A arquitectura Românica<br />História da Cultura e das Artes<br />
Românico<br /><ul><li>(Termo aplicado pela primeira vez em 1824, pelo arqueólogo francês De Caumont, que indica toda a art...
A arquitectura românica é oriunda da absorção de várias influências:
As da antiguidade Pagã;
As do oriente;
As dos povos bárbaros e da Irlanda trazidas pelas grandes invasões.</li></li></ul><li><ul><li>A arquitecturaromânica é um ...
Exprime-se pelas suas construções austeras e vigorosas, com grossíssimas paredes e pequenas janelas, cuja função primordia...
<ul><li>A igreja Românica é o símbolo do misticismo da época. Esteve, a grande maioria das vezes, ligada a uma ordem relig...
Os materiais empregues nas construções românicas religiosas foram os existentes nos locais. Assim, no Norte do País impera...
Posterior aos materiais, o que define e caracteriza a arquitectura românica nas pequenas igrejas rurais é a sua robustez, ...
Interiormente, é igualmente nos capitéis, com especial relevo para os capitéis do arco triunfal que se concentra a escultu...
O desejo de proteger a entrada da igreja é que terá conduzido à figuração de figuras ou programas sagrados, à inserção de ...
Porta de entrada;
Porta de Saída;
Nave Central;</li></ul>(dirigem-se ao altar pelo lado direito)<br /><ul><li>Capelas Irradiantes;</li></ul>(contém as image...
Pormenorizando…<br />
Igreja de Bravães<br /><ul><li>  http://www.youtube.com/watch?v=zTBuVsAlrr0</li></li></ul><li><ul><li> A Igreja de Bravães...
O portal é composto por cinco arquivoltas de arco pleno, amparadas por quatro pares de colunelos, alternados com pilastras
A profusa decoração deste fragmento arquitectónico é magnífica, quer pela sua riqueza iconográfica, quer ainda pelo seu ní...
Igreja de São Pedro de Rates<br />
<ul><li>São Pedro de Rates em 1669 por PierMaria</li></li></ul><li><ul><li>Igreja do período românico, pertenceu ao primei...
As origens do templo precedem a nacionalidade, tendo sido identificados vestígios materiais que remontam à época romana.
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A arquitectura romnica

  1. 1. A arquitectura Românica<br />História da Cultura e das Artes<br />
  2. 2. Românico<br /><ul><li>(Termo aplicado pela primeira vez em 1824, pelo arqueólogo francês De Caumont, que indica toda a arte surgida na Europa ocidental a partir da Alta Idade Média. Pretendia-se exprimir, de forma simples e acessível.).
  3. 3. A arquitectura românica é oriunda da absorção de várias influências:
  4. 4. As da antiguidade Pagã;
  5. 5. As do oriente;
  6. 6. As dos povos bárbaros e da Irlanda trazidas pelas grandes invasões.</li></li></ul><li><ul><li>A arquitecturaromânica é um estilo arquitectónico, muito particular, que surgiu na Europa, datada do século X (evoluindo para o estilo gótico no final do século XII).
  7. 7. Exprime-se pelas suas construções austeras e vigorosas, com grossíssimas paredes e pequenas janelas, cuja função primordial era resistir aos ataques dos exércitos inimigos.</li></li></ul><li>Igrejas românicas<br />
  8. 8. <ul><li>A igreja Românica é o símbolo do misticismo da época. Esteve, a grande maioria das vezes, ligada a uma ordem religiosa, a um mosteiro ou implantada no seio de uma comunidade agrícola. É por isso que o românico português tem características fortemente rurais.
  9. 9. Os materiais empregues nas construções românicas religiosas foram os existentes nos locais. Assim, no Norte do País impera o granito, no Centro o calcário e no sul coligou-se o tijolo, de influência espanhola, com a taipa.
  10. 10. Posterior aos materiais, o que define e caracteriza a arquitectura românica nas pequenas igrejas rurais é a sua robustez, (devido ás grossas paredes, aos contrafortes salientes e ao emprego da pedra aparelhada).</li></li></ul><li><ul><li>Nas Igrejas Românicas a escultura foca-se, exteriormente, nos portais, nas aberturas de iluminação (com especial relevo para a fresta ou frestas da cabeceira), nos cachorros que, por norma, sustentam as cornijas e nos capitéis e bases de colunas adossadas.
  11. 11. Interiormente, é igualmente nos capitéis, com especial relevo para os capitéis do arco triunfal que se concentra a escultura e também nas bases.
  12. 12. O desejo de proteger a entrada da igreja é que terá conduzido à figuração de figuras ou programas sagrados, à inserção de escultura como a de animais assustadores e a sinais de valor apotropaico, ou seja, motivos escultóricos como cruzes e rodas solares, capazes de defender as entradas e de proteger a igreja.</li></li></ul><li>Poente<br />Elementos:<br /><ul><li>Altar-mor;
  13. 13. Porta de entrada;
  14. 14. Porta de Saída;
  15. 15. Nave Central;</li></ul>(dirigem-se ao altar pelo lado direito)<br /><ul><li>Capelas Irradiantes;</li></ul>(contém as imagens dos santos e as relíquias. Variam consoante a dimensão da igreja)<br /><ul><li>Diambulatório;</li></ul>(corredor para as pessoas deambularem, circulavam da direita para a esquerda)<br />Sul<br />Leste<br />
  16. 16. Pormenorizando…<br />
  17. 17. Igreja de Bravães<br /><ul><li> http://www.youtube.com/watch?v=zTBuVsAlrr0</li></li></ul><li><ul><li> A Igreja de Bravães é um templo românico de um antigo mosteiro minhoto já desaparecido, situado junto ao rio Lima. </li></li></ul><li><ul><li>A fachada da igreja do século XII é apenas ornada pelo portal, inscrito numa estrutura quadrangular sobressaída.
  18. 18. O portal é composto por cinco arquivoltas de arco pleno, amparadas por quatro pares de colunelos, alternados com pilastras
  19. 19. A profusa decoração deste fragmento arquitectónico é magnífica, quer pela sua riqueza iconográfica, quer ainda pelo seu nível escultórico.</li></ul> Esta desenvolve-se em animados motivos animalescos, antropomórficos, vegetalistas, cordiformes e geométricos.<br /> Em cada um dos lados do portal há uma coluna decorada com um figura.<br /> Estas representações já foram interpretadas como sendo o Anjo Gabriel e Nossa Senhora.<br /><ul><li>Contrastando com esta decoração, surge, no tímpano a serena representação de Cristo em Majestade, inscrito na amêndoa mística, flanqueada por anjos. Nos panos laterais ressaem as cornijas, suportadas por mísulas e adornadas por motivos geométricos, denticulados e quatro frestas.</li></li></ul><li><ul><li>A sobriedade do interior não é afectada pela decoração geométrica dos capitéis dos colunelos nem pela decoração do arco triunfal. As impostas rematam duas pinturas a fresco, possivelmente do século XIV.</li></ul> Numa representa-se o Martírio de S. Sebastião e na outra a Virgem com o menino.<br /> Esta igreja, possui-a ainda um outro fresco da mesma época, que entaipava a fresta da ousia, onde se representa o Salvador do Mundo.<br /><ul><li>Estas obras encontram-se hoje guardadas no Museu Nacional de Arte Antiga.</li></li></ul><li><ul><li>A sobriedade do interior não é afectada pela decoração geométrica dos capitéis dos colunelos nem pela decoração do arco triunfal. As impostas rematam duas pinturas a fresco, possivelmente do século XIV.</li></ul> Numa representa-se o Martírio de S. Sebastião e na outra a Virgem com o menino.<br /> Esta igreja, possui-a ainda um outro fresco da mesma época, que entaipava a fresta da ousia, onde se representa o Salvador do Mundo.<br /><ul><li>Estas obras encontram-se hoje guardadas no Museu Nacional de Arte Antiga.</li></li></ul><li>
  20. 20. Igreja de São Pedro de Rates<br />
  21. 21. <ul><li>São Pedro de Rates em 1669 por PierMaria</li></li></ul><li><ul><li>Igreja do período românico, pertenceu ao primeiro convento de Clunny em Portugal. Foi alvo de várias obras nos sécs. XVII e XVIII, tendo sido restaurado em 1940.
  22. 22. As origens do templo precedem a nacionalidade, tendo sido identificados vestígios materiais que remontam à época romana.
  23. 23. A Igreja de São Pedro de Rates situa-se junto à bacia do Ave e é um dos mais importantes mosteiros beneditinos.
  24. 24. AIgreja de São Pedro de Rates assenta no local de uma edificação que data do período romano.
  25. 25. Até 1552, a igreja guardava o Corpo de São Pedro de Rates antes de ter sido transferido para a Sé de Braga. (São Pedro de Rates fora decapitado quando celebrava uma missa.)</li></li></ul><li><ul><li> O acesso ao templo faz-se pelo imponente portal principal de cinco arquivoltas e arcos de volta perfeita, introduzido na fachada ligeiramente assimétrica e protegida, em que se destaca a decoração escultórica dos capitéis, e sobretudo do tímpano.</li></li></ul><li><ul><li> É uma Igreja que contém três naves e quatro tramos, de falso transepto (nave transversal), que revela várias hesitações e irregularidades na sua estrutura (como diferentes larguras das naves, o ritmo irregular dos pilares e a existência de colunas adossadas que reflectem o longo período de hesitações construtivas a que esteve sujeita).
  26. 26. Toda a cobertura das naves é executada por tecto de madeira, sendo a cabeceira, formada pela ousia e dois absidíolos. Esta foi a zona mais restaurada, destacando-se a sua forma semicircular e as arcarias que decoram o exterior da capela-mor, mais alta que os absidíolos.</li></li></ul><li>
  27. 27. <ul><li>Constitui um dos mais importantes monumentos românicos medievais no emergente reino de Portugal, dada a relevância das formas arquitectónicas e escultóricas.</li></li></ul><li>Joana Santos nº1310ºE<br />

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