Projeto OutsourcingDisciplina: Projeto Integrador OutsourcingOrientador: Clodomir Coradini
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1.1Descrição do cliente      A rede de hotéis Vila das Cidades é uma empresa totalmente de nível nacional, localizada     ...
1.3Número de equipamentos      Unidade Florianópolis:                        Localização       Número de pontos           ...
Unidade Curitiba:                     Localização     Número de pontos                      Recepção             16       ...
2.1Introdução      Através do tema proposto para a realização deste trabalho, inicialmente foi elaborado um      questioná...
2.2Endereçamento IPs das unidades      Unidade: Florianópolis      LAN: 192.168.0.0/24      WAN: 10.10.10.0/30            ...
Unidade: CuritibaLAN: 192.168.2.0/24WAN: 10.10.10.2/30                 Localização             Faixa de IPs               ...
2.3Conexão com Internet      Em relação ao link, serão utilizados duas empresas, Embratel (2 Mbps) e OI (5 Mbps). A      u...
É um método de detecção de erros na transmissão dos dados. O CRC é a informação enviada      dentro de um bloco de dados q...
Planta baixa Curitiba
Planta baixa São Paulo
3.1Descrição padrão dos equipamentos utilizados em todas as unidades      Seguindo o padrão das plantas baixas acima, foi ...
3.2Acesso banda larga
3.3Conclusão       A proposta inicial do projeto é otimizar toda a rede LAN e WAN já existente nos prédios.      Trocar eq...
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Projeto acadêmico 1° etapa

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Modelo de projeto acadêmico Outsourcing com a criação de empresas fictícias.
Curso Redes de Computadores, Faculdade Estácio de Sá campus Santa Catarina.

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Projeto acadêmico 1° etapa

  1. 1. Projeto OutsourcingDisciplina: Projeto Integrador OutsourcingOrientador: Clodomir Coradini
  2. 2. Projeto OutsourcingOtimização de toda Infraestrutura de TI da rede de Hotéis Vila da Cidade Guilherme Rampa Vinícius B. Siqueira São José/2011
  3. 3. 1.1Descrição do cliente A rede de hotéis Vila das Cidades é uma empresa totalmente de nível nacional, localizada nas três capitais da região Sul do Brasil e mais uma filial na capital paulista, no Sudeste, sendo a unidade de Florianópolis a matriz da rede. Começou suas operações no inicio da década de 1990 e vem desde então consolidando sua marca no ramo de hotelaria e também recentemente como ambiente para eventos e restaurante. Seu porte é considerado grande, tem hoje um total de funcionários direto 445 postos, divididos desde camareiras a presidência. O volume de clientes ultrapassa dois mil hóspedes por semestre gerando uma receita mensal superior a 200 mil reais. Os hotéis Vila das Cidades tem como missão: Atender sempre com qualidade todos seus clientes, satisfazendo as necessidades e superando as expectativas. Seu principal valor é proporcionar aos colaboradores um ambiente saudável, com harmonia, onde todos tem direitos e oportunidades iguais. O grande desafio da empresa hoje é crescer, acompanhando o mercado e levando tanto para funcionários e clientes o que há de mais moderno e inovador. Então seu principal projeto esse ano de 2011 é modernizar toda a sua infra estrutura de TI, melhorando sinal de internet aos clientes e também os equipamentos para uso profissional. A empresa possui um núcleo de tecnologia em todas as unidades, para atender principais necessidades do setor, como: Manutenção de hardware e software, atualização de páginas web, suporte remoto e local. Mas, a empresa em virtude do seu rápido crescimento nos últimos cinco anos, inclusive a aquisição da unidade São Paulo, precisa hoje ampliar e modernizar toda a sua estrutura de TI.1.2Divisão das unidades Cidade Unidade Funcionários Matriz – Florianópolis/SC 01 135 postos de emprego direto Filial 1 – Porto Alegre/RS 01 83 postos de emprego direto Filial 2 – Curitiba/PR 01 85 postos de emprego direto Filial 3 – São Paulo/SP 01 142 postos de emprego direto
  4. 4. 1.3Número de equipamentos Unidade Florianópolis: Localização Número de pontos Recepção 20 Sala de espera 12 Estacionamento 06 Restaurante 06 Segurança 10 Acadêmia 03 Sala de convenção 04 Administração 22 Presidência 08 Recurso Humano 10 Almoxarifado 06 Enfermaria 02 Tecnologia 10 Total 119 Impressora em rede 09 Unidade Porto Alegre: Localização Número de pontos Recepção 10 Sala de espera 08 Estacionamento 04 Restaurante 04 Administração 12 Recurso Humano 06 Almoxarifado 04 Enfermaria 02 Tecnologia 04 Segurança 05 Total 59 Impressora em rede 06
  5. 5. Unidade Curitiba: Localização Número de pontos Recepção 16 Sala de espera 12 Restaurante 06 Administração 12 Recurso Humano 06 Enfermaria 02 Estacionamento 02 Almoxarifado 03 Tecnologia 06 Segurança 04 Total 69 Impressora em rede 05Unidade São Paulo: Localização Número de pontos Recepção 22 Sala de espera 10 Restaurante 06 Estacionamento 06 Administração 18 Recurso humano 08 Enfermaria 02 Almoxarifado 08 Sala de convenção 04 Tecnologia 08 Segurança 08 Total 100 Impressora em rede 11
  6. 6. 2.1Introdução Através do tema proposto para a realização deste trabalho, inicialmente foi elaborado um questionário para coleta de informações necessárias para conhecer a empresa e avaliar as condições atuais, bem como necessidades, planos de expansão e premissas. Será apresentado neste projeto a melhoria da rede existente na empresa, tanto nos departamentos das filiais quanto na interligação do sistema. Foi constatado pela nossa equipe que a estrutura precisa de melhorais. O projeto terá seu corpo divido em: Apontar os problemas; Mostrar solução para os problemas; Inovar em tecnologia, com lançamentos de soluções; Participação da empresa na aprovação dos primeiros projetos, pesquisando e entendendo a real necessidade do cliente; apresentação do cronograma, escopo e finalizando o projeto com a implantação do mesmo. A Hard@Shore aceitou esse desafio de otimização da empresa contratante, sabendo de todas as dificuldades que venham a surgir, desde a falta de mão de obra qualificada dentro da empresa como o preconceito que possa surgir de alguns colaboradores em virtude de novas tecnologias não comuns no dia a dia dos mesmos (Sistemas Operacionais, Máquinas, telefonia, cultura, etc). O caminho será longo, mas com um canal de conversa transparente e coerente entre a Hard@Shore e o nosso cliente, vamos entregar o projeto garantindo a melhor solução sempre para as necessidades de curto e longo prazo. Qualquer dúvida, opinião ou reclamação, o cliente contratante conta com um canal aberto, receptivo e simples para modificações e adaptações do projeto. Nossas obras, projetos são feitos com ideias, sendo essas inovações em tecnologia. Acompanhando as tendências do mercado de TI, Infraestrutura, estamos levando ao conhecimento do contratante o melhor que está no mercado nacional e até latino americano.
  7. 7. 2.2Endereçamento IPs das unidades Unidade: Florianópolis LAN: 192.168.0.0/24 WAN: 10.10.10.0/30 Localização Faixa de IPs Recepção 192.168.0.1 a 192.168.0.20 Sala de espera 192.168.0.21 a 192.168.0.32 Estacionamento 192.168.0.33 a 192.168.0.38 Restaurante 192.168.0.39 a 192.168.0.44 Segurança 192.168.0.45 a 192.168.0.54 Acadêmia 192.168.0.55 a 192.168.0.57 Sala de convenção 192.168.0.58 a 192.168.0.61 Administração 192.168.0.62 a 192.168.0.83 Presidência 192.168.0.84 a 192.168.0.91 Recurso Humano 192.168.0.92 a 192.168.0.101 Almoxarifado 192.168.0.102 a 192.168.0.107 Enfermaria 192.168.0.108 a 192.168.0.109 Tecnologia 192.168.0.110 a 192.168.0.119 Unidade: Porto Alegre LAN: 192.168.1.0/24 WAN: 10.10.10.1/30 Localização Faixa de IPs Recepção 192.168.1.1 a 192.168.1.11 Sala de espera 192.168.1.12 a 192.168.1.19 Estacionamento 192.168.1.20 a 192.168.1.23 Restaurante 192.168.1.24 a 192.168.1.27 Administração 192.168.1.28 a 192.168.1.39 Recurso Humano 192.168.1.40 a 192.168.1.45 Almoxarifado 192.168.1.46 a 192.168.1.49 Enfermaria 192.168.1.50 a 192.168.1.51 Tecnologia 192.168.1.52 a 192.168.1.55 Segurança 192.168.1.56 a 192.168.1.60
  8. 8. Unidade: CuritibaLAN: 192.168.2.0/24WAN: 10.10.10.2/30 Localização Faixa de IPs Recepção 192.168.2.1 a 192.168.2.17 Sala de espera 192.168.2.18 a 192.168.2.29 Restaurante 192.168.2.30 a 192.168.2.35 Administração 192.168.2.36 a 192.168.2.47 Recurso Humano 192.168.2.48 a 192.168.2.53 Enfermaria 192.168.2.54 a 192.168.2.55 Estacionamento 192.168.2.56 a 192.168.2.57 Almoxarifado 192.168.2.58 a 192.168.2.60 Tecnologia 192.168.2.61 a 192.168.2.66 Segurança 192.168.2.67 a 192.168.2.70Unidade: São PauloLAN: 192.168.3.0/24WAN: 10.10.10.3/30 Localização Faixa de IPs Recepção 192.168.3.1 a 192.168.3.23 Sala de espera 192.168.3.24 a 192.168.3.33 Restaurante 192.168.3.34 a 192.168.3.39 Estacionamento 192.168.3.40 a 192.168.3.45 Administração 192.168.3.46 a 192.168.3.63 Recurso Humano 192.168.3.64 a 192.168.3.70 Enfermaria 192.168.3.71 a 192.168.3.72 Almoxarifado 192.168.3.73 a 192.168.3.80 Sala de convenção 192.168.3.81 a 192.168.3.84 Tecnologia 192.168.3.85 a 192.168.3.92 Segurança 192.168.3.93 a 192.168.3.100
  9. 9. 2.3Conexão com Internet Em relação ao link, serão utilizados duas empresas, Embratel (2 Mbps) e OI (5 Mbps). A utilização de duas operadoras diferentes é um processo comum nas organizações, para permitir redundância caso um sinal falhe, possibilitando a continuidade dos serviços. O balanceamento de carga será realizado caso um dos serviços falhe, utilizando sistemas específicos. É previsto também a implantação de um terceiro link com velocidade de 512 Kbps à rádio para caso extremos, como rompimento de todas as fibras em acidentes técnico ou naturais. A licitação será feita, mas uma empresa da capital catarinense (Olé Telecom) está apresentando uma proposta a Hard@Shore. Topologia fornecida pela empresa Oi, para implantação de Internet Banda Larga dedicada a empresa: Esta figura exemplifica de forma muito básica qual o caminho que a linha percorre até chegar na residência do assinante. Importante lembrar que o cabo primário na maioria das vezes é subterrâneo, podendo ser aéreo em outras. Ao chegar no armário o cabo primário é ligado juntamente com o cabo secundário através de um jumper. Se esta ligação não for correta, é possível que o assinante fique com a linha muda e sem o sinal de dados, ou sem voz, mas com dados e até o contrário. De acordo com a resolução 85 de 1998 da Agência Nacional de Telecomunicações, a ANATEL, no título IV, capítulo I, artigo 14, os seguintes deveres: I - providenciar local adequado e infraestrutura necessários à correta instalação e funcionamento de equipamentos da Prestadora; e II - somente conectar à Rede Externa da Prestadora, Terminais que obedeçam os padrões e características técnicas estabelecidas nas demais disposições regulamentares. Erros de transmissão nas conexões DSL Error Seconds - FEC Errors - Forward Error Correction CRC Errors - Cyclic Redundancy Check HEC Errors - Header Error Check FEC Errors - Forward Error Correction É um sistema de controle de erro para a transmissão de dados em que o dispositivo receptor tem a capacidade de detectar e corrigir menos de um número predeterminado ou fração de bits ou símbolos corrompida por transmissão erros. É realizado através da adição de redundância as informações transmitidas através de um algoritmo predeterminado. Cada bit é redundante invariavelmente uma complexa função de muitas informações originais bits. As duas principais categorias de codificação e bloqueio são FEC convolucional codificação. Bloco códigos trabalho em blocos de tamanho fixo de bits ou símbolos de tamanho predeterminado, enquanto convolucional códigos trabalho sobre bit ou símbolo de uma série de comprimento arbitrário. CRC Errors - Cyclic Redundancy Check
  10. 10. É um método de detecção de erros na transmissão dos dados. O CRC é a informação enviada dentro de um bloco de dados que é controlada pela recepção fim de verificar se todos os dados foram recebidos corretamente. Um elevado CRC contam, por si só, não é motivo para alarme. No entanto, qualquer aumento substancial do CRC erros após a sua primeira conexão é estabelecida é um problema e, normalmente chama a atenção para um problema físico algures entre o modem e os DSLAM. HEC Errors - Header Error Check Erro de Controle cabeçalho (HEC) é algoritmo para verificar e corrigir um erro em uma célula ATM utilizando o quinto octeto no cabeçalho da célula ATM.2.4Planta baixa das unidades Planta baixa Florianópolis Planta baixa Porto Alegre
  11. 11. Planta baixa Curitiba
  12. 12. Planta baixa São Paulo
  13. 13. 3.1Descrição padrão dos equipamentos utilizados em todas as unidades Seguindo o padrão das plantas baixas acima, foi feito uma padronização para a instalação dos equipamentos nos locais. Cabeamento Estruturado Categoria 5e • Lançamento dos cabos de par trançado categoria 5e na horizontal; • Montagem dos racks; • Identificação definitiva dos pontos; • Conectorização dos patch panel de 24 portas / RJ45; • Conectorização dos keystones; • Lançamento dos cabos de par trançado categoria 5e na vertical; • Espelhamento dos racks; • Certificação de pontos. As eletrocalhas utilizadas para distribuição do cabeamento estruturado serão do tipo lisa com tampa que evitam o acúmulo de sujeira. Será evitada a instalação das mesma próxima a aquecedores ou incineradores que poderão existir em alguns pontos dos prédios. Para a fixação das calhas nos ambientes será usado ganchos suspensos e a mão francesa,com distância de cada suporte sem superar 2 metros um do outro. Em estações onde há circulação frequente de pessoas, será utilizado postes ou colunas de tomadas. O ponto de alimentação é obtido das eletrocalhas instaladas no teto que poderão nesse momento estar acima do gesso do teto. O travamento mecânico da coluna deve ser executado no piso e no teto. Essa coluna será construída em material metálico e deve possuir canaleta própria para elétrica e telecomunicação. Todas as unidades tem um núcleo próprio de tecnologia como é visto nas plantas baixas. Para melhorar o desempenho, será implantada em todas as unidades um CPD, e dependendo do fluxo da transmissão de informação será definido seu tamanho real, mas todos seguirão um padrão. Dentro das salas de equipamentos ou nos armários de telecomunicação, os componentes ativos e passivos da rede local será montado numa estrutura adequada, propiciando uma capacidade de gerenciamento físico mais centralizado, reduzindo sensivelmente os custos de expansão e alterações. Seguindo essa ideia, os gabinetes ou racks desempenham função primordial na criação da estrutura básica de organização do espaço. Eles são construídos em alumínio ou chapa de aço com pintura eletrostática. Para o tipo, será dado preferência para dois tipos, o fechado e o aberto. O fechado será usado em locais que necessitam de um controle de acesso, para proteger que pessoas não qualificadas ou curiosas mexam. A opção aberta, também conhecida como rack, estará disponível dentro do próprio CPD que usará mecanismos exclusivo para controle de acesso mais restrito, limitando acesso aos funcionários exclusivos da tecnologia. Independente de qual será usado, eles deverão ser instalados direto no piso, sem necessidade de recorrer a instalação em paredes deixando assim o trabalho mais limpo e acelerar o cronograma na entrega do serviço, minimizando ao máximo o impacto que uma paralisação dos serviços podem causar nas atividades da empresa contratante. O encaminhamento dos cabos da rede interna de cada unidade até o gabinete, será através de eletrocalhas que terminarão numa flange. Essas flanges serão utilizadas sempre que uma eletrocalha convergir ao gabinete de qualquer direção. Obrigatoriamente, junto ao furo executado no tampo do gabinete, deverá ser instalada uma fita protetora que envolva a chapa metálica e evite danos aos cabos.
  14. 14. 3.2Acesso banda larga
  15. 15. 3.3Conclusão A proposta inicial do projeto é otimizar toda a rede LAN e WAN já existente nos prédios. Trocar equipamentos defasados e com defeitos, bem como mudar topologia e acrescentar novas forma de conexão a internet para os hóspedes. Criação de CPD respeitando normas técnicas usando como referência a TIA – 942. Bem como o cabeamento estruturado novo é também feito respeitando as normas técnicas ABNT. O principal desafio encontrado nesse momento é o cliente conhecer o que realmente ele quer que seja feito. Seus núcleos de Tecnologia não estão acompanhando a evolução de mercado e consequentemente defasou a tecnologia existente. Mas, a proposta também levantada nesse projeto é ministrar cursos de atualização e aperfeiçoamento na área de tecnologia aos respectivos funcionários. Segunda parte do Projeto, visa agora principalmente modificar os software das unidades. Visto que mais de 60% dos hardware já foram modificados. Aguardando apenas a construção dos novos centros de processamento de dados e assim dá inicio a segunda etapa com os software. Mas, desde já é possível adiantar que muitos aplicativos serão mudados. Hoje mais de 90% de todos os sistemas utilizados são versões pagas. O projeto para garantir mais segurança da informação e economia ao cliente, oferecerá aplicativos de código aberto, como Sistemas Operacionais baseado no UNIX. Também deverá ser proposto à administração, terceirização de parte da TI com empresas especializadas para diminuir o custo de manutenção interna dos equipamentos. Na segunda etapa agora também é apresentado ao contratante a tabela de valores definitiva com equipamentos e mão de obra. O planejamento obedeceu o cronograma estipulado. Mesmo com algumas dificuldades física, como estruturas danificadas e em alguns pontos comprometidas. A Hard@Shore entrega essa etapa do projeto com o planejamento feito como previsto. Para entender melhor a necessidade dos funcionários e implantar a solução correta, foi aplicado logo no inicio entrevistas, acompanhamento de uma semana do dia a dia de cada setor e fechou com um questionário exclusivo para cada área onde todos os colaboradores participaram sem a necessidade de identificação funcional.

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