Património

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Património

  1. 1. Patrimóniodo latim patrimoniumBens herdados por via paterna pater
  2. 2. André de Resende (1500 – 1573) História da Antiguidade da Cidade de Évora De Antiquitatibus Lusitaniae (Évora; 1553) (Évora; 1593)
  3. 3. Lápide romana falsificada por André de Resende Museu de Évora
  4. 4. Alvará de20 de Agosto de 1721
  5. 5. Alexandre Herculano 1810 - 1877
  6. 6. O Terramoto de 1755
  7. 7. As Invasões Francesas
  8. 8. Guerra Civil
  9. 9. Joaquim António de Aguiar O Mata Frades 1792 - 1884 A expulsão das ordens religiosas e nacionalização dos seus bens (1834).
  10. 10. Em 1910, são nacionalizados os bens da Igreja.
  11. 11. Mosteiro dos Jerónimos Lisboa
  12. 12. http://fr.structurae.de/Eugène Viollet-le-Duc 1814 - 1879
  13. 13. A sua experiência como conservador do departamento de tecidos do Museu de Artes Aplicadas de Viena inspirar-lhe-á a concepção da arte como um processo evolutivo e relativo. Procede a uma distinção dos monumentos, salientando, além do valor histórico dos monumentos, o valor artístico. A sua obra fundamental intitula-se O Culto Moderno dos Monumentos e foi editada em 1903: É uma condição preliminar essencial da nossa tarefa apreender claramente esta diferença na concepção do valor artístico, porque dependem integralmente dela os princípios directores da política de conservação de monumentos históricos. Se não existe um valor eterno de arte (…) então o valor de arte de um monumento não é um valor de rememoração mas um valor actual. A tarefa de conservação do monumento históricoAlois Riegl1858 - 1905 deve ter isto em conta.
  14. 14. Catedral de Reims destruída pela guerra de 1914 - 1918
  15. 15. Dresden1945
  16. 16. Artigo 78.º (Fruição e criação cultural)1. Todos têm direito à fruição e criação cultural, bemcomo o dever de preservar, defender e valorizar opatrimónio cultural.2. Incumbe ao Estado, em colaboração com todos osagentes culturais:a) Incentivar e assegurar o acesso de todos oscidadãos aos meios e instrumentos de acção cultural,bem como corrigir as assimetrias existentes no paísem tal domínio;b) Apoiar as iniciativas que estimulem a criaçãoindividual e colectiva, nas suas múltiplas formas eexpressões, e uma maior circulação das obras e dosbens culturais de qualidade;c) Promover a salvaguarda e a valorização dopatrimónio cultural, tornando-o elementovivificador da identidade cultural comum;d) Desenvolver as relações culturais com todos ospovos, especialmente os de língua portuguesa, eassegurar a defesa e a promoção da culturaportuguesa no estrangeiro;e) Articular a política cultural e as demais políticassectoriais.
  17. 17. Lei nº 107/2001 de 8 de SetembroEstabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural
  18. 18. Convenção sobre a Protecção do Património Cultural eNatural, adoptado pela Conferência Geral da UNESCOde 16 de Novembro de 1972
  19. 19. Centro Histórico de Angra do Heroísmo (1983) - AçoresMosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém (1983) - LisboaMosteiro da Batalha (1983)Convento de Cristo (1983) - TomarCentro Histórico de Évora (1986)Mosteiro de Alcobaça (1989)Paisagem Cultural de Sintra (1995)Centro Histórico do Porto (1996)Sítios de Arte Rupestre do Vale do Côa (1998)Floresta Laurissilva da Ilha da Madeira (1999) - MadeiraCentro Histórico de Guimarães (2001)Região Vinhateira do Alto Douro (2001)Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico (2004) Açores http://whc.unesco.org/en/list
  20. 20. Bibliografia comentada: A bibliografia sobre o tema é vasta e dispersa. Obra de referência continua a ser opequeno guia do prof. Jorge de Alarcão, Introdução ao Estudo da História e Património Locais (Coimbra;Institutos de Arqueologia e de História da Arte; Faculdade de Letras de Coimbra; 1982). De igual modo,merece destaque o livro de um pioneiro nos estudos académicos sobre este tema, o prof. J. Henriques Paisda Silva - Pretérito Presente (Para Uma Teoria da Preservação do Património Histórico-Artístico, Covilhã,Centro Cultural da Beira Interior, 1984). Recentemente, têm sido publicados diversos estudos de autoresnacionais e estrangeiros, bem como trabalhos colectivos resultantes de congressos e projectos deinvestigação consagrados ao tema, dando enquadramento teórico ao problema da relação entre património,memória e identidade. Destaco os seguintes: Françoise Choay (Alegoria do Património, Lisboa, Edições 70,2ª edição, 2006); Revista «Vértice», nº 54, Maio - Junho de 1993; Maria Helena Maia (Património e Restauroem Portugal (1825-1852), Lisboa, Colibri, 2007); Manuel João Ramos (org.) (A Matéria do Património.Memórias e Identidades, Lisboa, Colibri, 2003). Sobre as questões relacionadas com os instrumentosjurídicos de protecção do património, recomendo os seguintes textos e compilações: Vital Moreira - OPatrimónio e a Lei; in «Alta de Coimbra, História - Arte - Tradição. Actas do 1º Congresso Sobre a Alta deCoimbra», Coimbra, GAAC, 1988; IPPAR - Património Arquitectónico e Arqueológico. Informar para Proteger,Lisboa, Secretaria de Estado da Cultura / IPPAR, 1994; Flávio Lopes e Miguel Brito Correia - PatrimónioArquitectónico e Arqueológico. Cartas, Recomendações e Convenções Internacionais, Lisboa Livros Horizonte,2004. Relativamente à evolução do conceito de património, é muito interessante o texto de David MourãoFerreira intitulado Alexandre Herculano e a Valorização do Património Cultural Português (Lisboa, Edição daSecretaria-Geral da Secretaria de Estado da Cultura, 1977). Um bom resumo é o pequeno artigo PauloSimões Rodrigues, publicado na revista «História» (Monumentos e Identidade Nacional no PortugalOitocentista; nº 39; Outubro 2001; pp. 64 e ss). Por fim, da consagrada e acima citada Françoise Choay, foirecentemente (Janeiro 2011) publicada uma obra que compila uma série de documentos indispensáveis aquem quiser estudar este tema: As Questões do Património. Antologia para um Debate (Lisboa; edições 70).A obra de Alois Riegl não tem edição portuguesa. Choay transcreve um pequeno excerto. Para esta aula,utilizei a edição francesa: Le Culte Moderne des Monuments; Paris; L’Harmattan; 2003 [1903]

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