Preplatao

158 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
158
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Preplatao

  1. 1. ContextoContexto Grécia Antiga = uma civilização, uma cultura e um mundo gregos, mais do que um Estado ou um império gregos. Politicamente, era constituída por cidades-estado (Polis)
  2. 2. ContextoContexto O século de Péricles, entre 463/2 e 429 a.C., transformou Atenas num centro cosmopolita, de cariz artístico, filosófico e intelectual, para onde confluíram os maiores vultos da cultura da época: dramaturgos (Ésquilo, Sófocles e Eurípides), poetas épicos (Homero), cómicos (Aristófanes) e líricos (Anacreonte, Píndaro e Safo), historiadores (Heródoto) e filósofos (Sócrates)
  3. 3. ContextoContexto A política surge como a principal actividade social, pressupondo o exercício de um pensamento racional e, com ela, a ideia de democracia como forma de administração do espaço público, com assembleias populares (Eclésia) e tribunais.
  4. 4. ContextoContexto A cultura grega promove a contradição, a diversidade, o relativismo associada a uma história de incremento das relações comerciais no Mediterrâneo, das viagens, de progresso e de um modelo de auto-governo usado nas suas cidades-estado Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.)
  5. 5. SofistasSofistas Relativistas. Pessimistas. Cépticos. Todas as verdades e regras são transitórias e não existe nada que seja absolutamente verdadeiro. Negação do transcendente e de uma Justiça superior.
  6. 6. SofistasSofistas O papel dos sofistas (sobretudo entre 450 e 350 a.C.) foi incontornável na revolução educativa grega e por este factor passar a constituir uma alternativa à passagem hereditária de poder e desenvolver uma classe média que pretendia participar nas decisões públicas. O ensino sofista colocava a tónica na educação para a liderança, para a retórica, para a arte de persuadir, pressupondo a existência de facções em combate político.
  7. 7. Protágoras: O Homem é a medida de todas as coisas, das que são, enquanto são, e das que não são, enquanto não são. Górgias: Não existe verdade. Se existir, nós não a podemos conhecer. Se a pudermos conhecer, não a poderemos comunicar. Trasímaco: Justo é aquilo que agrada ao governante, que aqueles que estão no poder determinam como justo, logo, o direito reduz-se ao poder. A lei é ditada pelo mais forte, pela opinião dominante, pelas maiorias. A Justiça é um ideal conjuntural de um determinado momento, numa determinada polis. A Justiça é um compromisso transitório, um mero acordo não permanente entre cidadãos. A Justiça, o Direito, a Lei, a Verdade e a Moral são determinados pelo interesse do mais forte ou do mais persuasivo.
  8. 8. SócratesSócrates A finalidade do discurso é procurar atingir o conhecimento e a verdade e não o convencimento e o engodo. A condição da possibilidade de que alguém afirme um saber que não tem é a ignorância do ouvinte (discurso sobre medicina para uma assembleia de não-médicos). A educação não se deve basear na retórica mas na procura da sabedoria ou da Filosofia.
  9. 9. SócratesSócrates Distingue entre: leis da cidade e leis não escritas, estabelecidas pelos deuses e que vivem na consciência dos Homens. "As leis não escritas e imutáveis dos deuses. Não são de hoje nem de ontem; não morrem; e ninguém sabe de onde vieram." (Sófocles; Antígona)
  10. 10. SócratesSócrates Mais vale sofrer uma injustiça do que praticar uma injustiça. Interiorização da polis: o superior passa a ser determinado a partir do interior de cada um (semente da ideia platónica de reminiscência, catarse, monólogo, Ideia). Necessidade de aceder à essência das coisas - código, chave: contemplação intelectiva.
  11. 11. SócratesSócrates Método socrático: dialógico e dialéctico Dúvida metódica e Maiêutica Conhece-te a ti próprio Só sei que nada sei
  12. 12. ""A morte de SócratesA morte de Sócrates"" Jacques-Louis David, 1787

×