SEMINÁRIO DE ITA Tema: Surdez profunda Tutor: Tito Ricardo de Almeida Tortori Integrantes do grupo: 1. Maria Salete da Sil...
AGRADECIMENTOS <ul><li>Mediador Tito Tortori </li></ul><ul><li>Colegas do grupo </li></ul><ul><li>Colégio Estadual Barão d...
TRAJETO DE UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA  NUMA CLASSE INCLUSIVA
ESCOLA INCLUSIVA   <ul><li>É  aquela que dá a oportunidades para que todos se desenvolvam, respeitando as particularidades...
O QUE ELA PRECISA PARA SER INCLUSIVA <ul><li>Precisa de toda uma estrutura adaptada para atender os portadores de necessid...
PERFIL DO ALUNO <ul><li>Gleysson José Pinheiro Rêgo, 21 anos de idade e estudante do 3º ano do ensino médio, portador defi...
PREPARAÇÃO DO PROFESSOR <ul><li>Formação e capacitação ,  visando aperfeiçoamento da prática pedagógica em sala de aula, a...
IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DO ALUNO. <ul><li>Verificar se o aluno não se comunica com outros alunos; </li></...
ADAPTAÇÃO DO ALUNO À SALA <ul><li>Colocar o aluno nas primeiras carteiras da fila central ou colocar a turma, ou o grupo e...
POSTURA DO PROFESSOR <ul><li>Falar sempre voltado para o aluno ; </li></ul><ul><li>Evitar voltar de costas  para o aluno e...
INSTALAÇÃO DE ARTEFATOS TECNOLÓGICOS NECESSÁRIOS <ul><li>Trabalhar com recursos tecnológicos,  pois facilitam a compreensã...
<ul><li>Elaborar um plano de ensino específico;  </li></ul><ul><li>Estar atento ao processo de ensino e aprendizagem para ...
AÇÕES DE ACOLHIMENTO COLETIVAS <ul><li>Preparar os colegas para recebê-lo naturalmente, estimulando-os para que sempre fal...
DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES VISANDO INTEGRAÇÃO COM OUTROS ALUNOS <ul><li>Procurar incentivar atividades em grupo. </li><...
EXECUÇÃO DE EXERCÍCIOS E PROVAS  <ul><li>Realizar atividades de dramatizações (filmes, histórias) </li></ul><ul><li>Repeli...
TRABALHOS COOPERATIVOS COM OUTROS ALUNOS <ul><li>Incentivar sempre a participação em grupo; </li></ul><ul><li>Orientá-lo p...
AVALIAÇÃO DO ALUNO <ul><li>Ao avaliar, veja esse aluno por inteiro, pela mensagem que passa ao se comunicar e não somente ...
INTERAÇÃO COM A FAMÍLIA <ul><li>Incluir a família em todos os projetos que vir a desenvolver; </li></ul><ul><li>A parceria...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Integrar um aluno surdo ainda é um desafio que consegue ser superado com muita força, determi...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/usr/share/documents/AnaClaudiaTenor.pdf </li></ul...
PRODUÇÃO <ul><li>Maria Salete da Silva Cardozo </li></ul><ul><li>Rio Branco-AC </li></ul><ul><li>Novembro/2009 </li></ul>
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  1. 1. SEMINÁRIO DE ITA Tema: Surdez profunda Tutor: Tito Ricardo de Almeida Tortori Integrantes do grupo: 1. Maria Salete da Silva Cardozo 2. Vilma Aparecida Parente 3. Rosângela Maria Farias Fonseca 4. Edilene Silva de Almeida RIO BRANCO-ACRE Novembro/2009
  2. 2. AGRADECIMENTOS <ul><li>Mediador Tito Tortori </li></ul><ul><li>Colegas do grupo </li></ul><ul><li>Colégio Estadual Barão do Rio Branco </li></ul><ul><li>CAS(Centro de Atendimento a pessoa surda) de Rio Branco-Ac </li></ul><ul><li>Danieli Silva de Souza, funcionária do CAS </li></ul><ul><li>Israel Queiroz, intérprete de Libras (CAS) </li></ul><ul><li>Gleysson José Pinheiro, aluno do Colégio Estadual Barão do Rio Branco </li></ul><ul><li>Professora da sala de recursos da Escola Padre Antonio Diogo Feijó, Fernanda Albuquerque Figueiredo </li></ul><ul><li>Izabele, aluna do curso de pedagogia da UFAC </li></ul><ul><li>Nina, professora e intérprete de libras. </li></ul><ul><li>Professora da sala de recursos do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, Maria Silva </li></ul><ul><li>Professor da sala de recursos do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, Luzanildo Lima </li></ul>
  3. 3. TRAJETO DE UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA NUMA CLASSE INCLUSIVA
  4. 4. ESCOLA INCLUSIVA <ul><li>É aquela que dá a oportunidades para que todos se desenvolvam, respeitando as particularidades de cada indivíduo e promovendo ações para o sucesso pedagógico. </li></ul>
  5. 5. O QUE ELA PRECISA PARA SER INCLUSIVA <ul><li>Precisa de toda uma estrutura adaptada para atender os portadores de necessidades especiais, precisa de professores capacitados, requer profissionais para apoio pedagógico, médico, psicólogo, estrutura física e pedagógica diferenciados. </li></ul><ul><li>Adaptações de currículos e complementações curriculares; </li></ul><ul><li>Ter conhecimento da sua forma de comunicação; </li></ul><ul><li>Sala de recursos com professores itinerantes ou intérpretes de libras; </li></ul><ul><li>Organizar a classe comum para que não tenha mais de 25 alunos, incluindo o integrado. </li></ul>
  6. 6. PERFIL DO ALUNO <ul><li>Gleysson José Pinheiro Rêgo, 21 anos de idade e estudante do 3º ano do ensino médio, portador deficiência auditiva (surdez profunda), adquirida aos 6 anos de idade. </li></ul>
  7. 7. PREPARAÇÃO DO PROFESSOR <ul><li>Formação e capacitação , visando aperfeiçoamento da prática pedagógica em sala de aula, através de cursos, debates, seminários, reflexões teóricas e práticas sobre a proposta de uma educação inclusiva. </li></ul>
  8. 8. IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DO ALUNO. <ul><li>Verificar se o aluno não se comunica com outros alunos; </li></ul><ul><li>Observar se o aluno olha para os lábios e não para os olhos; </li></ul><ul><li>Conhecer o quadro clínico do aluno; </li></ul>
  9. 9. ADAPTAÇÃO DO ALUNO À SALA <ul><li>Colocar o aluno nas primeiras carteiras da fila central ou colocar a turma, ou o grupo em círculo ou semicírculo, para que ele possa ver todos os colegas, e para que seus colegas laterais possam servir-lhe de apoio. </li></ul>
  10. 10. POSTURA DO PROFESSOR <ul><li>Falar sempre voltado para o aluno ; </li></ul><ul><li>Evitar voltar de costas para o aluno enquanto fala. </li></ul><ul><li>Gesticular e falar com bastante clareza; </li></ul><ul><li>Manter os lábios sempre expostos; </li></ul><ul><li>Explicar uma coisa de cada vez. </li></ul><ul><li>Não utilizar frase muito complexa; </li></ul><ul><li>Falar com naturalidade e clareza, não exagerando no tom de voz. </li></ul><ul><li>Evitar estar em frente à janela ou outras fontes de luz, pois o reflexo pode obstruir a visão. </li></ul><ul><li>Chamar atenção do aluno, através de um gesto convencional ou de um sinal. </li></ul>
  11. 11. INSTALAÇÃO DE ARTEFATOS TECNOLÓGICOS NECESSÁRIOS <ul><li>Trabalhar com recursos tecnológicos, pois facilitam a compreensão dos conceitos. </li></ul><ul><li>Utilizar recursos de informática para auxilio da aprendizagem (CD com jogos educativos e específicos para deficientes auditivos). </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Elaborar um plano de ensino específico; </li></ul><ul><li>Estar atento ao processo de ensino e aprendizagem para identificar as necessidades do aluno. </li></ul><ul><li>Dar atenção especial à comunicação visual como a língua de sinais,gestos naturais, dramatizações, mímica, desenho, escrita, etc; </li></ul><ul><li>Evitar a poluição visual ao ambiente escolar; </li></ul><ul><li>Lembrar que a Língua Portuguesa apresenta-se para ele como uma língua estrangeira; </li></ul>SOLUÇÕES PARA ENTRAVES AO DESENVOLVIMENTO DIDÁTICO
  13. 13. AÇÕES DE ACOLHIMENTO COLETIVAS <ul><li>Preparar os colegas para recebê-lo naturalmente, estimulando-os para que sempre falem com ele procurando incentivá-los a auxiliar sempre que necessário o colega surdo; </li></ul><ul><li>Sensibilizar a classe para uma boa convivência; </li></ul><ul><li>Muitas vezes a discriminação acontece pela falta de conhecimento, ou por não saber lidar com uma situação nova, que não é comum; </li></ul><ul><li>Dar-lhes oportunidades para ler, escrever no quadro, levar recado para outros professores, como os demais colegas. </li></ul>
  14. 14. DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES VISANDO INTEGRAÇÃO COM OUTROS ALUNOS <ul><li>Procurar incentivar atividades em grupo. </li></ul><ul><li>Preparar os outros alunos para auxiliá-lo nas tarefas. </li></ul>
  15. 15. EXECUÇÃO DE EXERCÍCIOS E PROVAS <ul><li>Realizar atividades de dramatizações (filmes, histórias) </li></ul><ul><li>Repelir as questões ou comentários durante as discussões ou conversas e indicar (por gestos) quem está a falar, para uma melhor compreensão por parte do aluno. </li></ul><ul><li>Procurar elaborar atividades com ilustrações (quanto mais concreto e ilustrado, melhor será a compreensão). </li></ul><ul><li>Fornecer uma cópia dos textos com antecedência </li></ul><ul><li>Quando utilizar o quadro ou outros materiais de apoio audiovisual, primeiro exponha os materiais e só depois explique ou vice-versa. </li></ul><ul><li>O estudante poderá necessitar de tempo extra para responder as provas; </li></ul><ul><li>utilizar vocabulário e comandos simples e claros; </li></ul>
  16. 16. TRABALHOS COOPERATIVOS COM OUTROS ALUNOS <ul><li>Incentivar sempre a participação em grupo; </li></ul><ul><li>Orientá-lo para não fazer os trabalhos sempre com os mesmos colegas. </li></ul>
  17. 17. AVALIAÇÃO DO ALUNO <ul><li>Ao avaliar, veja esse aluno por inteiro, pela mensagem que passa ao se comunicar e não somente pela linguagem que utiliza ou pela estrutural de suas frases; </li></ul><ul><li>Entregue com antecedência ao professor da sala de recursos o material a ser trabalhado com o aluno . </li></ul>
  18. 18. INTERAÇÃO COM A FAMÍLIA <ul><li>Incluir a família em todos os projetos que vir a desenvolver; </li></ul><ul><li>A parceria com a família é particularmente significativa no transcorrer de todo o processo educativo; </li></ul><ul><li>O importante é envolvê-la no processo de aprendizagem do aluno ou, pelo menos, evitar que interfira negativamente . </li></ul>
  19. 19. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Integrar um aluno surdo ainda é um desafio que consegue ser superado com muita força, determinação, coragem e acima de tudo muita segurança. </li></ul><ul><li>“ A inclusão é muito mais do que um conceito a ser posto em prática, é algo que deve ser introduzido numa conscientização social para que se obtenha êxito.”(disponível em http://maos-q-falam.blogspot.com/ ) </li></ul>
  20. 20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/usr/share/documents/AnaClaudiaTenor.pdf </li></ul><ul><li>http://www.ines.gov.br/ines_livros/32/32_006.HTM </li></ul><ul><li>http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/trabalhos/GT15-3014--Int.pdf </li></ul><ul><li>http://www.anped.org.br/reunioes/23/textos/1518t.PDF </li></ul><ul><li>http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/falar-maos-432193 . shtml ? comments = yes #mostrar </li></ul><ul><li>http://maos-q-falam.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://eproinfo.mec.gov.br/upload/ReposProf/Tur0000114119/img_upload/ITA_UNID4libras.pdf </li></ul><ul><li>http://eproinfo.mec.gov.br/upload/ReposProf/Tur0000114119/img_upload/ITA_UNID4tecnologias_deficientes_auditivos.pdf </li></ul><ul><li>http://images.google.com.br </li></ul>
  21. 21. PRODUÇÃO <ul><li>Maria Salete da Silva Cardozo </li></ul><ul><li>Rio Branco-AC </li></ul><ul><li>Novembro/2009 </li></ul>

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