Formação 25 05 revisado blogger

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  • Institucionalizada. Estudos centrados na Norma: partem da LDB e analisam a adequação dos instrumentos legais. Problematizar a educação, buscando o porquê e o para quê do ato educativo.
  • Formação 25 05 revisado blogger

    1. 1. FORMAÇÃO CONTINUADA EM 25/05 – MÓDULO 2
    2. 2. "Um planejamento cuidadoso é capaz de vencer quase todas as dificuldades." (Amiano Marcelino)
    3. 3. LEITURA POR DELEITE JAQUELINE
    4. 4. RELATO DE MEMÓRIAS ANA CRISTINA
    5. 5. O que trouxe de casa?
    6. 6. ATIVIDADES EXITOSAS ADRIANA ALBERTINA ANA CLÁUDIA
    7. 7. P L A N E J A M E N T O POR QUÊ? COMO? COM QUEM ?
    8. 8. O QUE É? O planejamento é uma necessidade constante em todas as áreas da atividade humana. Planejar é analisar uma realidade e prever as formas alternativas da ação para superar as dificuldades ou alcançar os objetivos desejados.
    9. 9. POR QUÊ? Em suma, planejar consiste em prever e decidir sobre o que pretendemos realizar; o que vamos fazer; como vamos fazer; o que e como devemos analisar a situação, a fim de verificar se o que pretendemos foi atingido. Já o plano é o resultado, é o esboço das conclusões resultantes do processo de planejar, que pode ou não assumir uma forma escrita.
    10. 10. COMO? Quando falamos em planejar o ensino, ou a ação didática, estamos prevendo as ações e os procedimentos que o professor vai realizar junto a seus alunos, e a organização das atividades discentes e da experiência de aprendizagem, visando atingir os objetivos educacionais estabelecidos. Nesse sentido, o planejamento de ensino torna-se a operacionalização do currículo escolar.
    11. 11. Assim, no que se refere ao aspecto didático, segundo HAIDT (1995), planejar é: • Analisar as características da clientela (aspirações, necessidades e possibilidades dos alunos); • Refletir sobre os recursos disponíveis; • Definir os objetivos educacionais considerados mais adequados para a clientela em questão; • Selecionar e estruturar os conteúdos a serem assimilados, distribuídos ao longo do tempo disponível para o seu desenvolvimento;
    12. 12. • Prever e organizar os procedimentos do professor, bem como as atividades e experiências de construção do conhecimento consideradas mais adequadas para a consecução dos objetivos estabelecidos; • Prever e escolher os recursos de ensino mais adequados para estimular a participação dos alunos nas atividades de aprendizagem; • E prever os procedimentos de avaliação mais condizentes com os objetivos propostos.
    13. 13. Tema: Planejamento: vídeo do porquinho
    14. 14. PARA QUÊ? O planejamento didático também é um processo que envolve operações mentais, como: analisar, refletir, definir, selecionar, estruturar, distribuir ao longo do tempo, e prever formas de agir e organizar. O processo de planejamento da ação docente é o plano didático. Em geral, o plano didático assume a forma de um documento escrito, pois é o registro das conclusões do processo de previsão das atividades docentes e discentes.
    15. 15. PARA QUEM? POR QUEM? Outro aspecto a ser lembrado é que o plano tem que ser realizado pensando no aluno e é apenas um roteiro, um instrumento de referência e, como tal, é abreviado, esquemático, sem colorido e aparentemente sem vida. Compete ao professor que o confeccionou dar-lhe vida, relevo e colorido no ato de sua execução impregnando-o de sua personalidade e entusiasmo, enriquecendo-o com sua habilidade e expressividade.
    16. 16. REFERÊNCIAS ELIANE DA COSTA BRUINI oColaboradora Brasil Escola oGraduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL
    17. 17. PCNs LDB PPP Quando asseguramos um planejamento de qualidade, esse ganha uma dimensão política. Construção coletiva Mapeamento
    18. 18. ATIVIDADE PRÁTICA HORA DE REFLETIR!
    19. 19. ALMOÇO
    20. 20. PELA TARDE
    21. 21. LEITURA POR DELEITE ZÉLIA
    22. 22. ATIVIDADES EXITOSAS ALANA CACILDA ANTÔNIA
    23. 23. LENDO E DEBATENDO O TEXTO FATIADO
    24. 24. ANALISE LINGUISTICA
    25. 25. PRODUÇÃO TEXTUAL
    26. 26. PRAXIS EM SALA DE AULA
    27. 27. GÊNEROS TEXTUAIS Ponto de partida para a prática pedagógica
    28. 28. EIXOS CENTRAIS No componente curricular Língua Portuguesa, os direitos de aprendizagem são organizados em quatro eixos centrais: o leitura, o linguagem oral, o análise linguística, o produção de textos escritos,
    29. 29. No eixo da leitura, três dimensões interligadas precisam ser enfatizadas:  a dimensão sociodiscursiva; (propósitos)  o desenvolvimento de estratégias de leitura; (Saber antecipar sentidos, elaborar inferências, estabelecer relações entre partes do texto, monitorar o processo de leitura, verificando se o que está sendo compreendido);  o domínio dos conhecimentos linguísticos. (O domínio das correspondências entre letras e grupos de letras e fonemas e de algumas convenções ortográficas e conhecimentos sobre outros aspectos gramaticais que ajudam na constituição dos sentidos)
    30. 30. Como devo ORGANIZAR minha ação na sala de aula de modo que contemple os eixos que norteiam o ensino da Língua Portuguesa?
    31. 31. PROJETO DIDÁTICO PROJETOS - O Projeto é uma atividade muito usada no universo escolar. Vamos nos deter aqui somente ao Projeto que é elaborado pela equipe escolar e desenvolvido pelos alunos. Esse Projeto tem como finalidade desenvolver habilidades proporcionando o aprender no processo de produzir descobertas. É composto por ações propostas em um determinado tempo que tem uma relação entre si e fazem sentido em função de um objetivo que deseja alcançar. É um processo que pode durar um espaço curto ou longo de tempo.
    32. 32. SEQUÊNCIA DIDÁTICA As sequências de atividades estão direcionadas para se ler com as crianças diferentes exemplares de um mesmo gênero ou subgênero (poemas, contos de aventura, contos fantásticos...), diferentes obras de um mesmo autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema. Ao contrário dos projetos, que se orientam para a elaboração de um produto tangível, as sequências incluem situações de leitura cujo único propósito explícito – compartilhado com as crianças – é ler.
    33. 33. ATIVIDADES PERMANENTES Atividades que se reiteram de forma sistemática e previsível uma vez por semana ou por quinzena, durante vários meses ou ao longo de todo o ano escolar, oferecem a oportunidade de interagir intensamente com um gênero determinado em cada ano da escolaridade e são particularmente apropriadas para comunicar certos aspectos do comportamento leitor. (...)
    34. 34. JOGOS JOGOS QUE CONFIGURAM-SE COM ATIVIDADES LÚDICAS. QUE ENVOLVAM O BRINCAR COM A LÍNGUA: • PALAVRAS CRUZADAS; • BINGO DE LETRAS E PALAVRAS; • BRINCADEIRA DA FORÇA; • DOMINÓ DE FIGURAS E PALAVRAS;
    35. 35. SEQUÊNCIA DIDÁTICA - PNAIC 1 – MOMENTO DELEITE – LITERATURA INFANTIL 2 – LEITURA DE UM GÊNERO TEXTUAL 3 – DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE (CONHECIMENTOS PRÉVIOS E INTERPRETAÇÃO ORAL) 4 – INTERPRETAÇÃO ESCRITA 5 – ANÁLISE LINGUÍSTICA 6 – PRODUÇÃO TEXTUAL - ESCRITA LIVRE OU DIRECIONADA
    36. 36. ROTINA DIDÁTICA Por que estabelecer a rotina semanal?Organização do trabalho para o melhor desenvolvimento da sequência didática. Não há necessidade de ser essa rotina, mas há necessidade de uma rotina que contemple a sequência didática.
    37. 37. ROTINA PNAIC
    38. 38. LANCHE
    39. 39. Dinâmica da caixa –Dinâmica da caixa – DeleiteDeleite
    40. 40. PROJETO DIDÁTICO
    41. 41. PASSO A PASSO PROJETOS DIDÁTICOS
    42. 42. ESCOLA: PROFESSOR ALFABETIZADOR: ANO/SÉRIE: TURMA: TURNO: COORDENADOR ESCOLAR: ORIENTADOR DE ESTUDO: PERÍODO:
    43. 43. TEMA: ÁREA DE ESTUDO: LINGUAGEM JUSTIFICATIVA OBJETIVO GERAL:  OBJETIVOS ESPECÍFICOS: CONTEÚDOS A SEREM ABORDADOS  DIREITOS DE APRENDIZAGEM
    44. 44. AÇÕES DESENVOLVIMENTO  RECURSOS AVALIAÇÃO PRODUTO FINAL CULMINÂNCIA ANEXOS
    45. 45. DINÂMICA DA CANETA
    46. 46. E NO FIM DO CAMINHO...

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