Arica

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Arica

  1. 1. APARELHOS RESPIRATÓRIOS
  2. 2. Definição CONTAMINANTE - Substância indesejável, sólida ou gasosa, contida no ar. Contaminantes
  3. 3. <ul><li>AEROSSÓIS QUE PRODUZEM DANOS E DOENÇAS NO SISTEMA RESPIRATÓRIO </li></ul><ul><li>VAPORES E GASES TÓXICOS QUE LESIONAM O SISTEMA RESPIRATÓRIO. </li></ul>Contaminantes OS CONTAMINANTES INALADOS PODEM DE UMA FORMA GERAL SEREM AGRUPADOS EM TRÊS CATEGORIAS:
  4. 4. <ul><li>VAPORES E GASES TÓXICOS QUE NÃO AFECTAM DIRECTAMENTE, O SISTEMA RESPIRATÓRIO MAS SIM OUTROS ÓRGÃOS E FUNÇÕES. </li></ul>OS CONTAMINANTES INALADOS PODEM DE UMA FORMA GERAL SEREM AGRUPADOS EM TRÊS CATEGORIAS: Contaminantes
  5. 5. ESPUMA DE BORRACHA: ESTIRENO (S) MONÓXIDO DE CARBONO (S) (P) IRRITAÇÃO PULMONAR (S) TOXINA SISTÉMICA DIFUSORES EM ACRÍLICO: ACROLEÍNA (P) APARELHOS DE TV: MONÓXIDO DE CARBONO (S) Contaminantes
  6. 6. NYLON E ACRILÃ: AMÓNIA (P) CIANIDO DE HIDRÓGÉNIO (S) (P) IRRITAÇÃO PULMONAR (S) TOXINA SISTÉMICA PAPEL DE PAREDE: ÓXIDOS DE NITROGÉNIO (P) ÁCIDO ACÉTICO (S) Contaminantes
  7. 7. INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS: CLORETO DE HIDROGÉNIO (P) MONÓXIDO DE CARBONO (S) FOSGÉNIO (P) (P) IRRITAÇÃO PULMONAR (S) TOXINA SISTÉMICA Contaminantes
  8. 8. O BOMBEIRO TEM OBRIGATÓRIAMENTE QUE UTILIZAR APARELHO RESPIRATÓRIO SEMPRE QUE TRABALHE EM: <ul><ul><li>INCÊNDIOS; </li></ul></ul><ul><li>LOCAIS COM CARÊNCIA DE OXIGÉNIO ; </li></ul><ul><li>ESGOTOS, POÇOS,PASSAGENS SUBTERRÂNEAS; </li></ul><ul><li>DENTRO DE DEPÓSITO OU TINAS; </li></ul>Aparelhos respiratórios
  9. 9. <ul><li>PISCINAS (CASA DAS GARRAFAS DE CLORO); </li></ul><ul><li>ACIDENTES COM MATÉRIAS PERIGOSAS; </li></ul><ul><li>OUTROS LOCAIS EM QUE A ATMOSFERA NÃO </li></ul><ul><li>LHE MANTÉM A VIDA OU LHE É PREJUDICIAL . </li></ul>Aparelhos respiratórios O BOMBEIRO TEM OBRIGATÓRIAMENTE QUE UTILIZAR APARELHO RESPIRATÓRIO SEMPRE QUE TRABALHE EM:
  10. 10. Aparelhos respiratórios A FUNÇÃO PRINCIPAL DE QUALQUER TIPO DE APARELHO RESPIRATÓRIO É DE PROTEGER,EM ATMOSFERAS POLUIDAS POR: PARTICULAS,GASES,VAPORES,OU POSSUAM UMA TAXA DE OXIGENIO INSUFICIENTE
  11. 11. EXISTEM DOIS MÉTODOS PARA SE EFECTUAR A PROTECÇÃO RESPIRATÓRIA EM ATMOSFERAS CONTAMINADAS OU COM CARÊNCIA DE OXIGÉNIO <ul><li>PRIMEIRO MÉTODO: </li></ul><ul><li>PURIFICANDO O AR RESPIRADO </li></ul><ul><li>SEGUNDO MÉTODO: </li></ul><ul><li>FORNECENDO AR OU OXIGÉNIO DE </li></ul><ul><li>UMA FONTE NÃO CONTAMINADA </li></ul>Aparelhos respiratórios
  12. 12. FILTRANTES E FILTROS Aparelhos respiratórios NO PRIMEIRO MÉTODO,O AR É INSPIRADO E EXPIRADO ATRAVÉS DE UM MEIO QUE RETÉM AS SUBSTÁNCIAS NOCIVAS OS APARELHOS QUE PERMITEM ESTE MÉTODO SÃO CONHECIDOS POR:
  13. 13. FILTRANTES SEMI-MÁSCARA FILTRANTE: ULITIZA-SE SÓMENTE NA PROTECÇÃO CONTRA PARTÍCULAS NÃO PODE SER UTILIZADO EM ATMOSFERAS COM CARÊNCIA DE OXIGÉNIO
  14. 14. FILTROS PEÇA FACIAL COM FILTRO: ULITIZA-SE SÓMENTE NA PROTECÇÃO CONTRA PARTÍCULAS, GASES E VAPORES
  15. 15. Gases e vapores orgânicos MONÓXIO DE CARBONO RADIOACTIVIDADE Amónia MERCÚRIO Gases e vapores inorgânicos Anidrido sulfuroso, etc. Óxidos de nitrogénio partículas Existem vários tipos de filtros que são designados POR letras, correspondendo cada letra A um grupo de substâncias contaminantes.Cada letra tem uma cor distintiva associada FILTROS A E B K CO Hg NO R P A B E K P FILTRO COMBINADO Hg
  16. 16. PROÍBIDA A UTILIZAÇÃO EM ESPAÇOS: <ul><li>FECHADOS SEM VENTILAÇÃO </li></ul><ul><li>COM CARÊNCIA DE OXIGÉNIO </li></ul><ul><li>COM CONCENTRAÇÃO DE CO SUPERIOR A o,25 </li></ul><ul><li>DO VOLUME (2500 ppm) </li></ul>FILTROS
  17. 17. Filtros para Monóxido de carbono (co) <ul><li>O co tem que ser filtrado através de um catalisador. </li></ul><ul><li>Concentração de co admissível: 0,25 do volume (2500 ppm). </li></ul><ul><li>Tempo máximo de emprego contra co: 20 minutos. </li></ul><ul><li>Utilizar o filtro somente uma vez. </li></ul>
  18. 18. NO SEGUNDO MÉTODO, O AR INSPIRADO É TRANSPORTADO POR UMA LINHA DE AR, OU ALTERNADAMENTE, O AR OU OXIGÉNIO É FORNECIDO A PARTIR DE GARRAFAS TRANSPORTADOS PELO UTILIZADOR.OS APARELHOS QUE PERMITEM ESTE MÉTODO SÃO CONHECIDOS POR: ISOLANTES Aparelhos respiratórios isolantes
  19. 19. PRINCIPAIS TIPOS DE APARELHOS RESPIRATÓRIOS ISOLANTES Aparelhos respiratórios isolantes LINHA DE AR AUTÓNOMOS CIRCUITO FECHADO CIRCUITO ABERTO FUGA DE EMERGÊNCIA (ESCAPE) TOMADA DE AR FRESCO LINHAS DE AR COMPRIMIDO
  20. 20. LINHA DE AR <ul><li>TOMADA DE AR FRESCO </li></ul><ul><li>O AR NECESSÁRIO PARA A RESPIRAÇÃO É INSPIRADO DE UMA ÁREA ADJACENTE NÃO CONTAMINADA, PELA ACÇÃO DA VENTILAÇÃO DO UTILIZADOR, POR INSUFLAÇÃO MANUAL, OU MECÂNICA. </li></ul>
  21. 21. OS APARELHOS DE TOMADA DE AR FRESCO TÊM QUE TER UM FILTRO NA EXTREMIDADE DA LINHA DE ALIMENTAÇÃO E ESTA NÃO DEVE EXCEDER 10 METROS DE COMPRIMENTO. NO CASO DOS APARELHOS COM INSUFLAÇÃO MANUAL OU MECÂNICA, AS LINHAS DE ALIMENTAÇÃO NÃO DEVEM EXCEDER RESPECTIVAMENTE 20 E 50 METROS. IMPORTANTE LINHA DE AR
  22. 22. LINHAS DE AR COMPRIMIDO ESTES APARELHOS FORNECEM AR DE UMA FONTE DE ALIMENTAÇÃO AUTÓNOMA SEPARADA DO UTILIZADOR,A PARTIR DE UM COMPRESSOR OU GARRAFA DE AR COMPRIMIDO O AR RESPIRADO PODE SER DE DÉBITO CONTINUO,DE CHAMADA,COM PRESSÃO NEGATIVA OU POSITIVA
  23. 23. LINHAS DE AR COMPRIMIDO
  24. 24. AUTÓNOMOS OS APARELHOS ISOLANTES AUTÓNOMOS DENOMINAM-SE DE: <ul><li>CIRCUITO FECHADO </li></ul><ul><li>QUANDO O AR EXPIRADO </li></ul><ul><li>É NOVAMENTE UTILIZADO. </li></ul><ul><li>CIRCUITO ABERTO </li></ul><ul><li>QUANDO O AR EXPIRADO É </li></ul><ul><li>LANCADO PARA ATMOSFERA </li></ul>
  25. 25. APARELHO RESPIRATÓRIO ISOLANTE DE CIRCUITO FECHADO PEÇA FACIAL TUBO DE EXPIRAÇÃO CARTUCHO REGENERADOR (FLOCOS DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO) SACO DE RESPIRAÇÃO TUBO DE INSPIRAÇÃO UNIDADE DIGITAL DE ALARME REFREGIRADOR GARRAFA DE OXIGÉNIO
  26. 26. A NORMA EN 137 DEFINE UM APARELHO RESPIRATÓRIOISOLANTE DE CIRCUITO ABERTO, COMO: UM APARELHO PORTÁTIL DE PROTECÇÃO RESPIRATÓRIA ,ISOLANTE, AUTÓNOMO QUE POSSUI UMA, FONTE PORTÁTIL DE AR COMPRIMIDO, INDEPENDENTE DA ATMOSFERA AMBIENTE. ABREVIATURA «ARICA» Aparelho respiratório isolante de circuito aberto
  27. 27. <ul><li>SIMPLICIDADE DE FUNCIONAMENTO PARA QUE </li></ul><ul><li>BASTA ABRIR A VÁLVULA DE COMANDO DO </li></ul><ul><li>DÉBITO DE AR; </li></ul><ul><li>DEBITA SEMPRE AR FRESCO COM O MÍNIMO </li></ul><ul><li>DE RESISTÊNCIA À RESPIRAÇÃO; </li></ul><ul><li>POSSIBILIDADE DE SE VERIFICAR EM QUALQUER </li></ul><ul><li>ALTURA, ATRAVÉS DO MANÓMETRO, A RESERVA </li></ul><ul><li>DE AR EXISTENTE; </li></ul>CARACERISTISTICAS PRINCIPAIS DO ARICA Aparelho respiratório isolante de circuito aberto
  28. 28. Aparelho respiratório isolante de circuito aberto <ul><li>FACILIDADE DE RECARGA DAS GARRAFAS; </li></ul><ul><li>DE FÁCIL CONSERVAÇÃO, NÃO EXIGINDO </li></ul><ul><li>FERRAMENTAS NEM CONHECIMENTOS </li></ul><ul><li>ESPECIAIS; </li></ul><ul><li>RÁPIDA SUBSTITUIÇÃO DAS GARRAFAS. </li></ul>
  29. 29. UM «ARICA», É CONSTITUÍDO ESSENCIALMENTE POR: AVISADOR DE SEGURANÇA MANÓMETRO PRECINTAS DE FIXAÇÃO APOIO DORSAL REDUTOR DE PRESSÃO Aparelho respiratório isolante de circuito aberto
  30. 30. VÁLVULA DA GARRAFA GARRAFA(S) DE AR COMPRIMIDO TUBO DE ADMISSÃO DE AR DE MÉDIA PRESSÃO VÁLVULA DE CHAMADA PEÇA FACIAL TUBO DE ADMISSÃO DE AR DO AVISADOR SONORO E DO MANÓMETRO (ALTA PRESSÃO) Aparelho respiratório isolante de circuito aberto
  31. 31. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO O AR COMPRIMIDO, ENCONTRA-SE EM UMA OU DUAS GARRAFAS MONTAFAS NUM SUPORTE DORSAL. A PRESSÃO DE CARGA É VARIÁVEL ENTRE OS 200 E OS 300 bar, CONSOANTE AS CARACTERÍSTICAS DAS GARRAFAS.
  32. 32. AS GARRAFAS PODEM SER FABRICADOS EM AÇO OU MATERIAIS COMPÓSITOS, TAIS COMO CARBONO OU KEVLAR. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO AS GARRAFAS PARA AR RESPIRÁVEL DEVEM SER PINTADAS NO TOPO COM AS CORES PRETO E BRANCO.
  33. 33. VÁLVULA DA GARRAFA ESTA VÁLVULA ENCONTRA-SE MONTADO NA GARRAFA E A SUA ABERTURA COM O «ARICA» COLOCADO, EFECTUA-SE NO SENTIDO DO MOVIMENTO DOS PONTEIROS DO RELÓGIO. se for de eixo horizontal, rodará no sentido oposto. A ABERTURA DA/S VÁLVULA/S É TOTAL Eixo vertical Eixo horizontal
  34. 34. SISTEMA REDUTOR DE PRESSÃO DESTINA-SE A REDUZIR PARA 7 + O,5 bar O AR FORNECIDO PELAS GARRAFAS QUALQUER QUE SEJA A PRESSÃO RESIDUAL. UMA VÁLVULA DE SEGURANÇA, DISPARA A 11 + 2 BAR E ASSEGURA A PROTECÇÃO DO CIRCUITO DE MÉDIA PRESSÃO Redutor de Pressão
  35. 35. AVISADOR SONORO DE SEGURANÇA (APITO) O AVISADOR SONORO DE SEGURANÇA DESTINA-SE A INDICAR, COM A ANTECEDÊNCIA DE CERCA DE 10 MINUTOS, O ESVAZIAMENTO DA(S) GARRAFA(S). O APITO DISPARA QUANDO O MANÓMETRO INDICA UMA PRESSÃO DE 55 + 5 bar E MANTÊM-SE EM FUNCIONAMENTO ATÉ AO ESVAZIAMENTO TOTAL DA(S) GARRAFA(S). Avisador sonoro de segurança
  36. 36. MANÓMETRO O MANÓMETRO É UMA CAIXA CIRCULAR COM MOSTRADOR LUMINOSO, GRADUADO DE 0 A MAIS DE 350 bar, PROTEGIDO EXTERIORMENTE POR BORRACHA ANTI-CHOQUE. AOS 55 + bar UMA MARCA PINTADA A ENCARNADO OU FOTOLUMINESCENTE , INDICA QUE SE ENTROU NA RESERVA DE AR E SE DEVE ABANDONAR O LOCAL DE TRABALHO IMEDIATAMENTE.
  37. 37. UNIDADE DE ALARME E SINALIZAÇÃO RECENTEMENTE, ALGUNS FABRICANTES DE «ARICA», CONCEBERAM UMA UNIDADE DE ALARME E SINALIZAÇÃO.
  38. 38. ESTA NOVA UNIDADE DE ALARME E SINALIZAÇÃO FORNECE AS SEGUINTES INFORMAÇÕES: <ul><li>CONSUMOS DE AR INSTANTÂNEOS ; </li></ul><ul><li>PRESSÃO RESIDUAL; </li></ul><ul><li>TEMPERATURA AMBIENTE: </li></ul><ul><li>AUTONOMIA PARA TRABALHO REMANESCENTE ATÉ ACTUAÇÃO DO AVISADOR, PONDERADA EM FUNÇÃO DO CONSUMO INDIVIDUAL; </li></ul>UNIDADE DE ALARME E SINALIZAÇÃO
  39. 39. <ul><li>LEITURA ILUMINADA DO VISOR; </li></ul><ul><li>ACTIVAÇÃO MANUAL DO ALARME PESSOAL DE </li></ul><ul><li>SEGURANÇA (APS); </li></ul><ul><li>ACTIVAÇÃO AUTOMÁTICA DO ALARME PESSOAL </li></ul><ul><li>DE SEGURANÇA (APS) QUANDO O UTILIZADOR </li></ul><ul><li>ESTIVER PARADO POR TEMPO DETERMINADO; </li></ul><ul><li>POSSIBILIDADE DA TRANSMISSÃO DO ALARME </li></ul><ul><li>PESSOAL DE SEGURANÇA (APS), POR VIA RÁDIO, </li></ul><ul><li>PARA PONTO REMOTO. </li></ul>UNIDADE DE ALARME E SINALIZAÇÃO
  40. 40. VÁLVULA DE CHAMADA A VÁLVULA DE CHAMADA É COMPACTA E COMPREENDE UM CORPO CILÍNDRICO, LIGADO À PEÇA FACIAL POR UMA UNIÃO ROSCADA OU DE ENCAIXE RÁPIDO. É ALIMENTADA DIRECTAMENTE ATRAVÉS DO REDUTOR DE ALTA PRESSÃO, POR UM TUBO FLEXIVEL DE MÉDIA PRESSÃO.
  41. 41. UM BOTÃO COLOCADO NA VÁLVULA DE CHAMADA PERMITE, QUANDO ACCIONADO, DEBITAR UM FLUXO DE AR CONSTANTE. VÁLVULA DE CHAMADA
  42. 42. PEÇA FACIAL A PEÇA FACIAL É UM CONJUNTO DE COMPONENTES VULGARMENTE DESIGNADO POR MÁSCARA. DEVE SER ADAPTÁVEL A TODOS OS TIPO DE ROSTO, E RESISTENTE A GRANDE PARTE DOS PRODUTOS TÓXICOS.
  43. 43. A SEMI-MÁSCARA INTERIOR FACILITA A CIRCULAÇÃO DO AR, IMPEDE O EMBACIAMENTO DO VISOR E EVITA QUE SE RESPIRE O CO 2 EXPIRADO. O AR FRESCO INSPIRADO ENTRA PARA O INTERIOR DA SEMI-MÁSCARA ATRAVÉS DE 2 ORIFÍCIOS. VÁLVULA DE CHAMADA
  44. 44. O AR EXPIRADO PARA A SEMI- MÁSCARA INTERIOR É LANÇADO PARA A ATMOSFERA ATRAVÉS DA VÁLVULA DE EXPIRAÇÃO. A EXISTÊNCIA DE UM DIAFRAGMA PERMITE AO UTILIZADOR FALAR E SER OUVIDO COM NITIDEZ. VÁLVULA DE CHAMADA
  45. 45. A PRESSÃO DO AR NO INTERIOR DA PEÇA FACIAL PODE SER: <ul><li>NEGATIVA </li></ul><ul><li>POSITIVA AUTOMÁTICA </li></ul><ul><li>NEGATIVA/POSITIVA MANUAL </li></ul>QUANDO FALAMOS DE PRESSÃO POSITIVA, ESTAMOS A REFERIR QUE A PRESSÃO DO AR NO INTERIOR DA PEÇA FACIAL ESTÁ LIGEIRAMENTE ACIMA DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA NORMAL (0,5 A 1,5 MILIBARES)
  46. 46. PRESSÃO NEGATIVA APÓS EXPIRAÇÃO DO AR, NO INTERIOR DA PEÇA FACIAL DEIXA DE EXISTIR PRESSÃO, UMA VEZ QUE TODO O AR EXISTENTE FOI EXPELIDO PARA O EXTERIOR. DESTA FORMA A PRESSÃO NO INTERIOR DA PEÇA FACIAL É IDÊNTICA À DO EXTERIOR.
  47. 47. PRESSÃO POSITIVA APÓS A ABERTURA DA(S) GARRAFA(S) E LIGAÇÃO DA VÁVULA DE CHAMADA À PEÇA FACIAL, À PRIMEIRA INSPIRAÇÃO O APARELHO ENTRA AUTOMÁTICAMENTE EM PRESSÃO POSITIVA. SE A PEÇA FACIAL NÃO ESTIVER BEM AJUSTADA, O AR SAI PARA O EXTERIOR COM PRESSÃO.
  48. 48. PRESSÃO NEGATIVA/POSITIVA MANUAL A PEÇA FACIAL ACTUA EM PRESSÃO NEGATIVA. NO ENTANTO, TEM A POSSIBILIDADE DE FUNCIONAR EM PRESSÃO POSITIVA SE FOR EFECTUADA MANUALMENTE A PASSAGEM A ESTA FUNÇÃO ATRAVÉS DE DISPOSITIVO PRÓPRIO QUE SE ENCONTRA INSTALADO NA VÁLVULA DE CHAMADA.
  49. 49. INSCRIÇÕES NAS GARRAFAS PARA SABERMOS QUAL O VOLUME DE AR CONTIDO NAS GARRAFAS, E AUTONOMIA RESPIRATÓRIA, TEMOS QUE CONHECER AS INSCRIÇÕES MARCADAS NAS GARRAFAS E PRESSÃO A QUE SE ENCONTRAM.
  50. 50. AS INSCRIÇÕES PODEM ENCONTRAR-SE MARCADAS COM PUNÇÃO NO TOPO DAS GARRAFAS. AIR CAP. 6 LT WORK 300 BAR TEST 450 BAR V@ LAB276) TARA 4KG 98.4) INSCRIÇÕES NAS GARRAFAS
  51. 51. NO CASO DE ESTAS SEREM FABRICADAS EM MATERIAIS COMPÓSITOS, EXISTE UMA TIRA QUE CIRCUNDA A GARRAFA COM AS REFERIDAS INSCRIÇÕES. AIR CAP. 6 LT WORK 300 BAR TEST 450 BAR V@ LAB276) TARA 4KG 98.4) INSCRIÇÕES NAS GARRAFAS
  52. 52. SE MULTIPLICARMOS A CAPACIDADE DA(S) GARRAFA(S) (LITROS DE ÁGUA) PELA PRESSÃO INDICADA NO MANÓMETRO, OBTEMOS O VOLUME DE AR RESPIRÁVEL. EXEMPLOS: 6 LTS X 200 bar = 1200 LTS (VOLUME DE AR) 2 X 4 LTS X 200 bar = 1600 LTS (VOLUME DE AR) 6 LTS X 300 bar = 1800 LTS (VOLUME DE AR) AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA
  53. 53. AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA A AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DEPENDE DA RESERVA DE AR E DE FACTORES CONDICIONANTES TAIS COMO: <ul><li>O GRAU DE ACTIVIDADE FÍSICA (TRABALHO); </li></ul><ul><li>AS CONDIÇÕES FÍSICAS DO UTILIZADOR; </li></ul><ul><li>AS CONDIÇÕES EMOCIONAIS, TAIS COMO, MEDO </li></ul><ul><li>OU EXCITAÇÃO; </li></ul><ul><li>O GRAU DE TREINO DO UTILIZADOR </li></ul>
  54. 54. CONVENCIONOU-SE UNIVERSALMENTE, QUE 40 LTS/MIN. É O DÉBITO MÉDIO DE AR RESPIRADO POR UM HOMEM EM TRABALHO PESADO, O QUAL CORRESPONDE MAIS OU MENOS AO ESFORÇO DESPENDIDO AO ANDAR 4 KMS COM O APARELHO ÀS COSTAS AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA
  55. 55. AO FALARMOS DE AUTONOMIA TEMOS QUE CONSIDERAR: <ul><li>AUTONOMIA EFECTIVA; </li></ul><ul><li>AUTONOMIA DE TRABALHO. </li></ul>AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA
  56. 56. <ul><li>AUTONOMIA EFECTIVA: </li></ul><ul><li>É O PERÍODO DE TEMPO EM MINUTOS, DA CAPACIDADE DE AR CONTIDO NA GARRAFA. </li></ul><ul><li>AUTONOMIA DE TRABALHO: </li></ul><ul><li>COMO O PRÓPRIO NOME INDICA É O PERÍODO DE TEMPO EM MINUTOS PARA TRABALHO, NÃO INCLUINDO A RESERVA DE AR QUE É DE CERCA DE 10 MINUTOS. </li></ul>AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA
  57. 57. <ul><li>CONHECENDO: </li></ul><ul><li>A CAPACIDADE DA(S) GARRAFA(S) EM LTS </li></ul><ul><li>DE ÁGUA </li></ul><ul><li>A PRESSÃO INDICADA NO MANÓMETRO </li></ul><ul><li>E O CONSUMO MÉDIO DE AR RESPIRADO </li></ul><ul><li>É POSSIVEL DETERMINAR A AUTONOMIA EFECTIVA </li></ul>AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA
  58. 58. DETERMINA-SE A AUTONOMIA EFECTIVA E DE TRABALHO DA SEGUINTE FORMA: CAPACIDADE DA PRESSÃO INDICADA NA GARRAFA EM LITROS X NO MANÓMETRO 40 LTS MINUTO AUTONOMIA = EFECTIVA (EM MINUTOS) 30 MINUTOS DE AUTONOMIA EFECTIVA MENOS 10 MINUTOS DE RESERVA = A 20 MINUTOS DE AUTONOMIA DE TRABALHO 6 X 200 = 1200 : 40 = 30 AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA
  59. 59. 6 X 300 = 1800 : 40 = 45 4 + 4 = 8 X 200 = 1600 : 40 = 40 6 X 100 = 600 : 40 = 15 AS NORMAS DETERMINAM A NÃO UTILIZAÇÃO DE UM ARICA QUE TENHA A (S) GARRAFA (S) CARREGADA (S) COM UMA PRESSÃO IGUAL OU INFERIOR A 80% DA SUA CAPACIDADE EXEMPLOS: AUTONOMIA RESPIRATÓRIA DOS ARICA
  60. 60. OBSERVAMOS COM UMA CERTA VULGARIDADE A UTILIZAÇÃO DE ARICA DE CURTA AUTONOMIA A SEREM UTILIZADOS COMO APARELHOS DE TRABALHO OU RECONHECIMENTO ( 400 LTS DE AR RESPIRÁVEL = A 10 MINUTOS DE AUTONOMIA EFECTIVA) . APARELHOS DE FUGA EM EMERGÊNCIA
  61. 61. ESTES ARICA, DESIGNADOS DE FUGA «ESCAPE», SÃO CONCEBIDOS PARA FUGA EM CASO DE EMERGÊNCIA, EM LOCAIS QUE PELA SUA NATUREZA, ESTÃO EM CONSTANTE EMINÊNCIA DA ATMOSFERA SE TORNAR CONTAMINADA OU CARENTE DE OXIGÉNIO. APARELHOS DE FUGA EM EMERGÊNCIA
  62. 62. LIMITAÇÕES DO EQUIPAMENTO <ul><li>VISIBILIDADE LIMITADA - A PEÇA FACIAL REDUZ A VISÃO PERIFÉRICA E O SEU EMBACIAMENTO PODE REDUZIR A VISÃO EM GERAL; </li></ul><ul><li>CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO REDUZIDA - A PEÇA FACIAL PREJUDICA A COMUNICAÇÃO VOCAL; </li></ul><ul><li>AUMENTO DE PESO - DEPENDENDO DO MODELO, </li></ul><ul><li>O ARICA SOBRECARREGA O BOMBEIRO COM </li></ul><ul><li>PESO ENTRE OS 11 E OS 16 KG; </li></ul>
  63. 63. <ul><li>DIMINUIÇÃO DA MOBILIDADE - O AUMENTO DO PESO E O EFEITO APRISIONANTE DO APOIO DORSAL E PRECINTAS DE FIXAÇÃO, REDUZEM A MOBILIDADE DO BOMBEIRO; </li></ul><ul><li>CONDIÇÃO DO APARELHO - PEQUENAS FUGAS </li></ul><ul><li>RESULTAM NUM EXCESSO DE AR PERDIDO; </li></ul><ul><li>PRESSÃO DA GARRAFA ANTES DA UTILIZAÇÃO - </li></ul><ul><li>SE A GARRAFA NÃO ESTIVER CHEIA, O TEMPO </li></ul><ul><li>DE FUNCIONAMENTO (AUTONOMIA) SERÁ </li></ul><ul><li>PROPORCIONALMENTE REDUZIDA. </li></ul>LIMITAÇÕES DO EQUIPAMENTO
  64. 64. LIMITAÇÕES DO UTILIZADOR OS BOMBEIROS TÊM QUE SER CONHECEDORES DAS SUAS LIMITAÇÕES REALÇANDO-SE AS SEGUINTES: <ul><li>CONDIÇÃO FÍSICA DO UTILIZADOR - SE O BOMBEIRO ESTIVER EM DIMINUÍDA CONDIÇÃO FÍSICA, O AR CONTIDO NA GARRAFA SERÁ CONSUMIDO MAIS RAPIDAMENTE; </li></ul><ul><li>CARACTERÍSTICAS FACIAIS - A POSSIBILIDADE DO UTILIZADOR CONSEGUIR UM BOM ENCAIXE DA PEÇA FACIAL NA FACE, DEPENDE DA FORMA E DOS CONTORNOS DA FACE; </li></ul>
  65. 65. <ul><li>GRAU DE ESFORÇO FÍSICO - QUANTO MAIS O </li></ul><ul><li>BOMBEIRO SE ESFORÇA MAIS AR CONSOME; </li></ul><ul><li>ESTABILIDADE EMOCIONAL - UM BOMBEIRO </li></ul><ul><li>QUE FIQUE EXCITADO IRÁ AUMENTAR A SUA </li></ul><ul><li>CADÊNCIA RESPIRATÓRIA, CONSUMINDO ASSIM </li></ul><ul><li>O AR MAIS RAPIDAMENTE; </li></ul>LIMITAÇÕES DO EQUIPAMENTO
  66. 66. <ul><li>AUTO CONFIANÇA - A CONFIANÇA DO BOMBEIRO NAS CAPACIDADES E NO IQUIPAMENTO TERÁ UM EFEITO EXTREMAMENTE POSITIVO NAS ACÇÕES QUE TIVER QUE DESEMPENHAR; </li></ul><ul><li>TREINO E EXPERIÊNCIA - O BOMBEIRO DEVIDAMENTE TREINADO SERÁ CAPAZ DE CONSEGUIR O MÁXIMO DE AUTONOMIA, POR ISSO RECOMENDA-SE UMA FORMAÇÃO CONTÍNUA. </li></ul>LIMITAÇÕES DO EQUIPAMENTO
  67. 67. MANUTENÇÃO É OBRIGATÓRIO QUE OS ARICA SEJAM SUBMETIDOS A UMA MANUTENÇÃO RIGOROSA, PODENDO ESTA CONSIDERAR-SE DE DOIS TIPOS: <ul><li>MANUTENÇÃO APÓS A UTILIZAÇÃO </li></ul><ul><li>MANUTENÇÃO PERIÓDICA </li></ul>
  68. 68. MANUTENÇÃO APÓS A UTILIZAÇÃO APÓS A UTILIZAÇÃO DO ARICA DEVERÁ PROCEDER-SE À SUA MANUTENÇÃO , SEGUINDO AS INSTRUÇÕES DESCRITAS NO MANUAL DE CADA FABRICANTE. <ul><li>TODAS AS PRECINTAS - LIMPEZA E VERIFICAÇÃO </li></ul><ul><li>VÁLVULAS - LIMPEZA E VERIFICAÇÃO DO ESTADO DE FUNCIONAMENTO </li></ul><ul><li>APOIO DORSAL - LIMPEZA E VERIFICAÇÃO </li></ul>
  69. 69. <ul><li>TUBOS E UNIÕES - LIMPEZA E VERIFICAÇÃO </li></ul><ul><li>GARRAFA - LIMPEZA, VERIFICAÇÃO E RECARGA </li></ul><ul><li>PEÇA FACIAL - LAVAR COM UMA SOLUÇÃO DE ÁGUA E SABÃO, PASSANDO SEGUIDAMENTE POR ÁGUA CORRENTE. NÃO UTILIZAR </li></ul>MANUTENÇÃO APÓS A UTILIZAÇÃO
  70. 70. <ul><li>DETERGENTES. DESINFECTAR COM UMA SOLUÇÃO APROPRIADA E SECÁ-LA AFASTADA DE FONTES DE CALOR OU SOL . NÃO UTILIZAR ÁLCOOL OU SOLVENTES. </li></ul>MANUTENÇÃO APÓS A UTILIZAÇÃO
  71. 71. MANUTENÇÃO PERIÓDICA PARA ALÉM DA «MANUTENÇÃO APÓS UTILIZAÇÃO», É NECESSÁRIO QUE OS ARICA SEJAM SUBMETIDOS A UMA MANUTENÇÃO EXECUTADA POR PESSOAL ESPECIALIZADO, EFECTUADA COM EQUIPAMENTOS DE TESTE ADEQUADOS, TAIS COMO: BANCO DE ENSAIO PARA A PEÇA FACIAL, VÁLVULAS E SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE AR
  72. 72. TESTE HIDRÁULICO AS GARRAFAS TEM QUE SER SUBMETIDAS A TESTE HIDRÁULICO, DE ACORDO COM O ESTIPULADO NAS NORMAS EM VIGOR PARA ESTE TIPO DE EQUIPAMENTO . O TESTE , CONSOANTE O TIPO DE MATERIAL DAS GARRAFAS , DEVE SER EFECTUADO COM A SEGUINTE PERIOCIDADE: MATERIAIS DAS GARRAFAS PERIOCIDADE ENTRE ESTES HIDRÁULICOS AÇO 5 ANOS MATERIAIS COMPÓSITOS 3 ANOS
  73. 73. fim Comandante JOSÉ LUÍS MORAIS

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