<ul><li>Ms. Isa Mara da Rosa Alves </li></ul><ul><li>Professora da UNISINOS </li></ul><ul><li>Doutoranda UNESP-Araraquara/...
<ul><li>De que “novos” ambientes estamos falando? </li></ul>
<ul><li>De que “novos” ambientes estamos falando? </li></ul>
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O que considerar em uma atividade de produção de textos? <ul><li>Que texto? </li></ul><ul><li>Qual o contexto?  </li></ul>...
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Gêneros :  competências lingüística e semiolingüística <ul><li>Heterogeneidade tipológica </li></ul>
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Para que serve?  <ul><li>Mundo próximo ou aproximável </li></ul><ul><li>Tema interessante </li></ul><ul><li>Tarefa útil/ju...
Motivação  <ul><li>Mundo próximo ou aproximável </li></ul><ul><li>Tema interessante </li></ul><ul><li>Tarefa útil/justific...
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Prática <ul><li>“ Escrever é pensar e criar </li></ul><ul><li>Em grande parte, aprender a escrever é aprender a pensar, ap...
Prática <ul><li>Onde e como encontrar as idéias?  </li></ul><ul><li>Como inventá-las?  </li></ul><ul><li>Criá-las ou (re)p...
Prática <ul><li>Elaboração e reelaboração </li></ul><ul><li>Escrita  e  reescrita </li></ul>
Referências <ul><li>CHARAUDEAU, P.  Grammaire du sens et de léxpression.  Paris: Hachette, 1992. </li></ul><ul><li>CHARAUD...
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  • Ofinica De ExperimentaçãO Textual 20072 VersãO Final

    1. 1. <ul><li>Ms. Isa Mara da Rosa Alves </li></ul><ul><li>Professora da UNISINOS </li></ul><ul><li>Doutoranda UNESP-Araraquara/SP </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>
    2. 2. <ul><li>De que “novos” ambientes estamos falando? </li></ul>
    3. 3. <ul><li>De que “novos” ambientes estamos falando? </li></ul>
    4. 4. A internet <ul><li>“ Está em curso uma mudança importante: o surgimento da mídia digital que gradativamente vem tomando o espaço da televisão.” </li></ul><ul><li> ( < http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/10/24/alunos-que-nao-entendem-o-enunciado > Acesso em 28/10/07.) </li></ul>
    5. 5. <ul><li>“ (...) as novas tecnologias da informação e comunicação oferecem novas possibilidades de aprender e devem deixar o estatuto de simples auxiliares (na aprendizagem) para tornarem-se centro de uma outra forma de aprender.” </li></ul><ul><li>(<http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/11/09/o-papel-das-tecnologias-digitais-no-contexto-escolar/ > Acesso em 28/10/07.) </li></ul>
    6. 6. Com as tecnologias digitais <ul><li>surgem novos </li></ul><ul><li>modos de comunicação e de interação . </li></ul>
    7. 7. A internet <ul><li>“ A sua principal característica é a descentralização da audiência e a produção de mídia para públicos específicos .” </li></ul>( < http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/10/24/alunos-que-nao-entendem-o-enunciado > Acesso em 28/10/07.)
    8. 8. <ul><li>“ Com essa mudança de modelo em curso, seria interessante observar como a geração nascida durante a revolução tecnológica irá aprender e se comportar criticamente nesse meio, que oferece um número gigantesco de opções a respeito do que se quer ver, ler ou ouvir.” </li></ul>( < http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/10/24/alunos-que-nao-entendem-o-enunciado > Acesso em 28/10/07.)
    9. 9. <ul><li>“ Cabe a nós , professores, a tarefa de abrir os olhos para essa nova oportunidade. O processo de aprendizagem não é somente transmitir o conhecimento e sim ensinar como usá-lo , como modificá-lo e até mesmo a discordar dele . Temos as ferramentas, só falta usar .” </li></ul><ul><li>(< http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/12/07/james-della-valle/ > Acesso em 28/10/07) </li></ul>
    10. 10. <ul><li>“ Em todas as atividades profissionais, não apenas nas artes ou na propaganda, a capacidade de criar é um dos maiores ativos do capital intelectual que uma empresa competitiva pode usar.” </li></ul><ul><li>(<h ttp ://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/10/16/criatividade-desligue-o-piloto-automatico-e-pratique/ > Acesso em 28/10/07.) </li></ul>
    11. 11. <ul><li>Que possibilidades as novas tecnologias acrescentam para as aulas de Língua Portuguesa? </li></ul>
    12. 12. Recursos <ul><li>Sons </li></ul><ul><li>Figuras </li></ul><ul><li>Filmes </li></ul><ul><li>Textos </li></ul><ul><li>Sons + Imagens + Textos </li></ul>
    13. 13. Recursos e ambientes… <ul><li>Blog </li></ul><ul><li>E-mail </li></ul><ul><li>Sites com diversos propósitos </li></ul><ul><li>Buscadores </li></ul><ul><li>Wikis </li></ul><ul><li>Orkut </li></ul><ul><li>My Space </li></ul><ul><li>YouTube </li></ul><ul><li>SecondLife </li></ul><ul><li>Textos e Planilhas do Gmail (produção colaborativa) </li></ul><ul><li>Etc . </li></ul>
    14. 14. Maior… <ul><li>Conectividade </li></ul><ul><li>Interação </li></ul><ul><li>Colaboração </li></ul><ul><li>Participação coletiva </li></ul><ul><li>Independência </li></ul><ul><li>Criatividade </li></ul><ul><li>Originalidade </li></ul><ul><li>Criticidade </li></ul><ul><li>Reflexão </li></ul><ul><li>Consciência </li></ul><ul><li>Possibilidade de argumentação </li></ul><ul><li>Busca em fontes confiáveis </li></ul><ul><li>Realidade </li></ul><ul><li>Uso de novas e variadas mídias </li></ul>
    15. 15. Como abordar atividades de experimentação textual de modo a aproveitar as possibilidades dos diferentes recursos tecnológicos?
    16. 16. <ul><li>Buscar inspiração em diferentes ambientes; </li></ul><ul><li>Disponibilizar os trabalhos em diferentes ambientes; </li></ul><ul><li>Possibilitar troca/intercâmbio de conhecimento; </li></ul><ul><li>Utilizar novos espaços de produção; </li></ul><ul><li>Escrever para propósitos novos e definidos explicitamente pelo contexto de produção. </li></ul>
    17. 17. O que considerar em uma atividade de produção de textos? <ul><li>Que texto? </li></ul><ul><li>Qual o contexto? </li></ul><ul><li>Não conheço este texto… </li></ul><ul><li>Para que serve? </li></ul><ul><li>Como começar? </li></ul>
    18. 18. Que texto?
    19. 19. “ Um gênero é um padrão de comunicação criado pela comunicação de forças individuais, sociais e técnicas implícitas numa situação comunicativa recorrente . Um gênero estrutura a comunicação ao criar expectativas partilhadas acerca da forma e do conteúdo da interação [...]” Erickson (2000) apud Marchuschi (2004)
    20. 20. Qual o contexto de produção? <ul><li>Situação de comunicação </li></ul><ul><li>Propósito do autor (objetivo) </li></ul><ul><li>Identidade dos parceiros: autor (enunciador) e leitor (destinatário) </li></ul><ul><li>Tipo de “contrato de comunicação” </li></ul><ul><li>Lugar de veiculação </li></ul><ul><li>Canal de transmissão: oral ou escrito </li></ul><ul><li>Gênero </li></ul>
    21. 21. Competências de Linguagem <ul><li>Situacional </li></ul><ul><li>(dados externos) </li></ul><ul><li>Condições de </li></ul><ul><li>Identidade dos Protagonistas </li></ul><ul><li>Finalidade: “ fazer fazer”, “fazer saber”, “fazer crer”, fazer sentir” </li></ul><ul><li>Tema </li></ul><ul><li>Dispositivo: circunstâncias materiais </li></ul><ul><li>Discursiva </li></ul><ul><li>(dados internos) </li></ul><ul><li>Procedimentos de encenação discursiva </li></ul><ul><li>Locução </li></ul><ul><li>Relação </li></ul><ul><li>- Modo de intervenção </li></ul><ul><li>(de retomada, de continuidade) </li></ul><ul><li>- Modo de organização discursivo </li></ul>Semiolingüística (dados internos) Configuração textual (composição, construção gramatical, mecanismos de coesão, modalizadores, etc.) (CHARRAUDEAU & MAINGUENEAU, 2006, p. 453.)
    22. 22. Competências de Linguagem <ul><li>Situacional </li></ul><ul><li>(dados externos) </li></ul><ul><li>Condições de </li></ul><ul><li>Identidade dos Protagonistas </li></ul><ul><li>Finalidade: “ fazer fazer”, “fazer saber”, “fazer crer”, fazer sentir” </li></ul><ul><li>Tema </li></ul><ul><li>Dispositivo: circunstâncias materiais </li></ul><ul><li>Discursiva </li></ul><ul><li>(dados internos) </li></ul><ul><li>Procedimentos de encenação discursiva </li></ul><ul><li>Locução </li></ul><ul><li>Relação </li></ul><ul><li>- Modo de intervenção </li></ul><ul><li>(de retomada, de continuidade) </li></ul><ul><li>- Modo de organização discursivo </li></ul>Semiolingüística (dados internos) Configuração textual (composição, construção gramatical, mecanismos de coesão, modalizadores, etc.) (CHARRAUDEAU & MAINGUENEAU, 2006, p. 453.) Quais as condições situacionias do ato de linguagem? Qual(is) procedimento(s) Discursivo ele aciona? Em que consiste sua configuração textual?
    23. 23. Gêneros : competências lingüística e semiolingüística <ul><li>Intertextualidade intergêneros </li></ul>
    24. 24. Gêneros : competências lingüística e semiolingüística <ul><li>Heterogeneidade tipológica </li></ul>
    25. 25. Não conheço este texto… <ul><li>“ Quando iniciamos o uso da internet como recurso pedagógico, uma das primeiras dificuldades que encontramos é a diferença no grau de habilidade dos alunos para essa tecnologia.” </li></ul><ul><li>(< http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=41 > Acesso em 29/1-/07) </li></ul>
    26. 26. Não conheço este texto… <ul><li>“ Quando iniciamos o uso da Internet como recurso pedagógico, uma das primeiras dificuldades que encontramos é a diferença no grau de habilidade dos alunos para essa tecnologia.” </li></ul><ul><li>(< http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=41 > Acesso em 29/1-/07) </li></ul>FAMILIARIZAÇÃO
    27. 27. Para que serve? <ul><li>Mundo próximo ou aproximável </li></ul><ul><li>Tema interessante </li></ul><ul><li>Tarefa útil/justificável </li></ul><ul><li>Faixa etária </li></ul>Motivação
    28. 28. Motivação <ul><li>Mundo próximo ou aproximável </li></ul><ul><li>Tema interessante </li></ul><ul><li>Tarefa útil/justificável </li></ul><ul><li>Faixa etária </li></ul>
    29. 29. Prática <ul><li>Inspiração e transpiração </li></ul><ul><li>“ Gênio é composto de 1% de inspiração e 99% de transpiração” (Thomas Edison). </li></ul><ul><li>(<http://www.imasters.com.br/artigo/4712/webwriting/escrever_e_pensar_e_criar/> Acesso em 28/10/07) </li></ul>
    30. 30. Prática <ul><li>“ Escrever é pensar e criar </li></ul><ul><li>Em grande parte, aprender a escrever é aprender a pensar, aprender a encontrar idéias e concatená-las, pois “assim como não é possível dar o que não se tem, não se pode transmitir o que a mente não criou ou aprovisionou”, diz Othon Garcia.” </li></ul><ul><li>(<http://www.imasters.com.br/artigo/4712/webwriting/escrever_e_pensar_e_criar/> Acesso em 28/10/07) </li></ul>
    31. 31. Prática <ul><li>Onde e como encontrar as idéias? </li></ul><ul><li>Como inventá-las? </li></ul><ul><li>Criá-las ou (re)produzi-las? </li></ul>
    32. 32. Prática <ul><li>Elaboração e reelaboração </li></ul><ul><li>Escrita e reescrita </li></ul>
    33. 33. Referências <ul><li>CHARAUDEAU, P. Grammaire du sens et de léxpression. Paris: Hachette, 1992. </li></ul><ul><li>CHARAUDEAU, P.; MAINGUENEAU, D. Dicionário de análise do discurso. São Paulo: Contextos, 2006. </li></ul><ul><li>KOCH, I. V. Ler e Compreender: os sentidos do Texto. São Paulo: Contextos, 2006. </li></ul><ul><li>MARCUSCHI, L.A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A.P.; MACHADO, A.R.; BEZERRA, M.A. (Org.). Gêneros textuais e ensino . Rio de Janeiro: Lucerna, 2002, p. 19-36. </li></ul><ul><li>MARCUSCHI, L.A.; XAVIER, A.C. Hipertexto e gêneros digitais . Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. </li></ul>

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