Trabalho De Historia

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Trabalho De Historia

  1. 1. Escola E.B 2,3 de Quarteira Nº2 2008/2009 Os Movimentos Artísticos do século XlX: Romantismo, Realismo, Impressionismo Disciplina: História Prof.ª: Ana Frade Trabalho realizado por: Ana Margarida Nº2 Elisabete Nº11 Florbela Nº13 Maria Elisa Nº18 8ºA
  2. 2. Índice Introdução…………………………………………..pág.3 Biografia de Turner………………………….pág.7 Biografia de Daumier……………………….pág.8 Biografia de Manet………………………….pág.9 Imagens………………………………..…………..pág.10 Conclusão…………………………………………….pág.11 Bibliografia………………………………………..pág.12 2
  3. 3. Introdução Caracterização da pintura romântica Até pouco antes dos meados do séc. XlX, a arte, ainda bastante influenciada pelos fulgores do Renascimento, seguia caminho orientado pelas tradições clássicas; assim, na França, encontrava-se a pintura de um grande mestre que se chamou David. À sua volta, discípulos e simples admiradores formaram uma verdadeira escola de pintura caracterizada pela sugestão das estátuas antigas das épocas grega e romana, com manifesto desdém pelos assuntos chamados de género. Não podia negar-se ao pensamento e à orientação dessa escola, o rigor da forma nem o ar sumptuoso das suas composições; mas faltava-lhe certa vibração de vida real que forçosamente a levaria à decadência ou aos ditames da moda. A fadiga dessa frieza espiritual principiava a invadir almas de novas concepções e a alargar o horizonte estético da época. Ingres, um famoso discípulo de David, ainda que moldado no cadinho do mestre, sentiu morder-lhe o vírus da independência, entrando em luta com as ideias do tempo e outras claridades que despontavam nos arraiais da gente nova. Hesitou e, por essa razão, a sua obra de grande fôlego teve momentos confusos, embora sempre belos e de poderosa realização. Por essa altura, outro artista ousado voltou-se contra o culto exagerado das tradições. Esse homem foi André Teodoro Gericault que, através das suas telas, e em especial, o Couraceiro Ferido, impôs novo rumo à arte francesa da época. Contudo, esse alarme não teve a projecção que merecia pelas reacções do meio ainda formado pelas ideias clássicas, a outros cabendo a chefia do movimento intelectual de que tratamos. Sabe-se que a Revolução francesa de 1830 provocou no espírito dos pintores assinalada perturbação; mas a inconsistência do meio, que então apenas se formava, e a incerteza do desconhecido que mal se antevia, não permitiu aos artistas franceses, voluntariamente dispostos à transição, a definição formal do espírito estético que, um pouco mais tarde, se devia afirmar. A Revolução de 48 apressou, depois, a marcha do movimento cujos resultados, em breve, dariam ao tesouro intelectual da França o grande impulso renovador, independente e desassombardo a que, com propriedade ou sem ela, se deu o nome da «Romantismo». É provável que a frieza clássica e profundamente idealista das obras davidianas tivesse cansado a retina dos princípios do séc. XlX. A obstinada repercussão do classicismo, a réplica dos seus moldes e o excesso ou abuso da essência pagã que David e seus adeptos difundiam no ardor das suas ideias, tinham dificuldade em ajustar-se ao meio criado pelas circunstâncias. A reacção tinha que dar-se e deu-se, realmente, arrastado na corrente até alguns que, a princípio, se mostravam adversos ao espírito daquela rebelião. O próprio Ingres era, um mestre de dupla face; apaixonado pelas nobres tradições da composição, pela harmoniosa pureza das linhas e pela sábia correcção do desenho, criou uma verdadeira escola, a escola clássica de onde saíram: a Apoteose de Homero, a Andrómeda, a Virgem da Hóstia e outras obras mais do seu fino temperamento. Mas no artista existia outra personalidade igualmente forte e decidida: a do observador, desempoeirado, da realidade que amava. Apesar disso, alguns dos seus contemporâneos vacilavam entre as duas doutrinas postas face a face, em manifesta rivalidade. 3
  4. 4. Entre eles, Descamps, Horácio Vernet e, principalmente, Delaroche que se apaixonara pelos temas dramáticos da História, viam com bons olhos a linha do novo horizonte artístico dos meados daquele século. Não eram eles, todavia, os destinados a marcarem a transformação. A outro reservara o destino o encargo de a conduzir ou, mais propriamente, de a fixar no quadro mental da sua época. Esse homem foi Delacroix. Em torno deste homem formou-se um reduto invencível de princípios que em breve dominariam a Europa quase inteira, proclamendo com as suas obras a liberdade dos espíritos, assim se restabelecendo a comunicação com a Natureza, com as paixões e com a realidade. É certo que nem todos seguiram inteiramente o pensamento do mestre. Demasiadamente presos ainda às correntes clássicas do lado oposto da questão, os seus raros conservadores entraram em campo estranho e dúbio e deram-nos a chamada «pintura abstracta». Do espírito dessa escola saíram certos temas anedóticos, a reconstituição dos cenários do séc. XVlll e, com eles, a paisagem teatral a que não faltava a visão das melancólicas ruínas do passado. Contudo, o fogo dessa paixão doentia que arrastou meia dúzia de dissidentes não teve assinalada repercussão na história da arte francesa, embora, nesta emergência, se veja renascer a pintura religiosa, extraordinariamente, decaída desde os tempos davidianos. Com o movimento a que se deu o nome de «Romantismo» pretendia-se, reagir contra a rotina, contra a dominação do espírito clássico que, depois de ter sucumbido com a decadência do esplendor greco- -latino, reapareceu mais tarde aos primeiros rumores do Renascimento, após o longo período medieval em que a imaginação se povoou de tanta beleza entre sortilégios de graça e de poesia. Desviando-nos, do plano geral do movimento para o campo particular que interessa à cultura portuguesa, poderia reconhecer-se que, quando a renovação garrettiana abalou o ambiente nacional e as obras de Castilho e de Herculano juntaram--se para a formação do novo panorama intelectual, ainda a pintura portuguesa não conhecia certas liberdades, nem tão pouco a independência necessária aos artistas. Reinava o convencionalismo; havia moldes para tudo: para o retrato, para a cena histórica e para o «género». Antes da revolução romântica, apenas se a «paisagem histórica» como fundo invariável de alguns quadros ou painéis, e essa, mesmo, condicionada por certas medidas e determinadas receitas, que outra coisa não se podia dizer do processo usado. Na França, o próprio Corot, que na segunda fase da sua maneira tanto havia de se agarrar à inspiração directa da Natureza, povoando alguns dos seus quadros com sátiros e ninfas, fontes e «termos». Chamam-se românticos os escritores que nos princípios do séc. XlX libertaram-se das regras de composição e de estilo criadas e seguidas pelos autores clássicos. Mas o que essencialmente caracterizou o «Romantismo» foi o predomínio da sensibilidade e da imaginação sobre o raciocínio; quer dizer: o individualismo, na mais ampla expressão da palavra. Da obra literária quase desapareceram as figuras mitológicas, substituindo-se as crenças pagãs pelos dogmas do cristianismo e até pelas próprias superstições medievais, como Bescherelle entendia. Paralelamente, no respeitante à pintura, o «Romantismo» aproveita os episódios mais vulgares da vida: as paixões e os sentimentos. Enfim, a verdadeira independência nas regras e nos preceitos da arte. A grande virtude, porventura a maior qualidade da escola romântica foi o milagre de conciliar a realidade da vida com os impulsos da imaginação. Para os românticos, a arte foi, apenas isso. A estricta reprodução da Natureza deu, mais tarde, um rumo possivelmente frio, em demasia, às obras realizadas pelos naturalistas que as deixaram morrer à míngua de fantasia. 4
  5. 5. Caracterização da pintura realista Quando se fala de realismo na arte e na literatura, importa saber duas acepções do vocábulo: a) o método de aproximar o mais possível a imagem artística da realidade observada; b) a escola que tomou o nome de «realista». No primeiro sentido, o realismo é tão velho como a própria arte; no segundo, é um fenómeno cultural do séc. XlX, que apareceu primeiro, sob forma literária, no quarto decénio do século, afirmou-se no quinto, atingiu o seu auge no sexto e no sétimo, desembocando pelo ano de 1870 no chamado «naturalismo», que tirou dele as últimas consequências. Entretanto, foi-se estendendo o movimento às artes plásticas, e até, em certo modo, à música. Há quem o considere como um espelho fiel da cultura da época, a princípio ecléctico com forte dose de romantismo, depois retintamente positivista, num tempo em que a burguesia, chegada ao poder, se consolida e se travam as primeiras lutas sociais, não só em teoria senão que também em tentativas de acção contra o capitalismo cada vez mais pujante. Disse- -se que o teatro realista de Augier interpreta a máxima política de Guizot: «enrichissez-vous», e que é significativa a atenção com que Balzac se ocupa nos seus romances dos negócios de industriais, banqueiros e comerciantes. No entanto, o mesmo Balzac, que muitos consideram o verdadeiro fundador do realismo em literatura, não reivindica o qualificativo, de realista, nem teve como intuito, na sua busca das forças ocultas que regulam a vida, o ideal de puro empirismo, caro aos doutrinários da escola que despontava. Foi Champfleury, um dos caudilhos desta última, que exaltou Balzac como «naturalista» (1847), e o ensaio de Taine sobre a Comédie Humaine ratificou tal classificação. Só em 1864 o mesmo Taine descobrir e reconheceu como naturalista o seu compatriota Stendhal, falecido uma vintena de anos antes. Entre as tendências psicológicas que contribuíram para o triunfo do realismo intregal conta-se uma reacção contra as extravagâncias românticas e contra as suas hipócritas idealizações da paixão amorosa, tão caricaturizadas por Eça de Queirós, bem como um crescente respeito pelo facto empiricamente averiguado, pelas ciências exactas e experimentais e pelo progresso técnico, tal como se encontra expresso entre nós por um Ramalho Ortigão. Esta mentalidade era estimulada pela nova doutrina do positivismo, ao passo que para além do Reno a «Jovem Alemanha» exaltava o realismo sob a influência da esquerda hegeliana, a qual tomou uma orientação estritamente materialista, subordinando na estética a arte à Natureza. O realismo considerou como seu primeiro objectivo o estudo da sociedade, e muitas vezes prefere os assuntos tirados da vida dos operários e dos lavradores. Foi valorizada a coragem de representar os aspectos grosseiros da vida, e Littré definiu o realismo como o apego a representar a Natureza sem ideal. O exagero da fórmula fazia cair num idealismo as revés, no preconceito de só representar o grosseiro, de eliminar toda aspiração ideal. A arte deveria ser completamente desinteressada, indiferente às exigências do coração e do espírito, posta para além do bem e do mal, do belo e do feio, e por isso disse Edmond Scherer que o realista era o que procurava apagar-se perante a natureza. Ao mesmo tempo, afirmava-se a analogia entre a arte e a ciência. Estava preparado o terreno para a arte de Zola e dos seus discípulos. Nas mãos deles, transformou-se o realismo em naturalismo. 5
  6. 6. Caracterização da pintura impressionista Deu-se o nome de impressionismo a certas tendências anti-academicistas e anti- -românticas da pintura do terceiro quartel do séc. XlX, preconizadas e levadas a efeito por Eduardo Manet, Cláudio Monet, Augusto Renoir, Camilo Pissarro, Edgar Degas e outros. Originariamente, a palavra foi forjada por um jornalista, numa crítica trocista a um quadro de Cláudio Monet a que o artista dera o título de Impressões e cujo tema era um pôr-do-sol. Esta obra foi exposta em 1863 num salão especial conhecido pelo nome de Salon des Refusés, ao mesmo tempo que outras pinturas de artistas que eram vítimas da hostilidade do júri do Salon para com toda originalidade e audácia inovadora, e que se haviam colocado em atitude de revolta contra a intransigência do Salon des Refusés foi devida à directa iniciativa do imperador Napoleão lll. Os impressionistas não formaram uma associação, não enunciaram teorias e um programa, foram uns tantos artistas independentes, ligados entre si pela força das circunstâncias e que só verdadeiramente tinham de comum o mesmo espírito de revolta contra a tirania do academicismo reinante. Se alguma característica comum pode ser reconhecida a esses artistas, é a de não se deixarem influir pelo conhecimento que tinham da forma objectiva das coisas, para pintarem a aparência que num momento dado elas ofereciam aos olhos do pintor. Ao mesmo tempo, procuravam reproduzir o mais fielmente possível as modificações de cor produzidas pela atmosfera interposta, pela reflexão, pela influência dos objectos circundantes. Além disso, há na atmosfera uma vibração luminosa para cuja representação os impressionistas procuravam desenvolver uma fórmula adequada, foi o que se chamou a técnica do «divisionismo» ou «vibrismo». Esta técnica seguiu a doutrina de que a cor é somente o resultado da activação da luz sobre a forma e a de a própria sombra não é uma negação da luz, mas uma alteração dela. Excluindo da palheta todas as cores que não fossem as simples do espectro, e colocando sobre a tela manchas de cores alternadas em vez de as misturar na palheta. Os impressionistas conseguiram dar aos seus quadros um grau de luminosidade e uma vibratilidade sugestiva da luminosidade atmosférica que nunca foi obtida por nenhum outro processo. A luz foi neles o assunto da arte pictórica e tudo era considerado digno de ser pintado uma vez que desse oportunidade de se registar um efeito natural da luz. 6
  7. 7. 7 Joseph Mallord William Turner nasceu a 23 de Abril de 1775 em Londres. Foi pintor romântico londrino, é considerado por alguns um dos percursores do Impressionismo, em função dos seus estudos sobre cor e luz. Antes de completar 10 anos, Turner, filho de um barbeiro de Londres, ganhou o primeiro dinheiro como pintor colorindo uma gravura. Quatro anos mais tarde, entrou para a Real Academia de Londres, começou como pintor topográfico e pouco a pouco foi se inclinando para as paisagens, principalmente as marinhas. Em 1802 foi admitido como membro da Academia de Londres. Algum tempo depois, fez sua primeira viagem ao continente. Ficou entusiasmado com a pintura dos grandes mestres no Museu do Louvre, então enriquecido com os saques de Napoleão. Lorrain e Poussin. Turner dedicou-se à pintura da paisagem com paixão, energia, força, interpretando os seus temas de forma épica. Os seus trabalhos transmitiam uma emoção extrema e foi considerado o ponto culminante da paisagem romântica. Turner foi extremamente precoce, brilhante e bem sucedido. Começou na arte aos 13 anos com os seus desenhos e com 15 anos atingiu a sua reputação. Era um homem solitário, sem amigos e quando pintava não permitia a presença de pessoas, mesmo que fossem outros artistas. Uma de suas preocupações principais foi a aplicação da luz e sua incidência sobre as cores da maneira mais natural possível. Para tanto, dedicou-se intensamente ao estudo dos paisagistas holandeses do século XVIII, muito em voga naquela época na Europa. Nas suas obras os motivos eram, em geral, paisagens e o mar era uma constante nos quadros do pintor inglês. Pintava muito o mar, os rios e os abismos, pois eram belos e perigosos. O modo como Turner tratava a água, o céu e a atmosfera, afasta-se de todo o realismo natural e transforma-se no reflexo anímico da situação. As pinceladas soltas e difusas dão forma a uma desesperança interior que se transmite à natureza, uma das características básicas do romantismo. Também foi de grande relevância para sua pintura a viagem que fez a Veneza em 1812, quando o pintor descobriu a importância da cor e conseguiu dar corpo à atmosfera de uma maneira que, anos depois, os impressionistas retomariam. Não surpreendentemente, Veneza torna-se sua cidade preferida, uma fusão da água e da civilização, pintou-a muitas vezes em 1819 e depois em 1828. De 1830 a 1840, Turner deixou de lado a forma e criou espaços voláteis de nuvens e cores, como em Chuva, Vapor e Velocidade, que remete aos quadros abstractos de pleno século XX. Não é sem motivo que foi qualificado por muitos historiadores como o primeiro pintor de vanguarda. A sua última exposição foi em 1850. No ano seguinte, a19 de Dezembro de 1851 em Chelsea veio a falecer doente e solitário como sempre viveu. Após meses desaparecido, foi descoberto muito doente pela sua empregada. As suas obras mais importantes estão na National Gallery e na Tate Gallery, ambas em Londres. Turner
  8. 8. 8 Daumier Honoré-Victorien Daumier nasceu a 26 de Fevereiro de 1808 em Marselha e faleceu a 10 de Fevereiro de 1879 em Valmondois , foi um caricaturista , pintor e ilustrador francês. Ele foi conhecido no seu tempo como o "Michelangelo da caricatura". Ele também é considerado um dos mestres da litografia e um dos pioneiros do naturalismo. Daumier mudou-se com os seus pais de Marselha para Paris em 1816. A mudança atendia às ambições do pai, que embora fosse mestre em vitrais queria seguir a carreira de poeta. O adolescente Daumier trabalhava como empregado de um funcionário da justiça e como auxiliar de um contador. Nessa época começou a interessar-se pelas artes plásticas. Ia com certa frequência ao Museu do Louvre, onde ficava a admirar e a estudar as valiosas colecções. Em 1822 teve aulas no atelier de Lenoir, um ex-aluno de David. Também estudou profundamente as obras de Rubens e Ticiano. As suas primeiras litografias datam de 1820, quando Daumier estava empregado como ilustrador em diferentes centros gráficos da cidade. A sua caricatura Gargântua , que ridicularizava o rei Luís Filipe, custou-lhe seis meses de prisão em 1831. Privado da liberdade, o ilustrador matava o tempo a retratar os presos. Já em liberdade, assinou um contrato com a revista La Caricature e mais tarde com a célebre Le Charivari . São conhecidas mais de 4 000 litografias de Daumier. De facto, ele foi um dos litógrafos mais especializados. Nelas reproduziu uma visão crítica, às vezes irónica, às vezes directa e certeira, dos acontecimentos da sua época. O seu estilo era dinâmico e jovial. Com uma linha, Daumier podia redefinir um conceito psicológico, como no Ratapoil Depois de dominar a técnica da litografia, Daumier trabalhou como ilustrador para publicidade e o mercado editorial, influenciado pelo estilo de Charlet . Já a sua pintura é completamente diferente. A paleta de cores simplifica-se nos tons ocre e terra. Os temas são artistas em desgraça e crianças na miséria, algo que o mobilizava de maneira singular. No entanto, os seus quadros não visam à emoção gratuita; os seus personagens conservam o tempo todo.
  9. 9. 9 Édouard Manet nasceu em Paris no dia 23 de Janeiro de 1832 e faleceu a 30 de Abril de 1883 em Paris, foi um pintor e artista gráfico francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX. Os gostos de Manet não vão para os tons fortes utilizados na nova estética impressionista. Preferia os jogos de luz e de sombra, restituindo ao nu a sua crueza e a sua verdade, muito diferente dos nus adocicados da época. Os temas deixaram de ser impessoais ou alegóricos, passando a traduzir a vida da época, e em certos quadros, seguiam a estética naturalista de Zola e Maupassant. Manet era criticado não apenas pelos temas, mas também pela sua técnica, que escapava às convenções académicas. Frequentemente inspirado pelos mestres clássicos e em particular pelos espanhóis do Século de Ouro, Manet influenciou, certos precursores do impressionismo, em virtude da pureza da sua abordagem. A esta sua liberação das associações literárias tradicionais, cómicas ou moralistas, com a pintura, deve-se ao facto de ser considerado um dos fundadores da arte moderna. As suas principais obras foram: Almoço na relva ou Almoço no Campo, Olímpia, A sacada, O tocador de pífaro e A execução de Maximiliano. Manet
  10. 10. 10 fig.1 - William Turner: Chuva, vapor e velocidade, 1844 fig.2 – William Turner – Veneza: O grande canal, 1835 fig.3 – Honoré Daumier, Dom Quixote e Sancho Pança fig.4 – Honoré Daumier, A Lavadeira fig.5 – Édouard Manet, Olympia
  11. 11. 11 Conclusão Com este trabalho podemos concluir que cada pintor, realista, romântico e/ou impressionista, tem uma forma diferente de pintar e cada forma de pintar tem características muito diferentes uns dos outros, uns pintores fazem pinceladas curtas outros longas, uns representam mais paisagens outros representam pessoas e as suas formas de viver, em quadros percebe-se ao primeiro olhar o que representam outros pelo contrário... Neste trabalho só a Ana Margarida e a Florbela é que trabalharam, pois a Maria e a Elisabete não se importaram com o mesmo. Cada vez que combinávamos ficar na escola para fazer o trabalho a Elisabete não podia e a Maria tinha apoios, mas quando saía não ia para a biblioteca para fazermos o trabalho, pois ia embora para casa.
  12. 12. 12 Bibliografia http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89douard_Manet   http://pt.wikipedia.org/wiki/Honor%C3%A9_Daumier   http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Turner  

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