Tragédias destruidoras

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Tragédias destruidoras

  1. 1. Algumas tragédias que aconteceram num passado não muito distante, me levaram a fazer uma reflexão, que considero importante, em virtude da Mídia, de um modo geral, ter mostrado essas ocorrências passando para os menos avisados um halo de revolta e sentimento de uma justiça punitiva exemplar de Deus. Aos espíritas, pela formação recebida através do estudo das obras de Kardec, cabe uma reflexão mais profunda, em face do conhecimento que têm dos mecanismos da justiça divina e, principalmente, de sua infalibilidade. O Espiritismo dá a todos um parâmetro de racionalidade e distancia-se dos mistérios insondáveis, que as outras religiões sempre mantiveram impenetráveis, sobretudo, o mistério das mortes trágicas.
  2. 2. Sobre este assunto, Allan Kardec perguntou aos Espíritos superiores: A destruição é uma Lei da Natureza? (Questão 728 de O Livro dos Espíritos), ao que eles responderam: “É preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar, pois isso que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e a melhoria dos seres vivos”. Logo em seguida, na questão 728-a, fazendo referência ao corpo humano, os Espíritos esclarecem que essa destruição se circunscreve à parte material: “As criaturas são instrumentos de que Deus se serve para chegar aos fins que objetiva. Para se alimentarem, os seres vivos reciprocamente se destroem, destruição esta que obedece a um duplo fim: manutenção do equilíbrio na reprodução, que poderia tornar-se excessiva, e utilização dos despojos do invólucro exterior que sofre a destruição.
  3. 3. Esse envoltório é simples acessório, e não a parte essencial do ser pensante, só ele sofre a destruição. A parte essencial é o princípio inteligente, que não se pode destruir e se elabora nas metamorfoses diversas por que passa. Detalhando ainda mais, os Espíritos superiores esclarecem na questão 737 que os flagelos destruidores agem no sentido de fazer com que a Humanidade progrida mais depressa, observando que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento. Muitas vezes esses transtornos são necessários para que mais depressa se chegue a uma ordem melhor de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos”.
  4. 4. Kardec, todavia, insiste: Para melhorar a Humanidade, Deus não poderia empregar outros meios além dos flagelos destruidores? Questão 738. “Sim, respondem os Espíritos, e diariamente os emprega, pois deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. É o homem que não se aproveita desses meios”. Aprofundando a análise do assunto, o diálogo entre Kardec e os Espíritos superiores prossegue: Os flagelos destruidores têm utilidade do ponto de vista físico, não obstante os males que ocasionam? (Questão 739). “Sim, algumas vezes eles mudam as condições de uma região, embora o bem que deles resulte só seja sentido pelas gerações futuras”.
  5. 5. Esses textos tornam bastante claro o entendimento de que tudo o que ocorre na Natureza trabalha no sentido de promover, facilitar e abreviar a evolução do Espírito imortal que, encarnado na condição de ser humano, encontra as situações mais propícias a fim de vivenciar as experiências que se mostram indispensáveis para o seu progresso. O conhecimento cada vez mais aprofundado das Leis de Deus que regem a nossa vida, em especial as que dizem respeito às Leis Morais explicitadas e vivenciadas por Jesus em seu Evangelho, e o esforço que venhamos a realizar para colocá-las em prática, representam, sem dúvida, a melhor escolha que podemos fazer para agilizar a nossa evolução, evitando e atenuando os choques que muitas vezes se fazem necessários para nos recolocar no caminho correto, que nos levará à plena vivência dessas leis e à paz que dela decorre.
  6. 6. Muita Paz! Meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br Com estudos comentados de O Livro dos Espíritos e de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Nova página: Espiritismo com humor.

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