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1601
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          1602
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As sete Obras de Misericórdia ,   Flagelação de Cristo, 1607
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Em      m  alta     arranj a
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       1610
C a r a c t e r ís t ic a s d a p in t u r a
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O naturalism está
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Deposição, 1602
Os seus quadros contêm f ortes
contrates de lum   inusidade q ue
os    torna     obscuros      pois
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Analise da
       obra

A Vocação de São Mateus




                       1599-1600
                     I g a S.Luig
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Contexto –histórico e cultural
 A encom enda da obra f oi f eita em1599 para a I g a S.
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Analise temática




   A obra retrata um aco  ntecimento religioso, em q C
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         O cobrado de im sto
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      Surpreendido pela
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As duas personag  ens no quadro que
m anif estam total inatenção para a
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surpreendidas pela entrada de C risto , o que
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A obra esta dividida emduas        - As duas
partes :                           f iguras de pé no
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     O vestuário ref orça a ideia de
contraste, as 5 f ig  uras q estão à
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A Morte da Virgem

Analise da obra




                  1606
                  Museu de
Contexto - histórico e cultural

  A obra f oi encomendada em
1601, pelo j urista Laerzio
Cherubini para a ig a de
       ...
Análise temática


  O quadro é com  posto pela virgem
Maria, tem central da obra, e os
           a
apóstolos que a rodei...
Análise temática




   O corpo da Virg  em Maria
repousa inclinado, vestindo
apenas um vestido verm    elho,
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Análise temática



    Os apóstolos que estão
reunidos à volta da virgem são
pouco reconhecidos: as suas
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Análise temática


      O
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Análise temática




   O Hom q está
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São João.
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    Am  ulher isolada no chão
f oi varias vezes identif icada
com Maria Madalena.
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Análise Formal



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                    po       ira
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Análise Formal




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                        a
           roupa co de sang
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Análise Formal



                 O pintor f az uso do
           contraste da luz e som   bra
           para m delar o ...
Análise Formal



               O artista cria a ilusão
           prof unda através dum     a
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    1. 1. C a r a v a g g io - v id a e o b ra Michelang elo Merisi , Caravag io nasceu em Milão, g 1571.Considerado um dos impulsionadores do B arroco , era enig ático f ascinante e m , perig . oso Em 1584 entra na of icina de Simone P eterzano um pintor , reputado Aluno de Ticiano. , Após ter adq uirido um ga rande técnica e sendo inf luenciado por um novo estilo nascido na Lom bardia , C aravag io vai para g Ro a , a capital cultural. Lá é m acolhido por umB ispo e pinta as Caravag io,, Ottavio Leoni g suas prim eiras obras, todas prof anas, O Rapaz m ordido por um lag arto , Rapaz descascando
    2. 2. C a r a v a g g io - v id a e o b ra Rapaz como cesto de f rutas, 1593 Rapaz a descascar Rapaz m ordido por um um pêra, 1593 a lagarto, 1593
    3. 3. C a r a v a g g io - v id a e Depois o b o concerto dos pinta ra j ovens tam bém conhecido como os m úsicos em que f az o seu prim eiro auto-retrato. Em 1591 , adoece e sobrevive m iraculosam ente e pinta o Baco do ente o seu seg undo Baco doente , 1593 auto-retratoAuto-retrato Caravaggio
    4. 4. C a r a v a g g io - v id a e o b ra Em 1600 f oi um dos pontos m ais altos de Caravag io emq recebe g ue duas encom endas um em a S.Luig dei Francesi ,A i vocação e o Martírio de são Mateus , e outra em Santa del P opolo , A crucif icação de são Pedro e A conversão de São Paulo. O Martírio de são Mateus , 1600
    5. 5. C a r a v a g g io - v id a e o b ra ACrucif icação de S.Pedro AC onversão de São Paulo
    6. 6. C a r a v a g g io - v id a e o b ra C aravag io em toda a sua g vida provocou desacatos e passou m aior parte da sua vida no calabouço , m em as 1605 ultrapassa os lim ites m atando um hom em ,por este ter f eito batota num j ogo. David e Golias, 1600
    7. 7. C a r a v a g g io - v id a e 1601 o b ra A I ncredulidade de São To as, m
    8. 8. C a r a v a g g io - v id a e o b r a Amor triunf ante, 1602
    9. 9. C a r a v a g g io - v id a e o b ra Procurado po hom r icídio tem que f ug ir de Rom a e encontra ref ug io em Nápo les , onde pinta a ‘ elação de C ’Flag risto’ ‘ ’’ , As sete obras de m isericórdia’ ’ e ‘ virg de ro ’A em sário’Lá é ’. celebre m acaba por as trocar Nápoles por Malta . A virg de rosário, em 1607
    10. 10. C a r a v a g g io - v id a e o b ra As sete Obras de Misericórdia , Flagelação de Cristo, 1607
    11. 11. C a r a v a g g io - v id a e o b ra Em m alta arranj a problem outra vez e as volta a por se em f uga .Esperando a concessão da g raça papal para voltar a Rom a , que tarda a cheg , ar C aravag io pinta ‘ g ’A Reneg ação de São P edro’ e ‘ ’ ’ David com a cabeça de G olias’ sendo ’, G olias o seu ultim auto- o retrato. Em Nápoles é vitim de a um atentado é dado com mo orto em Rom a m a noticia é f alsa e o as pintor f erido dirig se e para Rom a , onde é encontrado m orto na A Renegação de São Pedro, 1610 praia , ainda nem tinha q uarenta anos.
    12. 12. C a r a v a g g io - v id a e o b r aDavid coma cabeça de Golias, 1610
    13. 13. C a r a c t e r ís t ic a s d a p in t u r a d epresente nas a v a g g io O naturalism está o Car suas obras , utiliza todo o tipo de com posiçoes desde m itologicas a Virg coma serpente, 1606 em religiosas. A sua pintura surg com e o um resistencia á arte da epoca , o a m aneirism o. Um das outras caracteristicas da a pintura de C aravag io era retratar g acontecim entos bíblicos , co m aspectos m undanos usando o povo das ruas de rom com inspiração, a o cheg a ser acusado de ter usado ou um corpo de um prostituta m a orta com m o odelo para pintar nossa senhora de palaf reneiros. Caravag io teve inf luência nas g gerações seg uintes , surgindo um m ovimento designado “caravag o” ism q ref ere-se a inspiração na vida ue quotidiana , a luz violenta e
    14. 14. Deposição, 1602 Os seus quadros contêm f ortes contrates de lum inusidade q ue os torna obscuros pois caravag io g utiliza f undos negros, de total escuridão. O excessivo realism o q ue C aravag io que dá as suas g obras, utilizando o f undo liso e por m uitas vezes totalm ente neg , o ag ro rupar da cena em prim eiro plano com intensos f ocos de luz sobre as personag ens , atrai o observador para dentro da cena .
    15. 15. Analise da obra A Vocação de São Mateus 1599-1600 I g a S.Luig rej i dei Francesi, Rom . a
    16. 16. Contexto –histórico e cultural A encom enda da obra f oi f eita em1599 para a I g a S. rej Luig dei Francesi, Rom . i a A obra constitui a primeira encom enda publica de Caravag io , conseg g uida graças á recom endação do Cardeal Francesco Maria del Monte.
    17. 17. Analise temática A obra retrata um aco ntecimento religioso, em q C ue risto acompanhado por S.Pedro cham um cobrador de im a postos para um vida divina e eterna, (q depois a ue tornou-se o apostolo São Mateus). Caravag io representa este acontecim g ento de um m a aneira m undana atribuindo com “ o palco” a taberna ,co o de costum na sua pintura. um m e
    18. 18. Analise temática O cobrado de im sto r po (São. Mateus) está sentado na m esa co os 4 am o m ig s num taberna ,q a uando são surpreendidos pela entrada de C risto e S.Pedro surg a , e m ão direita de C risto da escuridão , apontado para o co brador de im postos.
    19. 19. Analise temática Surpreendido pela intrusão , Mateus , o cobrador aponta para si próprio com a sua m ão esquerda com se disse- o se “Quem, eu ?”.
    20. 20. Analise temática As duas personag ens no quadro que m anif estam total inatenção para a presença de C risto e co ntinuam a contar as m oedas , sao privadas da of erta de um vida divina e sao a condenados a m orte.
    21. 21. Analise temática As outras duas personag ens no centro são surpreendidas pela entrada de C risto , o que se encontra de f rente para o espectador , o m novo, procura pela sua pro ais tecção, o q ue esta arm ado e de costas para o espectado ,r inclina-se num acto ameacador , m o g as esto f irm de S. P e edro acalm a sua provavel a, resistencia.
    22. 22. Analise temática O ponto m ais dram ático da obra é quando ninguem reag á presença de e C risto e ao seu inesperado g esto tão autoritário, q ue im pede q ualquer acção por um instante.
    23. 23. Analise formal A obra esta dividida emduas - As duas partes : f iguras de pé no lado direito do – E as outras 5 f iguras a q uadro (Cristo e volta da m esa, no centro e a S. P edro), esq uerda do quadro.
    24. 24. Analise formal O vestuário ref orça a ideia de contraste, as 5 f ig uras q estão à ue volta da m esa , estao vestidos co m roupa da época e po outro lado C r risto e S.Pedro surg em descalços e co um m m anto sagrado.
    25. 25. Analise formal A luz têmumpapel essencial. A luz f lui do extrem superior direito q entra no am o ue biente e que ilum ina os rostos de S. Mateus e das restantes personag ens do grupo , acentua as suas expressõ f aciais e es corporais.
    26. 26. A Morte da Virgem Analise da obra 1606 Museu de
    27. 27. Contexto - histórico e cultural A obra f oi encomendada em 1601, pelo j urista Laerzio Cherubini para a ig a de rej santa Maria della Scala, Ro a m A obra f oi recusada pela sua ausência de dig nidade, pois C aravag io usou co o g m m odelo para a virg em um cadáver dum prostituta a Museu de Louvre, Rom a Onde se encontra o quadro
    28. 28. Análise temática O quadro é com posto pela virgem Maria, tem central da obra, e os a apóstolos que a rodeiam. Aqui testem unha-se a divina natureza do assunto: C aravag io g abandona completam ente a ico raf ia tradicional usada para nog indicar a sagração da virg . em
    29. 29. Análise temática O corpo da Virg em Maria repousa inclinado, vestindo apenas um vestido verm elho, com se f osse um sim o a ples trabalhadora. A cabeça tom bada, o braço pousado os , pés inchados : isto é um vista a realística dos seus restos m ortais.
    30. 30. Análise temática Os apóstolos que estão reunidos à volta da virgem são pouco reconhecidos: as suas caras estão q uase af og adas nas som bras ou esco ndidas pelas suas mãos.
    31. 31. Análise temática O hom em m alto ais à esq uerda, pode ser reconheci do co om São P edro
    32. 32. Análise temática O Hom q está em ue inclinado para a f rente poderá ser São João.
    33. 33. Análise temática Am ulher isolada no chão f oi varias vezes identif icada com Maria Madalena. o
    34. 34. Análise Formal A com sição g á volta po ira da virg , q em ue é o tem a central do quadro. O com pacto massivo da assem bleia, e a po stura das f iguras g uiam o po nto de vista do observador em relação ao corpo abando nado.
    35. 35. Análise Formal A f orm teatral da a roupa co de sang r ue verm elho f az parte do ef eito dram ático da cena.
    36. 36. Análise Formal O pintor f az uso do contraste da luz e som bra para m delar o volum do o e s obj ectos, f iguras e roupa, m as acim a de tudo , acentua através do processo, a presença f ísica da virg , presa em por um luz estrem a ecida.
    37. 37. Análise Formal O artista cria a ilusão prof unda através dum a serie de áreas lum inosas: da vista de trás do pesco de Maria m ço adalena no chão a vista penetra , m ais perto do q uadro, passando da f ace de Maria para as m ãos e cabeças dos apóstolos.

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