1-Lavar as mãos 2-levar o tabuleiro junto ao doente 3-Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 4-colocar o tabuleiro na mesa de cabeceira do doente 5-colocar o paciente em posição confortável 6-limpar o termómetro 7-reduzir a coluna de mercúrio a menos de 35°c 8-colocar o bulbo do termómetro no ponto central da cavidade axilar 9-deixar o termómetro no local durante 5 a 10min
  34. 34. TENSÃO ARTERIAL • Definição: é a pressão exercida pelo sangue nas paredes das artérias; • Ou: é o equilíbrio de duas forças que se opõem:-a primeira é a força da sistole ventricular; a segunda:-é a resistencia que as paredes arteriais oferecem a passagem do sangue impulsionado pelo coração. Essa pressão depende da força de contracção do coração, da quantidade de sangue circulante e da resistência das paredes dos vasos.
  35. 35. • A tensão arterial é um sinal que tem muita importancia,pelas indicações que fornece sobre estado patológico das arterias,veias e coração. • A tensão arterial é tem valores que se designam: tensão arterial máxima ou sistolica e tensão arterial mínima ou diastolica.
  36. 36. • Tensão arterial máxima: ao mais alto grau de pressão exercida pelo sangue contra as paredes das artérias e, corresponde a contracção do ventrículo esquerdo. • Tensão arterial mínimo: ao mais baixo grau de pressão exercida pelo sangue contra as paredes das artérias e, corresponde ao repouso cardíaco ou diástole ventricular.
  37. 37. VALORES NORMAIS DA TENSÃO ARTERIAL • Tensão arterial no homem: -máxima 120mmhg -mínima 70mmhg Tensão arterial na mulher: -máxima 110mmhg -mínima 60mmhg As variações patológicas para cima deste valores designam-se por HIPERTENSÃO, e para baixo, por HIPOTENSÃO.
  38. 38. REGRAS GERAIS • Colocar o doente em repouso, sentado ou deitado, com o membro onde se vai avaliar a tensão, bem apoiado. • Proceder sempre fora dos períodos digestivos, a menos que haja indicação para faze-lo • Verificar que o doente não tem roupas apertadas • Recomendar ao doente para se manter completamente calmo e, sem fazer qualquer movimento ou ruído • A tensão arterial, deve ser avaliado a mesma hora, se for diária, se for mais vezes por dia, é conveniente faze- lo sempre em intervalos de tempos curtos.
  39. 39. MATERIAL NECESSARIO • Esfigmomanometro • Estetoscópio bi-auricular • Almofada • Bolas de algodão embebido em álcool a 70 ou 90%. • Aparadeira
  40. 40. UNIDADE III:LIMPEZA,DESINFECÇÃO,ASSEPSIA E ESTERILIZAÇÃO DO MATERIAL • INTRODUÇÃO - O interior do corpo humano vivo produz organismos patogénicos nas condições que vão ao encontro das suas necessidades de desenvolvimento, mas os seres humanos desenvolvem mecanismos que os protegem dos microrganismos nocivos.
  41. 41. ASSÉPSIA • A palavra assepsia pode ser entendida em dois sentidos de extensão diferente: um primeiro será definir ASSÉPSIA como um conjunto de técnicas destinadas a prevenir a infecção e neste sentido poderíamos subdividi-la em duas partes:Assépsia médica e Assepsia cirúrgica. • Assepsia Médica refere-se a uma área infectada e que nós queremos circunscrever. • Assepsia cirúrgica refere-se a uma área esterilizada que nós queremos conservar estéril
  42. 42. ANTISSÉPSIA • Designa-se por antissepsia,toda a esterilização que envolve o emprego de químicos bactericidas desde que estes caibam dentro da designação de germicidas, que realizam a destruição de micróbios e seus esporos, isto é, sejam capazes de realizar a esterilização. • Infecção é a invasão do organismos por micróbios. • Infectado é todo objecto ou organismo invadido por micróbios • Séptico é o mesmo que infectado
  43. 43. • Esterilização é tornar um objecto isento de todo e qualquer micróbio e dos seus esporos • Assepsia é o conjunto de medidas utilizadas para realizar um determinado acto sem que durante nele haja qualquer conspurcação microbiana daquilo que previamente havia sido esterilizado. • Antissepsia é o conjunto de meios químicos de que nos servimos para obtermos a esterilização. • Antisseptico substancia química por meio da qual se obtêm a esterilização.
  44. 44. • Estéril isento de micróbios e seus esporos. • Desinfecção é o acto de destruição parcial de micróbios sendo considerado o objecto desinfectado e que não é estéril porque pode conter germes mas simplesmente estes podem ser em numero insignificante e ter sua vitalidade,virulencia e poder de reprodução diminuidos,não causando por isso a infecção.
  45. 45. MEIOS DE ESTERILIZAÇÃO Meios físicos: -radiações ultravioletas,rx -incineração e chamejamento -ebulição, calor seco -vapor de agua sob pressão e outros Meios químicos: -álcool -oxicianeto de mercúrio -cetavlon -desogeno -formol -cloroexidina
  46. 46. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS: • RESPONSABILIDADE E OBSERVAÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM NA PREPARAÇÃO DO DOENTE E MATERIAL E NA ADMINISTRAÇÃO DA TERAPEUTICA. • A administração de medicamentos é um dos procedimentos mais importantes da assistencia de enfermagem.
  47. 47. • É fundamental que o técnico de enfermagem esteja consciente de que na administração de medicamentos há implicações éticas e legais,portanto,ela exige cuidados muito maiores quanto á interpretação correcta da prescrição, deve ser clara, conter a identificação do paciente, nome do medicamento, apresentação do med.preparo e administração.Deve-se ter fidelidade na execução da técnica, observação e actuação ágil nas possíveis reacções que o paciente possa apresentar.
  48. 48. • O preparo e a administração de medicamentos devem ser realizados dentro de uma técnica asseptica,efectuando-se a limpeza do local com álcool a 70%,uso de mascara descartavel,higienização das mãos prevenindo a contaminação. • Não deve se dar medicamentos que não estejam receitados, nalguns casos ,mesmo que estejam ,deve se ter muito cuidado especialmente para os medicamentos que combatem a dor e que podem dar dependência ou habituação pois há pacientes que os pedem insistentemente chegando mesmo a simular falsas dores.
  49. 49. • MEDICAMENTO:são substancias que introduzidas no organismo, seja qual for a via utilizada, tem por finalidade prevenir,atenuar,ou curar certas doenças. • VIAS DE ADMINISTRAÇÃO: Os medicamentos podem ser administrados por vias diferentes conforme a sua apresentação, acção e o efeito que pretendemos. • Existem 2 vias de administração .
  50. 50. 1-Via enterica,pelo tubo digestivo, quer seja por via oral ou rectal. 2-via parenterica,engloba qualquer outra via, e podemos subdividir esta via em 3 partes: -Incluem todos os medicamentos injectáveis, seja qual for a via utilizada(sc,im,iv) -Incluem todos os medicamentos dados por inalação(gases ou vapores) -incluem todos medicamentos que actuam directamente sobre a pele e as mucosas.
  51. 51. APRESENTAÇÃO DOS MEDICAMENTOS • Os medicamentos aparecem sob as 3 formas: -solida- pó,comprimidos,pastilhas,granulos,drageias,p erolas,capsulas,óvulos,supositorios,pomadas. -Liquidas- soluções,emulsões,xaropes,infusões,colutorio s. -Gasosas-gás e vapores.
  52. 52. MODO DE ARRUMAR E GUARDAR OS MEDICAMENTOS • Os medicamentos devem ser guardados em armários que possam ser fechados á chave e com varias prateleiras de modo a permitir a arrumação adequada dos medicamentos, deixando bem visível o nome do medicamento.
  53. 53. REGRAS PARA DAR MEDICAMENTOS -Lavar as mãos -verificar a dose prescrita, que deve a exacta -ler sempre o rotulo do medicamento a administrar -estar atento a hora indicada -verificar bem a via de administração: -nunca pegar os medicamentos com as mãos -os pós devem ser diluídos com água -as pastilhas devem ser chupadas. -registar na folha de enfermagem o medicamento dado, a hora e as reacções do doente.
  54. 54. CARTÕES DE MEDICAMENTOS • As prescrições médicas devem ser passadas no prontuário do paciente onde o medico as escreveu para uma ficha ou cartão que é individual, nestes cartões devem constar: -nome do doente -número de cama -nome do medicamento -dose prescrita -via de administração e a hora.
  55. 55. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ORAL • Definição. Consiste na administração do medicamento pela boca, podendo ser deglutido,sublingual,cateter,ou sonda nasogástrica. • É um método seguro,barato,mais conveniente e compreendido pelo paciente e a sua apresentação pode ser em comprimidos,cápsulas,xarope. • Xarope: -1 colher de chá--------5gr-------------5cc -1 colher de doce------10gr-----------10cc -1colher de sopa-------15gr-----------15cc.
  56. 56. ADMINIISTRAÇÃO DE MED.POR VIA INTRAMUSCULAR • Definição: injecção é a introdução sobre pressão de um medicamento nos tecidos orgânicos • Objectivos -facilitar uma absorção mais rápida do medicamento -facilitar a introdução de um med.que não seria tolerado por outra via -absorção dum med. Que por outra via podia ser alterado.
  57. 57. INJECÇÃO INTRAVENOSA • Definição. É a introdução de uma solução med.directamente na circulação sanguínea através de uma veia. • Objectivos: -efectuar nutrição parenteral -administração grandes volumes de líquidos -administrar substancias hipertonicas com certos limites -obter efeito imediato do medicamento -instalar terapêutica com hemocomponentes
  58. 58. ADMINISTRAÇÃO DO MEDICAMENTO POR VIA INTRADERMICA • Definição. É a introdução do med. Na derme. A derme é a camada da pele situada entre a epiderme e o tecido subcutâneo administração de medicamentos por essa via tem seu efeito mais lento do que em outras vias parenterais e o volume máximo para aplicação é de 0,5ml. • Objectivos -Utilizar na aplicação das vacinas -Verificar reacções de hipersensibilidade como nos antibióticos.
  59. 59. ADMINISTRAÇÃO DE MED.POR VIA RECTAL • Definição. É a introdução de medicamentos através do recto, em forma de supositorios,clister ou enteroclisma. • Supositórios são medicamentos semissolidos com formato especial(forma de cone),afim de facilitar a introdução no recto.
  60. 60. ENEMA DE LIMPEZA OU EVACUADOR • Definição é uma lavagem intestinal que consiste em introduzir um liquido no intestino através do ânus com o fim de provocar a expulsão de fezes. • Indicações: -obstipação intestinal -limpeza intestinal antes duma intervenção cirúrgica -antes de um parto -antes de certos exames intestinais.
  61. 61. MATERIAL NECESSARIO • Tabuleiro com: -irrigador com tubo e torneira -sonda ou pipo -papel higiénico -resguardo protegido com toalha -aparadeira -jarra com solução a ser usada -
  62. 62. EXAME FÍSICO • Definição: é o conjunto de técnicas e manobras de alguns profissionais de saúde com intuito de diagnosticar uma doença ou problemas de funcionalidade, entre outros. Os profissionais de saúde que servem desse instrumento visam a detenção de anormalidades para possíveis intervenções e para prevenção do agravamento do estado do paciente.
  63. 63. • O exame fisico pode ser:geral ou focal e se divide em 4 etapas. -Inspecção -Palpação -Percussão -Auscultação. Essas tecnicas podem ser aperfeiçoadas com paciencia,pratica e perseverança.O sentido do exame deve ser cefalo-podalico
  64. 64. • Anamnese-é a entrevista realizada pelo profissional de saúde ao seu paciente, que tem a intenção de ser um ponto inicial no diagnostico de uma doença. • O exame físico é geralmente realizado depois de obtida a historia de saúde, é feito numa área bem delimitada,aquecida,com boa iluminação, o paciente deve estar despido e coberto adequadamente de modo a deixar exposto somente a área a ser examinada.
  65. 65. • Os instrumentos básicos do exame físico são:a visão,a audição,o tacto e o olfacto.Mas podem ser potencializado por instrumentos especiais. • Devemos lembrar que nenhum paciente gosta que os exames se prolonguem além do tempo necessário.Além disso o profissional deve ter todo o equipamento necessário pronto e disponivél antes de iniciar o procedimento.
  66. 66. MATERIAL NECESSÁRIO -Luvas -avental para o paciente -lençol de papel -balança -termómetro -estetoscópio -esfigmomanometro -baixador de lingua -fita métrica
  67. 67. • Embora a sequencia do exame físico dependa das circunstancias e justificativas do paciente em buscar a atenção á saúde ,o exame físico completo geralmente transcorre como se segue: 1-tegumento(pele) 2-cabeça e pescoço 3-torax e pulmões 4-mamas 5-sistema cardiovascular 6-abdomén 7-recto 8-genitalia 9-Sistema neurológico 10-sistema músculo-esquelético
  68. 68. TEGUMENTO • A pele ou tegumento fornece a protecção externa do corpo, regula sua temperatura e age como órgão sensorial para a dor, temperatura e choque. A avaliação do sistema tegumentar inclui a pele,cabelos,couro cabeludo e unhas.
  69. 69. CABEÇA E PESCOÇO • Na cabeça vamos explorar a cabeça,olhos,orelhas,nariz,boca. • No pescoço faringe,glandula tiroide,faringe,traqueia
  70. 70. TORAX E PULMÃO • A avaliação fisica do torax e dos pulmões deve considerar as funções vitais de ventilação e respiração desempenhadas pelos pulmões. Se estes orgãos estiverem afectados por qualquer doença,outros sistemas do organismo refletirão alterações de função
  71. 71. AGRADECIMENTOS • ELABORADO POR: • -Dr.Fernando Mango Saiengue • -Dr.Alcino Manuel Saiengue • -Dr.Morais Chacuma

×