A S P E C T O S I N T R O D U TÓ R I O S D A N E G O C I AÇÃ O

1.128 visualizações

Publicada em

Conceitos de negociação para Pós-Graduação em Gestão de Pessoas da UnC - Curitibanos.

Publicada em: Tecnologia, Turismo
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.128
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
21
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
256
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A S P E C T O S I N T R O D U TÓ R I O S D A N E G O C I AÇÃ O

  1. 1. Pós-Graduação em Administração de Recursos Humanos com Área de Concentração em Gestão de Pessoas Professora Debora Aparecida Almeida N EGOCIAÇÃO E A DMINISTRAÇÃO DE C ONFLITOS
  2. 2. BREVE CURRICULUM Graduação em Administração – UnC - Curitibanos Mestrado em Desenvolvimento Regional - FURB Professora de Pós-Graduação UFPI e UnC- Mafra Professora de Graduação na UnC-Curitibanos Pesquisadora do CNPq em Planejamento Urbano e Regional – NPDR – FURB Pesquisadora do CNPq - NECHS – Núcleo de Estudos em Ciências Humanas e Sociais – UnC- Curitibanos Colaboradora do Jornal Farol de Curitiba – Coluna Gestão de Idéias. Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Curitibanos.
  3. 3. MARCO TEÓRICO A palavra negociação tem suas raízes na palavra latina otium, que significa ócio. Neg-otium se tornou corrente quando diminuiu a população escrava na Roma antiga e os cidadãos descobriram que tinham cada vez menos tempo vago. Eles, então, negociavam para melhorar sua qualidade de vida, para aumentar seu tempo livre. De fato, toda negociação pretende aumentar a qualidade de vida e trabalho.
  4. 4. Afinal, o que é negociação ? Negociação significa, de fato, uma situação na qual cada ponto que requer acordo seja tratado de forma a buscar satisfazer as necessidades de ambas as partes, que esperam melhorar a situação em que encontravam anteriormente. Todos os slides de negociação foram adaptados do livro : GOMES DE MATOS, Francisco. Negociação : modelo, estratégia estudos de caso.Rio de Janeiro : Reichmann & Affonso Editores, 2003.
  5. 5. MARCO INCIAL Viver a vida com inteligência significa administrar conflitos, permanentemente. Daí surge a negociação como recurso de humanização e democratização do relacionamento.
  6. 6. Dois são os problemas fundamentais das Organizações Fonte : Pró-Reitoria de Ensino 1º Semestre de 2005
  7. 7. Um é a comunicação Que não se reporta apenas a tecnologia informacional. Diz respeito a interação humana.
  8. 8. “ Outro é o Relacionamento Que significa condição essencial para equipes consistentes. O instrumento por excelência é a NEGOCIAÇÃO.
  9. 9. Significa gerenciar emoções, prevenir e solucionar conflitos. NEGOCIAR
  10. 10. NEGOCIAÇÃO COMO FILOSOFIA ACEITAÇÃO DOS VALORES QUE EMBASAM UMA ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA, OS IDEAiS DE DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA SOCIAL, OS PRESSUPOSTOS DE CO-REPONSABILIZAÇÃO POR RESULTADOS.
  11. 11. NEGOCIAÇÃO COMO TÉCNICA Observância dos princípios e práticas do trabalho em equipe, a institucionalização de processos de conversação no trabalho e no exercício regular dos instrumentos gerenciais participativos, como a reunião e a delegação de autoridade.
  12. 12. FATORES CONDICIONANTES DA NEGOCIAÇÃO <ul><li>A Cultura Organizacional </li></ul><ul><li>O Clima Organizacional </li></ul><ul><li>O Sistema Gerencial Integrado </li></ul>
  13. 13. <ul><li>A CULTURA </li></ul><ul><li>ORGANIZACIONAL </li></ul><ul><ul><li>A filosofia da empresa (seus valores) </li></ul></ul><ul><ul><li>A política da empresa (suas diretrizes) </li></ul></ul><ul><ul><li>A estratégia da empresa (sua atuação) </li></ul></ul>
  14. 14. 2. O CLIMA ORGANIZACIONAL <ul><ul><li>O ambiente descontraído e motivador da participação, da responsabilidade, da prática da decisão compartilhada e da criatividade. </li></ul></ul>
  15. 15. 3. O SISTEMA GERENCIAL INTEGRADO <ul><ul><li>Gerências (áreas, setores) falando a mesma linguagem, ou seja, visão consensual quando à filosofia, políticas e estratégias. </li></ul></ul>
  16. 16. COMPORTAMENTO DEMOCRÁTICO <ul><ul><li>A NEGOCIAÇÃO É MARCA VISÍVEL DE UM COMPORTAMENTO DEMOCRÁTICO. SUA PRÁTICA REGULAR É A EXPLICITAÇÃO CONCRETA DA DEMOCRACIA NO TRABALHO. </li></ul></ul>
  17. 17. <ul><ul><li>Seu exercício efetivo conduz ao desenvolvimento cultural, à qualidade do relacionamento humano, à melhoria das condições de vida, ao esforço consentido, à cooperação espontânea e ao trabalho como meio de auto-realização. </li></ul></ul>A NEGOCIAÇÃO É UM INSTRUMENTO EMINEMENTEMENTE EDUCACIONAL
  18. 18. NEGOCIAÇÃO É BASICAMENTE CONVERSAÇÃO <ul><ul><li>PRÁTICA HABITUAL DO DIÁLOGO. </li></ul></ul>
  19. 19. APRENDE-SE A NEGOCIAR NEGOCIANDO <ul><ul><li>A prática da negociação dever ser, assim, estimulada e orientada no âmbito grupal : na intimidade da família, da fábrica, do escritório, da igreja, da escola, do governo, em todos os grupos sociais. </li></ul></ul>
  20. 20. PODER E NEGOCIAÇÃO <ul><ul><li>O posicionamento ideológico da empresa - e mais especificamente do empresário, sua consciência, visão, pensamento sobre a realidade social brasileira – significa o cenário decisório do país, a presença de uma das forças potencialmente mais promissoras da renovação. </li></ul></ul>
  21. 21. PODER E NEGOCIAÇÃO <ul><ul><li>Forças Sociais Significativas : </li></ul></ul><ul><ul><li>Distribuição de renda; </li></ul></ul><ul><ul><li>Explosão demográfica e urbanização intensiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>Saúde e previdência; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistema educacional e analfabetismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Condições de trabalho; </li></ul></ul><ul><ul><li>Poluição ambiental; </li></ul></ul><ul><ul><li>Educação e democracia do povo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualidade das lideranças. </li></ul></ul>
  22. 22. DISTRIBUIÇÃO DE RENDA
  23. 23. DISTRIBUIÇÃO DE RENDA A fantasia nova era seu orgulho. E ele, o orgulho dos pais. Espada de plástico, calça, colete, botas e lenço na cabeça – sem esquecer de um indefectível tapa-olho – faziam do menino um pirata no carnaval de rua daquela cidadezinha do interior. A mãe municiava seu pequeno corsário de confete, com o qual ele atacava, sem cerimônias, os transeuntes. Enquanto isso, o pai registrava tudo com uma câmera de vídeo digital – para a posteridade, sabe como é, os filhos crescem rápido demais. Sem que fosse sua intenção, um dos ataques de bolinhas de papel acertou em cheio um outro menino, fantasiado de catador de latinhas de alumínio. Fantasia sem graça aquela, feita por uma camiseta esburacada, bermuda encardida e pés descalços. Ao invés de uma reluzente cimitarra de plástico, cinco ou seis latinhas de cerveja carregadas na improvisada bacia formada pelos braços. O tamanho dos dois era o mesmo, tiquinhos de gente de seis anos, no máximo. O menino fantasiado de catador de latinhas, que seguia em uma marcha firme, se detém. Sem dizerem nada, por um instante, se olham. O pirata deve ter pensado que fantasia estranha era aquela, cheirando a cerveja. Não seria melhor deixar aquelas latinhas ali e vir brincar com ele? Havia confete para todo mundo no saco da mamãe. E a rua era grande o suficiente. O olhar do outro parou em misto de inveja e resignação – apesar dele não ter idade para entender o que é inveja, muito menos resignação. Ter uma fantasia bonita e colorida como aquela seria bom demais. Não ter que trabalhar na noite de domingo, poder brincar com os pais, melhor ainda. Mas o tempo corria – o tempo sempre corre. Tinha que procurar mais latinhas porque a concorrência estava alta e a festa, como a infância, não ia durar muito mais tempo. Virou o rosto para frente, continuou sua marcha e se perdeu na multidão. O outro ainda ficou parado um instante. Depois, enfiou a mão no saco de confetes e jogou novamente para cima, formando uma chuva de papel. Afinal de contas, é carnaval. Na Quarta-feira de Cinzas tudo volta ao normal. Fonte : Leonardo Sakamoto é jornalista e Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Cobriu a guerra pela independência em Timor Leste e a guerra civil angolana. Foi professor do curso de jornalismo da ECA-USP e trabalhou em vários veículos de comunicação, tendo recebido prêmios na área de jornalismo e direitos humanos, como o Vladimir Herzog e o Prêmio Combate ao Trabalho Escravo. Empreendedor social Ashoka, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).
  24. 24. EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA E URBANIZAÇÃO INTENSIVA Veiga , José Eli da VEIGA, José Eli da. Cidades Imaginárias: o Brasil é menos urbano do que se calcula. 2. ed. Campinas : Editores Associados, 2003. o Brasil é menos urbano do que se calcula . . .
  25. 25. SAÚDE E PREVIDÊNCIA APOSENTADORIA SAÚDE QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ?
  26. 26. SISTEMA EDUCACIONAL E ANALFABETISMO 12.007 alfabetizandos 63,77 % mulheres 36,23% homens 92,43% empregados 7,57 % desempregados Faixa Etária [principal] [30 a 54 anos de idade] (IBGE, 2000) SANTA CATARINA
  27. 27. CONDIÇÕES DE TRABALHO Fonte : http://www.observatoriosocial.org.br                                                                                                                                                              
  28. 28. CONDIÇÕES DE TRABALHO Novas inserções Nesta atualização, entraram no cadastro empresas moveleiras. Duas empresas exportadoras, a Cruzado Móveis e a Móveis Rueckl, localizadas em Rio Negrinho, no Norte de Santa Catarina, aparecem como empregadoras da fazenda Campo Grande, juntamente com a Indústria Agroflorestal Heyse. Em novembro de 2006, fiscais da Delegacia Regional do Trabalho resgataram um trabalhador da Rueckl, 17 da Cruzado e 19 da Heyse. Eles realizavam colheita de pinus. Fonte: www.reporterbrasil.com.br Repórter Brasil – 10/07/2007
  29. 30. POLUIÇÃO AMBIENTAL Fonte : http://www.observatoriosocial.org.br Um estudo que incluiu pesquisas com mais de 500 grandes empresas no Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Japão, Índia e China, apresentou como resultado que só uma de cada dez companhias considera a mudança climática como uma prioridade. O estudo revela que as empresas esperam que os governos liderem a luta contra esse fenômeno ambiental e alertam que em um cenário de crise econômica mundial, como a que estaria configurando-se por esses dias, é ainda menos factível que se assuma a mudança climática como tema prioritário. Nada novo, se poderia dizer. Não é possível esperar, pelo menos hoje que sejam as grandes corporações as que liderem a luta mundial contra a mudança climática. Ainda assim é sua responsabilidade. Essa batalha a encabeçam os movimentos e organizações sociais ao redor do mundo, em sua luta pelo que chamam &quot;justiça climática&quot;, e até agora seus pedidos e propostas tiveram muito pouco eco em quem tem o poder para tomar decisões. Não obstante, bem vale conhecer as cifras deste estudo, que põe números que desinteressam aos líderes econômicos dos países ricos na luta contra a crise climática. Só 5% das mais de 500 empresas consultadas, e nenhuma na China, consideraram a mudança climática como sua principal prioridade, ao mesmo tempo, que apenas 11% a colocou em segundo ou terceiro lugar, segundo o estudo da consultora internacional Accenture, que retoma o diário britânico The Independent. Em uma análise geral, a mudança climática ficou em oitavo no ranking de prioridades dos líderes empresariais. O aumento das vendas, a redução dos custos, o desenvolvimento de novos produtos e serviços, a concorrência por pessoal bem capacitado, o crescimento nos mercados emergentes, a inovação e a tecnologia estão na frente.
  30. 32. EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA ?
  31. 33. EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA BOLSA FAMÍLIA Uma Política Contraditória e Excludente Percebe-se que a atuação é assistencialista, paternalista e reducionista, no que tange aos valores repassados pelos avanços processuais e de luta na política social brasileira. FALVIANO VIEIRA, Fábio Romão. AS POLÍTICAS SOCIAIS DE ATENDIMENTO À FAMÍLIA: SEUS RETROCESSOS, SUAS INOVAÇÕES E IMPACTOS, NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA . 2007. 91 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Serviço Social) – Universidade do Contestado – Campus Universitário de Curitibanos – SC, 2007 . Monografia Orientada pela Professora Doutora Silse Teixeira de Freitas Lemos  
  32. 34. QUALIDADE DAS LIDERANÇAS “ A minha preocupação não está em ser coerente com as minhas afirmações anteriores sobre determinado problema, mas em ser coerente com a verdade.” Mahatma Gandhi
  33. 35. O PODER E SUAS MANIFESTAÇÕES KRAUSZ, Rosa. Compartilhando o poder nas organizações . São Paulo : Nobel, 1991. <ul><ul><li>O poder pessoal manifesta-se através das seguintes formas : </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Conexão </li></ul></ul><ul><ul><li>Competência Interpessoal </li></ul></ul>
  34. 36. CONHECIMENTO <ul><ul><li>É constituído por um conjunto de conquistas pessoais como habilidades, experiências, informações, observações e conhecimentos acumulados no decorrer da vida, resumidos como competência técnica ou profissional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em essência trata-se da credibilidade inspirada pelo saber e pelo saber fazer. </li></ul></ul>
  35. 37. Ser subdesenvolvido não é &quot;não ter futuro&quot;; é nunca estar no presente. (Arnaldo Jabor)
  36. 38. O que é assimilação É escolher o caminho mais fácil, por necessidade de aceitação ou conveniência Por Max Gehringer
  37. 39. <ul><ul><li>Trata-se da capacidade de motivar, estimular e envolver as pessoas sob seu âmbito de influência em atividades, causas e objetivos comuns, levando-as a sentir suficientemente seguras para aceitar desafios e correr riscos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Cria solidariedade, identificação grupal, espírito de equipe, corresponsabilidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Este lema quando convenientemente usado, cria o espírito de equipe expresso nos Três Mosqueteiros : </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Um por todos e TODOS por um” </li></ul></ul>CONEXÃO
  38. 41. Médicos Sem Fronteiras foi criada em 1971 por um grupo de jovens médicos e jornalistas que, em sua maioria, tinham trabalhado como voluntários em Biafra, região da Nigéria, que, no final dos anos 60, estava sendo destruída por uma guerra civil brutal. Enquanto trabalhavam para socorrer as vítimas do conflito, eles perceberam que as limitações da ajuda humanitária internacional da época eram fatais. Para tratar dos doentes e feridos era preciso esperar por um entendimento entre as partes em conflito zou pela autorização oficial das autoridades locais. Além do emperramento burocrático, os grupos de ajuda humanitária não se manifestavam diante dos fatos testemunhados. Em 1971, o sentimento de frustração desse grupo e a vontade de assistir às populações mais necessitadas de modo rápido e eficiente deram origem a Médicos Sem Fronteiras. A organização surgiu com o objetivo de levar cuidados de saúde para quem mais precisa, independentemente de interesses políticos, raça, credo ou nacionalidade. No ano seguinte, MSF fez sua primeira intervenção, na Nicarágua, após um terremoto que devastou o país. Hoje, mais de 22 mil profissionais trabalham com Médicos Sem Fronteiras em mais de 70 países. M ÉDICOS SEM F RONTEIRAS
  39. 42. COMPETÊNCIA INTERPESSOAL <ul><ul><li>É entendida como um conjunto de atributos pessoais desenvolvido através de vivências, treinamento, crescimento e desenvolvimento das potencialidades humanas tais como : capacidade de comunicação, flexibilidade, intuição, abertura, capacidade de processar feedback, autoconhecimento, sensibilidade, equilíbrio emocional e bom senso. </li></ul></ul><ul><ul><li>É um tipo de poder que flui naturalmente, sem intencionalidade, e que permite estabelecer uma rede de relacionamentos informais baseados no respeito, consideração e reconhecimento do outro, independentemente da sua posição, prestígio social ou instrução. </li></ul></ul>
  40. 43. Fonte : www.1.folha.uol.com.br Francisco de Souza Moraes O vendedor de balas Francisco de Souza Moraes O vendedor de balas Francisco de Souza Moraes
  41. 44. Fonte : http://www.tompeters.com/toms_world/a_day_in_the_life.php
  42. 45. Alegría é um estado de espírito. O show tem muitos temas: o poder e a transferência de poder com o tempo, a evolução das monarquias antigas às democracias modernas, os idosos e a juventude -tudo isso serve de pano de fundo para a vida dos personagens de Alegría . Bobos da corte, menestréis, vagabundos, antigos aristocratas e crianças povoam este universo, junto com os palhaços, que são os únicos a resistir à passagem do tempo e as transformações sociais. Fonte : http://www.cirquedusoleil.com/CirqueDuSoleil/br/default.htm

×