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Escola Dominical - Subsídio - Lição 05 - 1º Trim - 31012010

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Subsídio da Lição da Escola Bíblica Dominical - Jovens e Adultos - CPAD
Lição 05 - Tesouro em vasos de barro.
Ev. Valter Borges

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Escola Dominical - Subsídio - Lição 05 - 1º Trim - 31012010

  1. 1. Subsídios para Escola Bíblica Dominical Ev. Valter Borges www.valterborges.blogspot.com Lição 05 – CPAD – Jovens e Adultos Tema: 2º Coríntios Comentarista: Pr. Elienai Cabral LIÇÃO 05 – TESOURO EM VASOS DE BARRO “Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Co 4.7) Leitura Bíblica em Classe – 2 Coríntios 4.7-12 Objetivos: Conscientizar-se de que mesmo sendo frágeis, Deus nos usa para transmitir as Boas Novas e nos dá poder para realizarmos sua obra. Compreender as fragilidades dos vasos de barro. Saber que no final os vasos de barro serão glorificados pelo Senhor. Introdução Quem é o homem? Como ele se vê diante de Deus? Como ele se vê diante da sociedade e de si mesmo? Por que se vangloria de conquistas vis? Percebe-se na história da humanidade o crescimento de pessoas ensimesmadas, envolvidas consigo mesmas, idólatras. Ora, o que é a idolatria, senão o entronizar o homem em lugar da pessoa de Deus, quando pessoas louvam-se a si próprias? A soberba e a altivez vêm dominando o ser humano e produzindo pessoas cada vez piores em seus relacionamentos. E não só fazem como consentem e incentivam outros ao mesmo erro. Paulo, mesmo provocado pelos falsos profetas, que surgiram na igreja de Corinto, foi prudente em seu proceder e parecer quando procurou reafirmar seu chamado e sua autoridade, sem, contudo, permitir deixar-se exaltar. Não, ao contrário, na medida em que reafirma seu chamado, demonstra sua pequenez quando diz: “porventura, começamos outra vez a louvar-nos a nós mesmos?” (2 Co 3.1), ou, ainda, “e é por Cristo que temos tal confiança em Deus;” (2 Co 3.4), e, também, “não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, o qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito vivifica” (2 Co 3.5-6). É assim, como vaso de barro que Paulo se apresenta, quando diz “temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Co 4.7). Valter Borges é evangelista e pastoreia a AD Thelma da Assembléia de Deus –São Bernardo do Campo www.valterborges.blogspot.com 1
  2. 2. Subsídios para Escola Bíblica Dominical Ev. Valter Borges www.valterborges.blogspot.com O impacto de sua humildade Como esse posicionamento difere dos opositores de Paulo. Paulo ensinou aos coríntios a grandeza de um verdadeiro líder. Proporcionou, com suas atitudes, um ensino aos coríntios cujo impacto na vida deles foi além da capacidade de escrever do apóstolo dos gentios. Ele demonstrou atitude confiante, caráter firme, autenticidade, não demonstrou capricho, orgulho ou covardia e muito menos conivência pessoal para tratar do ofensor que transtornara o Evangelho entre os coríntios ao tratar adequadamente a posição daqueles que difamam alguém. Os coríntios comovidos por tal atitude, reconheceram a liderança de Paulo e mostraram que é possível amar mesmo aqueles que são diferentes no pensar e no agir, embora sejam exortados a qualificarem seus procedimentos a fim de não causar prejuízo entre os filhos de Deus, mesmo Paulo ensinara acerca da capacidade de perdoar, ao proferir bênçãos: “abençoai aos que vos perseguem; abençoai e não amaldiçoeis” (Rm. 12.14). Parece-me que a humanidade não entende a grandeza do perdão e vem nesse gesto uma manifestação de fraqueza. Mas, através de Cristo Jesus, Deus confundiu os sábios em sua sabedoria, e, através do Espírito, proporcionou essa grande boa nova, que é ser, o perdão, uma atitude nobre, de uma grandeza impressionante, numa demonstração de amor imensurável, beneficiando o ofensor, concedendo oportunidade de recomeçar sua trajetória de vida, e, ser atraído pelo mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus. O triunfalismo ofusca a glória de Deus O triunfalismo que propaga como praga nos arraiais evangélicos, contraria os ensinamentos de Cristo Jesus. Expressões “somos mais que vencedores”, “se Deus é por nós quem será contra nós”, “você é maior para Deus”, tem provocado um efeito devastador no comportamento dos crentes de nossa geração. Wallace Souza parece ter compreendido o que significa triunfalismo. Ele afirma “que estamos hoje em dia vendo um fenômeno interessante e ao mesmo tempo preocupante: o triunfalismo ganhando cada vez mais terreno no arraial evangélico. Ele diz que: “Mas o que é triunfalismo? Que significa esta palavra esquisita? Triunfalismo advém de triunfo, que é o mesmo que vitória, conquista, sucesso, etc. Todavia, no meio cristão isto veio a representar uma atitude positivista frente às adversidades da vida. Teoricamente, não chega a ser uma má coisa. Teoricamente. Sim, porque o desânimo tem afogado muitas pessoas nas águas lamacentas da mágoa e desesperança, causando o Valter Borges é evangelista e pastoreia a AD Thelma da Assembléia de Deus –São Bernardo do Campo www.valterborges.blogspot.com 2
  3. 3. Subsídios para Escola Bíblica Dominical Ev. Valter Borges www.valterborges.blogspot.com naufrágio de muitos sonhos brilhantes. Logo, é louvável ter uma atitude de não esmorecer frente às dificuldades tão presentes no corre-corre diário. Mas daí permitir que essa atitude chegue às raias da arrogância e do orgulho é simplesmente solapar o alicerce do caráter cristão expresso nas palavras de Jesus: aprendei de mim que sou humilde e manso de coração. Presenciamos hoje, no meio cristão, cenas impensáveis até algum tempo atrás. Talvez o acréscimo rápido nas estatísticas eclesiásticas não tenha sido acompanhado de um plano eficaz de doutrinamento bíblico e discipulado... Infelizmente, junto com o expressivo crescimento evangélico no Brasil, assistimos um decréscimo repugnante no nível de caráter apresentado pelos cristãos evangélicos de um modo geral. Ser crente (ou pastor) não é mais sinônimo de caráter ilibado e idoneidade moral. Infelizmente, observamos cada vez mais o distanciamento entre o comportamento assumido dentro da igreja e fora dela. O cristão evangélico de hoje, dependendo da forma como foi doutrinado ou se é que o foi, é uma incógnita teológica: não sabe em que crê, por que crê e como crer de forma ortodoxa... O triunfalismo nada mais é que o principal produto da famigerada Teologia da Prosperidade, na qual acrescento o “Material”, ficando assim: Teologia da Prosperidade Material (ou TPM dos crentes…). É um tal de não aceito isso, não aceito aquilo outro, doente não posso ficar, miséria não é pra mim e por aí vai… A aceitação, ou melhor, a proclamação da Teologia da Prosperidade foi a institucionalização da arrogância entre os crentes. Por que essa “nova revelação” não surgiu na época da igreja primitiva? Seria muito útil lá, afinal a perseguição era terrível e cruel. Ser cristão naquela época era quase que ser considerado terrorista da Al Qaeda nos dias de hoje. Mas os intentos de Satanás foram frustrados, visto que para cada cristão que morria surgiam dez em seu lugar! Parecia que era fertilizante e não sangue que corria em suas veias. Cada gota de sangue cristão derramado irrigava uma nova safra de crentes mais dispostos que a anterior, para desespero do diabo. Aquilo pra ele era um verdadeiro inferno. Escaldado com essas experiências negativas (ou seria melhor dizer positivas?), ele resolveu mudar de tática: descobriu que melhor que matar um crente fiel era deixá-lo vivo, mas tornando-o infiel. Com isso, o benefício seria duplo: enquanto a morte de um crente fiel produzia piedade em vários outros, a vida de um crente infiel (se é que isso existe!) traz vilipêndio ao nome de Jesus e desmoralização à sua igreja, que é o seu corpo. Preciso reconhecer, todavia, que não existem pessoas perfeitas. Há pessoas sinceras e que expressam um compromisso com Cristo que ainda se encontram em processo de lapidação e aperfeiçoamento do caráter que cometem muitos vacilos na fé.” Valter Borges é evangelista e pastoreia a AD Thelma da Assembléia de Deus –São Bernardo do Campo www.valterborges.blogspot.com 3
  4. 4. Subsídios para Escola Bíblica Dominical Ev. Valter Borges www.valterborges.blogspot.com (WALLACWE LARA. O Triunfalismo Cristão é de Deus ou do Diabo? Disponível em: http://comoviveremos.com/2006/10/21/o-triunfalis-mo-cristao-e-de-deus-ou-do-diabo/, a- cessado em 22/01/2010, às 20h27). Seja como for, o triunfalismo tão presente nos tempos modernos contrasta com os ensinos de Cristo Jesus. Mesmo diante de grandeza de seu ministério, Paulo não era triunfalista. Seu ministério não era produto de palavras vazias de vãs filosofias. Sua orientação teológica era “pé no chão”, na seriedade com que se deve conduzir a vida no Evangelho. Paulo tomado pela sua incapacidade, como vemos em Romanos 7, direciona suas reflexões para a grandeza de Deus. Compreende que tudo que fez até o presente momento não resultado de obra humana, mas divina. Que as curas, as conversões, os livramentos, os milagres, as igrejas, eram todas obras cuja capacidade era acima da capacidade humana. Era sobrenatural. E Paulo preocupasse em orientar os irmãos corintos de que, na verdade, “sem Jesus não dá”. É preciso compreender que não são shows de fé, nem espetáculos ao mundo; mas manifestações do poder de Deus. E, então, quem era Paulo? Quem era ele para triunfar diante das obras que não eram suas? Que direito ele teria nisso? Nenhum. Aí ele entende que disse Jesus “...A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza...” (2 Co 12.9a), a ponto de Paulo considerar “de boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” (2 Co 12.9b). Paulo reconhece-se como vaso de barro Tendo falado da luz gloriosa do evangelho em 2 Co 4.1-6, Paulo contrasta, em 4.7- 12, esse evangelho com a fraqueza daqueles que o pregam. Essa verdade é declarada como princípio genérico no versículo 7, ilustrada nos versículos 8-9 e declarada outra vez como princípio nos versículos 10-11, sendo o princípio estendido no versículo 12.1 Anunciar o Evangelho significava esvaziar-se de si mesmo, ao contrário dos pregadores que surgiram naquela época, e que ainda envenenam a igreja em nossos dias, 1 KRUSE, Colin G. The Second Epistle of Paul to the Corinthians – An Introducion and Comentary. Tradução de Oswaldo Ramos. Revisão Liege Marucci, João Guimarães, Theófilo Vieira. Coordenação editorial e de produção: Vera Villar. SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA, 1994. 114 p. (Série Cultura Bíblica). Valter Borges é evangelista e pastoreia a AD Thelma da Assembléia de Deus –São Bernardo do Campo www.valterborges.blogspot.com 4
  5. 5. Subsídios para Escola Bíblica Dominical Ev. Valter Borges www.valterborges.blogspot.com que procuram extorquir a noiva do Cordeiro oferecendo um “evangelho” fácil, sem renúncia, sem compromisso, santidade; iludindo as pessoas, com fins de obter lucro; ensinando o que as pessoas querem ouvir independentemente se estão erradas ou não. Paulo, ao contrário, visava unicamente à glória de Deus, oferecendo a cruz de Cristo e um caminho estreito para chegar ao céu, anunciando não o que gostamos de ouvir, mas o que precisamos ouvir, corrige-nos sempre quando erramos porque nos ama. Assim temos o contraste. Os mestres autênticos, não estão interessados em estética, aparência externa, mas em ética, transformação interior. Assim Paulo vê-se como vaso de barro, reconhece suas fragilidades, percebe-se útil para o Senhor, superando os sofrimentos, cheio do Espírito Santo, anunciando as Boas Novas, guardando em seu interior um tesouro, conhecido por seus bons frutos. Vasos de barros eram artigos encontrados virtualmente em todos os lares do antigo oriente médio. Eram baratos, e quebravam-se com facilidade. Diferentemente de vasos metálicos (que podiam ser consertados), ou de vidro (que podiam ser derretidos, e o material reaproveitado), tais vasos de barro, uma vez quebrados, tinham que ser atirados no lixo. Portanto, eram de baixo custo e de baixo valor intrínseco. Talvez Paulo tivesse em mente as pequenas lamparinas de barro, para azeite, adquiríveis por umas moedas em qualquer bazar local. Se isso for verdade “a luz do evangelho” seria o tesouro, e os apóstolos, em sua fragilidade, seriam as lamparinas de barro, portadores da luz que ilumina o mundo todo. Esse contraste entre o tesouro e os vasos de barro que o contêm objetiva mostrar que “a excelência do poder é de Deus e não de nós”. Em 1.9, Paulo testemunha que a aflição que ele experimentou na Ásia ensinou-lhe uma lição: “Que não confiemos em nós, e, sim, no Deus que ressuscita os mortos”. De modo semelhante a fragilidade dos mensageiros demonstra aqui, não tanto perante os apóstolos, mas antes perante o mundo, que “a excelência do poder [é] de Deus e não de nós” O princípio geral enunciado no versículo 7 é ilustrado nos versículos 8 e 9 numa série de quatro declarações paradoxais. Elas refletem, de um lado, a vulnerabilidade de Paulo e de seus companheiros, e por outro lado, o poder de Deus que os sustenta. “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos.” Paulo alude aqui ao tipo de experiências concretas onde a imagem (morte e vida de Jesus) é diferente, mas o princípio é o mesmo. Nos versículos 10 e 11, encontramos Paulo enfatizando o sentido de experimentar a morte e a vida de Jesus, como o contexto geral deixa bem claro, não deve ser interpretado de modo místico, mas muito concretamente. Apanhado em aflições e perseguições, Paulo se via continuamente exposto à morte. É oq eu lemos em Romanos 8.36: “Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro”. Todavia, quando o apóstolo concorda em ser entregue “à morte o dia todo”, ele passa a compartilhar, dessa maneira, o destino de Jesus, e ao mesmo tempo descobre que a vida oriunda da ressurreição do Senhor crucificado e ressurreto descobre que o que é Valter Borges é evangelista e pastoreia a AD Thelma da Assembléia de Deus –São Bernardo do Campo www.valterborges.blogspot.com 5
  6. 6. Subsídios para Escola Bíblica Dominical Ev. Valter Borges www.valterborges.blogspot.com proclamado em sua mensagem também se torna exemplificado em sua vida. Por um lado, o pregador é diariamente submetido a forças que o arrastam para a morte, mas, por outro lado, ele é continuamente amparado, levado em triunfo, sem triunfalismo, e torna-se mais do que vencedor, pela experiência da vida oriunda da ressurreição de Jesus que opera em seu corpo mortal. “De modo que em nós opera a morte; mas em vós, a vida”. Esta declaração sumária conduz aquele pensamento um pouco mais longe. A exposição diária a forças conducentes à morte é experiência comum para Paulo; todavia, acompanha-o a contínua manifestação da vida de Jesus, não apenas objetivando sustentá-lo mas também operar por seu intermédio, e levar a vida a outras pessoas.2 Esvaziar-nos de nós mesmos O pastor Marcelo Dantas, em seu livro, fez a seguinte pergunta: “O púlpito é lugar de gente vazia?”3 Evidentemente que isso merece uma consideração entre o estético e o ético. O púlpito deve ser considerado sagrado e utilizado com reverência e temor ao Senhor Deus (ético). Muitos pregadores despidos do ético, enveredam apenas pelo caminho estético, quando investem apenas na capacidade de persuasão e oratória, o domínio das técnicas e da arte de bem falar em público, mas esquecem do ético. A busca de poder, fama, sucesso, reconhecimento, preocupação com agenda mais concorrida, ginásios lotados, culto à personalidade, aplausos e glória são os principais atrativos para quem deseja o ministério da Palavra atualmente, uma inversão de valores que aparentemente parece ser irreversível.4 É o triunfalismo que tanto atrai, mas que nada edifica, que não contribui para o Reino de Deus. Mas, em contraste desse retrato tão deteriorado do que fazem com o ministério da Palavra, temos o modelo de um homem vazio de si mesmo: Paulo. Vazio não do tesouro do céu, mas de do “eu”, nos interesses pessoais e egoístas, da vaidade pessoal, soberba, orgulho e ambições. Pastor Marcelo Dantas enfatiza que “obviamente todos possuem sua auto-estima, e tem necessidade de reconhecer-se importante e útil em suas relações pessoais. O que queremos aqui propor é a apreciação de que não somos infalíveis. Somos possuidores de limitações consideráveis e estamos em constante processo de crescimento e 2 KRUSE, Colin G. The Second Epistle of Paul to the Corinthians – An Introducion and Comentary. Tradução de Oswaldo Ramos. Revisão Liege Marucci, João Guimarães, Theófilo Vieira. Coordenação editorial e de produção: Vera Villar. SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA, 1994. 114-115 p. (Série Cultura Bíblica). 3 DANTAS, Marcelo Alves. O Desafio da Interpretação Bíblica no Século XXI: uma abordagem contemporânea. Hermenêutica e Homilética Bíblica. São Paulo: Geração Master’s Editora, 2009. 65 p. 4 Idem. 66 p. Valter Borges é evangelista e pastoreia a AD Thelma da Assembléia de Deus –São Bernardo do Campo www.valterborges.blogspot.com 6
  7. 7. Subsídios para Escola Bíblica Dominical Ev. Valter Borges www.valterborges.blogspot.com maturação na vida”5. Ele continua “é necessário nos conscientizarmos acerca do cristão como mensageiro do Reino, e o grande desafio que existe de nos aproximar de Cristo de maneira tal que existe de nos aproximar de Cristo de maneira tal que possamos dizer como Paulo ‘Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus Cristo, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus – Já estou crucificado com Cristo; e vivo não mais eu, mas, Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim’ (At. 20.24; Gl. 2.20).” Conclusão Segundo Champlin6, os vasos de barro, apesar de aludirem particularmente ao corpo físico, na realidade, dentro da ilustração do apóstolo, fala sobre a personalidade humana inteira, vista segundo o ângulo de sua mortalidade. Assim, nenhum homem pode gloriar-se em si mesmo. Pois isso é loucura!! Somos vasos de barro na qual a excelência do poder de Deus, que não tem medida, é depositado, contrastado com a debilitada condição da mortalidade. É necessário o poder magnificente de Deus para que os remidos recebam o “tesouro”, e, Paulo era ministro fiel desse poder, embora não seu originador, e nem merecia ele qualquer glória por causa de seu ofício. Esse poder divino, vence todas as dificuldades nas vidas dos ministros, livrando-os do perigo e da morte, e tornando-os bem sucedidos no trabalho do Evangelho. A condição mortal do homem comprova que, na verdade, o poder vem de Deus. Portanto, “temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Co 4.7) Soli Deo gloria 5 Ibidem. 68 p. 6 O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo – volume 4. R. N. Champlin, Ph. D. 9ª Reimpressão – São Paulo: CANDEIA, 1995. 326 p. Valter Borges é evangelista e pastoreia a AD Thelma da Assembléia de Deus –São Bernardo do Campo www.valterborges.blogspot.com 7

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