Introduçao à Apredizagem Motora

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Introduçao à Apredizagem Motora

  1. 1. Conceitos fundamentais de Desenvolvimento Motor
  2. 2. Conceitos  Crescimento Físico: Aumento quantitativo em tamanho ou magnitude  Todo organismo vivo tem um período de crescimento do tamanho físico  Nos seres humanos esse período começa com a concepção e termina no final da adolescência  Mudanças após o período de crescimento físico são designados com outros termos (Ex: Aumento da massa muscular após treinamento = hipertrofia)
  3. 3. Conceitos  Desenvolvimento: Processo contínuo de mudanças na capacidade funcional (capacidade de existir, viver, mover-se, trabalhar)  É um processo cumulativo  Os organismos vivos estão sempre em desenvolvimento, mas a quantidade de mudanças podem ser mais ou menos observável ao longo da vida  Tem uma certa relação com a idade*  Indivíduos não necessariamente avançam em idade e desenvolvimento na mesma razão
  4. 4. Conceitos  Desenvolvimento motor: Desenvolvimento do movimento X  Aprendizagem motora: se refere a mudanças nos movimentos que sejam relativamente permanentes
  5. 5. Conceitos  Maturação: Progresso em direção à maturidade física  Envelhecimento: a) Processo de tornar-se mais velho, independente da idade cronológica b) Mudanças que levam a perda de adaptabilidade ou da função
  6. 6. Desenvolvimento motor: Modelo de Newell  Os movimentos surgem da interação: a) Organismo (indivíduo) b) Ambiente no qual os movimentos ocorrem c) Tarefa a ser executada  Se qualquer um desses três fatores muda, o movimento resultante também muda Restrições do indivíduo Estruturais Funcionais Restrições ambientais Restrições da tarefa
  7. 7. Desenvolvimento motor: Modelo de Newell  Imagine diferentes formas de um indivíduo caminhar: a) Uma criança dando os primeiros passos b) Uma criança andando na areia macia c) Um adulto se movendo em um piso congelado d) Um idoso tentando pegar um ônibus
  8. 8. Desenvolvimento motor: Modelo de Newell  Em cada exemplo, o indivíduo deve modificar seu padrão de caminhada de alguma forma  Mudando um dos fatores, , freqüentemente o resultado é uma mudança na interação com um ou com os dois outros fatores, e uma forma diferente de caminhar surge da interação  A interação do indivíduo, da tarefa e do ambiente, modifica o movimento, e ao longo do tempo, os padrões de interação levam a mudanças no desenvolvimento motor
  9. 9.  Experiências de aprendizagem são esforços cooperativos entre aprendizes e profissionais do movimento (professores). • APRENDIZES: identificar habilidades e contexto-alvo; • PROFESSOR: auxiliá-los na obtenção das metas estabelecidas. • Após essa identificação, os aprendizes devem ser introduzidos na tarefa de aprendizagem.
  10. 10. Características Especiais no Processo de Aprendizagem ESTÁGIOS DE APRENDIZAGEM (Verbal-Cognitivo) Os aprendizes são confrontados com uma tarefa inteiramente não-familiar. O desafio é obter uma idéia geral do movimento. Verbal: passam muito tempo falando p/ si mesmos sobre o que tentarão fazer (Ex: o que estou tentando realizar?), descobrindo o q/ fazer ou não fazer. Cognitivo: pensando sobre estratégias que poderiam funcionar;
  11. 11. Características Especiais no Processo de Aprendizagem ESTÁGIOS DE APRENDIZAGEM (Verbal-Cognitivo) Uma meta das instruções é mostrar como alguma coisa que vivenciaram no passado pode ser semelhante à nova habilidade que estão tentando aprender (transferência de aprendizagem); Adicionalmente, uma demonstração visual proporciona ao aprendiz um quadro do padrão de movimento desejado, tentando reproduzi-los (tentativa e erro). Nota: Marcado pelo desempenho inconsistente e grande número de erros grosseiros.
  12. 12. Características Especiais no Processo de Aprendizagem ESTÁGIOS DE APRENDIZAGEM (Motor ou Associativo) Após uma idéia geral de como é o movimento (estágio verbal-cognitivo), o foco agora seria o Refinamento da Habilidade pela organização + eficiente dos padrões de movimento para produzir a ação (Eles se tornam mais eficientes na produção de seus movimentos, parecendo executá-los quase sem esforço) – Estágio de Fixação. O falar consigo mesmo torna-se menos eficiente;
  13. 13. 14 Características Especiais no Processo de Descobrem iregularidades no ambiente; a antecipação e a organização temporal se desenvolvem, decorrendo movimentos que pareçam mais seguros e menos precipitados (Ex: a velocidade de aproximação de uma bola); Começam a detectar seus próprios erros; Nesse estágio os aprendizes tornam-se + eficientes na produção de seus movimentos (menor esforço de execução); Nota: Erros menos freqüentes e menor variação do desempenho Aprendizagem ESTÁGIOS DE APRENDIZAGEM (Motor ou Associativo)
  14. 14. Características Especiais no Processo de Aqui os indivíduos desenvolvem seus programas motores a tal nível que podem usá-los para controlar suas ações por longos períodos de tempo (automaticamente com pouca ou nenhuma atenção, sem pensar sobre os componente). Ex: Ginasta realiza um rotina durante vários segundos na barra assimétrica. Também demonstram automaticidade elevada em suas análises sensoriais de padrões ambientais (em X/10 seg. trocar estratégias ou realizar ajustes espontâneos na forma ou estilo de um movimento). Ex: Michael Jordan – movimentos inacreditáveis de forma espontânea. Aprendizagem ESTÁGIOS DE APRENDIZAGEM (Autônomo)
  15. 15. Características Especiais no Processo de Aprendizagem ESTÁGIOS DE APRENDIZAGEM (Autônomo) Há um aumento na autoconfiança, + capacidade de detectar erros; Há um reduzido esforço físico e mental;  As melhoras na performance são + difícieis de ser detectadas, pois já alcançaram os limites de capacidade;
  16. 16. 1. Familiarização dos aprendizes c/ as situações de aprendizagem  Familiarize os aprendizes com a situação de aprendizagem para diminuir suas ansiedades e permitir que prestem atenção mais prontamente aos processos de melhoria da performance;  Comunique-se abertamente com os aprendizes para encorajá-los a expressar suas necessidades e oferecer informação sobre os tipos de auxílio que eles acham mais úteis.
  17. 17. 2. Direcionar a atenção dos aprendizes p/ fontes importantes de informações da tarefa Auxilie os aprendizes a determinar os focos de atenção mais relevantes para várias tarefas e situações; Encoraje os aprendizes a praticarem mudança de seus focos de atenção entre dicas internas (atenção em informações internas. Ex: dicas cinestésicas) e externas (atenção em informações no ambiente) e entre um grande número de dicas (foco amplo) e um menor número de dicas (foco restrito).
  18. 18. 3. Diminuição da ansiedade dos aprendizes Instrua os aprendizes a focalizarem as metas de processo no sentido de diminuir a ansiedade na performance; Auxilie os aprendizes no estabelecimento de metas de performance realistas de forma que se sintam capazes de atingi-las e de executá-las com menos ansiedade.
  19. 19. 4- Equilíbrio entre prática e repouso Programe seções de prática mais curtas e mais distribuídas em vez de longas e maciças;  Equilibre a quantidade de prática e de repouso dentro de um período de treinamento, de acordo com o nível de aptidão dos aprendizes e as exigências de energia do movimento.
  20. 20. Auxílio na obtenção de uma idéia geral • O conhecimento das características do aprendiz em cada estágio (estágios de aprendizagem) pode ajudar os professores a planejarem experiências de aprendizagem benéficas; • A principal meta das pessoas durante o estágio inicial de aprendizagem é adquirir a idéia geral do movimento (verbal-cognitivo); • O professor deve oferecer aos aprendizes auxílio q/ os permitam atingir essa meta;
  21. 21. Auxílio na obtenção de uma idéia geral • Existe uma variedade de técnicas que os profissionais do movimento podem utilizar para introduzir os aprendizes a situações de aprendizagem (auxílio a aquisição da idéia geral dos movimentos desejados); • Tais métodos são agrupados por categorias de: instrução, demonstração e procedimentos de orientação.
  22. 22. INSTRUÇÃO Geralmente é de forma verbal, podendo ser escrita; Contêm informações gerais sobre aspectos fundamentais da habilidade. Ex: como segurar uma bola. Podem ser utilizadas para enfatizar semelhanças entre habilidades. Ex: saque no tênis e arremesso por cima da cabeça.
  23. 23. INSTRUÇÃO Podem oferecer aos aprendizes informações sobre o que eles poderiam esperar quando estiverem realizando a habilidade. Ex: sentir o cotovelo mais alto que a mão na braçada do crawl  Esse tipo de instrução ajuda a: Construir uma consciência nos iniciantes; Facilitam melhorias em suas habilidades; Incentivam sua segurança.
  24. 24. INSTRUÇÃO Quando utilizadas em frases simples e direta são mais efetivas OU SEJA: Instruções úteis são uma importante parte da base da aprendizagem de habilidades • Porém as instruções podem não ser efetivas; Algumas vezes as palavras podem falhar ao descrever aspectos sutis dos movimentos: Ex: tente descrever o processo de amarrar cadarços, descascar uma laranja.
  25. 25. INSTRUÇÃO Os profissionais do movimento também podem oferecer informações a mais em suas instruções (problemas de lembrar tudo – memória); Sugere-se assim:  Instruções breves e diretas; Relacioná-las a coisas q/ os indivíduos tenham aprendido anteriormente. “INFORMAÇÃO + ELEMENTAR PRIMEIRO, ADICIONANDO ENTÃO OS PEQUENOS DETALHES” (minimiza o esquecimento)
  26. 26. DEMONSTRAÇÃO Provérbio: “uma figura vale mil palavras” Parece ser verdadeiro quando o caso é a aprendizagem de habilidades motoras; Demonstração visual pode ser melhor do que a descrição verbal Ex: fotografias das próprias ações, filmes, videotape de performance correta.
  27. 27. DEMONSTRAÇÃO Muitas de nossas aprendizagens de movimento acontecem como resultado de tentativas de reproduzir o que vimos;  Observar a ação antes de tentar reproduzi-la é denominada de APRENDIZAGEM POR OBSERVAÇÃO;
  28. 28. DEMONSTRAÇÃO Uma quantidade considerável de aprendizagem (principalmente no início da prática), acontece a partir de estudo e imitação das ações dos outros; Demonstração ou modelo (alguém habilidoso demonstrando), não podem ser eficientes se o observador não estiver prestando ATENÇÃO;
  29. 29. DEMONSTRAÇÃO A DEMONSTRAÇÃO pode ser utilizada em conjunto c/ as INSTRUÇÕES; Pesquisas sugerem que as demonstrações por videotape são algumas vezes úteis. Porém, como nas instruções, o uso de modelos e demonstrações podem algumas vezes, oferecer informações em demasia ao aprendiz;  Dicas do movimento a serem enfatizados p/ iniciantes (atenção em aspectos + gerais) são diferentes p/ os + avançados (atenção em aspectos + precisos);
  30. 30. PROCEDIMENTOS DE ORIENTAÇÃO • Os métodos de orientação variam amplamente em diferentes situações; • Cada método é direcionado p/ oferecer ao aprendiz algum tipo de auxílio temporário durante os estágios iniciais do treino físico; • Ex: rodinhas na bicicleta para crianças aprenderem a pedalar
  31. 31. PROCEDIMENTOS DE ORIENTAÇÃO • A expectativa é que a aprendizagem, conforme medida pelo desempenho futuro sem auxílio, será melhorada; • Existem 2 situações nas quais as orientações físicas parecem ser benéficas: - durante períodos iniciais de prática da tarefa; e, - situações em q/ os aprendizes podem estar em situação de risco. Ex: ginástica artísitca, uso de cintos fixados por cabos
  32. 32. PROCEDIMENTOS DE ORIENTAÇÃO • Porém, a pesquisa disponível sugere q/ a orientação física não é uma técnica muito eficiente p/ melhorar a aprendizagem (salvo exceções); • Algumas causas da orientação física em excesso: - modificar a sensação da tarefa (diferente quando executa sem auxílio); - alterar os processos de tomada de decisão (as vezes o aprendiz tem q/ descobrir as coisas por si mesmo); - diminuir a experiência do aprendiz de erros de performance (privados de oportunidades p/ corrigir seus próprios erros).
  33. 33. FORMAS DE PRÁTICA • Toda aprendizagem requer alguma forma de prática; • O próprio conceito de habilidade é baseado na concepção de que algum período de prática precede o domínio da tarefa; • A prática de habilidades motoras pode ocorrer em diferentes momentos e lugares, podendo acontecer de forma intencional, proposital, orientada e estruturada ou de forma não-observável; • Podem ser divididas em práticas: física e mental
  34. 34. FORMAS DE PRÁTICA Técnicas de prática física  “a prática leva à perfeição” – precisa ser modificada para: “a prática eficientemente planejada leva à perfeição”, pois a repetição por si só não garante a melhoria da habilidade, mas somente um comportamento + permanente. A experiência de práticas físicas pode tomar várias formas;  Estas incluem prática: de simulador, parcial, em câmera lenta e de detecção de erro.
  35. 35. FORMAS DE PRÁTICA: Prática de simulador Simulador – aparelho de treinamento que imita várias características da tarefa real (de forma + realista possível); Freqüentemente são sofisticadas e caras. Ex: simuladores p/ treinar pilotos de aeronaves.
  36. 36. FORMAS DE PRÁTICA: Prática de simulador A meta global da simulação é a TRANSFERÊNCIA DA APRENDIZAGEM DO SIMULADOR para a performance na HABILIDADE-ALVO; OU SEJA: O simulador só é eficiente quando ocorre transferência substancial;  Pode ser útil durante os estágios iniciais de prática.
  37. 37. FORMAS DE PRÁTICA: Prática Parcial Algumas habilidades por serem complexas (ex: séries de ginástica olímpica) podem ser subdivididas em partes para a prática;  Uma vez que os aprendizes tornam-se proficientes na prática parcial, podem iniciar a prática da HABILIDADE-ALVO como um todo;
  38. 38. FORMAS DE PRÁTICA: Prática Parcial Existem 3 tipos de prática parcial na literatura de aprendizagem motora: fracionalização, segmentação e simplificação. Fracionalização: tipo de prática parcial na qual 2 ou mais partes de uma habilidade complexa são praticadas separadamente. Ex: nadador praticando a batida de pernas por si só usando a prancha.
  39. 39. FORMAS DE PRÁTICA: Prática Parcial Segmentação: tipo de prática parcial na qual uma parte de uma habilidade-alvo é praticada até que seja aprendida, então a segunda parte é adicionada à primeira parte e as duas são praticadas juntas e assim por diante, até que toda a habilidade-alvo seja praticada (também chamada prática parcial progressiva). Ex: Praticando o saque do tênis, primeiro trabalhando somente o lançamento da bola para o alto, depois combinando-a com o gesto do balanço da raquete.
  40. 40. FORMAS DE PRÁTICA: Prática Parcial Simplificação: tipo de prática parcial na qual a dificuldade em algum aspecto da tarefa-alvo é reduzida. Ex: utilizar uma bola maior p/ o saque no tênis.
  41. 41. FORMAS DE PRÁTICA: Prática Parcial  Porém antes de utilizar a prática parcial, os professores devem formular as seguintes questões: – Praticar uma versão simplificada da habilidade-alvo transferirá positivamente para a performance da habilidade-alvo como um todo? – Quanto tempo de prática (se é que algum) o aprendiz deve gastar na prática parcial? – O tempo do aprendiz poderia ser mais eficientemente gasto praticando a habilidade-alvo como um todo?
  42. 42. FORMAS DE PRÁTICA: Prática em Câmera Lenta Se os indivíduos ¯ a velocidade de seus movimentos levemente, eles usam o mesmo programa motor generalizado, quando o produz em velocidade + ­; Esse tipo de prática pode ser útil p/ iniciantes no processo de aprendizagem (podem controlar seus movimentos + eficientemente e ¯ erros);  Uma excessiva ¯ da velocidade pode modificar a dinâmica essencial do movimento (prejudiciais a aprendizagem).
  43. 43. FORMAS DE PRÁTICA: Prática de Detecção de Erros Necessitam desenvolver a POTENCIALIDADE DE DETECÇÃO DE ERROS; Potencialidade de detecção de erros: capacidades aprendidas dos indivíduos p/ detectar erros nos movimentos q/ produzem, por tornarem-se aptos à interpretar o feedback resultante de seus movimentos. Ex: jogador de volei é capaz de detectar seus erros (sensibilidade a informações cinestésicas, visual, etc), produzidas em seu próprio movimento.
  44. 44. FORMAS DE PRÁTICA: Prática de Detecção de Erros Os aprendizes, normalmente, não controlam esse tipo de feedback produzido pelo movimento; Uma forma de auxiliar é pedir ao aprendiz p/ descrever ou estimar o que ele sente quando se move, antes de professor fornecer qualquer informação adicional; Esse tipo de auxílio deve ser dado depois da realização do movimento, nunca durante o movimento.  Uma vez que os aprendizes aprendam a detectar seus erros, o problema passa a ser aprender a corrigi-los.
  45. 45. Estruturando a experiência de aprendizagem A contribuição + importante para a aprendizagem motora é o próprio ato da prática física adequada; Ex: jogador de basquete, em 15 anos de carreira, pode chegar a executar um milhão de arremessos.
  46. 46. Estruturando a experiência de aprendizagem Não só a QUANTIDADE, mas a QUALIDADE (organização) das sessões de práticas, também é importante; Essa organização ou estruturação das sessões de práticas, podem afetar a aprendizagem;  Pode ser estruturada: praticando várias tarefas diferentes e praticando várias versões da mesma tarefa.
  47. 47. Praticando várias tarefas ao mesmo tempo • Como seqüenciar a prática de uma variedade de tarefas dentro de uma sessão, a fim de maximizar a aprendizagem? • Duas variações de seqüenciamento ou escala de prática têm demonstrado elevado efeito sobre a aprendizagem: prática em blocos e prática randômica.
  48. 48. Praticando várias tarefas ao mesmo tempo: Prática em Blocos Durante o aprendizado de tarefas distintas em uma sessão de prática Um bloco fixo de tempo para o aprendiz praticar cada tarefa de forma separada. Abordagem de escala, onde o aprendiz dedica o tempo integral de treinamento em uma tarefa antes de iniciar a próxima. Aplicada durante exercícios educativos, onde os indivíduos tentam o mesmo movimento repetidas vezes, de modo que possam gravar, refinar e corrigir uma habilidade antes de partir para a próxima.
  49. 49. Praticando várias tarefas ao mesmo tempo: Prática Randômica Seqüência prática na qual os indivíduos realizam uma variedade de diferentes tarefas sem ordem específica Os aprendizes alternam-se continuamente entre as tarefas, em muitos casos não desenvolvem a mesma tarefa duas vezes seguidas. Treinam evitando repetições consecutivas de qualquer tarefa em uma sessão de prática. Obs.: SHEA & MORGAN (1979) revelaram que a aprendizagem mostrou-se superior quando a prática ocorreu sob condições randômicas.
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  51. 51. Praticando várias tarefas ao mesmo tempo: Em Bloco X Randômica Pesquisas: Apesar de vários estudos demonstrarem que o desempenho foi mais produtivo em indivíduos treinados com a prática EM BLOCO; Na retomada do desempenho, aqueles treinados na prática RANDÔMICA prevaleceu (maior retenção). Fenômeno contra-intuitivo da aprendizagem humana: desempenho inicial mais pobre leva a uma melhor aprendizagem (convencional: + aprendizagem quanto + proficiente)
  52. 52. Praticando várias tarefas ao mesmo tempo: Em Bloco X Randômica • Implicações importantes das práticas em blocos e randômica dizem respeito ao impacto das REPETIÇÕES dos movimentos na aprendizagem da habilidade; • No estágio verbal-cognitivo de aprendizagem há + benefício das condições de prática em bloco que a randômica (+ necessidade de repetições p/ produzir a ação c/ sucesso);
  53. 53. Praticando várias tarefas ao mesmo tempo: Em Bloco X Randômica • No estágio motor de aprendizagem, devem-se evitar as repetições da prática em blocos. Ex: Atletas de handebol devem praticar ¹ jogadas e não a mesma jogada várias vezes. • A chave para a prática bem sucedida é permitir q/ os aprendizes experimentem as condições que eles podem esperar ver no contexto-alvo (mesmo com erros + freqüentes e progressos + lentos do desempenho);
  54. 54. Várias versões da mesma tarefa  Às vezes, os indivíduos querem aprender só uma tarefa q/ possam desempenhar em uma variedade de maneiras. Ex: Com o lançamento (classe de movimento) pode-se desenvolver a capacidade de lançar objetos de ¹ tamanhos formas, pesos, trajetórias, etc (versões da classe de movimento).  Existem 2 tipos de estrutura prática q/ promove o desenvolvimento da capacidade do indivíduo p/ produzir uma variedade de ações da mesma classe de movimento: prática constante e prática variada.
  55. 55. Várias versões da mesma tarefa Prática constante  Seqüência prática na qual os indivíduos treinam apenas uma variação de uma dada classe de tarefas durante uma sessão. Ex: Somente lançar objetos a 30 m. Prática variada ou variável  Seqüência prática na qual os indivíduos praticam um número de variações de uma dada classe de tarefas durante uma sessão. Ex: Lançar objetos a 10, 20 e 30 m.
  56. 56. Prática Randômica e em Blocos X Prática Variada e Constante Existem algumas diferenças importantes entre as escalas dessas 2 classes de prática: PRÁTICA RANDÔMICA E EM BLOCOS  Envolvem o treinamento de várias tarefas distintas (lançar, chutar, receber, etc);  A principal ¹ entre a randômica e em blocos é a ORDEM na qual os indivíduos treinam essas tarefas: a) Randômica: indivíduos não repetem uma tarefa em tentativas consecutivas do movimento. b) Em blocos: indivíduos repetem uma tarefa diversas vezes antes de mudar p/ a prática da próxima tarefa.
  57. 57. Prática Randômica e em Blocos X Prática Variada e Constante PRÁTICA VARIADA E CONSTANTE Envolvem o treinamento de ¹ números de VARIAÇÕES da mesma habilidade. a) Prática variada: os aprendizes tentam um número de variações de movimentos selecionados. Ex: velocidade de chute de 5, 6 e 7 m/s b) Prática constante: os aprendizes treinam uma única variação de uma dimensão específica. Ex: velocidade de chute de 5, 6 ou 7 m/s, mas não todas as três. Tanto a prática randômica quanto a variada são benéficas aos aprendizes; Segundo estudos, a combinação entre prática randômica e variada podem produzir maiores ganhos no aprendizado;
  58. 58. Crescimento, DDeesseennvvoollvviimmeennttoo hhuummaannoo ee AApprreennddiizzaaggeemm mmoottoorraa Marcelo de Aquino Resende Graduado em Odontologia - UFS Graduado em Educação Física - UNIT Especialista em Exercício físico aplicado a reabilitação cardíaca e a pacientes especiais - UGF Mestre em Ciências da Saúde – UFS
  59. 59. MEDIDA DE EFICIÊNCIA DA UNIDADE II  Valor: 2 pontos  Grupos: mínimo de 3 e máximo de 5 alunos  Atividade:  Cada grupo terá que elaborar um trabalho e confeccionar um “Banner” para apresentação em evento que ocorrerá em meados do mês de maio do ano corrente;  O tema do trabalho é de livre escolha desde que relacione com “Crescimento e Desenvolvimento Humano e aprendizagem motora”;  A escolha do tema deve ser previamente combinado com o professor (para que grupos diferentes não abordem o mesmo assunto);
  60. 60. MEDIDA DE EFICIÊNCIA DA UNIDADE II  Atividade:  Os trabalhos devem estar prontos até o dia 13/05/2011 (parte digitada)  O Banner deve ser apresentado em sala no dia 27/05/2011  O Banner deve medir 110 cm X 90 cm
  61. 61. MEDIDA DE EFICIÊNCIA DA UNIDADE II  Normas para confecção do Banner: 1)Na parte superior do Banner deve conter o título do trabalho e o nome dos alunos e do professor orientador 2) O corpo do trabalho deve conter: a)Introdução ( local onde ser dada uma idéia geral do que vem a ser o trabalho) b)Desenvolvimento (local onde deve ser abordado a importância do trabalho e o que ele pode provocar) c)Conclusão (que deve ser sucinta e objetiva) d)Referência (local que deve conter os autores pesquisados) OBS: O ideal é que o trabalho tenha de 400 a 600 palavras
  62. 62. MEDIDA DE EFICIÊNCIA DA UNIDADE II  Temas:  Ionaldo (Ginástica e Crescimento)  Lívia (A importância da Psicomotricidade para o desenvolvimento da criança)  Gilman (Jogos Cooperativos como forma de desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo na escola)  Edna (Desenvolvimento motor em crianças que praticam atividade física na escola)  Riclécia (Desenvolvimento motor na Educação Infantil)  Genivaldo (Desenvolvimento motor em crianças com paralisia infantil)  Rene (Jogos e brincadeiras no desenvolvimento motor da criança)  Ana Caroline (A importância da atenção na aprendizagem motora)

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