Empreendedorismo educacional jan 2014

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  • Apresentar rapidamente, já que o contrato social normalmente é preparado por um contador ou advogado.
    Alertar a turma contudo, sobre a necessidade de contratar um profissional competente - de preferencia um advogado experiente - para evitar casos como o da empresa do Sérgio (contar caso).
    INVESTIDOR A compra cotas da EMPRESA por USD$ 3 milhoes
    INVESTIDOR B, compra cotas da EMPRESA por USD$ 100 mil
    INVESTIDOR B integraliza o capital e a EMPRESA deslancha, mas gera custos fixos grandes.
    INVESTIDOR A nao integraliza capital (ja que no contrato nao especifica datas limite) e quebra a EMPRESA, que além de perder o controle acionário ainda tem que insuflar capital vindo de outras unidades de negócio.
  • Apresentar rapidamente, já que o contrato social normalmente é preparado por um contador ou advogado.
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    INVESTIDOR A nao integraliza capital (ja que no contrato nao especifica datas limite) e quebra a EMPRESA, que além de perder o controle acionário ainda tem que insuflar capital vindo de outras unidades de negócio.
  • 1 min. para você escrever num papel a lista de tributos de uma empresa.
    Quem fizer a maior lista, ganha um MOUSE PAD ou MEMO CLIP.
    E quanto valem esses impostos?
    - Empresas SIMPLES, cerca de 15%
    - Empresas não SIMPLES, variam, mas em média, 33% sem contar encargos trabalhistas.
  • Apresentar rapidamente, já que o contrato social normalmente é preparado por um contador ou advogado.
    Alertar a turma contudo, sobre a necessidade de contratar um profissional competente - de preferencia um advogado experiente - para evitar casos como o da empresa do Sérgio (contar caso).
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    INVESTIDOR A nao integraliza capital (ja que no contrato nao especifica datas limite) e quebra a EMPRESA, que além de perder o controle acionário ainda tem que insuflar capital vindo de outras unidades de negócio.
  • Apresentar rapidamente, já que o contrato social normalmente é preparado por um contador ou advogado.
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    INVESTIDOR A nao integraliza capital (ja que no contrato nao especifica datas limite) e quebra a EMPRESA, que além de perder o controle acionário ainda tem que insuflar capital vindo de outras unidades de negócio.
  • Empreendedorismo educacional jan 2014

    1. 1. EMPREENDEDORIS MO Prof. Adm. Hélio Alessandro Ribeiro
    2. 2. Empreendedorismo    1-Ementa: Introdução ao conceito de empreendedorismo. Relação do empreendedorismo e a educação. Teoria e pratica do empreendedorismo na escola. Visão empreendedora no campo educacional. Oferecer aos alunos informações e conteúdos técnicos e práticos que contribuam para a formação pessoal e profissional do gestor educacional num curto espaço de tempo. Criar um espaço de reflexão teórica e prática para que o aluno desenvolva competências empreendedoras e o educador como um intraempreendedor.
    3. 3. Empreendedorismo          4-CONTEÚDO PROGRAMÁTICO POR UNIDADE: UNIDADE I I - DÚVIDAS MAIS COMUNS SOBRE EMPREENDEDORISMO 1.1 o que é empreendedorismo? 1.2 o que significa o termo empreendedorismo? 1.3 qual a diferença entre empreendedor e empresário 1.5 quais os fatores que motivam um empreendedor? 1.6 o que leva alguém a ter o próprio negócio?
    4. 4. Empreendedorismo       UNIDADE II II-EMPREENDEDORISMO E EDUCAÇAO 3.1 ensina-se empreendedorismo? 3.2 deve-se colocar uma disciplina sobre isso no currículo? 3.3 que disciplinas devem ser retiradas da grade para que ele entre nas escolas que trabalham com o aluno em período parcial? 3.4 ensinando professores.
    5. 5. Empreendedorismo  UNIDADE III  4- EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA  4.1 histórico sobre o conceito de empreendedorismo 4.2 educação e empreendedorismo 4.3 o que uma escola empreendedora  
    6. 6. Empreendedorismo  UNIDADE IV  5- EMPREENDEDORISMO TEORIA X PRÁTICA  5.1 estudo de casos
    7. 7. Empreendedorismo      Leitura livro – Pai Rico, Pai Pobre - Robert Kyosaka ( avaliação 17 de março/ 2014 – 10 pontos; prova/seminário) Distribuição de pontos por trimestre 5 – frequência 15 – trabalhos 30 – prova
    8. 8.  - - - Trabalho para o final do semestre ( julho) (até ___ alunos), apresentação em seminário Elaborar toda a documentação necessária para a abertura de uma escola ( contrato social, cnpj, inscrição municipal, alvará de funcionamento, regime tributário, impostos a serem recolhidos, contrato de aluguel, custo de funcionários com impostos, 13º férias, ... Etc) Estipular o local, custo de implantação (total) Qual o público alvo, visão, missão, preços médios a serem praticados, ponto de equilíbrio, e o fluxo de caixa para os dois primeiros anos. Tipos de escola: idioma; maternal, reforço escolar, profissionalizante
    9. 9. Conceito  Empreendedorismo – livre tradução da palavra entrepreneurship, utilizado p/designar os estudos relativos ao empreendedor.  Empreendedor – é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e materiais. (Joseph Schumpeter – 1949)  Empreender – pôr em execução. (dicionário)
    10. 10. O Velho Modelo Econômico (Manufatura)         Dirigidos pelos modelos clássicos Recursos escassos eram os materiais raros Força de Trabalho (poder dos músculos) Retornos pequenos Econômia de escala Barreiras de entrada Ativos Físicos Sobrevivência dos Maiores
    11. 11. O “novo ”modelo econômico (a era da inova ção empreendedora)        Dirigido por novos modelos de negócios Recursos escassos são imaginação e conhecimento Retornos maiores Baixas barreiras de entrada Ativos intelectuais Poder do Conhecimento Sobrevivência dos Mais Rápidos
    12. 12.  Porque empreendedorismo? Reino Unido – Em 1998 publicou um relatório a respeito do seu futuro competitivo, o qual enfatizava a necessidade de se desenvolver uma s érie de iniciativas para intensificar o empreendedorismo na região.  Alemanha – Tem estabelecidos vários programas que destinam recursos financeiros e apoio na criação de novas empresas. Na década de 90, aproximadamente 200 centros de inovação foram criados, provendo espaço e outros recursos para empresas start-ups.  França – Iniciativa para promover o ensino do empreendedorismo nas universidades, particularmente para engajar os estudantes. – Incubadoras baseadas nas universidades estão sendo criadas; uma competição nacional para novas empresas de tecnologia foi lan çada; e uma fundação de ensino de empreendedorismo foi estabelecida.
    13. 13. Início do Empreendedorismo no Brasil  1981 – FGV no Curso de Especialização em Administração.  1984 – foi estendido para a Graduação.  1992 – a FEA/USP ofereceu o Programa de Formação de Empreendedores.  1995 – UNB criou a Escola de Empreendedores.  1997 – em MG e criado o Programa REUNE.
    14. 14. Iniciativas come çam a aumentar …        Softex Empretec Brasil Empreendedor Começa a haver a figura do capitalista de risco Crescimento das incubadoras de empresas Ensino de Empreendorismo nas Universidades Entidades de apoio ( SEBRAE,Endeavor, Instituto Empreendedor do Ano da Ernst Young, etc.)
    15. 15. Realidade Brasileira         Valor Negativo do Trabalho Estigma do Fracasso Sonho pouco vinculado ao Trabalho Busca da Estabilidade Aversão ao Risco Cultura da Dependência Imagem negativa do Empresário Síndrome do Empregado.
    16. 16. Quem são os Empreendedores?        O empreendedor tem um “modelo” que o influencia. Tem iniciativa, autonomia, autoconfiança, otimismo, necessidade de realização. O fracasso é visto como um resultado. Energia Luta contra padrões impostos. Diferencia-se. Tem a capacidade de ocupar um intervalo não ocupado por outros no mercado. Tem forte intuição. Como no esporte, o que importa não é o que se sabe, mas o que se faz. Comprometimento. Ele crê no que faz. Orientado para resultados.
    17. 17. Quem são os Empreendedores?      Trabalhador incansável. Sonhador realista. É racional, mas usa também a parte direita do cérebro. Líder. Sistema próprio de relações com empregados. “Líder de banda”. Orientado para o futuro.  Dinheiro como uma das medidas de desempenho Rede de relações moderadas. Rede interna é também muito importante . Conhecimento do negócio.  Cultiva a imaginação e aprende a definir visões  
    18. 18. Quem é o empr eendedor ? “O empreendedor é alguém capaz de identificar, agarrar e aproveitar oportunidade, buscando e gerenciando recursos para transformar a oportunidade em negócio de sucesso (Timmons) “O empreendedor imagina, desenvolve e realiza visões” (Filion) “O empreendedor é alguém que sonha e tenta transformar o seu sonho em realidade” (Dolabela)
    19. 19.  Em qualquer definição de empreendedorismo encontra-se, pelo menos, os seguintes aspectos referente ao empreendedor: – Iniciativa para criar / inovar e paixão pelo que faz – Utiliza os recursos disponíveis de forma criativa transformando o ambiente social e econômico onde vive. – Aceita assumir riscos e a possibilidade de fracassar.
    20. 20. O que é o empreendedor ALTA INVENTOR EMPREENDEDOR A GRANDE MAIORIA GERENTE, ADMINISTRADOR Criatividade e inovação BAIXA ALTA Habilidades Gerenciais e know how em Business
    21. 21. “Quem escolhe o que faz tem 50 vezes mais chance de ficar milionário” Mark Albion, “Making a Life, Make a Living” (VOCÊ s.a.)     Investigou 1.500 profissionais com diploma de MBA nas melhores escolas americanas, há 20 anos Primeira opção de emprego: 83% (1245) escolheram emprego por causa do salário, depois fariam o realmente desejavam; 17% fariam o que lhes interessavam, não importa qual o montante de $$. 20 anos depois: entre os 1500, encontrou 101 multimilionários. Somente 1 pertencia ao primeiro grupo
    22. 22.   S íntese do Brasil – Fonte: endeavor No último mês de agosto, a Endeavor apresentou o primeiro relatório sobre empreendedorismo no Brasil, em conjunto com o IBGE. É a primeira oportunidade para entender melhor as empresas de alto crescimento (EACs)  e sua importância para a economia do país. A EAC é aquela empresa que tem crescimento médio dos empregos de ao menos 20% ao ano, por um período de 3 anos, e têm pelo menos 10 empregados no ano inicial de observação. As empresas de alto crescimento são muito importantes para a economia  e geraram mais da metade dos empregos  criados no país entre 2005 e 2008. Por isto, se tornou essencial saber mais sobre elas: quantas delas temos no país, os setores em que atuam, onde ficam, etc.
    23. 23. S íntese do Brasil – Fonte: endeavor    Existem apenas 30.000 empresas de alto crescimento e um terço delas são  gazelas EACs com até 5 anos de idade  no início do período. As EACs representam 1,7% do total de empresas empregadoras no país.   
    24. 24. S íntese do Brasil – Fonte: endeavor   As EACs empregaram 27 milhões de pessoas e pagaram R$ 434,4 bilhões em salários e outras remunerações. A EAC média cresceu 172,4%  em número de empregos entre 2005 e 2008 (100 pontos percentuais acima do mínimo estabelecido para ser considerada uma EAC). Com todo este crescimento, elas têm um impacto importante na geração de empregos e renda no país, criando 57,4% dos novos empregos e 18,3% das receitas em geral. 
    25. 25. S íntese do Brasil – Fonte: endeavor  O crescimento em número de funcionários das EACs é muito rápido. 50% das EACs em 2005 eram pequenas, ou seja, empregavam entre 10 e 49 pessoas. Destas, após 3 anos, 37,8% se tornaram médias (entre 50 e 249 funcionários) ou grandes (250 ou mais funcionários).  Empresas de alto crescimento aparecem em todos os setores , ainda que sua distribuição se faça de maneira não uniforme para todas as atividades estudadas.
    26. 26. Razões para criar uma empresa (Pesquisa Sebrae-SP) 33% 30% 14% 11% 9% 3% encontrou uma oportunidade queriam ter a própria empresa (autonomia) queria ganhar mais $$ clientes pediram (legalização) desemprego outro
    27. 27. De onde vem o $$? (Pesquisa Sebrae/GEM 2011) Capital Próprio 70,5% 36% Brasil 86% EUA 22,3% 3,8% 67% China 44% Russia 2,9% 0,6% Capital de Risco? Por quê? Família Amigos ou vizinhos Investidores Colegas de trabalho Outros
    28. 28. Porque muitas empresas não sobrevivem?
    29. 29. O que eles não sabiam… Uma equipe treinada/qualificada é importante Quem são seus clientes (e quantos) Número de competidores Localização é importante Questões legais Informações de fornecedores Valor do investimento inicial
    30. 30. O que é importante para sobreviver* * Questão feita aos que quebraram/fecharam a empresa 33% planejamento prévio 25% suporte do governo e leis específicas para as PMEs PME 19% melhorar desenvolvimento econômico do país 15% boa gestão desde o início 5% evitar misturar questões pessoais com a empresa
    31. 31. Porque eles quebraram… * Questão feita aos que quebraram/fecharam a empresa 25% falta de capital 19% não tinha clientes ou tinha maus clientes (inadimplência) 11% problemas de planejamento ou falta dele 11% questões pessoais 9% problemas de sociedade 7% problemas legais
    32. 32. O que poderia evitar o fechamento… * Questão feita aos que quebraram/fecharam a empresa 31% 31% 30% 19% 10% 3% 17% menos impostos ter acesso a suporte e consultoria crescimento econômico acesso a empréstimos bancários outros tipos de ajuda não sabe nada
    33. 33. Principais Recomendações 1. Trabalhar perfil empreendedor 2. Plano de negócios (antes, na abertura, e depois) 3. Gestão profissional 4. Suporte do governo / crescimento econômico 5. Criar condições para oferecer alternativas de investimento (angel investing, venture capital…)
    34. 34. Empresário  Capacidade jurídica (capacidade civil, sem proibição de comerciar)  Inexistência de impedimento legal (Funcionários públicos, militares da ativa, falidos e restrições a estrangeiros, médicos etc.)  Exercício profissional da empresa (não esporádico, em nome próprio)  Registro na Junta Comercial
    35. 35. Contrato social Estabelece os aspectos essenciais de funcionamento da empresa, bem como os direitos e deveres dos sócios.
    36. 36. Contrato social • Nome empresarial (Razão Social) • Endereço completo (da sede e das filiais declaradas) • Tipode sociedade mercantil adotado • Declaração precisa do objeto social (lícito) • Constituição do capital social (forma e prazo de integralização, participação de cada sócio nos lucros/perdas) • Identificação dos sócios (e das suas responsabilidades) • Prazo e duração da sociedade
    37. 37. Contrato social código civil art 997 Art. 997. A sociedade constitui-se mediante contrato escrito, • particular ou público, que, além de cláusulas estipuladas pelas partes, mencionará: I – nome, nacionalidade, estado civil, profissão e residência dos sócios, se pessoas naturais, e a firma ou a denominação, nacionalidade e sede dos sócios, se jurídicas; II – denominação, objeto, sede e prazo da sociedade; III – capital da sociedade, expresso em moeda corrente, podendo compreender qualquer espécie de bens, suscetíveis de avaliação pecuniária; IV – a quota de cada sócio no capital social, e o modo de realizá-la; V – as prestações a que se obriga o sócio, cuja contribuição consista em serviços;
    38. 38. Contrato social código civil art 997 Art. 997. • VI – as pessoas naturais incumbidas da administração da sociedade, e seus poderes e atribuições; VII – a participação de cada sócio nos lucros e nas perdas; VIII – se os sócios respondem, ou não, subsidiariamente, pelas obrigações sociais.  Arts. 983, 999, 1.041 e 1.054 deste Código. Parágrafo único. É ineficaz em relação a terceiros qualquer pacto separado, contrário ao disposto no instrumento do contrato. Art. 998. Nos trinta dias subseqüentes à sua constituição, a sociedade deverá requerer a inscrição do contrato social no Registro Civil das Pessoas Jurídicas do local de sua sede.
    39. 39. Direito dos sócios • Participação nos lucros sociais • Fiscalização da escrituração • Recesso (saída, se não concordar com deliberações dos demais sócios)
    40. 40. Deveres dos sócios • A sociedade responde por todos os atos praticados em seu nome por seus representantes, ainda que com excesso de poder.
    41. 41. Obrigações tributárias Federais: - IRPJ, II, IPI, Contrib.Social, CPMF, PIS/PASEP Estaduais: - ICMS, IPVA, Transmissão entre vivos e “Causa mortis” Municipais: - IPTU, ISS
    42. 42. Ltda. • Responsabilidade dos sócios é limitada à sua cota no capital social (exceto dívidas com o INSS). • Sociedade simplificada (comparada à estrutura das S.A.’s)
    43. 43. Regime diferenciado ME’s e EPP’s  ME: Receita bruta anual igual ou inferior a R$ 244.000,00  EPP: Receita bruta anual igual ou inferior a R$ 1.200.000,00 (incluídas as vendas de mercadorias, serviços, bens do ativo permanente e ganhos de investimento de qualquer espécie).
    44. 44. Regime diferenciado ME’s e EPP’s   Direito ao SIMPLES (IR, PIS/PASEP, Cofins, IPI, Contrib.Social sobre lucro líquido e Seguridade Social) . Registros simplificados (Dispensa escrituração comercial, desde que mantenha Livro Caixa e Registro de Inventário)
    45. 45. S/A (ou Cia.) • Responsabilidade dos sócios é limitada ao valor das ações que subscreve (sua parcela do capital social) • Divisão do capital em frações negociáveis (ações). Permite que mudem os sócios sem ter que mudar o ato constitutivo.
    46. 46. Distribuição Mundial Atividade Empreendedora e Força de trabalho - por Região
    47. 47. Distribuição dos Empreendedores por segmentos - no Brasil
    48. 48. Distribuição dos Empreendedores por segmentos e regiões no Brasil
    49. 49. Distribuição dos Empreendedores por Sexo e Faixa Etária no Brasil
    50. 50. Perspectivas
    51. 51. Aspectos Positivos do Brasil
    52. 52. As pessoas lembram-se As pessoas lembram-se de: de: m e lêe u do q m 10 % ouve que o m %d 20 m e vêe ouve o qu d em e 0% ê 3 ue v m do q pete 0% 5 ue re e do q tem e 70% e rep o qu d 0% 9 fazem re
    53. 53. Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter nenhuma do que ter uma oportunidade e não estar preparado
    54. 54. Idéia e oportunidade  Idéias não são necessariamente oportunidades  A oportunidade deve se ajustar ao empreendedor  Características da oportunidade:  atraente,  durável,  tem uma hora certa,  é ancorada em um produto ou serviço que cria ou adiciona valor para o seu comprador  É um alvo móvel. Se alguém a vê, ainda há tempo de aproveitá-la.  Um empreendedor habilidoso dá forma a uma oportunidade onde outros nada vêem, ou vêem muito cedo ou tarde.  Não é questão de usar técnicas, checklists e outro métodos
    55. 55. Fontes de idéias  Pesquisa universitária  Olhar nas ruas  Idéias que deram certo em outros lugares  Experiência enquanto consumidores  Experiência no emprego  Mudanças demográficas e sociais  Caos econômico, crises, atrasos  Como usar as capacidades e habilidades pessoais  Franquias
    56. 56. Fatores a serem considerados na escolha • -Sazonalidade -Efeitos da situação econômica -Controle governamental -Dependência de elementos de disponibilidade e custo incerto -Ciclo de vida do setor, expansão, estagnação ou retração -Lucratividade -Mudanças que estão ocorrendo no setor e efeitos das mudanças tecnológicas -Grau de imunidade à concorrência e atração
    57. 57. Fatores a serem considerados na escolha – segunda parte • -Avaliação do potencial de lucro e crescimento - o que são negócios medíocres -O que são negócios de sucessos pessoais -O que são negócios de sucessos passageiros -Dinâmica dos negócios: oferta e demanda -Efeito da experiência
    58. 58. Frases para Pensar  Esta “geringonça” tem inconvenientes demais para ser levada a sério como meio de comunicação. Ela não tem nenhum valor para nós. (Memorando interno da Western Union sobre o telefone em 1876)  Quem pagaria para ouvir uma mensagem enviada a ninguém em particular? (Sócios de David Sarnof, fundador da RCA, em resposta a sua consulta urgente sobre investimentos em r ádio nos anos 20)  O conceito é interessante e bem estruturado, mas, para merecer uma nota melhor do que 5, a idéia deveria ser viável. (Examinador da Univ.de Yale sobre tese de Fred Smith propondo um serviço confiável de malote. – Smith viria a ser o fundador da Federal Express)
    59. 59. Frases para Pensar  Quem se interessaria em ouvir os atores? (H.M.Warner, da Waner Brothers, no auge do cinema mudo em 1927)  Se eu tivesse pensado a respeito disso, não teria feito a experiência. A literatura está cheia de exemplos mostrando que isso não pode ser feito. (Spencer Silver, sobre seu projeto que resultou nos adesivos Post-It da 3M)  Tudo que poderia ser inventado já o foi. (Charles H. Duell, diretor do Departamento de Patentes dos EUA em 1899, ao propor o fechamento da seção de registro de novas patentes)
    60. 60. Conjunto de Realiza ção  Busca de Oportunidades e iniciativa: – Faz as coisas antes de solicitado ou forçado pelas circunstâncias; – Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços; – Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamento, equipamentos, terrenos, local de trabalho ou assistência.
    61. 61. Conjunto de Realiza ção  Persistência: Age diante de um obstáculo significativo;  Age repetidamente ou muda de estratégia, a fim de enfrentar um desafio ou superar um obstáculo;  Assume responsabilidade pessoal pelo desempenho necessário ao atingimento de metas e objetivos. 
    62. 62. Conjunto de Realiza ção  Correr riscos calculados: – Avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente; – Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados; – Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.
    63. 63. Conjunto de Realiza ção  Exigência de qualidade e eficiência: – Encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido, ou mais barato; – Age de maneira a fazer coisas que satisfazem ou excedem padrões de excelência; – Desenvolve ou utiliza procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a tempo ou que o trabalho atenda padrões de qualidade previamente combinados.
    64. 64. Conjunto de Realiza ção  Comprometimento: – Faz um sacrifício pessoal ou despende um esforço extraordinário para completar uma tarefa; – Colabora com os empregados ou se coloca no lugar deles se necessário para terminar um trabalho. – Se esmera em manter os clientes satisfeitos e coloca em primeiro lugar a boa vontade a longo prazo, acima do lucro a curto prazo.
    65. 65. Conjunto de Planejamento  Busca de Informa ções: – Dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores e concorrentes; – Investiga pessoalmente, como fabricar um produto ou fornecer um serviço; – Consulta especialistas para obter assessoria técnica ou comercial.
    66. 66. Conjunto de Planejamento  Estabelecimento de Metas: – Estabelece metas e objetivos que são desafiantes e que têm significado pessoal; – Define metas de longo prazo, claras e específicas; – Estabelece objetivos de curto prazo mensuráveis.
    67. 67. Conjunto de Planejamento  Planejamento e monitoramento sistem ático: – Planeja dividindo tarefas de grande porte em subtarefas com prazos definidos; – Constantemente revisa seus planos levando em conta os resultados obtidos e mudanças circunstanciais; – Mantém registros financeiros e utiliza-os para tomar decisões.
    68. 68. Conjunto de Poder  Persuasão e rede de contatos: – Utiliza estratégias deliberadas para influenciar ou persuadir os outros; – Utiliza pessoas-chave como agentes para atingir seus próprios objetivos; – Age para desenvolver e manter relações comerciais.
    69. 69. Conjunto de Poder  Independência e autoconfian ça: – Busca autonomia em relação a normas e controles de outros; – Mantém seu ponto de vista mesmo diante da oposição ou de resultados desanimadores; – Expressa confiança na sua própria capacidade de complementar uma tarefa difícil ou de enfrentar um desafio.
    70. 70. O processo de aprendizagem do empreendedor na pequena empresa  Solucionando problemas  Fazendo sob pressão  Interação com os pares e outras pessoas  Trocas com o ambiente  Aproveitando oportunidades  Copiando outros empreendedores  Pelos próprios erros: é uma área em que se podem cometer erros (pequenos) porque há liberdade.  Através do feedback dos clientes
    71. 71. Peculiaridades da pequena empresa (Allan Gibb )  Dominada pelo líder.  Papeis multifuncionais para os gerentes  Equipe de gerenciamento muito pequena.  Sistemas de controle informais.  Controle limitado do meio ambiente e poucos recursos para pesquisá-lo.  Capacidade limitada de obtenção de capital  Processo tecnológico limitado, em escala de produção.  Faixa de produtos limitada, embora grande flexibilidade dentro da faixa.  Mercado limitado e, freqüentemente, parte pequena deste mercado
    72. 72. Fases do empreendimento Da perplexidade à motivação Da motivação à ideía Da idéia ao Plano Do Plano à negociação Da decisão ao produto/se rviço Do nasci mento à sobrevivência Da sobrevivência ao crescimento Crescimento Estágio I Crescimento Estágio II Do produto Da ao perplexidade nascià motivação Empreendedorismo mento Empreendedorismo + Gerência Gerência + Da EmpreCrescimento sobrevivência endedoEstágioao crescimento n rismo
    73. 73. ADMINISTRA ÇÃO DO TEMPO  FATORES MAIS COMUNS DE PERDA DE TEMPO: – Interrupções por outras pessoas; – – – – – – – Interrupções telefônicas; Fazer o serviço de outros empregados; Reuniões desnecessárias; Protelação dos trabalhos; Espera pelos outros p/tomar medidas; Falta de objetivos, prioridades e prazos finais; Administração de crises – preocupa-se com o urgente, ao invés de com o que é importante.
    74. 74. ADMINISTRA ÇÃO DO TEMPO  COMO VOCÊ ELIMINA: – – – – – – – – Enumere itens por ordem de importância; Não Protele; Seja Pontual Identifique e concentre-se em poucos itens – cerca de 20%, representam 80% de importância; Defina prazos finais; Defina políticas e procedimentos Faça as tarefas desagradáveis primeiro; Mantenha a perspectiva – relacione a tarefa de hoje com o objetivo de amanhã; Mantenha os projetos visíveis
    75. 75. S índrome do Empregado        É dependente, no sentido de que necessita de alguém para se tornar produtivo; para trabalhar. Descuida de outros conhecimentos que não sejam voltados à sua especialidade. Domina somente parte do processo. Não é auto-suficiente; exige supervisão e espera que alguém lhe forneça o caminho. Não busca conhecer o negócio como um todo: a cadeia produtiva, a dinâmica dos mercados, a evolução do setor. Não se preocupa com o que não existe ou não é feito; tenta entender, especializar-se e melhorar somente o que existe. Não se preocupa em transformar as necessidades dos clientes em produtos/serviços.
    76. 76. S índrome do Empregado  Não sabe ler o meio ambiente externo: ameaças, oportunidades;  Não é pró-ativo;  Raramente é agente de inovações, não é criativo, não gera mudanças e não muda a si mesmo;  Faz mais do que aprende;  Não se preocupa em formar a sua rede de relações, estabelece baixo nível de comunicações;  Tem medo do erro, (que é punido em nosso sistema de ensino e em nossa sociedade) e não o toma como fonte de aprendizagem. Prioriza o que se passa dentro da organização, em detrimento do que acontece fora. 
    77. 77. Gerente X Empreendedor
    78. 78. Gerente x empreendedor Diferenças nos sistemas de atividades Gerente Empreendedor Tenta otimizar os recursos para atingir metas Estabelece uma visão e objetivos e depois localiza os recursos A chave é adaptar às mudanças A chave é iniciar a mudanças Opera dentro de uma estrutura existente Define tarefa e papéis que criam uma estrutura de organização Ênfase no hemisfério esquerdo Ênfase no dois hemisférios
    79. 79. Gerente x empreendedor Diferenças nos sistemas de atividades Gerente Empreendedor Busca aquisição de conhecimentos gerenciais e técnicos. Apóia-se na auto-imagem geradora de visão, inovação. Aquisição de know how e know who Padrão de trabalho implica análise racional. Padrão de trabalho implica imaginação e criatividade Trabalho centrado em processos que levam em conta o meio em que ele se desenvolve Trabalho centrado no planejamento de processos que resultam de uma visão diferenciada do meio Apoiado na cultura da afiliação Apoiado na cultura da liderança

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