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  1. 1. A Reprodução nas plantas A POLINIZAÇÃO Profª Helena Borralho
  2. 2. Numa flor masculina, Numa flor feminina, existem apenas os órgãos existem apenas os órgãos sexuais masculinos sexuais femininos Numa flor hermafrodita existem os órgãos sexuais masculinos e femininos
  3. 3. Constituição de uma flor GINECEU (carpelos) ANDROCEU (estames) COROLA (pétalas) CÁLICE (sépalas) RECEPTÁCULO PEDÚNCULO
  4. 4. Estigma Carpelo Estilete Ovário Órgãos de REPRODUÇÃO Antera Estame Filete Pétala Órgãos de PROTECÇÃO Sépala Receptáculo Órgãos de Pedúnculo SUPORTE
  5. 5. OS ÓRGÃOS DE REPRODUÇÃO DE UMA PLANTA COM FLOR
  6. 6. Os grãos de pólen, células reprodutoras masculinas das flores produzem-se nas anteras, em sacos polínicos. Os óvulos, células reprodutoras femininas, que são produzidos pelo ovário localizado no carpelo
  7. 7. Estames com anteras evidentes
  8. 8. Estames e carpelos
  9. 9. Forma e dimensão microscópicas dos grãos de pólen da primavera
  10. 10. Polinização Polinização é o transporte do pólen dos estames de uma flor até a parte feminina de outra; deste modo, obtêm-se as sementes que produzirão uma nova planta. A polinização pode ser directa/autopolinização A polinização pode ser directa/autopolinização ou cruzada. ou cruzada cruzada. A polinização cruzada dá-se quando os grãos de pólen são transportados pelos agentes de É o processo de polinização polinização para outra flor da que ocorre em uma mesma mesma espécie flor.
  11. 11. Polinização cruzada Quando o grão de pólen é transportado pelos agentes polinizadores da antera de uma flor para o estigma de outra da mesma espécie – polinização cruzada
  12. 12. Agentes Polinizadores Vento
  13. 13. Agentes Polinizadores Insectos Aves Pequenos mamíferos
  14. 14. Agentes Polinizadores Os agentes de polinização Os agentes de polinização podem ser: podem ser: O vento; O vento; A água; A água; Os insectos; Os insectos; Algumas aves; Algumas aves; Pequenos mamíferos. Pequenos mamíferos.
  15. 15. Formação do tubo polínico Durante a polinização, os grãos de pólen podem cair no estigma, e como este é recoberto por uma secreção açucarada e oleosa ficam aí aderidos. Quando as condições são favoráveis, cada grão de pólen germina, formando o tubo polínico, que cresce devido às substâncias nutritivas do estigma. Formação de dois gâmetas masculinos.
  16. 16. fecundação A – O tubo polínico dirige-se para o óvulo B – Do encontro da célula masculina, transportada pelo tubo polínico, com a célula sexual feminina, existente no óvulo, resulta um ovo
  17. 17. fecundação A fecundação na flor é a união do grão de pólen com o óvulo, originando o ovo.
  18. 18. O que acontece na flor após a fecundação?
  19. 19. Frutificação Logo após ter ocorrido a fecundação, a flor vai murchar. Isto porque se inicia uma série de transformações que irão originar o fruto. A este fenómeno dá-se o nome de frutificação.
  20. 20. Frutificação
  21. 21. Frutificação Após ter ocorrido a fecundação, a flor começa a transformar-se em fruto. As pétalas murcham e caem. A partir do ovo, desenvolve- se o embrião. À sua volta formam-se as reservas alimentares. embrião Este conjunto constitui a semente. A parte que protege a semente semente pode conter reservas e é formada a partir do ovário, originando o pericarpo. pericarpo
  22. 22. ESTRUTURA DA SEMENTE Tegumento ou casca – com função de protecção e disseminação Amêndoa –tecido de reserva utilizado na formação do embrião. Embrião – constituído por um eixo embrionário dividido em duas partes: radícula e caulículo.
  23. 23. CONSTITUIÇÃO DA SEMENTE A partir da radícula vai formar- se a raiz da nova planta. É o caulículo que vai dar origem ao caule da nova planta. As gémulas vão dar origem às folhas da nova planta.
  24. 24. As sementes produzidas por uma planta devem ser encaradas, não só como os seus agentes da reprodução, mas também como os veículos que tem à disposição para a colonização de novos espaços, de modo a alargar o domínio da espécie a que pertence. Para esta última função, cada semente está equipada com uma reserva nutritiva suficiente para sustentar a nova planta durante os seus primeiros estádios de crescimento, até que atinja autonomia em termos de produção fotossintética. Extraordinário é o facto de todas estas reservas poderem estar contidas num grão, que pode ser mais pequeno do que um simples grão de areia.
  25. 25. DISSEMINAÇÃO DAS SEMENTES No fruto existem sementes que mais tarde poderão originar uma nova planta. Para que tal aconteça, as sementes têm de atingir o solo, perto ou longe da planta-mãe, e nele encontrar condições adequadas ao seu desenvolvimento – germinação. Disseminação pelos animais A disseminação é a propagação das sementes. Esta pode ser feita de várias maneiras: pelo vento, pela água, vento gua pelos animais ou até através da autodisseminação.
  26. 26. DISSEMINAÇÃO DAS SEMENTES Autodisseminação quando a própria planta espalha as suas sementes, ou seja, a vagem abre-se e liberta as sementes. Disseminação pelo vento
  27. 27. DISSEMINAÇÃO DAS SEMENTES Disseminação pelos animais Disseminação pela água - nenúfar
  28. 28. Germinação da semente
  29. 29. Germinação da semente As sementes depois de disseminadas fixam-se ao solo. Se encontrarem condições adequadas ao seu desenvolvimento inicia-se uma nova fase - germinação Para que a semente germine são necessárias condições que dizem respeito não só ao meio ambiente ( condições externas ), como às condições da própria semente ( condições externas ).
  30. 30. Germinação da semente Condições Condições externas internas • Ar • Embrião completo • Água • Substâncias de reserva • Temperatura adequada em bom estado ( cotilédones )
  31. 31. Germinação da semente Germinação do Feijão
  32. 32. Reprodução nas plantas com flor
  33. 33. Reprodução nas plantas sem flor Os fetos e os musgos não possuem flores e, por isso, não produzem sementes. Reproduzem-se por esporos.
  34. 34. Reprodução nas plantas sem flor Numa folha de feto desenvolvida é possível observar, na página inferior, a olho nu, umas estruturas escuras chamadas esporângios. É no interior dos esporângios que se formam os esporos. O esporângio ao libertar os esporos ( dispersão através esporos do vento ) e se encontrarem condições para germinarem ( ambiente húmido,…) originam um corpo verde e delgado – o protalo. Deste nasce um novo feto. protalo feto Dispersão fecundação germinação protalo Reprodução do feto
  35. 35. Reprodução nas plantas sem flor Os musgos na altura da reprodução desenvolvem um filamento, a seda, que termina numa cápsula. No interior da cápsula formam- seda psula se os esporos. A cápsula abre e os esporos ao atingirem o solo esporos poderão originar novos musgos, se encontrarem condições adequadas para germinarem. seda Reprodução do Musgo
  36. 36. Reprodução nas plantas sem flor Reprodução do feto
  37. 37. Reprodução nas plantas sem flor Para a germinação dos esporos é necessário que: Condições Condições externas internas • Ar •Sementes em bom estado • Água de conservação • Temperatura adequada esporos

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