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1 INTRODUÇÃOA proposta desse trabalho é ampliar a forma como os futurosdocentes percebem as questões em discussão na socie...
2 DESENVOLVIMENTO2.1 – APRESENTAÇÃO DO PROJETOEsse projeto ocorre no Centro Profissionalizante Boa esperança –APAE Rural, ...
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forma de pensar, de agir. Mas essas características que definem o indivíduo estãoinseridas em um ambiente padronizado. São...
3 CONSIDERAÇÕES FINAISA questão da diversidade deve estar mais presente em sala de aula,mas também deve ser trabalhada em ...
REFERÊNCIASSACKS, Oliver. Um Antropólogo Em Marte. 1995. São Paulo: EDITORASCHWARCZ LTDA. .FERNANDES, Idila. A questão da ...
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  1. 1. Ubá2013ALAM SERVULO BATISTAFABIO JUNIOR DE FREITAS INACIOHEITOR AGUIAR MOREIRAMARCIEL DA SILVEIRAPAULO CESAR DE PAULAPEDRO FILIPE DIAS PAES MOURASISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADOCURSO DE HISTÓRIADIVERSIDADE COMO ASPECTO AGREGADOR
  2. 2. Ubá2013DIVERSIDADE COMO ASPECTO AGREGADORTrabalho de Alam Servulo Batista, Fabio Junior deFreitas Inacio, Heitor Aguiar Moreira, Marciel da Silveira,Paulo Cesar de Paula e Pedro Filipe Dias Paes Mouraapresentado à Universidade Norte do Paraná -UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção demédia bimestral na disciplina de História.Orientador: Prof.ALAM SERVULO BATISTAFABIO JUNIOR DE FREITAS INACIOHEITOR AGUIAR MOREIRAMARCIEL DA SILVEIRAPAULO CESAR DE PAULAPEDRO FILIPE DIAS PAES MOURA
  3. 3. SUMÁRIO1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................32 DESENVOLVIMENTO...............................................................................................43 COnsiderações finais...............................................................................................8REFERÊNCIAS............................................................................................................9
  4. 4. 1 INTRODUÇÃOA proposta desse trabalho é ampliar a forma como os futurosdocentes percebem as questões em discussão na sociedade, para que osconhecimentos adquiridos no decorrer de sua formação venham a acrescentar maisrespeito, tolerância a uma sociedade que trata da diversidade do ponto de vista dodiferente, uma sociedade que segrega incluindo.Depois de muito procurar, em escolas públicas e particulares,percebe-se que estas não desenvolvem um projeto específico que trate dessaquestão. Apesar de ser um tema pouco trabalhado, está presente no currículo e nasatividades desenvolvidas, mas de forma que não contribui para o aprendizado edesenvolvimento; essa carência na educação dos alunos abre brechas para aintolerância, discriminação, preconceitos, já que os alunos não sabem como lidarcom o diferente.3
  5. 5. 2 DESENVOLVIMENTO2.1 – APRESENTAÇÃO DO PROJETOEsse projeto ocorre no Centro Profissionalizante Boa esperança –APAE Rural, e é responsável pela inclusão dos deficientes no mercado de trabalho.Geralmente, quando a criança por volta de 14, 15 anos, não tem condições de entrarno ensino regular, ela é encaminhada para esse projeto.Lá as crianças, e alguns adultos, aprendem não só sobre o trabalho,mas a serem mais independentes, a serem mais confiantes, sua autoestima melhoraquando passam a ser úteis, ao ser parte integrante e atuante da sua família e de seucírculo social.2.1.1 – ENTREVISTA COM O PROFISSIONALNome do Projeto: Programa de Inclusão no Mercado de Trabalho.Responsável: Mário Affonso Nascimento Romagnioli (Responsávelpela inclusão dos deficientes nas empresas parceiras, pelo estágio,acompanhamento na entrada e na permanência e pelo atendimento clínico, quandonecessário).Local: Centro Profissionalizante Boa Esperança – APAE Rural.Tempo em que é realizado: Desde 2004.1- Quais os objetivos do programa ou projeto?Inclusão dos alunos da APAE de Ubá no mercado de trabalho. Aos 15 anosde idade, os alunos sem a possibilidade de ingressar no ensino regular, sãoencaminhados para a APAE Rural.2- Qual órgão, instituição ou escola é responsável pelo programa ou projeto?APAE de Ubá, Minas Gerais.4
  6. 6. 3- Quais os profissionais envolvidos? Qual a função de cada profissionalenvolvido?Assistente social (Juliana Dias do Nascimento Pinto), Coordenadora deEducação Profissional (Alessandra Coelho Marques), Psicólogo (MarioAffonso Nascimento Romagnioli), Supervisora Pedagógica (Maria de Fátimade Oliveira Almeida), além dos profissionais das oficinas e demaisfuncionários.4- Que tipos de recursos são necessários para o andamento do projeto? Comoesses recursos são obtidos?São necessários recursos materiais para o funcionamento das oficinasprofissionalizantes. Esses recursos são obtidos através de parcerias comempresas da região.5- Quais os temas relacionados à diversidade são trabalhados no projeto?O programa trabalha com a diversidade no processo de inclusão dos deficientesno mercado de trabalho da região.6- Por que trabalhar com temáticas relativas à diversidade?A diversidade sempre fez parte da história da humanidade, mas o destaque quetem recebido é recente. Trabalhamos com a diversidade, pois as políticasgovernamentais visam à inclusão dos portadores de NEE`s à sociedade, e issoinclui a possibilidade de um emprego.7- Qual motivo levou à escolha desse público alvo?Fornecer apoio que favoreça a acessibilidade da pessoa com deficiência.8- Quais as ações desenvolvidas?São trabalhados: documentos pessoais; juventude; direitos e deveres dotrabalhador; higiene pessoal e no local de trabalho; utilização de equipamentosde segurança para o trabalho; utilização de uniformes e crachá; zelo pelasinstalações e equipamentos utilizados; saúde para o trabalho; relacionamento5
  7. 7. interpessoal; cooperação e motivação para o trabalho; qualidade e quantidadede produção; administração financeira; conflitos familiares; atividades do lar.9- Como vocês realizam essas ações?Com a implantação de oficinas profissionalizantes. Assim é possível odesenvolvimento das habilidades voltadas para o trabalho e para aindependência individual dos deficientes. Entre as oficinas: horticultura ejardinagem, lar e cozinha, bordado e tapeçaria, papel reciclado ebeneficiamento de kits de ferragem, entre outros.10-Quais avanços (valorização da inclusão, respeito...) o programa ou projetotrouxa para o município ou escola?O projeto contribui para o desenvolvimento das habilidades dos deficientes, epara o amadurecimento que o trabalho proporciona, assim como oreconhecimento de sua cidadania.Algumas das pessoas beneficiadas conseguiram comprar suas casas, aumentarseu salário e até mudar de função dentro da empresa. Eles puderam ajudar afamília e com isso se perceberam capazes, participativos.2.1.1.1 – TEXTO DE ANÁLISELevando-se em conta o que Bottomore diz,Os indivíduos nascem com várias disposições potenciais características doser humano. Sem a interação adequada com membros de uma comunidadesocial, em fases apropriadas do crescimento, essas disposiçõespermaneceriam latentes e acabariam por desaparecer. Sem a atualizaçãodas capacidades de comunicação, raciocínio, atividade criativa, cooperaçãono jogo e no trabalho, uma criança jamais se desenvolveria no sentido detransformar-se em ser humano (BOTTOMORE, 1988, p.342).Então as crianças precisam interagir para se desenvolver, isso querdizer que ela é criada pela diversidade ao mesmo tempo em que a cria, ao interagircom o meio em que está inserida.Essa teoria implicaria que todos são diferentes, com sua própria6
  8. 8. forma de pensar, de agir. Mas essas características que definem o indivíduo estãoinseridas em um ambiente padronizado. São necessários normas, regras, para quea sociedade não entre em estado de anomia.A diversidade é uma característica que constitui o ser humano, masé justamente ela que estratifica a sociedade em grupos econômicos, étnicos,culturais, de idade, sexo, etc. Existe uma dinâmica, em que a padronização criadapela sociedade tenta se sobrepor a diversidade, um exemplo claro é orelacionamento de pessoas de classes econômicas desiguais; enquanto os ditos“diferentes” se decidem pelo relacionamento, é “senso comum” (padrão) que essarelação está fadada ao fracasso.A questão dos deficientes também é de fácil entendimento, apesarde a diversidade ser enriquecedora, como está mais evidente nesse caso, aresposta negativa da sociedade também é mais enérgica. Segundo SACKS (1995,p.16), há um enorme potencial criativo nas situações de doença e de deficiência.São muitos os casos em que pessoas acometidas por doenças,deficiências, ou distúrbios, encontraram uma solução criativa para seu problema, econseguiram contribuir com a sociedade. É o caso dos portadores da Síndrome deAsperger, que chegam a ser confundidos com gênios e superdotados.Em uma entrevista, o neuropediatra José Salomão Schwartzmanexplica um caso interessante,Eu acredito que a pessoa normal não enxerga com os olhos. Registra aimagem nos olhos, mas é seu cérebro que processa a informação. Nosautistas com síndrome de Asperger, a visão é fotográfica. Eles veem o quea retina capta. Existe um rapaz na Inglaterra, com cerca de trinta anos, queé considerado um dos maiores desenhistas contemporâneos. [...] Depoisque visita uma cidade, ele é capaz de desenhar os edifícios respeitando asproporções e reproduzindo todos os detalhes com precisão.Em alguns casos os portadores dessa síndrome consegue levar umavida quase normal, mas por essa deficiência não ser visível passa despercebida.Certamente muitas das pessoas rejeitadas pela sociedade poderiam ter sedesenvolvido se tivessem tido o suporte necessário.7
  9. 9. 3 CONSIDERAÇÕES FINAISA questão da diversidade deve estar mais presente em sala de aula,mas também deve ser trabalhada em casa, com os pais. A formação dos futuroscidadãos deve se alicerçar em mais respeito, humildade, companheirismo;qualidades muito respeitadas pela consciência coletiva.Quanto mais se vive com o diferente, menos ele nos é estranho.Porque não levar nossos alunos para conhecer um pouco mais nossas escolasespeciais? Que tal conhecer uma comunidade de surdos? Seria de muito valoraprender como se comportam diferentes grupos sociais, e quais características osdiferenciam e os caracterizam como pertencentes àquele grupo.Nós, como docentes em formação, planejamos um ensino quetransforme nossa comunidade, que sirva de exemplo, e que modifique realmente aforma de pensar das pessoas. Que a aceitação e o respeito ao outro, ou seja, aodiferente de nós mesmo, não sejam mais o foco de um trabalho, ou notícia, mas queestejam em cada frase e gesto pelo resto de nossas vidas.8
  10. 10. REFERÊNCIASSACKS, Oliver. Um Antropólogo Em Marte. 1995. São Paulo: EDITORASCHWARCZ LTDA. .FERNANDES, Idila. A questão da diversidade da condição humana nasociedade. 2004. Disponível em: <http://www.adppucrs.com.br/informativo/questaodadiversidade.pdf>. Acesso em: 28 mai. 2013.Dr. Drauzio Varella. Autismo. Disponível em: <http://drauziovarella.com.br/crianca-2/autismo-primeira-parte/>. Acesso em: 28 mai. 2013.9

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