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Mesa2 Ii Shiam

  1. 1. Mesa redonda de encerramento : Grupos colaborativos como forma de resistência ao movimento homogeneizador das práticas escolares em matemática Cármen Lúcia Brancaglion Passos (UFSCar) Eliane Matesco Cristovão (GdS – GCEEM) Fernando Luis Pereira Fernandes (GdS) Dario Fiorentini (Unicamp-GdS, Coordenador)
  2. 2. Nos últimos anos, a SEESP investiu 2 bilhões de reais na formação continuada de seus professores com o projeto “Teia do Saber” e os resultados das avaliações não tiraram o Estado dos últimos lugares do ranking nacional de aprendizagem matemática.
  3. 3. <ul><li>Decorrência disso, a SEESP, então, decidiu não mais investir no professor e sim no material didático: </li></ul><ul><li>“ Jornal do aluno” e </li></ul><ul><li>a “Caderno do professor”. </li></ul><ul><li>Por que a opção pelo modelo “Mc Donalds” adotado pelas escolas apostiladas? </li></ul><ul><li>Será que todos os alunos das escolas paulistas se encontram em um mesmo nível de formação e de necessidade de recuperação em conhecimentos e competências matemáticas? </li></ul>
  4. 4. <ul><li>O que está por trás dessa política homogeneizadora das práticas escolares? </li></ul><ul><li>A intenção seria treinar nossos alunos em habilidades e conhecimentos para apresentarem melhor resultados nas provas do Saresp e Prova Brasil? </li></ul><ul><li>Ou seria uma estratégia que permitiria medir a competência dos professores e escolas na aplicação dos materiais preparados pelos especialistas, premiando os que conseguirem apresentar melhores resultados? </li></ul>
  5. 5. <ul><li>A SEESP ouviu os professores, antes de impor estes materiais? </li></ul><ul><li>Pelo menos os professores das escolas melhor colocadas no ranking estadual foram ouvidos? </li></ul><ul><li>Algum grupo colaborativo foi procurado para saber o que estão fazendo para melhorar a qualidade da aprendizagem de seus alunos? </li></ul><ul><li>Os professores da escola tiveram oportunidade de participar da elaboração (ou pelo menos discussão) desses materiais? </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Os professores puderam estudar e discutir os materiais antes de aplicá-los? </li></ul><ul><li>Quais as conseqüências dessa política para o desenvolvimento do professor, sobretudo para o desenvolvimento de sua capacidade de produzir uma prática curricular que atenda às necessidades de sua escola e de seus alunos? </li></ul><ul><li>O que pensam, afinal, os professores das escolas e os formadores da universidade a respeito dessa política homogeneizadora da SEESP? </li></ul><ul><li>O que a experiência acumalada dos grupos colaborativos pode sinalizar a respeito dessa política? </li></ul>
  7. 7. Isso nos motivou a organizar essa MR e convidar alguns professores para debater essa política da SEESP <ul><li>1º) Fernando Luis Pereira Fernandes </li></ul><ul><ul><li>Ainda em fase inicial da carreira docente </li></ul></ul><ul><ul><li>Prof. de Escola Estadual em Campinas, </li></ul></ul><ul><ul><li>Mestrando da FE/Unicamp e membro do GdS. </li></ul></ul><ul><ul><li>Professor-pesquisador com várias publicações. </li></ul></ul><ul><ul><li>Traz uma análise do “Jornal do aluno” e da “Caderno do professor” e seu ponto de vista de professor iniciante sobre essa tentativa de homogeneizar a prática docente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Questiona principalmente o modo como esses materiais foram impostos aos professores da rede e analisa as possíveis conseqüências dessa política. </li></ul></ul><ul><ul><li>Questiona o fato destes terem sido produzidos por especialistas que pouco conhecem o chão da escola. </li></ul></ul>
  8. 8. <ul><li>2º) Eliane Matesco Cristóvão </li></ul><ul><li>Profa. da Escola Estadual de Americana </li></ul><ul><li>17 anos de magistério - membro do GdS e GCEEM . </li></ul><ul><li>Mestre em Educação (Matemática) pela FE/Unicamp </li></ul><ul><li>Professora-pesquisadora com várias publicações. </li></ul><ul><ul><li> Traz o ponto de vista de professores engajados e comprometidos com a inclusão escolar de alunos com histórico de fracasso escolar em matemática. </li></ul></ul><ul><ul><li> Questiona a política homogeneizadora e colonizadora da SEESP que: </li></ul></ul><ul><ul><li>desconsidera a diversidade cultural e cognitiva dos alunos da escola pública; </li></ul></ul><ul><ul><li>não ouve seus professores; </li></ul></ul><ul><ul><li>não valoriza seus saberes docentes construídos a partir de reflexões e/ou investigações sobre suas práticas. em </li></ul></ul><ul><ul><li>não acredita que os professores possam construir seu próprio currículo. </li></ul></ul>
  9. 9. <ul><li>3º) Cármen Lúcia Brancaglion Passos </li></ul><ul><li>Foi Profa. do CEFAM e agora formadora de prof. na UFSCar. </li></ul><ul><li>Profa. Dra. em Educação (Matemática) – FE/UNICAMP. </li></ul><ul><li>Participa do GEPFPM (FE/Unicamp) e do GEM (UFSCar). </li></ul><ul><li>Coordenadora do GT-Formação de professores da SBEM. </li></ul><ul><li>Professora-pesquisadora com várias publicações. </li></ul><ul><ul><li>Traz o ponto de vista da comunidade de formadores de professores de matemática ligados à SBEM; </li></ul></ul><ul><ul><li>Questiona as políticas públicas no modo como interferem nas práticas curriculares da escola, no modo como promovem a gestão escolar e no modo como interferem na formação continuada de seus professores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Defende que os próprios professores se constituam nos principais protagonistas de seu desenvolvimento profissional e da renovação curricular, desenvolvendo investigações no interior das escolas, podendo ter a colaboração de formadores da universidade. </li></ul></ul>

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